Quando devo substituir a primeira cadeira-auto Maxi-Cosi do meu filho pela cadeira-auto seguinte?

Aconselhamos o transporte do bebé na cadeira auto grupo 0 ou 0+ durante o maior período de tempo possível, ou seja no sentido inverso ao da marcha (de costas para a estrada) dado que é o modo mais seguro de transporte e também o mais confortável. Quando a cabeça do bebé atingir o topo da cadeira será o momento de a substituir pela cadeira-auto seguinte. O comprimento das pernas não tem qualquer influência neste aspecto. É extremamente insensato e desaconselhado transportar uma criança muito pequena numa cadeira-auto demasiado grande e voltada para a frente.

Fonte: www.maxi-cosi.com

A cafeína durante a gravidez

 

Uma mulher grávida deve evitar tomar café, pelo menos durante os primeiros três a quatro meses da gravidez. Quem o diz é De-Kun Li, o responsável por uma equipa que estudou um universo de 1063 grávidas entre 1996 e 1998.

De acordo com este estudo, as grávidas que consumam 200 miligramas de cafeína, ou mais, por dia – duas chávenas de café, aproximadamente – poderão duplicar o risco de aborto em relação a grávidas que se abstenham de consumir cafeína (através de bebidas tais como o café, o chá, as colas ou o chocolate quente).

Este novo estudo sobre os efeitos da cafeína na gravidez será publicado na próxima edição do American Journal of Obstetrics and Gynecology. Vários outros estudos tem sido realizados ao longo dos anos mas, até agora, não há um consenso definitivo sobre esta matéria entre os médicos.

Instada a comentar os resultados desta investigação, pelo New York Times, a Dr.ª Carolyn Westhoff, uma professora de obstetrícia, ginecologia e epidemiologia da Columbia University Medical Center, foi contudente: “A moderação em todas as coisas ainda é uma excelente regra geral. Julgo que tendemos a entusiasmar-nos em demasia ao dizermos não exponha o seu corpo a nada enquanto estiver grávida. A raça humana não teria perdurado se o período inicial da gravidez fosse tão vulnerável a um bocadinho de tudo. Somos mais robustos do que isso.”

De facto na obra de referência “Drugs in Pregnancy and Lactation” (edição de 2005), por exemplo, sustenta-se que “o consumo de cafeína durante a gravidez em quantidades moderadas não constitui aparentemente um risco mensurável para o feto”.

O Dr. Li, por sua vez, é peremptório na sua advertência para a redução ao máximo da cafeína durante a fase inicial da gravidez. Segundo o Dr. Li “Se, por qualquer motivo, as mulheres não o consigam fazer [abster-se completamente de ingerir cafeína], pensem em reduzir para uma chávena ou mudar para descafeinado.”

Como sempre, o melhor é falar com o seu médico e decidir em consciência – com ciência, com prudência e com liberdade.

 

O terceiro país da OCDE com mais cesarianas

 

O destaque do Destak de hoje é o apelo do ministro da Saúde, na sessão de encerramento das comemorações dos 75 anos da Maternidade Alfredo da Costa, para que se reduza o número de bebés que nascem por cesariana. No seu editorial, Isabel Stilwell, refere que "somos o terceiro país da OCDE com a taxa mais alta, que se cifra já em 32% no SNS".

Vale a pena ler o editorial. Aqui fica um excerto:

"Isto quando a OMS recomenda que a taxa se situe abaixo dos 20%[*], considerando o excesso de cesarianas como um indicador de falta de qualidade dos serviços maternos. Porque, para todos os efeitos, a cesariana é uma cirurgia grande, com riscos acrescidos para a mãe e para o bebé, e que deve ser reservada apenas para os casos em que tem genuína indicação clínica. Note-se que o problema não são as cesarianas em si, uma invenção miraculosa, que permite salvar muitas mães e bebés que antigamente morriam, mas o seu uso desnecessário e até perigoso."

De facto, têm surgido vários estudos que alertam para uso generalizado das cesarianos. Um dos últimos a vir a público, de que temos conhecimento, conclui que os bebés que nascem por cesariana planeada têm uma maior probabilidade de ter problemas respiratórios, do que os bebés que nascem por parto natural ou cesariana de urgência.

[*] A OMS aconselha um valor ainda mais baixo – 15% – a meta traçada pelo governo português é que é de 20%, para 2010.

Fonte: Destak.pt

CHC medeia conflito na Maternidade Bissaya Barreto

“O Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) vai mediar o conflito entre as funcionárias do serviço de alimentação da Maternidade Bissaya Barreto e a empresa Nordigal, que resultou em dois dias de greve, revelou ontem fonte da administração.
“Foi-nos solicitada a mediação. Pedimos informação à empresa, aguardamos essa informação sobre as questões legais e, logo que a obtenhamos, agendaremos uma reunião com as duas partes”, disse à agência Lusa Rui Pato, presidente do conselho de administração do CHC.
[…] Sublinhando que o Centro Hospitalar – que tutela a Maternidade Bissaya Barreto – é “completamente alheio” aos motivos da greve, Rui Pato referiu que a situação “causa grande instabilidade” na maternidade. […] Sobre as implicações da greve, o responsável do Centro Hospitalar de Coimbra admitiu que “prejudicou” o normal funcionamento da instituição, congratulando-se, no entanto, com o cumprimento dos serviços mínimos.”

Fonte: Jornal de Notícias – Centro Hospitalar medeia conflito

Bebés entre quatro e oito meses não distinguem alegria e cólera

NOTICIAS-UNIVERSITARIAS

De acordo com um estudo divulgado pela Universidade Fernando Pessoa, os bebés dos quatro aos oito meses não conseguem diferenciar as expressões emocionais básicas como alegria e cólera.

O estudo denominado Expressão facial: reconhecimento das emoções básicas cólera e alegria – estudo empírico com bebés portugueses de quatro aos oito meses de idade foi realizado por Freitas-Magalhães, director do Laboratório de Expressão Facial da Emoção da Universidade Fernando Pessoa, entre 2006 e 2007.Este estudo empírico incidiu sobre 40 bebés – 20 meninas e 20 meninos – a quem foram apresentadas 25 fotografias de homens e mulheres adultos, exibindo no rosto as emoções básicas da alegria e da cólera, mostrando e não mostrando os dentes.
[…] Freitas-Magalhães, [referiu] ainda que os bebés reconheceram os rostos, com e sem a exibição das fileiras dentárias, mas não souberam distinguir os mesmos se, em ambas as emoções, fossem exibidos os dentes.

Acessórios Quinny Buzz

Acessórios que se podem comprar separadamente (não incluídos no preço do carrinho):

Cesto de compras (para fixar debaixo do assento):

Quinny Buzz com “cesto de compras”

Sombrinha e o respectivo kit de fixação:

Buzz Gold com sombrinha

Conjunto sazonal (composto por mosquiteiro e pára-vento):

Quinny Buzz com conjunto sazonal (composto por mosquiteiro e pára-vento);

Saco térmico Buzz:

Alcofa Quinny Buzz* (inclui mosquiteiro, protecção de chuva, colchão e manta polar):

*Nota: A Alcofa Buzz está homologada para transporte no automóvel e na presente versão (2008) já inclui o kit de segurança auto.