Como respeitar as necessidades do bebé?

Acompanhar a sua evolução natural.
O desenvolvimento muscular de uma criança faz-se progressivamente da cabeça para os pés. Durante os primeiros meses, o recém-nascido ainda não tem força ao nível da cabeça e das costas portanto é incapaz de mudar a sua posição e fica tal qual foi deitado. É só a partir dos 2 meses que o bebé começa a levantar a cabeça. Antes desta fase, a sua nuca ainda não está suficientemente musculada. Depois, aos poucos, os músculos das suas costas fortificam-se, mas é por volta dos 7/8 meses que o bebé se senta sozinho. Pode, no entanto, começar a sentá-lo a partir dos 6 meses, com a condição de que as suas costas estejam bem seguras.

Libertar a sua mobilidade: o bebé desperta.
Uma criança reconhece as coisas ao levá-las à boca, compreende o seu universo com as suas pernas… a liberdade de movimentos é portanto essencial para o bebé porque contribui para o seu despertar. Deixe então o bebé mexer-se, desenvolver-se!

Respeitar o seu ritmo biológico: dormir bem para crescer bem.
Durante os primeiros meses, o bebé precisa de dormir muito (entre 18 a 20 horas por dia). Se precisa de tanto sono é para que o desenvolvimento do seu cérebro e do seu corpo se faça de forma perfeita. É então essencial oferecer ao bebé um sono de qualidade e a posição deitada de costas é a ideal para esse efeito..

Alcofa, babycoque e assento: uma combinação vencedora.
Respeitar as etapas do crescimento do bebé é primordial. Durante os primeiros meses, a posição deitada é a ideal para o recém-nascido. A seguir a posição semi-deitada permite-lhe satisfazer a sua curiosidade antes de passar à posição sentada.
Graças ao seu sistema ModuloClip® exclusivo, a Bébé Confort propõe uma solução evolutiva que permite respeitar as necessidades do bebé em cada etapa. Este sistema oferece a possibilidade de combinar uma alcofa (do nascimento aos 6 meses) com a babycoque (até aos 9/12 meses) e com o assento (dos 6 meses aos 4 anos). Com um simples clique, instala o elemento de passeio mais apropriado à idade, à morfologia e às necessidades da criança.

Portal do Cidadão – Cheques-dentista emitidos a partir do Próximo Mês

Cheques-dentista emitidos a partir do Próximo Mês

Entra em vigor a 1 de Março próximo a legislação que alarga o Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral a grávidas e a idosos beneficiários do complemento solidário. Para acederem às consultas de medicina dentária, os utentes devem solicitar a emissão de “cheques-dentista” no Centro de Saúde em que são seguidos.

Médico num hospital

Para a emissão destes documentos é necessária uma declaração médica que ateste a gravidez ou um documento válido comprovativo da situação de beneficiário do complemento solidário para idosos, emitido pelo Instituto da Segurança Social, consoante o caso.

Os utentes podem escolher o prestador constante da lista de médicos aderentes da respectiva região de saúde.

O Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral, enquadrado no Plano Nacional de Saúde 2004-2010, defendia já a redução e prevenção de doenças orais nas crianças e jovens escolarizados.

Data: 20-02-2008

Fonte: Portal do Cidadão com Portal da Saúde

Portal do Cidadão – Cheques-dentista emitidos a partir do Próximo Mês

Bebé magro, criança magra?

PESO E MEDIDA

“Bebé magro, criança magra.” Facto ou mito? Fica a resposta do site do Público e da Faculdade de Motricidade Humana “Peso & Medida”:

Mito. Uma criança que nasceu com baixo peso para a sua idade gestacional está em maior risco de desenvolver obesidade do tipo abdominal, o que lhe confere um risco aumentado de doença cardiovascular.

A luz apaga-se e acende-se o medo

Jornal do Centro de Saúde

A luz apaga-se e acende-se o medo
Cláudia Pinto (claudia.pinto@jornaldocentrodesaude.pt)
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

[…]
«“Todos nós, em determinada altura da nossa infância, tivemos medo do escuro ou pedimos aos nossos pais para deixar a luz do corredor ou do quarto acesa”, afirma Ana Vasconcelos, pedopsiquiatra e Presidente da Sociedade Portuguesa de Psicoterapia Psicanalítica. O medo do escuro deve ser encarado com “bom senso”. É normal que o seu filho se queixe desta inquietação. “A criança sente este medo quando fica sozinha consigo mesma. Isto significa que vai ficar só, sem a televisão a encher-lhe a cabeça de imagens”. As crianças que se sentem inquietas com a escuridão “são aquelas que mais filmes fazem na sua cabeça e que têm uma enorme imaginação visual”. Quando a luz se apaga, o “aparelho psíquico das imagens que vêm do exterior é desocupado”. É nesta altura que as crianças “se vão ocupar com imagens que vêm do seu interior”. Apesar da noite ser boa conselheira, pode também trazer à tona as preocupações do dia-a-dia. Todos nós já passámos por momentos destes ou já sofremos terríveis insónias por estarmos demasiado ocupados com os nossos problemas. “Os nossos filmes interiores são, geralmente, muito angustiantes. Os miúdos transformam-se em autênticos realizadores de filmes de terror”. O medo do escuro surge normalmente “quando a criança consegue fazer representações mentais com imagens”, o que equivale ao primeiro ano e meio de idade. Não há uma idade específica para que este medo desapareça e até “é muito comum que o medo do escuro se prolongue durante a vida adulta. É por isso normal que, muitos idosos prefiram estar acompanhados do som da televisão, mesmo que não estejam atentos à mesma”.
[…]
É também quando a luz se apaga que as crianças se separam dos pais. Pela primeira vez, durante o dia, a criança fica entregue a si mesma. “A angústia da separação é normalíssima no ser humano. Surge quando a criança já reconhece na sua memória a mãe e, por algum motivo, ela lhe falta”. Ana Vasconcelos é da opinião que devem ser criados ritmos para que os filhos percebam que os pais estão temporariamente ausentes mas irão regressar ao fim da tarde. “Os miúdos que desenvolvem medo do escuro, muitas vezes, são filhos de pais que têm ritmos de vida alucinantes e que não vão buscar as crianças à escola à mesma hora. Não há rotina nem ritmos instalados”. Tal facto pode ser simplesmente modificado se os pais se habituarem a telefonar para a escola a informar que irão chegar mais tarde.
[…]
Quando deve procurar um especialista?

O bom senso é a palavra de ordem para lidar com estes casos. É normal que as crianças tenham medo do escuro. No entanto, a partir do momento “em que a criança fica nas mãos daquele medo e deixe de ser ela própria, os pais devem começar a preocupar-se”. Nos primeiros dias, “podem tentar adormecer a criança para que ela se sinta mais segura. Se passarem duas a três noites sem conseguirem com que durma no seu quarto, devem procurar a ajuda do pediatra para se aconselharem”. Posteriormente, se o pediatra considerar que se justifica, a criança pode ser encaminhada para outro especialista.

Para Ana Vasconcelos, “também pode ajudar ter uma luz pequena de presença no quarto ou deixar a luz do corredor acesa”. O essencial “é ajudar a criança a ultrapassar aquele momento de fragilidade sem a rigidez de alguns pais que ainda podem deixar a criança mais aflita”. Tranquilidade recomenda-se. Interessa saber “qual foi a situação do dia que despoletou este medo”. Os pais não devem esquecer que “são eles os que melhor conhecem aquela criança”, conclui Ana Vasconcelos.

:::: Bébé Confort :::: Cores 2008

Cores 2008

«Sempre na última moda…»

“Cabe ao estilista saber compreender em permanência as tendências para poder estar à frente! Shoppings, desfiles, salões…Todas as fontes de inspiração alimentam a nossa sensibilidade e permitem-nos definir o nosso próprio estilo, sempre na última moda.

É assim que imaginamos 4 universos de cores para 2008 :
Pop Line: duas cores psicadélicas, inspiradas no “fun” dos anos 70 ;
Optic Colors: cores “flashy” e ultra tendências;
Chic Attitude: um tema elegante e cores harmoniosas para os mais clássicos;
Oxygen: um espírito desportivo e descontraído para um estilo cheio de energia.

A escolha dos materiais é primordial: são eles que criam o ambiente…sem nunca perder de vista que devem também contribuir para o conforto do bebé!”
Corinne
, Responsável pelo estilo

12 padrões que se parecem consigo…

POP LINE:
Pop Line bleu ciel
Pop Line orange

Optic chocolate
Optic framboise
Optic pistache

Iron grey
Night blue
Spicy red

Oxygen red
Oxygen black
Oxygen cream

Oxygen blue

:::: Bébé Confort ::::

Diminuir as probabilidades de nascimentos múltiplos

Lowering Odds of Multiple Births – New York Times

“No mundo complexo, caro e intensamente emocional dos tratamentos de fertilidade, os médicos estão a soar o alarme para reverter o índice altíssimo de nascimentos múltiplos.”

Desde 1980, ano em que a técnica de fertilização in vitro começou a ser utilizada nos E.U.A., a percentagem de nascimento de gémeos subiu 70%, representando em 2004 3,2% de todos os nascimentos.

Para reduzir as probabilidades de nascimento de gémeos as clínicas norte-americanas, sob recomendação da American Society of Reproductive Medicine, estão agora a aprimorar as suas técnicas, transferindo menos embriões mas utilizando técnicas mais sofisticadas para identificar os embriões mais saudáveis e com maiores hipóteses de êxito.

Essas técnicas incidem tanto sobre os embriões em si, tentando detectar potenciais anormalidades cromossómicas, como sobre certos factores na mãe que podem aumentar a plausibilidade de ter gémeos.

No entanto, segundo peritos contactados pelo New York Times, os maiores obstáculos que os médicos enfrentam para reduzir o número dos nascimentos múltiplos, prendem-se não tanto com razões médicas mas com a pressão exercida pelos próprios pacientes para obter resultados. O custo, o tempo e todas as dificuldades inerentes a este processo fazem com que muitas pessoas prefiram correr o “risco” de ter uma gravidez gemelar, desde que isso aumente a probabilidade de engravidar.