Todas as crianças devem ser vacinadas anualmente contra a Gripe

Todas as crianças devem ser vacinadas anualmente contra a Gripe
Recomendação de peritos norte-americanos

Todas as crianças, e não apenas as menores de cinco anos, devem ser vacinadas contra a Gripe, aconselhou esta semana um painel de peritos federais norte-americanos. O painel sugere que a vacinação deva ser alargada até aos 18 anos.
O painel votou a favor de alargar as vacinas anuais a virtualmente todas as crianças norte-americanas, excepto às menores de seis meses e às que apresentam alergias graves aos ovos.  […]

Fonte: Saúde na Internet – Rede MNI

A importância da literacia infantil no desenvolvimento da criança

Perri Klass

Perri Klass

«A coordenadora do programa “Reach Out and Read” vem a Portugal.

Há 12 anos um grupo de médicos e educadores de Boston criou o programa “Reach out and Read”(ROR). Este programa consiste em oferecer livros e inserir aconselhamento da leitura em voz alta aos pais, nas consultas de rotina e na observação das crianças, feitas por médicos e enfermeiros. Actualmente abrange 3 milhões de crianças, distribui 5 milhões de livros por ano e envolve 47 mil médicos e enfermeiros e profissionais de saúde em muitos Estados. Os resultados têm sido extremamente positivos.

No início do próximo mês de Março, Perri Klass, Presidente do Reach Out and Read National Center e coordenadora clínica do programa ROR, vai estar em Portugal para participar no 25º Encontro Nacional de Clínica Geral, em Vila Moura, onde apresentará uma conferência intitulada: A importância da literacia infantil no desenvolvimento da criança e o papel da Medicina Geral e Familiar. Dois dias antes participará num workshop, em Lisboa, com médicos de medicina familiar, pediatras, educadores e escritores.

Perri Klass é pediatra e escritora. Trabalha como Professora Associada de Pediatria na Faculdade de Medicina e no Centro Hospitalar de Boston. Tem vários artigos, ensaios e livros publicados, de âmbito científico e de ficção. A sua obra mais recente é um volume de contos que será publicado em Julho deste ano,The Mercy Rule. Escreveu outros contos, Love and Modern Medicine, duas novelas, The Mystery of Breathing e Other Women’s Children, e duas colecções de ensaios, Baby Doctor: A Pediatrician’s Training e A Not Entirely Benign Procedure: Four Years as a Medical Student, entre outros. Foi várias vezes premiada pela sua obra literária.
Através de seu trabalho no programa Reach Out and Read (21Kb), Perri Klass consegue ligar a dedicação aos cuidados de saúde dos mais pequenos com a sua paixão pelos livros, pelas histórias, e pela palavra escrita. Num artigo sobre o programa, Perri Klass diz que: “Quando penso em crianças que crescem em casas sem livros, sinto a mesma reacção visceral que sinto quando penso em crianças que vivem sem leite ou sem comida ou sem calor: não pode acontecer, é inadmissível. Empobrece-as e priva-as sem lhes dar sequer a oportunidade que merecem.”

Ler mais aqui , aqui , aqui , aqui , aqui e aqui»

Fonte: SPP – Sociedade Portuguesa de Pediatria

Toxoplasmose pode aumentar risco de desenvolver Esquizofrenia

Toxoplasmose pode aumentar risco de desenvolver Esquizofrenia
Estudo divulgado no “American Journal of Psychiatry”

[…] A Toxoplasmose é uma doença infecciosa causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii.
Uma equipa de investigadores do Johns Hopkins Children’s Center, nos EUA, verificou, numa das maiores comparações de dados até agora realizada, que pessoas que tiveram Toxoplasmose tinham uma probabilidade 24% maior de desenvolver a doença.
[…] Os cientistas ressaltam que as conclusões do estudo poderão ajudar a orientar futuros tratamentos, como por exemplo, saber se os tratamentos para a Toxoplasmose em pacientes com Esquizofrenia poderiam conter o avanço da doença mental.

Fonte: Saúde na Internet – Rede MNI

Avaliação de conhecimentos em Segurança Alimentar das Grávidas

 

A Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa está a realizar um questionário sobre aspectos de segurança alimentar durante a gravidez. Este projecto de investigação pretende contribuir para o melhor conhecimento sobre esta temática. O questionário visa recolher testemunhos sobre processo de divulgação e de aquisição de informações junto de mulheres que estejam entre o terceiro trimestre da gravidez e o primeiro trimestre do pós-parto.
Segundo a equipa de investigação: "as suas respostas serão da maior importância para o sucesso do estudo que, por ser de carácter estritamente académico, lhe garantirá o anonimato."

Questionário "Avaliação de conhecimentos em Segurança Alimentar das Grávidas"

 

Marcas Technorati: gravidez,segurança alimentar,terceiro trimestre da gravidez,primeiro trimestre do pós-parto,questionário

As “águas rebentam” sempre?

Pais & Filhos

A culpa é dos filmes. Grávida de fim de tempo que apareça numa fita vê o nascimento do ‘seu’ bebé ser quase sempre precedido de uma repentina inundação à qual se seguem, instantaneamente, gritos, dores lancinantes e viagens alucinadas a caminho da maternidade. Mito.

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O número de mulheres a quem as ‘águas rebentam’ antes das contracções é, por isso, bastante reduzido: uma em dez. Também não se pode dizer que o rompimento da bolsa amniótica seja o equivalente a um dilúvio. Para muitas mulheres, a saída de líquido faz-se de forma progressiva, a conta gotas quase, dependendo do local onde se deu a ruptura.

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E quando a bolsa não rompe?
Cada vez menos mulheres passam pela experiência de sentir as suas águas rebentarem. Isto porque o rompimento artificial da bolsa amniótica – a amniotomia – se tornou um dos procedimentos mais comuns em obstetrícia. É uma das consequências da excessiva medicalização do parto. O objectivo é induzir o nascimento ou acelerá-lo.

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Num número muito reduzido de partos – cerca de um em mil – pode ocorrer um fenómeno que os antigos consideravam um bom presságio: a bolsa não rompe de todo e o bebé nasce envolto pela sua casa de água. Acreditava-se que alguém nascido assim ficaria para sempre protegido de morrer afogado.

Porquê levar o bebé bem aconchegado contra o corpo?

Andar com o bebé ao colo é um gesto natural. Para o reconfortar e mimar muito simplesmente. É nos seus braços que ele se sente mais seguro É no seu colo que ele se sente mais tranquilo e que deixa de chorar.

No dia-a-dia, a escolha do porta-bebé facilita muito a vida com o bebé, ainda por cima se tiver outras crianças que reclamam também a sua atenção. Com as mãos livres, é mais fácil fazer outras coisas ao mesmo tempo que está com o seu bebé. Confortavelmente instalado no seu porta-bebé, a criança é mimada porque o que deseja antes de mais é sentir-se ao seu lado, sentir os seus movimentos, a sua pele, o seu odor e ouvir a sua voz. O bebé sente-se seguro e é embalado. Este bem-estar ajuda-o a adormecer e a despertar, pronto para descobrir o mundo que o rodeia.

Um estudo demonstra que o porta-bebé reduz consideravelmente os choros e a agitação dos bebés (43% de dia e 51 % de noite) *. De facto, o contacto e a proximidade facilitam a compreensão das necessidades do bebé (tensão, cansaço, fome…) e portanto a intervenção dos pais faz-se mais rapidamente.O porta-bebé é como uma continuação do efeito de “fusão” da gravidez para a mãe, e para o pai, esse oferece-lhe a possibilidade de desenvolver uma ligação mais forte com o seu bebé. O porta-bebé favorece o sentimento de ligação e de confiança dos pais porque os pequenos problemas do bebé são tratados a tempo. Encorajando a troca, a comunicação pais/filho, o porta-bebé contribui assim para o desenvolvimento psicomotor da criança e participa no seu despertar.

De uma forma geral, é recomendado alternar entre o porta-bebé e outros meios de transporte (alcofa, babycoque, carrinho) no sentido de respeitar o bem-estar e o crescimento da criança.

* Estudo realizado a partir da observação de cerca de 100 crianças – Pediatrics 1996

Fonte: www.bebeconfort.pt