Segundo Adelaide Taborda, obstetra da Maternidade Bissaya Barreto (MBB), “nas últimas décadas as taxas de aleitamento materno desceram muito abaixo do desejado”.
«[…] Logo no primeiro mês, as dúvidas e a falta de apoio às mães fazem a taxa de aleitamento baixar, tornando importante, de acordo com Adelaide Taborda e Ana Paula Costa [enfermeira da MBB], uma continuidade de promoção nos centros de saúde. Depois, é ao quarto mês que a descida volta a acentuar-se, com o regresso das mães ao trabalho e aqui é fundamental a compreensão dos empregadores. “Uma solução é retirar o leite e congelá-lo, algumas mães já o fazem”, mas bom mesmo, para esta e para outras questões que têm a ver com a saúde do bebé, seria que a licença de maternidade efectiva fosse de seis meses, consideram. […]»
Fonte: Diário de Coimbra, 6/10/2008, “Taxas de aleitamento materno longe das recomendações da OMS”.
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