Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Nascer em berço de ouro - Nomes de Bebés com Medalhas Olímpicas

19 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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O que se segue é um pequeno contributo do blog da Bébé Confort Coimbra para aquilo que se convencionou chamar no mundo editorial a “silly season” - uma época estival caracterizada por notícias que não aquecem nem arrefecem.

Segundo Homer Adkins “a investigação fundamental é como disparar uma seta para o ar e, onde esta aterrar, pintar um alvo…” Decidimos também nós fazer uma investigação profunda da relação entre os nomes dos atletas portugueses e a capacidade de alcançarem as tão desejadas medalhas olímpicas. Em resumo poder-se-ia dizer que esta análise rigorosa é um cruzamento ousado entre a antroponímia, a medalhística e o olimpismo…

A questão essencial a responder é a de saber qual será o nome mais medalhável. Munidos dos nomes dos atletas portugueses que já ganharam medalhas olímpicas fazemos uma projecção para o futuro e ajudamos os pais a escolher nomes para bebé que já tiveram medalhas. O fundamento da projecção é a hipótese do aforismo “a história repete-se” se repetir de facto.

Assim sendo, constatamos que os dois nomes com mais hipóteses de ganhar medalhas são José e Luís (três medalhas olímpicas cada um). A seguir, com duas medalhas cada, temos Nuno, António, Francisco, Fernando e Mário. Curiosamente nem João, nem Carlos conseguiram ter mais do que uma medalha olímpica, embora que a do Carlos fosse de ouro!

Se se tratar de uma menina as opções são mais restritas - Rosa, Fernanda ou Vanessa. Mas as probabilidade de ganhar uma medalha de ouro (Rosa e Fernanda) ou de prata (Vanessa) são maiores. Aparentemente para as mulheres portuguesas - bronze só na praia.

Portanto, se o seu alvo é ter um filho com uma medalha olímpica daqui a vinte, vinte e quatro ou vinte e oito anos, baptize-o José ou Luís. Se se tratar de uma menina, o nosso estudo indica duas opções a tomar: ou a baptiza Rosa, Fernanda ou Vanessa, ou então escolhe um outro nome, pois até ao momento nenhum nome se repetiu.

Quanto às modalidades que o seu filho deverá praticar não há muitas dúvidas: ponha o seu filho a correr o mais cedo possível! O atletismo já trouxe oito medalhas para Portugal. Se viver na costa a vela também é uma boa hipótese (quatro medalhas), ou não fosse Portugal um país de navegadores. A equitação leva o bronze com apenas três medalhas. Outras modalidades como o tiro, por exemplo, só tiveram uma medalha.

Depois de termos pintado o alvo e termos atirado as setas para o ar, só nos resta desejar-vos boa sorte!

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Os bebés não devem consumir mel

19 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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«As crianças com menos de um ano não devem consumir mel, segundo um alerta emitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), do Brasil, na sequência da detecção da bactéria «Clostridium botulinium» no produto, que causa o botulismo intestinal.

Investigadores da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) analisaram, em 2002 e 2003, 100 amostras de mel em feiras livres, mercados e quiosques de seis estados brasileiros. Os resultados demonstraram que a bactéria estava presente em 7% das amostras.

Adriana Valim Ferreira Ragazani, uma das autoras da investigação, afirma que a flora intestinal das crianças até aos dois anos não está totalmente formada, o que permite o alojamento da bactéria no sistema digestivo, causando a doença.

Maria Cecília Martins Brito, da ANVISA, diz que não há motivo para pânico, mas «é motivo para cuidado. A recomendação tem um carácter preventivo.»

Fonte: Diário Digital

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Alegrias e os riscos de ser mãe depois dos 40

18 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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«[…] Os dados confirmam a tendência: hoje em dia são cada vez mais as mulheres escolhem ser mães depois dos 40. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), em apenas uma década, o número de crianças que nasceram de uma mãe com mais de 40 anos aumentou 50,7%: em 1997 nasceram 2046 bebés e em 2007 esse número cresceu para 3083. Mas, apesar do fenómeno ser cada vez mais comum, não deixou de acarretar perigos.
[…] De facto, a esmagadora maioria dos especialista desaconselha a experiência. “A idade materna avançada acarreta um maior risco de alterações dos cromossomas”, alerta o médico obstetra Carlos Aguiar Veríssimo. Ou seja, quanto mais velha a mãe, maiores as probabilidades do bebé nascer com deficiências. […]
No entanto, Carlos Veríssimo lembra que devido ao elevado risco de ocorrência de anomalias depois dos 40 anos de idade, “a maioria dos centros de diagnóstico pré-natal propõe a realização de amniocentese” como “diagnóstico da existência de uma alteração cromossómica”.
Mas não é apenas o bebé que pode sofrer com uma gravidez tardia. De acordo com o médico “ao longo da gravidez existem outras patologias cujo risco está aumentado após os 40, nomeadamente a diabetes gestacional ou hipertensão”.
Com a idade, a própria capacidade de adaptação das grávidas aos novos requisitos pode ficar afectada e a recuperação pós-parto poderá ser mais difícil. […] Apesar de todos os riscos , Carlos Veríssimo apoia o optimismo, sublinhado que “a gravidez após os 40 não deve ser encarada como um abismo repleto de perigos. Há que vivê-la com tranquilidade e naturalidade”.

Fonte: Diário de Notícias, 17/08/2008

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Nomes: Género, Etnicidade e Família

17 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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moz-screenshot-1«”O conhecimento dos nomes não é negócio de importância somenos,” disse Sócrates. Nos nossos nomes está imersa a história de cada um mas essa história alarga-se, em círculos, muito para além de nós mesmos. É que “nomear também é acção”: apelando e sendo apelado, a pessoa torna-se um ser auto-identificado responsabilizável.
Esta recolha de ensaios sobre os nomes em português dedica-se a explorar a ética dos nomes, isto é, o encadeamento afectivo que subjaz ao reconhecimento identitário das pessoas. Como é que o nome atribui ligações básicas às pessoas (através da perfilhação)? Como é que o nome faz família? Como é que o nome estabelece género? Como é que o uso do nome remete para a identidade étnica (raça, etnicidade, etc.)? Como é que o nome veicula imagens dominantes sobre o valor da pessoa (consumo mediático, etc.)? Como é que o anonimato pode ser um factor de subalternidade ou mesmo, de repente, um factor terapêutico? As especificidades da tradição nominativa lusófona, que a demarcam de outras, não tinham recebido a atenção que merecem. Este livro abre novas perspectivas teóricas no estudo da pessoa mas também revela a importância que os nomes têm nas mais diversas áreas do comportamento sociocultural.»

Fonte: Editora Almedina

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Bébé Confort Coimbra encerra dias 15, 16 e 17 de Agosto de 2008

14 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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A loja encerra dias 15, 16 e 17.

Bom feriado; bom fim-de-semana; boas férias (se for o caso disso).

Voltamos segunda-feira, dia 18 de Agosto.

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Curso de Massagem do Bebé promove a comunicação entre os pais e o seu bebé

14 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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A Associação Internacional de Massagem Infantil (IAIM), dedicada exclusivamente à massagem de bebés, foi fundada nos EUA por Vimala McClure. Baseando-se em vários tipos de massagem - Massagem Indiana (Shantalla), Massagem Sueca - e em conhecimentos de Yoga adaptados aos bebés, a IAIM tem por objectivo estreitar a ligação entre pais e bebés, ajudando os pais a compreenderem melhor os seus filhos. A IAIM inclui, neste momento, mais de 34 países, incluindo a Associação Portuguesa de Massagem Infantil (APMI).

O Curso de Massagem do Bebé promove a comunicação entre os pais e o seu bebé, potenciada através do toque. Os benefícios deste contacto pele com pele são múltiplos. A Associação Portugesa de Massagem Infantil destaca os seguintes: image

  • Facilita o alívio das cólicas
  • Facilita o sono do bebé
  • Facilita a circulação
  • Equilibra o sistema imunitário
  • Estimula os 5 sentidos
  • Promove o vínculo pais/bebé
  • Diminui a ansiedade dos pais/bebé
  • Diminui as hormonas de stress
  • Favorece a libertação da hormona do crescimento
  • Melhora a condição da pele
  • Ajuda a maturação do Sistema Nervoso
  • Relaxa e tonificar
  • Promove a segurança parental

imageNas nossas sessões do curso de massagens de bebé os pais aprenderão a dar a massagem ao seu bebé, desde os pés, pernas, barriga, peito, braços, cara e costas, assim como o protocolo das cólicas.

O curso é composto por 5 sessões de cerca de 90 minutos, durante as quais abordaremos as diversas técnicas de massagem. Este curso destina-se a bebés entre os 0 e os 6 meses e respectivos pais (máximo de 5 bebés por grupo). Idealmente preferimos que os bebés tenham 1 mês.

As 5 sessões têm uma periodicidade semanal; os dias em que o curso decorre dependem da disponibilidade dos participantes, mas começam geralmente às 9h30m.

Para mais informações sobre os Cursos de Massagem do Bebé que se realizam na Bébé Confort Coimbra:

Tel.: 239.724.592 ou e-mail

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"Portugueses dão muita importância aos apelidos, mas arriscam pouco ao dar o nome aos filhos"

12 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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Os portugueses dão muita importância aos apelidos de famílias tradicionais, gostam de os usar, mas arriscam pouco quando decidem os nomes dos filhos, ao contrário dos brasileiros, para quem o diferente é que é «chique»
Esta é uma das conclusões do livro “Nomes: Géneros, Etnicidade e Família”, dos antropólogos João de Pina Cabral e Susana Viegas, que vai ser lançado na quarta-feira, em Lisboa.
«As famílias em Portugal têm muito poucos nomes próprios. Repetem os nomes que são dos antepassados mais importantes e a certa altura os primos têm todos os mesmos nomes. Depois vão dando alcunhas uns aos outros para se diferenciarem» , disse o antropólogo João de Pina Cabral.
Outro fenómeno que se verifica é que quem tem um apelido «sonante», mesmo que não seja o último nome, faz questão em o usar.
De acordo com o antropólogo, mesmo não sendo proveniente de uma família tradicional, o português comum «não gosta de ter nomes diferentes», ao contrário dos brasileiros, para quem «quanto mais diferente melhor».
Madeinusa, a Usnavy e Jáfalei são alguns dos exemplos dados por João de Pina Cabral, que garante que os brasileiros dão-se bem com esses nomes e até conseguem rir-se deles.
«Usam os nomes de maneira a fazer piadas» , disse o antropólogo, acrescentando que também no Brasil, nomeadamente em São Paulo, os apelidos têm muita importância, especialmente se forem italianos.
De realçar ainda o facto de ser muito comum entre os brasileiros dar aos rapazes o nome do pai, seguido de filho ou júnior, inclusivamente aos filhos nascidos fora do casamento.
Relativamente aos outros países lusófonos, João de Pina Cabral destaca que em Timor-Leste estão a ser dados muitos nomes portugueses, mas não fazem uma distinção entre os nomes próprios e os apelidos.
«Essa é uma tradição europeia. Em Timor-Leste não há a tradição de os membros de uma família usarem todos o mesmo apelido» , disse.
Em Moçambique, a maioria dos habitantes tinham nomes indígenas, mas começaram recentemente a adoptar nomes portugueses.
[…]No entanto, o antropólogo adiantou que, em Angola, a elite de Luanda também dá muita importância aos apelidos de família.
O livro Nomes: Géneros, Etnicidade e Família é uma «primeira abordagem à questão de como os nomes marcam as pessoas» […]

Fonte: Universia (Ênfase nosso)

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Benefícios das massagens para os bebés prematuros

12 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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Bárbara Figueiredo publicou em 2007 um artigo na Acta Pediátrica Portuguesa em que apresenta uma revisão da investigação desenvolvida no âmbito da massagem e da estimulação táctil-cinestésica ao bebé, incidindo principalmente sobre os benefícios para os bebés prematuros.

Descrevem-se os estudos empíricos conduzidos no sentido de avaliar os efeitos no desenvolvimento, no bem-estar e em problemas específicos do bebé de termo e prematuro. Conclui-se a respeito do impacto positivo da massagem sobre a criança, os pais e na interacção entre ambos; nomeadamente porque beneficia dois objectivos primordiais dos cuidados de saúde do bebé prematuro: o ganho de peso e a redução dos dias de internamento em unidade de cuidados intensivos neonatais.

“Acta Pediátrica Portuguesa” 38:1 (2007) 29-38

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Cursos de Massagem do Bebé na Bébé Confort Coimbra

11 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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massagem do bebé pé “Nutrir uma criança, Sim! Mas não só com leite. É preciso pegar-lhe ao colo. É preciso acariciá-la, embalá-la e massajá-la. É necessário conversar com a sua pele, falar com as suas costas que têm sede e fome como a sua barriga.”

Frédérick Leboyer “Shantala”

Para mais informações sobre os Cursos de Massagem do Bebé que se realizam na Bébé Confort Coimbra:

Tel.: 239.724.592 ou e-mail

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"Bebés nascem mais seguros em Coimbra"

11 Agosto 2008 por BEBE CONFORT COIMBRA
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«A utilização de pulseiras electrónicas nos bebés nascidos em maternidades e hospitais nacionais, bem como a instalação de sistemas de videovigilância com monitorização contínua e gravação de imagem em alta definição são medidas previstas num despacho da ministra da Saúde, Ana Jorge, e que serão obrigatórias já a partir de 2009. A Maternidade Bissaya Barreto (MBB) dispõe de um sistema de protecção por intermédio de pulseiras electrónicas desde Julho do ano passado e, há pouco mais de um mês, reforçou a segurança com um sistema de videovigilância.

[…] Sónia Marques desconhecia que a MBB já usava as pulseiras electrónicas há cerca de um ano. E também, confessa, nunca ficou muito amedrontada com as notícias de raptos das maternidades que surgem na comunicação social. Ainda assim, os poucos dias que ali passou foram «mais descansados».
Na altura em que falou com o Diário de Coimbra, esta mãe esperava já que a enfermeira viesse retirar a pulseira do seu pequeno António Rafael. Chegara o dia de ir para casa, na Marinha Grande. O filhote iria “emagrecer” as 20 gramas que pesa a pulseira e o respectivo dispositivo, colocados no pé do bebé minutos depois de nascer. […]

A enfermeira Eduarda Coto explica que o mecanismo colocado no pé do recém-nascido é composto por uma pulseira que tem encaixado um pequeno dispositivo electrónico. Este fornece informação sobre a localização do bebé e, à aproximação dos sensores instalados nas saídas das enfermarias, faz soar um alarme. Da mesma forma, é dado um sinal de alerta quando a pulseira é retirada do bebé. […]

Sílvia Lapa, de Cernache do Bonjardim, conhece bem as diferenças. Há quatro anos quando teve a sua primeira filha ainda não existiam estas medidas adicionais de segurança. Era sempre a medo e com pressa que ia à casa de banho, principalmente quando não tinha outras mães no quarto, conta. Com o Guilherme a usar a pulseira já toma um banho mais descansado.
Para os profissionais também existem vantagens. «Há turnos com mais trabalho, que não nos permitem estar tão atentos às movimentações e controlar as pessoas. Nas horas das visitas, a tranquilidade também é maior, sabendo que existem os alarmes das pulseiras», diz a enfermeira Cristina Pita. […]

Com os devidos procedimentos, o pequeno António Rafael lá foi “libertado” da sua pulseira electrónica. A pulseira propriamente dita foi oferecida como recordação, enquanto o dispositivo ficará, para proteger outro menino. E são muitos os que por ali passam. A Maternidade Bissaya Barreto faz cerca de 3.100 partos por ano e é, em algumas áreas de actuação, uma unidade de referência a nível nacional.
[…]

Os bebés do Hospital de São João, no Porto, ou de São Teotónio, em Viseu, usam pulseiras electrónicas desde 2006 e, entretanto, outros hospitais e maternidades, como é o caso da Maternidade Bissaya Barreto em Coimbra, adoptaram a medida que passará a ser obrigatória a partir do próximo ano.
O processo é simples e pretende uniformizar os procedimentos de segurança ao nível do SNS. A referida pulseira, que é pequena, leve, sem fios, será colocada no tornozelo do bebé ainda na sala de partos. Caso o recém-nascido se aproxime de uma zona não autorizada ou a pulseira seja danificada, o sistema produz um alarme e bloqueia de forma automática a porta de saída.
[…]
A Maternidade Daniel de Matos dispõe, há alguns anos, de sistema de videovigilância nos vários pisos e nos acessos, bem como realiza um controlo rigoroso das entradas e saídas de pessoas. Ainda não tem as pulseiras electrónicas para os recém-nascidos. Agostinho Almeida Santos, director do Departamento de Medicina Materno-Fetal Genética e Reprodução Humana dos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde se insere a maternidade, esclarece que «a instituição tem tentado obter este equipamento, mas a restrição económica a que está sujeita não o tem permitido».
Um recente despacho da ministra da Saúde, Ana Jorge, prevê que, nos próximos cinco meses, todos os hospitais e maternidades se equipem com câmaras de videovigilância e utilizem as pulseiras electrónicas nos recém-nascidos. Os custos deverão ser suportados pelas próprias unidades de saúde.
Agostinho Almeida Santos está de acordo com esta medida adicional de segurança, mas considera que «quem fez esta determinação deverá agora dotar os hospitais e maternidades de verba» para instalação destes sistemas. «Com o nosso normal orçamento não podemos cumprir essa obrigação», frisa, lembrando ser cada vez mais difícil assumir despesas além das correntes. «Estamos disponíveis para executar, assim nos dêem meios para isso», remata.»

Fonte: Diário de Coimbra

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