"Já para a cadeirinha" ou o hábito de não negociar o essencial

«Segundo a Direcção-Geral de Viação, uma colisão a 50km/h equivale a uma queda do terceiro andar. Mesmo assim, ainda há crianças que viajam de pé, ajoelhadas no banco, viradas para trás, e a dizer adeus aos outros condutores com a cabeça fora da janela…

Há quem diga que é difícil fazer com que as crianças se habituem a andar de cadeirinha. Mentira: só é difícil se começar a habituá-las aos 3 anos… Se sempre tiverem andado protegidas, a cadeirinha para elas é tão natural que nem ligam.

Claro que há aqueles dias em que elas fazem birra por tudo e por nada: mas ir ou não na cadeirinha não é negociável. Afinal, elas também choram para levarem as vacinas, e não é por causa disso que deixam de ser vacinadas…»

Excerto do artigo “Já para a cadeirinha!”; (bem) escrito por Catarina Fonseca e publicado na revista Activa de Julho.

2 comentários em “"Já para a cadeirinha" ou o hábito de não negociar o essencial”

  1. Jás fui vera loja – é muito bem feita. Fui lá para ver a roupa que tinham de bebé de inverno. Resolvi surpreender a minha esposa e compprei um babygrow para o meu filho. Ela gostou!
    Tambem andei a ver os carros e ovos. Estou indeciso entre a Maxi Cosi e a Bébé Confort, mas acho que vou escolher a Loola de Bébé Confort.
    As senhoras são muito simpáticas e explicaram-me tudo muito bem. Eu até fui experimentar o Loola na minha bagageira e ficou porreiro.

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