Dia dos Avós 2008

Parabéns a todos os avós.

Com um só neto ou com famílias alargadas de trisnetos. Portugueses,  japoneses, coreanos, escoceses, tunisinos, moçambicanos, brasileiros. Vovó ou Vovô. Avós que são “segundas mães” e avôs que são “segundos pais”.

Parabéns a todos pela sua experiência adquirida e pela sabedoria que nos transmitem.

"Já para a cadeirinha" ou o hábito de não negociar o essencial

«Segundo a Direcção-Geral de Viação, uma colisão a 50km/h equivale a uma queda do terceiro andar. Mesmo assim, ainda há crianças que viajam de pé, ajoelhadas no banco, viradas para trás, e a dizer adeus aos outros condutores com a cabeça fora da janela…

Há quem diga que é difícil fazer com que as crianças se habituem a andar de cadeirinha. Mentira: só é difícil se começar a habituá-las aos 3 anos… Se sempre tiverem andado protegidas, a cadeirinha para elas é tão natural que nem ligam.

Claro que há aqueles dias em que elas fazem birra por tudo e por nada: mas ir ou não na cadeirinha não é negociável. Afinal, elas também choram para levarem as vacinas, e não é por causa disso que deixam de ser vacinadas…»

Excerto do artigo “Já para a cadeirinha!”; (bem) escrito por Catarina Fonseca e publicado na revista Activa de Julho.

A importância crucial do uso do cinto de Segurança durante a gravidez

Um novo estudo da Universidade do Michigan vem reforçar a importância do uso do cinto de segurança durante a gravidez.

Segundo Mark D. Pearlman, do Departmento de Obstetrícia e Ginecologia (um dos autores do estudo), dos 370 fetos que morrem anualmente nos E.U.A. em consequência de acidentes de viação, cerca de 200 seriam salvos se as as mulheres usassem sempre cinto de segurança:

“Algumas mulheres têm muito receio porque julgam que o cinto magoará o seu bebé nascituro em caso de acidente. Este estudo mostra que o oposto é verdade, que os cintos de segurança protegem claramente o feto. É muito claro, com base neste estudo, que uma mulher grávida deve colocar o cinto de segurança sempre que está dentro de um automóvel.”

Embora sejam relativos aos E.U.A. este estudo apresenta alguns factos relevantes que devem merecer muita atenção:

  • Cerca de 6 a 7% das mulheres grávidas estão envolvidas num acidente de viação durante o período de gravidez.
  • Há mais mortes de fetos por acidentes rodoviários do que mortes de crianças durante o seu primeiro ano de vida devido a acidentes de viação.
  • O uso adequado de cintos de segurança por todas as mulheres grávidas preveniria aproximadamente 84% de todas as consequências adversas para o feto devido a acidentes de automóvel.

Com base nestes dados, o medo de prejudicar o feto, o desconforto que o cinto provoca ou o puro e simples esquecimento não devem servir de desculpa para não usar o cinto de segurança durante a gravidez. Este deve ser usado do seguinte modo:

  • Use o cinto de segurança na parte inferior do abdómen;
  • Use a precinta diagonal posicionada lateralmente ao útero, entre os peitos.

Se não usava o cinto de segurança habitualmente, use-o pelo seu filho.

Fonte: Esta investigação foi publicada no American Journal of Obstetrics & Gynecology, Vol. 198, Issue 4, April 2008. “Fetal Outcome in Motor-Vehicle Crashes: Effects of Crash Characteristics and Maternal Restraint”

Saldos de Roupa de Grávida Colecção Primavera / Verão 2008 de 15 de Julho a 15 de Setembro

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A colecção de de Roupa de Grávida Primavera/Verão está com 30%*.

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Cuidados a ter com o bebé – Cadeiras de papa e Parques

As crianças não vêem o mundo como os adultos. Por isso, devemos tentar sempre colocarmo-nos no lugar das crianças no sentido de perceber melhor os riscos e assim proteger melhor o seu universo.

image CADEIRAS DE REFEIÇÃO

A cadeira deve ter uma base larga para não inclinar quando alguém, acidentalmente, embater contra ela.

Se for desdobrável, assegure-se de que o dispositivo de fecho esteja bem firme, todas as vezes que a criança se sentar nela.

Prender a criança com o cinto de segurança, sempre que esteja sentada. Nunca permitir que a criança se levante na cadeira.

Nunca colocar a cadeira perto de balcão ou mesa ou ao alcance de objectos quentes e perigosos. A criança pode ser capaz de empurrar com força contra estas superfícies e inclinar a cadeira.

Nunca deixar a criança sozinha numa cadeira alta e não permitir que crianças mais velhas subam ou brinquem nela.

image Uma cadeira que se adapte à mesa, deve encaixar-se bem contra ela. Assegure-se de que a mesa é suficientemente forte para suportar o peso do bebé. (Se os pés do bebé tocarem o suporte da mesa, ele pode empurrar-se contra ela e deslocar a cadeira da mesa).

 

PARQUES

A maior parte dos pais utilizam os parques como um local seguro para colocar o bébé, quando não o podem observar com toda a atenção. No entanto, deve ter em atenção alguns perigos:

image Nunca deixar um lado de rede descido, pois a criança pode rolar para a bolsa criada pela parte bamba da rede, podendo ser enlaçada e sufocada.

Retirar caixas e brinquedos grandes quando a criança se levantar sozinha, para não poder usá-los para trepar e saltar para fora.

Se o parque for de ripas de madeira, estas não devem estar afastadas mais do que 6cm, para que a criança não consiga introduzir a cabeça através delas.

Fonte: Fichas Bébé Confort. Com a colaboração de Laurentina Cavadas, Médica Pediatra.

Porque é que muitas obstetras preferem cesarianas para os seus partos

O Guardian de hoje publica um artigo bastante interessante e controverso sobre a questão dos “partos naturais” versus partos através de cesariana.

Segundo o artigo, um novo estudo do serviço nacional de saúde inglês sobre os cuidados durante a maternidade revela divisões entre os enfermeiros de saúde materna e os obstetras. Uma das principais diferenças relaciona-se com o parto. O autor exemplifica com o seguinte paradoxo: enquanto os enfermeiros obstetras e o governo inglês promovem o parto vaginal ou parto natural, a verdade é que, segundo alguns estudos, muitas obstetras (mulheres) preferem recorrer a uma cesariana para terem os seus próprios filhos.

Será apenas uma diferença de perspectiva? Ou, como se diz no artigo, “será que elas sabem alguma coisa que desconhecemos?” Vale a pena ler o artigo “‘We know the reality of childbirth“.

Tiago Monteiro um segundo mais rápido com a paternidade

«DS – Depois de ter sido pai senta-se ao volante com um outro sentido de responsabilidade?

Tiago Monteiro – A responsabilidade é a mesma. Costumam dizer que um piloto fica um segundo mais lento quando é pai. Nunca acreditei nisso. No primeiro fim-de-semana de corridas depois da Mel nascer venci a minha primeira prova do Campeonato do Mundo. Acho mesmo que fiquei um segundo mais rápido, tal era a pressa de voltar para perto das minhas mulheres.»

Entrevista do piloto Tiago Monteiro ao Dica da Semana de 10 de Julho de 2008.