Os Privados e o financiamento para prematuros

«A ministra [da Saúde, Ana Jorge] anunciou […] a intenção de retirar aos privados a possibilidade de fazerem partos de prematuros. A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada já manifestou a sua ‘incredulidade e estupefacção’.

‘A ministra tem toda a razão.’ Luís Graça, presidente do Colégio de Ginecologia da Ordem dos Médicos, diz ‘não perceber’ a reacção dos privados. ‘Não se trata da qualidade de equipamentos nem dos profissionais, trata-se de falta de financiamento’, porque os seguros não cobrem a estadia de prematuros em Cuidados Intensivos e os pais dificilmente podem pagar mais mil euros cobrados por dia. Resultado: estes bebés (abaixo das 35 semanas) acabam transferidos para as 11 unidades que integram a rede pública de Neonatologia.»

Fonte: Correio da Manhã, 30-01-2009

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