A primeira mamada

Ao nascer os seios estão prontos a produzir leite. Este processo inicia-se quando o bebé agarra a aréola e começa a sugar; faz isto instintivamente, logo que sinta o peito junto da sua boca. Pode ser ajudado a iniciar a sucção segurando-o contra o peito e tocando com o mamilo o seu lábio inferior.

Quando o bebé agarra o peito a sua boca fecha-se à volta da aréola, a língua forma um cavado à volta do mamilo e com um movimento ondulante, comprime o reservatório do leite esvaziando os seus canalículos.

Se possível deve evitar-se dar biberão porque a sucção pelo peito é diferente da sucção pela tetina, sendo alguns bebés muito sensíveis a esta diferença.

Uma vez iniciada a sucção eficientemente, estes movimentos estimulam terminações nervosas do mamilo que por sua vez vão estimular a glândula pituitária no cérebro. Esta responde produzindo hormonas – prolactina e ocitocina. A prolactina estimula o seio a produzir mais leite e a ocitocina estimula os músculos dos canais do leite a ejectá-lo no reservatório sob a aréola. Esta hormona vai também fazer contrair os músculos do útero, de tal modo que nos primeiros dias ou semanas após o parto poderão sentir-se dores no útero quando se amamenta. Apesar de um pouco doloroso, este processo vai ajudar o útero a voltar mais rapidamente ao tamanho normal reduzindo, a perda de sangue pós-parto.

O ibuprofeno ajuda a aliviar estas dores.

Após um breve período de sucção dá-se o início da lactação – o leite começa a fluir (descida do leite).

Os sinais de que a descida do leite está a ocorrer variam de caso a caso e com o volume de leite requerido pelo bebé. Algumas mães têm uma sensação de formigueiro, enquanto outras têm um aumento de pressão e sensação de seio completamente cheio; estas sensações são rapidamente aliviadas logo que o leite começa a fluir. Há mães que nunca têm estas sensações, apesar de também amamentaram com sucesso. O fluxo de leite varia em forma de jacto, gotejamento ou em corrente. Algumas mulheres têm a sensação de esvaziamento de leite e outras não. Estas sensações podem ser diferentes de um peito para o outro.

O período pós-parto é uma fase de grande ansiedade e insegurança, particularmente para a mãe pela primeira vez. É importante que o pediatra tire dúvidas e preocupações às mães mais inexperientes e indecisas. Estas sessões de orientação devem incluir o pai, pois o conhecimento das personalidades e expectativas de ambos os pais é muito importante para ajudar a evitar problemas físicos e psicológicos centrados na alimentação.

Se o parto foi normal, a mãe e o bebé estiverem bem, se possível, amamentação deve ter início, se possível, na primeira hora a seguir ao parto.

A posição mais confortável será com a mãe deitada de lado e o bebé também deitado, voltado para a mãe, em frente do peito. Tocando com o mamilo o lábio inferior do bebé ele instintivamente abre a boca, agarra o seio e começa a mamar. Esta sucção teve já início dentro do útero, ao chupar nos dedos, nas mãos e até nos pés. Por vezes é necessário ajudar o bebé a iniciar a mamada – comprimindo o peito com a mão acima da aréola e introduzindo-o na boca do bebé, com o mamilo levemente dirigido para cima.

Deve-se deixar o bebé mamar o tempo que quiser no primeiro seio e só depois passar ao outro lado, se ainda estiver interessado em mamar.

No início, a descida do leite poderá demorar um a dois minutos após o início da sucção, passando a ser mais rápida após a primeira semana. A quantidade de leite também vai aumentar substancialmente após aquela data.

Quanto mais relaxada e confiante estiver a mãe, mais facilmente se dará a descida do leite.

Se mantiver uma dor sustentada no mamilo, na aréola ou no seio, deverá informar o médico ou enfermeira.

Uma vez em casa, as seguintes sugestões poderão ajudar o reflexo da descida do leite:

  • Aplicar compressas húmidas e mornas no peito alguns minutos antes da mamada

  • Sentar numa cadeira confortável com as costas e braços bem apoiados

  • Colocar o bebé bem posicionado com a face em frente do peito

  • Usar técnicas relaxantes como respirar fundo, ouvir música suave

  • Escolher um lugar tranquilo para amamentar

  • Não fumar nem tomar bebidas alcoólicas ou drogas

O primeiro leite é o chamado colostro – solução líquida e amarelada produzida nos primeiros dias após o parto. Contém mais proteínas, sais, anticorpos e outras substâncias protectoras. É menos gordo e menos calórico.

Do 3º ao 5º dia após o parto, os seios começam a produzir o chamado leite de transição. Este leite é mais cremoso e branco do que o colostro. Após o 10º / 14º dia o leite adquire mais gordura e torna-se ainda mais cremoso.

O aumento de volume dos seios pode ser muito desconfortável e doloroso. A melhor solução é amamentar o bebé sempre que esteja com fome e esvaziar os dois seios cada duas horas. Por vezes os seios estão tão cheios que o bebé não consegue agarrá-lo. Nesta situação deve-se aplicar compressas húmidas e mornas, fazer a expressão manual do seio, massajando desde a axila até ao mamilo ou retirar algum leite com a bomba antes da mamada.

O volume de leite produzido aumenta substancialmente após a primeira semana. Nos primeiros 2 dias pode produzir apenas 5 ml em cada mamada; pelo 4º ou 5º dia o volume aumenta a 30 ml e pelo final da 1ª semana, dependendo do apetite do bebé e da duração das mamadas, pode-se produzir 60 a 150 ml em cada mamada.

No final do primeiro mês o bebé deverá receber cerca de 720 ml de leite por dia.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

A preparação para a amamentação

A boa saúde materna, o equilíbrio entre o repouso e o exercício, a ausência de preocupações, o tratamento precoce e adequado de qualquer doença intercorrente e uma alimentação bem balanceada são factores que induzem o sucesso da boa amamentação.

Logo desde o início da gravidez o corpo inicia a preparação para a produção de leite – a área que circunda o mamilo torna-se mais escura (aréola), os seios aumentam de tamanho, multiplicam-se as células produtoras de leite e desenvolvem-se os canais de transporte de leite para o mamilo.

Por outro lado o corpo vai armazenar gordura em determinadas áreas para providenciar energia extra, necessária para a gravidez e lactação.Cerca das 16 semanas de gestação os seios estão prontos para produzir leite logo que o bebé nasça.

Não se deve estirar, puxar ou rodar os mamilos no final da gravidez, pois algumas destas manobras podem prejudicar as delicadas glândulas da aréola, que segregam um líquido que lubrifica o mamilo como preparação para a amamentação.  O banho normal e a secagem delicada são a melhor maneira de cuidar dos seios durante a gravidez.Mamilos retraídos ou invertidos não são uma contra indicação para a amamentação. Diz-se que são retraídos quando, ao comprimir a aréola entre dois dedos, o mamilo em vez de se tornar mais saliente fica mais aplanado. Esta situação é uma variante do normal.À medida que a gravidez progride normalmente estes mamilos começam a exteriorizar-se; se no entanto se mantiverem retraídos na altura do parto, deverá colocar esta questão ao pediatra ou parteira para a colocação de ventosas.

A tonicidade dos seios será preservada pelo uso de soutien adequadamente ajustado ao tamanho do peito, sem aros nem varetas, principalmente antes do parto e durante todo o período de amamentação.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

Os primeiros passos do bebé e a escolha de um bom calçado

   A Activa Filhos n.º 8 2007/2008 traz um bom artigo sobre os pés dos bebés e das crianças e sobre o respectivo calçado. “Pés-chatos”, “pernas arqueadas”, “pés para dentro” e outros problemas que preocupam os pais são tratados de modo breve mas preciso.

   A autora, Bárbara Bettencourt, enumera também os principais cuidados a ter na escolha de um bom calçado para o bebé. Sumário:

  • “Os primeiros sapatos devem ser muito flexíveis […]”
  • “À medida que crescerem, podem ir adoptando sapatos ligeiramente mais rígidos […]”
  • “Evite comprar sapatos que impeçam os tornozelos de dobrar-se.”
  • “Experimente sempre o calçado fazendo-os andar.”
  • “Atenção ao material das meias.”
  • “Os sapatos devem estar presos com atacadores ou presilhas.”
  • “Evite passar sapatos de uns irmãos para outros.”

   in Activa Filhos, n.º 8 2007/2008, pp. 66-68.

Concessionários Bébé Confort (Maxi-Cosi, Quinny, Bébé Confort e Safety First)

   A Máxima publicou, na sua edição de Outubro de 2007, um texto sobre o grupo Dorel (Bébé Confort, Maxi-Cosi, Quinny, Safety First…) e as suas iniciativas em Portugal, designadamente os concessionários das suas marcas (como a Bébé Confort Coimbra).

   Publicamos de seguida um excerto do artigo:  
Dorel - Ideias Brilhantes

   “O grupo Dorel, multinacional de origem canadiana (www.dorel.com), é líder mundial em puericultura e conta no seu portfólio marcas como a Bébé Confort, Maxi-Cosi, Quinny, Safety First, entre outras. Os seus produtos, largamente conhecidos pelo público, ganharam o respeito e a aceitação dos consumidores que neles reconhecem a excelência e os altos níveis de qualidade. A Dorel preocupa-se com o bem-estar de todos os bebés, permanecendo também atenta ao conforto dos pais. 

   O acompanhamento das novas tendências, o investimento regular em pesquisas e desenvolvimento permitem que o grupo Dorel se antecipe em qualidade, segurança, conforto e design. As análises e recomendações de um Comité de médicos contribuem para o desenvolvimento dos produtos. Toda esta dedicação e preocupação conduz ao lançamento periódico de novos e inovadores produtos que rapidamente se transforma em best sellers da puericultura, contando com o aval de alguém tão exigente como as crianças. Porque, já se sabe, quando elas gostam… adoram. Quando não gostam… não há quem as convença.

Concessionários Bébé Confort

   A Bébé Confort, com origem em França, é uma marca generalista que vendes desde o biberão aos carrinhos, cadeiras-auto até ao mobiliário. A Maxi-Cosi, de origem holandesa, distingue-se pela especialização em sistemas de retenção para automóveis (cadeirinhas). A Quinny, também de origem holandesa, é uma marca de carrinhos de bebé, compatíveis com as cadeiras-auto Maxi-Cosi. A Safety 1st é originária dos EUA e foi a primeira marca a nível mundial a desenvolver uma gama completa de artigos de segurança infantil para a casa. A Maxi-Cosi foi pioneira na adaptação dos sistemas de retenção (cadeirinhas) aos carrinhos de passeio. […]”
in Máxima, Outubro de 2007, pág. 294.

Colecção de roupa de grávida Outono/Inverno 2008

Blusa Noppies

   Calças, blusas, casacos, tops, camisas, macacões, saias, biquinis, jardineiras, t-shirts, blusões, corsários, vestidos… Durante a gravidez o corpo transforma-se mas a vida não pára – expande-se a cada segundo! Mas nem por isso a grávida tem de abrir mão do seu conforto.

  

Roupa Roinsal

   Hoje existem soluções de roupa para grávida que conjugam a versatilidade e a comodidade sem descurar a moda. Grávida e na moda – é possível? Sem dúvida!

Vestido Menonove

   As peças de roupa para grávida ajustam-se às modificações do corpo e acompanham o crescimento da barriga e do bebé. Não se trata simplesmente de roupas com tamanhos maiores. São peças talhadas para servir ao longo da gravidez e para tornarem ainda mais bonito um corpo em transformação. Um número maior equivale a um aumento uniforme de todas as medidas. A roupa de grávida, pelo contrário, modela-se e adequa-se às mudanças do corpo, especialmente na barriga e na cintura.

Jeans Noppies

   Contrariamente ao senso comum, a roupa de grávida usa-se proporcionalmente muito mais vezes do que a maior parte do vestuário. Até porque estas peças continuam a ser utilizadas no período pós-parto, por serem muito mais confortáveis e por o corpo ainda se encontrar a sofrer alterações. Por isso, é uma opção sensata ter roupa adequada a um período muito curto mas muito especial na vida de uma mulher…

Roupa Estañ Futura

   Afinal, não é por estar grávida que a mulher tem de mudar o seu estilo, sujeitando-se à tirania dos tamanhos.

   Marcas com que trabalhamos: Noppies, Roinsal, Estañ Futura e Menonove.

Histórias de bebés prematuros

Capa da Revista Sábado

A Sábado Nº177 (20 a 26 de Setembro de 2007) traz na capa um bebé, o Manuel Carmo, que nasceu com 1350g às 9h19m do dia 15 de Junho. Manuel do Carmo é um dos cerca de 350 bebés que nascem antes do tempo que são tratados, por ano, na Unidade de Cuidados Intensivos da Maternidade Alfredo da Costa.

A reportagem especial da Sábado, intitulada “Salvar Bebés com 500 gramas”, dá conta do enorme progresso em neonatologia registado nos últimos anos e da avançada tecnologia que se utiliza para assistir os prematuros. Como explica o médico neonatologista José Nona: “Aqui tentamos fazer aquilo que a natureza deixou a meio”.

Durante três meses a Sábado esteve na nova Unidade de Cuidados Intensivos da Maternidade Alfredo da Costa, inaugurada no passado dia 1 de Junho, e o resultado é uma reportagem que pretende dar a conhecer “as histórias das crianças que nascem às 24 semanas, com menos de meio quilo, e dos médicos que fazem tudo para que se consigam manter vivas”.

Para ler: Sábado Nº177 (20 a 26 de Setembro de 2007), “Salvar Bebés com 500 gramas”, pp 41-47.

Ideias para decorar o quarto do bebé

   A revista Activa Filhos, na sua edição especial n.º 8 2007/2008, traz um artigo com “ideias criativas para decorar o quarto dos mais novos com segurança e sentido prático, sem esquecer as suas necessidades.”

   O artigo traz várias propostas e enumera uma série de sugestões sobre a escolha de materiais e as opções disponíveis para os mais pequenos dormirem, estudarem, brincarem e terem as suas coisas bem arrumadas. O texto é, bem a propósito, intitulado “No reino do sonho”. 

Cama de Grades Bébé Confort by Toti

Nova colecção de sapatos Outono/Inverno 2008 da Babybotte

Babybotte logoChegou a nova colecção da Babybotte!

   A Babybotte foi resultado de uma vocação e a criação de um homem. Georges Bidegain fundou em 1936, em Pau, no sudoeste de França, uma empresa devotada unicamente ao fabrico de sapatos para crianças. Em 1949 nasceu aquela que se tornou “a” marca de sapatos para bebé, a Babybotte. Nos anos 60 a Babybotte tornou-se ainda mais famosa ao aparecer na televisão “pelos pés” da Anita, na série para crianças “O Carrossel Mágico” (lembram-se do franjinhas?). 

   Na Babybotte pode encontrar todo o tipo de calçado para bebé e criança: babuchas, pantufas, sapatos, botas… Um estilo inovador, cores apelativas e uma qualidade irrepreensível são os factores que determinam a escolha de um sapato Babybotte.

   A colecção Outono/Inverno 2008 não foge à regra – está fantástica! Aliás, atrever-nos-íamos a dizer que está supercalifragilisticexpialidocious!

   Alguns exemplos das novidades:

babybotte-artiste.jpg babybotte-faon.jpg babybotte-aneth.jpg

babybotte-arabel.jpg babybotte-anouk.jpg babybotte-acteur.jpg

Amamentar – o bom exemplo de Catarina Furtado

Catarina Furtado Grávida

      Na Saber Viver de Julho de 2007, Luís Magão (pediatra e presidente da Comissão Nacional da Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés) afirmava que “é extraordinária a projecção que tem o bom exemplo das figuras mediáticas.” Esta declaração vinha a propósito da repercussão positiva que o exemplo de Catarina Furtado terá tido, ao fazer algo tão simples e tão benéfico como amamentar a sua filha.   Catarina Furtado está de novo em destaque e aparece na capa da revista Caras, grávida de sete meses, de um rapaz. E se as figuras mediáticas têm essa capacidade de influenciar, é bom que o façam positivamente, como faz Catarina Furtado ao afirmar:

   “A prioridade é a saúde do bebé, mas isso não significa que descuide a minha imagem e o meu bem-estar. É muito bom estar grávida.”

   Palavras simples que transparecem nas fotografias da revista, uma das quais tem a seguinte legenda: “Por ser essencial para o bebé, [Catarina Furtado] tenciona amamentar.” Um bom exemplo a continuar a seguir.

Para ler mais: Caras, 8 de Setembro de 2007.

Vantagens da amamentação

Pela sua composição nutricional o leite humano é o alimento ideal do recém-nascido. Está sempre disponível, à temperatura certa e não requer preparação. É mais económico.

É sempre fresco e isento de contaminação bacteriana, reduzindo assim as possibilidades de perturbações gastrointestinais.

Os principais ingredientes do leite materno são: açúcar (lactose), proteínas de fácil digestão (lactoalbumina e caseína) e gorduras (ácidos gordos de excelente digestão). Para além disso contém biofactores – substancias que promovem o desenvolvimento harmonioso dos sistemas biológicos do lactente, nomeadamente ao nível do sistema nervoso central, desenvolvimento visual e cognitivo, sistema imunológico, aparelho gastrointestinal. Assim, com a amamentação materna há uma menor incidência de alergias e intolerâncias ao leite de vaca, que inclui diarreias, cólicas intestinais, sangue oculto nas fezes e eczema atópico (reacção alérgica da pele), bem como uma menor incidência de alergias na vida adulta.

O leite materno contém anticorpos bacterianos e víricos que proporcionam imunidade gastrointestinal local contra micro organismos que entram no corpo por esta via. Isto traduz-se, pelo menos em parte, pela menor incidência de diarreia, otite média (infecção do ouvido médio), pneumonias e meningites durante o primeiro ano de vida.Certas substâncias do leite materno como enzimas e o pH mais baixo das fezes destes lactentes, contribuem para uma flora intestinal mais favorável, contendo mais bifidobactérias e lactobacilos que ajudam a proteger contra infecções.

Sabe-se também que o leite materno tem um papel importante na prevenção da obesidade e da diabetes de aparecimento quer na criança quer na idade adulta.Há também vantagens psicológicas – a mãe fica pessoalmente envolvida em criar o seu próprio filho, resultando num sentimento de bem-estar e sensação de dever cumprido, enquanto o filho é agraciado com uma íntima e confortável relação física com a sua mãe.

As mesmas hormonas que estimulam a produção e libertação do leite também promovem sensações que realçam a maternidade. Quase todas as mães que amamentam sentem que esta experiência as torna mais ligadas e protectoras para com os seus filhos e mais confiantes nas suas capacidades maternais.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)