A roupa de grávida Noppies

Estilo e personalidade

Existem tantas questões quando está grávida… por isso a Noppies considera vital que se sinta segura como uma coisa: a sua roupa. Quando é possível vestir-se no seu estilo, mesmo estando grávida, sente-se mais confiante.

Quando desenhámos as nossas colecções olhámos de modo atento para a moda de mulher presente nas lojas e realizámos uma conversão dessa moda para roupa de maternidade. Deste modo temos a certeza que todas as mulheres podem encontrar algo que condiz como seu guarda-roupa habitual e a sua personalidade.

mini fotos Noppies 1

Conforto

A diferença entre a roupa de grávida e a roupa comum está na técnica e nos tecidos que utilizamos. Para assegurar o seu conforto só usamos materiais que crescem com a sua barriga. Por exemplo, as cintas das calças que desenhamos são flexíveis; não verá este efeito no exterior mas senti-lo-á decerto em termos de conforto.

Para estar perfeitamente ajustada a nossa moda pré-mamã foi testada por grávidas. Ouvimos atentamente os seus comentários. Afinal só quando as roupas assentam como uma luva é que se sentirá realmente confortável.

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Qualidade

Embora haja algumas excepções, a maioria de nós não retoma a sua silhueta logo após a gravidez. Continuará a usar a sua roupa de grávida mesmo após o parto. Do mesmo modo a maioria de nós não suporta um guarda-roupa completamente novo e usa a roupa de grávida com maior frequência do que, por exemplo, os seus jeans habituais. Para além disso é crucial que continue igual a si mesma durante a gravidez, é importante que as roupas sejam consistentemente da melhor qualidade. Seleccionámos os melhores tecidos para que tenha a certeza de os poder usar durante muito tempo.

 

Fonte: Noppies

Aliviar o Stress

É muito difícil encontrar tempo para cuidar de si mesma quando está ocupada com os seus pequenos, mas não tem que demorar muito tempo. As nova mães são propensas ao stresse, é quase inevitável! Aqui estão algumas coisas simples que poderia estar já a fazer para aliviar esse stress:

 

• Beba água!

• Relaxe entre em tarefas

• Faça um passeio – leve as crianças consigo

• Aproveite um instante para respirar profundamente

• Coma amêndoas, caju, nozes: cheios de antioxidantes para reduzir o stress

• Delicie-se com um banho ou duche quente

• Leia um livro (livros de fotografias também contam!)

• Cozinhe algo que realmente goste de saborear

• Tempo livre? Inscreva-se numa aula de ioga ou experimente em casa com um livro ou DVD

 

Adicionando pequenos gestos para aliviar o stress à sua rotina diária poderá fazê-la sentir-se bem sem lhe retirar tempo da sua preenchida agenda. Boa Sorte!

 

Fonte: February 2008 Safety 1st and Foremost Newsletter

IV Centenário do Nascimento do Padre António Vieira

«Por onde começa a natureza, há de começar a graça, a qual não é segura na idade varonil, se não trouxe as disposições desde a infância. Naquela idade tenra e branda se imprime fácil e solidamente o que na robusta e dura mais fortemente se resiste, do que se recebe. Grande caso é que Adão saindo formado das mãos de Deus, recebesse tão mal um só preceito, e não bastasse a graça em que fora criado para o observar. Mas como Deus o tinha criado na idade de Varão, não foi muito que o barro seco e duro rejeitasse o que na infância, diz S. Basílio, se recebe e imprime como em cera. Por isso o segundo Adão, não por necessidade, nem por este perigo, mas para nosso exemplo, não quis aparecer no mundo Homem, senão Menino.»

 

Padre António Vieira, Sermão “São Francisco Xavier (Acordado)”

António Vieira nasceu em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1608, numa sexta-feira – há exactamente quatrocentos anos.

Um recital de órgão, por Paulo Bernardino, uma leitura dramatizada da Elegia de Camões “Se quando contemplamos as secretas…” e a pregação do primeiro sermão de Quarta-feira de Cinzas do Padre António Vieira, pelo actor Paulo Mira Coelho, são as iniciativas que se realizarão, na Capela da Universidade de Coimbra, no âmbito do IV Centenário do Nascimento do Padre António Vieira.

O evento tem início às 21h15, na Capela da Universidade de Coimbra, sendo promovido pelo Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e pelo Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra.

Confederação Internacional de Parteiras debate partos naturais

«A criação de uma norma de procedimentos a adoptar, na Europa do Sul, para a realização de partos naturais é o objectivo do encontro da Confederação Internacional de Parteiras, que tem lugar quinta-feira no Porto.

[…] A importância de confiar nos processos naturais, nos mecanismos do corpo feminino e nas competências das enfermeiras obstetras (vulgo parteiras) são alguns dos temas em discussão.
O direito das grávidas a estarem informadas para poderem fazer opções conscientes sobre o seu parto, as vantagens de um parto natural e espontâneo (não induzido) e de dar à luz sem intervenção cirúrgica e sem medicação são outros dos assuntos em debate.
Os partos domiciliários, o papel da água no trabalho de parto, a importância do apoio interpessoal e do aconselhamento da mulher no período pré-natal e no pós-parto também vão estar em análise no encontro da Confederação Internacional de Parteiras, que reunirá no Porto representantes de Portugal, Espanha, Itália, França, Grécia, Malta e Chipre, revelou Vítor Varela [enfermeiro obstetra no Hospital de São Bernardo, em Setúbal, e representante dos países do Sul da Europa na Confederação Internacional de Parteiras]

Fonte: PUBLICO.PT

Para mais informações visite:

http://www.apeobstetras.org/

http://www.internationalmidwives.org

http://www.midwives2008.org

Sobre biscoitos e estranhos métodos para acalmar crianças

Toddler Behavior – Parenting – Communication – Kids – Tara Parker-Pope – New York Times

«If there is such a person as a “baby whisperer,” it is the pediatrician Dr. Harvey Karp, whose uncanny ability to quiet crying babies became the best-selling book “The Happiest Baby on the Block.”

…] Now Dr. Karp, assistant professor of pediatrics at the University of California, Los Angeles, has turned his attention to the toddler years, that explosive period of development when children learn language, motor skills and problem solving, among other things.

[…] Dr. Karp notes that in terms of brain development, a toddler is primitive, an emotion-driven, instinctive creature that has yet to develop the thinking skills that define modern humans. Logic and persuasion, common tools of modern parenting, “are meaningless to a Neanderthal,” Dr. Karp says.

The challenge for parents is learning how to communicate with the caveman in the crib. “All of us get more primitive when we get upset, that’s why they call it ‘going ape,’ ” Dr. Karp says. “But toddlers start out primitive, so when they get upset, they go Jurassic on you.”

[…] But Dr. Karp’s method of toddler communication is not for the self-conscious. It involves bringing yourself, both mentally and physically, down to a child’s level when he or she is upset. The goal is not to give in to a child’s demands, but to communicate in a child’s own language of “toddler-ese.”

This means using short phrases with lots of repetition, and reflecting the child’s emotions in your tone and facial expressions. And, most awkward, it means repeating the very words the child is using, over and over again.

For instance, a toddler throwing a tantrum over a cookie might wail, “I want it. I want it. I want cookie now.”

Often, a parent will adopt a soothing tone saying, “No, honey, you have to wait until after dinner for a cookie.”

Such a response will, almost certainly, make matters worse. “It’s loving, logical and reasonable,” notes Dr. Karp. “And it’s infuriating to a toddler. Now they have to say it over harder and louder to get you to understand.”

Dr. Karp adopts a soothing, childlike voice to demonstrate how to respond to the toddler’s cookie demands.

“You want. You want. You want cookie. You say, ‘Cookie, now. Cookie now.’ ”

[…] “The thing about toddlers is that they are uncivilized,” Dr. Karp says. “Our job is to civilize them, to teach them to say please and thank you, don’t spit and scratch and don’t pee anywhere you want. These are the jobs you have with a toddler.”»

Proteger a criança dos perigos dentro de casa

Os dias estão cheios de bem disfarçados perigos para a criança: objectos agudos, mobília com arestas, jarros com água quente, fogão ligado, piscinas, ruas movimentadas…

Os adultos aprenderam a navegar tão bem neste campo minado que não pensam em coisas como tesouras ou fogões como sendo perigosas.

Para protegermos a criança dos perigos que encontra dentro e fora de casa, temos que reconhecer que ela não distingue o quente do frio, o agudo do macio.

Os acidentes são a primeira causa de morte e incapacidade em crianças até aos 15 anos de idade. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, em cada ano, cerca de 2 milhões de crianças necessitam de cuidados médicos por acidentes; 40 a 50.000 sofrem lesões permanentes e 6.000 morrem.

Os acidentes de automóveis são, sem dúvida, os responsáveis por grande número de lesões e mortes. Mas muitas crianças morrem ou ficam lesadas pelo equipamento especificamente designado para o seu uso.

Num recente período de 12 meses, nos Estados Unidos, as quedas de cadeiras levaram 7.000 crianças ao hospital. Os brinquedos causaram mais de 200.000 acidentes, suficientemente sérios para requererem tratamento em salas de emergência hospitalar. No mesmo país, as alcofas são responsáveis por cerca de 27 mortes por ano.

Hoje sabemos que estas lesões não acontecem por acaso. Compreendendo como a criança cresce e se desenvolve e o risco de lesões em cada estadio de desenvolvimento, os pais podem tomar precauções que previnam a maior parte, se não a totalidade daqueles acidentes.

Fonte: Safety First