Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Entradas de 9 Julho 2008

Cuidados de segurança - Cozinha

9 Julho 2008 Sem notas por parte dos leitores

 

A cozinha é um local tão perigoso para a criança e como tal, há quem defenda que a criança deve ser excluída dela.

 imageCOZINHA

No entanto, isto é quase impossível porque os pais passam grande parte do tempo nela e a maior parte das crianças quer estar presente onde decorre a acção.

Enquanto a criança está com a mãe na cozinha, deveria estar sentada em cadeira alta para poder observar o que se está a passar, com brinquedos na mão, para que se possa distrair.

Precauções a tomar:

imageGuardar produtos de limpeza num armário alto e fechado à chave, fora da vista e alcance das crianças. Nunca vazar substâncias perigosas para contentores de alimentos (garrafas de água ou de sumos).

Guardar facas, tesouras e outros objectos cortantes em gavetas fechadas e separados dos outros utensílios de cozinha.

Não deixar fios eléctricos pendurados onde a criança possa alcança-los e puxá-los.

Colocar as panelas na parte de trás do fogão para que a criança não possa alcança-los. Nunca segurar chávenas com líquido quente com o bebé ao colo.

imageAo comprar um forno, deve verificar que é bem isolado, para proteger a criança de se queimar, ao tocar na porta. Nunca deixar a porta do forno aberta.

Se o fogão for a gás, deverá fechar a sua saída, sempre que não esteja a cozinhar.

Manter fósforos fora do alcance e da vista das crianças.

Não aquecer biberões no microondas. O líquido aquece mais rapidamente no interior que à periferia, o que pode provocar queimaduras. Os biberões muito aquecidos podem explodir quando se retiram do microondas.

Ter um extintor de fogo na cozinha.

Fonte: Fichas Bébé Confort. Com a colaboração de Laurentina Cavadas, Médica Pediatra.

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Alguns testemunhos sobre o curso de massagem infantil na Bébé Confort Coimbra

8 Julho 2008 Sem notas por parte dos leitores

«O que gostei mais do curso de massagens para bebé foi ver crescer a interacção com o Eduardo e ficar muito orgulhosa quando o meu marido em casa elogiou a forma como o Eduardo relaxava quando eu fazia as massagens.»

Mãe do Eduardo

«O curso de massagens na Bébé Confort Coimbra foi de cinco aulas mas acho que podia haver mais aulas porque senti que com o passar das aulas a comunicação com a Carolina ficou mais fácil. Senti a Carolina mais perto de mim. Gostei muito desta experiência e recomendo.»

Mãe da Carolina

«O que gostei mais foram as técnicas aprendidas e as aplicações práticas no meu bebé. gostava que o curso não fosse só de cinco aulas, porque a partilha entre mães fez-me sentir mais segura. E a calma que a instrutora nos transmite é muito relaxante. A Inês adorou.»

Mãe da Inês

«No geral a experiência das massagens foi muito gratificante pois permitiu-me criar uma interacção maior entre eu “mãe” e o Afonso, em termos de afectividade e, no fundo, de amor. A instrutora conseguiu transmitir calma, serenidade e simpatia, expressando-se de um modo claro e organizado. O que mais gostei de ver foi, pela primeira vez, um sorriso muito relaxado.»

Mãe do Afonso

«Frequentei na loja da Bébé Confort Coimbra um curso de massagens para o meu Miguelito e gostei imenso de conversar com as outras mães e senti uma maior interactividade com o meu bebé. A massagem que o Miguel mais gosta é a das cólicas porque se sente muito aliviado e também gosta da massagem da cara.»

Mãe do Miguel

«O que eu e a minha Maria gostámos foi do relaxamento proporcionado, da calma, do que se aprende e da troca de ideias sobre os bebés. Com o passar das aulas a Maria está mais calma quando lhe visto a roupa e está menos ansiosa para mamar no fim do banho. A nossa instrutora repetia as coisas várias vezes e dáva-nos liberdade para tratar dos bebés durante a aula. Gostei muito. Não é falta de imaginação, é que gostei mesmo muito.»

Mãe da Maria

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Segurança dentro de casa - Cama e Muda de Fraldas

4 Julho 2008 Sem notas por parte dos leitores

Devemos acabar com a ideia de que os acidentes só acontecem quando viajamos de automóvel.
Os acidentes domésticos são a maior causa de hospitalização de crianças.

CAMA

As grades da cama não devem estar afastadas mais de 6cm para que a criança não consiga meter a cabeça entre elas.

Não deve haver ângulos nos cantos das cabeceiras e pés da cama, pois a criança pode colocar lá o pescoço

Os cantos não devem ter guarnições.

Todos os parafusos e ferragens devem ser aparafusados. A actividade da criança pode levar ao desprendimento e colapso da cama, sufocando-a.

Inspeccionar semanalmente as ferragens da cama. Não substituir pequenas partes em casa, mas antes consertar no fabricante.

Se a cama for antiga, por precaução, deve-se retirar a tinta e pintá-la com uma de boa qualidade.

O colchão deve ser colocado bem adaptado aos lados da cama, não devendo existir uma folga maior que um dedo.

Logo que o bebé se sente, convém baixar o colchão para um nível em que o bebé não possa cair da cama. As quedas mais frequentes ocorrem quando o bebé tenta subir e saltar para fora da cama. A cama deve ser substituída quando o bebé atinge os 90cm.

A altura das paredes da cama deve ter no mínimo 10cm acima do colchão, mesmo na posição mais alta. Assegure-se de que os lados da cama estejam bem fechados e que não possam ser abertos pela criança. Deixar sempre as grades subidas quando a criança estiver na cama.

Verificar, periodicamente, o bom estado da cama – ferragens e lascas ou rachadelas na madeira.

Forrar por dentro as grades enquanto o bébé for lactente.

Retirar as forras quando o bebé se puder levantar.

Se se colocar um brinquedo móvel sobre a cama, verificar se está bem seguro e suficientemente alto para que o bebé não possa alcançá-lo; removê-lo quando o bebé for capaz de o segurar nas mãos e joelhos ou quando tiver 5 meses.

Não colocar a cama ao lado da janela.

Muda Fraldas AmplitudeMUDA DE FRALDAS

Escolher uma mesa robusta com guardas de 5cm em todos os lados.

O tampo da mesa deve ser ligeiramente côncavo.

Nunca deixar a criança sozinha na mesa de vestir nem por um só momento.

Colocar a roupa, fraldas e artigos de toilete, ao alcance da mão, para não ter sair do lado do bebé quando o estiver a vestir.

Fonte: Fichas Bébé Confort. Com a colaboração de Laurentina Cavadas, Médica Pediatra.

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Horário da loja dia 4 de Julho - feriado na cidade de Coimbra

3 Julho 2008 Sem notas por parte dos leitores

No feriado de 4 de Julho (Dia da Cidade de Coimbra) a loja só estará aberta das 15h às 19h.

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Cuidados de segurança

2 Julho 2008 Sem notas por parte dos leitores

Os acidentes são a primeira causa de morte e incapacidade em crianças entre 1 e os 15 anos de idade. Os acidentes de automóveis são, sem dúvida, os responsáveis por grande número de lesões e mortes. Mas muitas crianças morrem ou ficam feridas por equipamentos especificamente designados para o seu uso.

Como é que a criança é lesada? Cada lesão envolve 3 elementos:

1- Factores relacionados com a criança.

2- Objecto que causa a lesão.

3- Ambiente em que a lesão ocorre.

A idade da criança marca a diferença no tipo de protecção de que necessita.

Durante os primeiros 6 meses podemos resguardar a criança de uma forma segura, mas nunca deixá-la sozinha em situação perigosa. Mas, logo que começa a mover-se ela cria perigo a si própria – primeiro rolando na cama, depois arrastando-se para lugares que não devia e, finalmente, procurando activamente coisas para lhe tocar. Logo que a criança começa a deslocar-se, dizemos-lhe – NÃO – se se aproxima de algo potencialmente perigoso. No entanto ela não compreende o verdadeiro significado da nossa mensagem. Mesmo que lhe digamos 20 vezes por dia, para não se aproximar do bidé, ela volta ao quarto de banho cada vez que saímos de lá.

imageAos 9 meses a criança não tem a memória desenvolvida o suficiente para relembrar o ensinamento que lhe demos, quando se aproxima, de novo, do objecto ou situação proibida. O que parece ser uma travessura é, de facto, o teste repetido da realidade. Esta é a via normal de aprendizagem para a criança desta idade.

O 2º ano de vida é, de facto, uma fase muito arriscada para a criança, porque as suas capacidades físicas excedem a compreensão e consequências das suas acções. Apesar de o julgamento melhorar nesta idade, o seu sentido de perigo não é suficiente e o seu auto controle não está desenvolvido para fazê-la parar quando observa algo interessante. Mesmo as coisas que não vê interessam-lhe; a sua curiosidade fá-la ir ao final da prateleira do frigorífico ou à caixa dos medicamentos. Nestas idades jovens as crianças são extraordinariamente mímicas – tentam tomar medicamentos como viram a mãe fazer ou brincar com a máquina de barbear como o pai.

Gradualmente, entre os 2 e os 4 anos, a criança desenvolve um sentido mais maduro de si própria, como pessoa que faz acontecer as coisas – que actua: toca no interruptor e a luz acende. Nesta idade estão tão envolvidas, elas próprias, que apenas vêem a sua parte na acção. Os riscos são misturados com o chamado “pensamento mágico” que significa que a criança procede como se, seguindo os seus desejos, de facto, acontecem. Não podemos esperar que uma criança com 2- 4 anos compreenda que estas acções podem ter consequências perigosas para si própria e para os outros. Por estes motivos, deve-se estabelecer e reforçar regras de segurança, assim como explicar o porquê das regras: “Não deves atirar pedras porque podes magoar o teu amigo” ; “Nunca atravesses a rua sozinho, porque podes ser atropelado” .

Temos que repetir as regras sempre que a criança esteja na iminência de cometer o mesmo erro, até que ela compreenda que actos não seguros são sempre reprováveis. Para a maior parte das crianças são necessárias dezenas de repetições até serem lembradas, mesmo as regras de segurança fundamentais.

Fonte: Fichas Bébé Confort. Com a colaboração de Laurentina Cavadas, Médica Pediatra

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