Ozie Boo no Canal Panda

Ozie_Boo                 

   “O canal Panda vai reforçar a sua grelha de programação em Fevereiro, estreando as séries «Mãe Mirabelle» e «País dos Ozie Boo», nos dias 1 e 2, respectivamente.«País dos Ozie Boo» vai convidar os mais pequenos a acompanhar as histórias dos pinguins Ed, Ted, Ned, Fred e Nelly. Serão promovidos na série valores como a coragem, a solidariedade, o respeito e a confiança, celebrando a diferença.A estreia está agendada para dia 2 de Fevereiro. A série será emitida de segunda a sexta-feira, às 10:00 e às 19:30.”*A série francesa Ozie Boo, teve um êxito considerável em França e irá ser transmitida em mais de 100 países, incluindo Portugal.A Bébé Confort lançou uma nova linha de produtos baseada na série Ozie Boo.Fontes: Tv 7 Dias, n.º 1141*Diário Digital, 29-01-2009Global License, 03-07-2008

Bebé nasceu na ambulância à entrada de Coimbra

«O parto desencadeou-se de forma muito rápida, apesar de estar previsto para daqui a uns dias, uma vez que as 37 semanas apenas seriam completadas dentro de cinco dias. Todavia, o quarto filho de Carla, residente na Cova-Gala, freguesia de S. Pedro, teve pressa em nascer e resolveu fazê-lo durante a madrugada de ontem.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, o alerta foi dado à 1h50 e imediatamente seguiu para a residência da família uma ambulância, mas o rápido diagnóstico ditou logo que o «parto estava muito avançado», razão pela qual foi de imediato pedido o apoio de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital da Figueira da Foz.
Com a parturiente a bordo, acompanhada por uma médica e por Isabel Silva, dos Voluntários da Figueira, deu-se início à viagem rumo à Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra. «Faltavam praticamente cinco minutos» para chegar ao destino quando o bebé resolveu vir ao mundo. Seriam 2h55 e o nascimento verificou-se, sem problemas, ao quilómetro 194 do IC-2, imediatamente antes da via de acesso à Pedrulha, mesmo às portas de Coimbra. O parto decorreu de forma normal e pouco depois mãe e filho deram entrada nos serviços da Maternidade Bissaya Barreto.
Isabel Silva, que há três anos está ligada aos Voluntários da Figueira da Foz, teve a sua primeira experiência de um parto a bordo de uma ambulância. «Feliz pela mãe», limita-se a dizer que fez o seu trabalho. «Estamos cá para ajudar», disse ao Diário de Coimbra.»

Fonte: Diário de Coimbra, 31-01-2009

O segundo filho dentro de uma ambulância

«O quarto filho de uma mulher residente na Gala, Figueira da Foz, nasceu numa ambulância, a cinco minutos da Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, na madrugada de ontem. “A mãe teve duas contracções muito fortes que desencadearam o parto e só tivemos tempo de segurar o bebé”, contou a bombeira Isabel Silva, dos Voluntários da Figueira da Foz.

[…] Para além da bombeira Isabel Silva, uma médica do INEM – da viatura médica de emergência e reanimação do Hospital da Figueira da Foz – seguia na ambulância, já que a grávida, que ia na 36ª semana de gravidez, tem um historial de desencadear partos rápidos e outro dos seus filhos também nasceu numa ambulância.

[…] Os 55 quilómetros entre a Gala, onde a parturiente reside, e a Maternidade de Coimbra foram percorridos pela ambulância em marcha lenta, numa última tentativa de evitar a expulsão do bebé. Mas a bombeira depressa se apercebeu de que o parto estava iminente, pois “já se via a cabecita do bebé e a dilatação estava quase feita”.

O bebé e a mãe estão bem de saúde, encontrando-se internados na Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra.»

Fonte: Correio da Manhã, 30-01-2009

A ansiedade não dificulta uma gravidez por fertilização in vitro

«Um estudo publicado hoje na revista Human Reproduction mostra que, afinal, a ansiedade e a depressão não têm nenhum efeito negativo nas probabilidades de uma mulher engravidar num processo de fertilização in vitro (FIV). Estes dois factores também não parecem influenciar as desistências nos tratamentos de fertilidade, revelam os investigadores que conduziram o projecto na Holanda.
[…] Bea Lintsen, principal autora do artigo, sublinha que os estudos até agora realizados sobre a associação da ansiedade e depressão ao sucesso nas tentativas para engravidar foram inconclusivos e que este projecto dedicado ao campo das mais vulgares técnica de Procriação Medicamente Assistida marca uma diferença. Porém, a especialista admite que esta relação é muito complexa e que é preciso investigar mais, nomeadamente integrando varáveis como o estilo de vida e o comportamento sexual.»

Fonte: Público, 29-01-2009

Os Privados e o financiamento para prematuros

«A ministra [da Saúde, Ana Jorge] anunciou […] a intenção de retirar aos privados a possibilidade de fazerem partos de prematuros. A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada já manifestou a sua ‘incredulidade e estupefacção’.

‘A ministra tem toda a razão.’ Luís Graça, presidente do Colégio de Ginecologia da Ordem dos Médicos, diz ‘não perceber’ a reacção dos privados. ‘Não se trata da qualidade de equipamentos nem dos profissionais, trata-se de falta de financiamento’, porque os seguros não cobrem a estadia de prematuros em Cuidados Intensivos e os pais dificilmente podem pagar mais mil euros cobrados por dia. Resultado: estes bebés (abaixo das 35 semanas) acabam transferidos para as 11 unidades que integram a rede pública de Neonatologia.»

Fonte: Correio da Manhã, 30-01-2009

Ministra da Saúde quer limitar aos hospitais públicos a realização de partos de bebés prematuros

« […] Em entrevista à Agência Lusa, a propósito do primeiro aniversário como ministra da Saúde, Ana Jorge foi peremptória: “Prematuros no privado, não!”.
Para a ministra, pediatra de formação e que sempre exerceu em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “o prematuro é algo muito difícil que exige uma equipa muito bem preparada, com médicos e enfermeiros que saibam trabalhar com uma criança pré-termo”.
Por esta razão, defendeu, estes partos só devem realizar-se no serviço público.
“Os cuidados intensivos neonatais devem ser todos assumidos no sector público”, sustentou.
A ministra alertou ainda para a existência de “poucos neonatologistas” no país. “Para mantermos os bons resultados que nos honram e orgulham na área materno-infantil, precisamos de gente treinada para o fazer”.
Para Ana Jorge, os níveis de segurança só se alcançam em instituições com 70 a 80 partos de recém-nascidos pré-termo por ano e “uma unidade privada nunca vai ter” esses números. […]»

Fonte: Público, 29-01-2009

Um soutien errado pode fazer mal à saúde

«Não chegava o tabaco, o álcool… Agora é a vez da roupa. Um estudo britânico lançou o alerta: um mau soutien pode provocar problemas de saúde como lesões nas costas, indigestão e dores de cabeça. É nestas alturas que uma mulher é mesmo uma vítima da moda.

[…] E para as mulheres que dizem saber o número que usam há duas dicas dos especialistas. Dica número um: o tamanho pode estar errado, tire as medidas certas e certifique-se. Dica número dois: confirme se o tamanho ainda é o mesmo. Não se esqueça de que as leis da gravidade e os excessos que se revelam na nossa pele e corpo também se aplicam ao peito, ou seja, cada caso é um caso mas raramente se mantém o mesmo caso ao longo do tempo. Uma gravidez e uma perda ou aumento de peso são alguns dos factores que têm um repercussão no tamanho do seu soutien. Além disso, o tamanho tem outras variáveis. O país onde compra o soutien ou até a marca podem valer diferenças.

Sinais de alerta
Não vamos propor aqui um guia para escolher um soutien saudável. Até porque uma das dicas mais importantes é mesmo o incontornável “cada caso é um caso”. Mas há alguns sinais de alerta para um mau soutien. As alças estão sempre a cair? Os ombros caem para a frente? O peito abana quando anda, a ponto de continuar a abanar quando já parou? Fica com uma circunferência marcada no corpo quando tira o soutien ou há marcas nos ombros? Há sobras de peito a sair pelos lados e empurradas pelos braços? A tira base do soutien fica situada nas suas costas a um nível superior à linha do peito? Tudo isto são sinais de um soutien “pouco saudável”. […]»

Fonte: Andrea Cunha Freitas, Público, 28-01-2009

Mulher dá à luz oito bebés em cinco minutos nos EUA

«Uma mulher norte-americana deu à luz oito gémeos na segunda-feira, no hospital Kaiser Permanente Bellflower Medical Center, na Califórnia.

O parto, por cesariana, contou com 46 elementos de pessoal médico e demorou escassos cinco minutos entre o nascimento do primeiro bebé e o do último.

[…] Os bebés, seis meninos e duas meninas, nasceram prematuros de nove semanas e os seus pesos variam entre 680 gramas e 1,473 quilos, para um peso total de quase 11 quilogramas.»

Fonte: Diário Digital, 27-01-2009

Banco público de recolha de células de cordão umbilical

«O banco de recolha de células de cordão umbilical que irá arrancar este ano, tal como foi ontem anunciado no Parlamento pelo primeiro-ministro José Sócrates, está instalado há dois anos no Centro de Histocompatibilidade do Norte, a entidade que também faz a recolha de medula óssea a nível nacional. As máquinas necessárias para a recolha e conservação custaram meio milhão de euros. E até já se fizeram recolhas. Mas todo o sistema está desligado à espera do Governo.Helena Alves, directora do Centro de Histocompatibilidade do Norte, lembra a história atribulada deste banco público de células de cordão umbilical, que já tinha sido anunciado, em 2005, como então o PÚBLICO noticiou, para arrancar no Centro Regional do Sangue do Porto. Mas acabou por não ir para a frente. “As propostas que foram feitas estavam desfasadas do que é a cobertura sanitária do país”.[…] “A politização é sempre lesiva para os doentes. Temos o equipamento, o consentimento dos doentes, mas temos de esperar que o Governo diga que é agora”, lamenta a investigadora.»Fonte: Público, 15-01-2009