Para um bebé de 5 meses devo colocar a cadeira virada para trás ou posso colocá-la virada para a frente?

Uma leitora do blog enviou-nos esta pergunta ontem. Recebemos questões destas recorrentemente – todas as semanas, às vezes, todos os dias. Basicamente, quando o bebé passa para uma fase em que está mais desperto e alerta, os pais consideram a hipótese de os virar para si, para a frente, instalando a cadeira no sentido da marcha. Coisa que decididamente não podem fazer. Aqui fica a questão da nossa leitora e a nossa resposta:

PERGUNTA

“Para um bebé de 5 meses devo colocar a cadeira virada para trás ou posso colocá-la virada para a frente? Comprei ontem uma cadeira e na loja disseram-me que podia fazer com que o bebé se sentisse melhor…”

RESPOSTA

“Tem que colocar a cadeira no sentido oposto ao da marcha!

VIRADA PARA TRÁS!
DE COSTAS PARA A ESTRADA!

Não há outra forma. Não é uma questão de “poder ou não”. O ÚNICO MODO DE TRANSPORTAR UM BEBÉ COM 5 MESES NUMA CADEIRA AUTOMÓVEL É INSTALANDO A CADEIRA VIRADA PARA TRÁS!

Pedimos desculpa por ser tão enfáticos mas esta é uma questão decisiva para a segurança do seu bebé e uma que não admite dúvidas ou erros.
Ainda bem que perguntou, significa que se preocupa com a segurança do seu bebé. Parabéns.”

Novas regras da protecção na parentalidade

«[…] O diploma, em discussão com as estruturas sindicais da administração Pública, vai equiparar os trabalhadores da função pública aos do privado em termos de protecção da parentalidade, passando o seu subsídio a ser calculado com base na remuneração ilíquida.

“Vamos finalmente pôr cobro a uma discriminação de muitas décadas”, disse à agência Lusa o secretário de Estado, Gonçalo Castilho dos Santos, salientando que os trabalhadores da Administração Pública vão passar a receber mais quando gozarem licença de parentalidade, pois antes a prestação social era calculada com base na remuneração líquida.

“Com este novo diploma todos os portugueses vão ter os mesmos direitos de parentalidade, independentemente de estarem no público ou no privado”, afirmou.

Segundo o governante, o diploma entrará em vigor tão cedo quanto possível (provavelmente no final de Março) e terá efeitos retroactivos à data em que as novas regras sobre parentalidade, consignadas no Código do Trabalho, entraram em vigor. […]»

Pode ler o resto da notícia no site da RTP (19-02-2009), ou ver o vídeo aqui.

Sistemas de retenção para crianças em veículos automóveis não constituem uma despesa dedutível em sede de IRS

Crónica de uma resposta anunciada…

Por força da frequência com que somos confrontados com a questão da dedutibilidade dos custos com “cadeirinhas” em sede de IRS, decidimos contactar a Direcção de Serviços do IRS (DSIRS) por escrito, para podermos dar uma resposta avalizada aos nossos clientes. Segue-se a pergunta dirigida à DSIRS e a respectiva resposta:

QUESTÃO À DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DO IRS (DSIRS)

«Ex.mos Sr.s:Comercializamos Sistemas de Retenção para Crianças (SRC) e desde a alteração introduzida pelo artigo 77.º da Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro, somos confrontados diariamente, pelos nossos clientes, com a seguinte questão:

"Uma vez que as cadeirinhas passaram a estar sujeitas à taxa reduzida de 5%, estes tipo de equipamentos pode ser considerado uma despesa dedutível no IRS, como despesa de saúde?"

Esta questão é-nos colocada assaz frequentemente pelos pais e gostaríamos de lhes poder oferecer uma resposta cabal e devidamente fundamentada. Como tal aguardamos a vossa estimada resposta e, desde já, solicitamos a possibilidade de publicar esse esclarecimento no nosso blog para divulgação.» 

RESPOSTA DA DSIRS

From: DSIRS – Direcção IRS

To: blog @ bebeconfortcoimbra . com

Sent: Wednesday, February 25, 2009 10:13 AM

Subject: FW: Sistemas de retenção para crianças em veículos automóveis

Não constituem uma despesa dedutível em sede de IRS.DSIRS

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Portugal e a segurança rodoviária das crianças – Estamos todos de parabéns

«Cerca de 18.500 crianças com idades entre os 0 e os 14 anos morreram nas estradas da União Europeia (27), ao longo dos últimos dez anos. Em 2007 apenas, a vida de mais de 1200 famílias foram desfeitas com a perda de um filho morto no trânsito. Uma em cada dez mortes de crianças é resultado de um acidente rodoviário. Os acidentes rodoviários são também uma das principais causas de invalidez entre as crianças, que podem ter um impacto duradouro sobre o seu crescimento físico psicológico.No entanto, há motivo para ter esperança. O compromisso para evitar mortes nas estradas tem vindo progressivamente a aumentar, juntamente com a consciência da necessidade de reduzir outras causas de lesões nas crianças, e as iniciativas estão a começar a dar frutos. A segurança rodoviária das crianças melhorou consideravelmente em todos os 30 países abrangidos pelo PIN [Road Safety Performance Index] durante a década passada. Portugal conseguiu a melhor média anual de redução, de quase 15%, na mortalidade rodoviária entre as crianças, seguido pela França, Eslovénia e Suíça, com pouco mais de 10% e da Irlanda e da Bélgica, com pouco menos de 10%.»

Fonte: PIN FLASH 12, “Reducing Child Deaths on European Roads”Nota: ênfase nosso

Carnaval: Dicas para grávidas

Sobre as coisas do Carnaval nada melhor do que ir directamente aos especialistas da matéria, os brasileiros. Um site brasileiro publicou 7 dicas para as grávidas poderem aproveitar bem a folia do Carnaval, sem se limitarem a ficar a vê-lo pela televisão ou “cairem no samba da avenida”. Publicamos a primeira nota e poderá ler o resto no link abaixo indicado.

«“Para a grávida que não apresenta problemas de saúde, a diversão está liberada, mas com bom senso. É preciso levar em conta o período da gestação. No primeiro trimestre, a folia não é tão cansativa. Muitas mulheres acreditam que nessa fase, a gestação é mais frágil porque é quando acontece a maior parte dos abortos. Mas esta é uma idéia errada. Os abortos espontâneos ocorrem por malformação do feto, não pelos exercícios que as grávidas realizam", diz o ginecologista e obstetra Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis.»

Pode ler o resto das dicas no artigo de Márcia Wirth, “Como a grávida pode aproveitar o Carnaval?”, publicado aqui.

Anestesiologia dos HUC distinguida com prémio europeu

“O Serviço de Anestesiologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC) foi premiado pela Sociedade Europeia de Anestesia Regional por um trabalho de investigação relacionado com a aplicação da anestesia epidural para o trabalho de parto com o apoio da ecografia. […] A investigação foi dirigida por Edgar Semedo, especialista em anestesia loco regional dirigida por ecografia, e contou com a colaboração dos internos em anestesiologia Tiago Carreiro, Francisco Matos, Margarete Rocha e Ana Eufrásio.

A investigação premiada incidiu na aplicação da anestesia epidural e permitiu calcular a distância da pele e o local onde é colocada a punção. Adaptada a um contexto específico, a equipa de Edgar Semedo veio demonstrar que, com a ajuda da imagem, é possível acabar com os problemas em descobrir o ponto certo para aplicação do cateter, especificamente em pessoas obesas.

[…] Martins Nunes, director do Serviço de Anestesiologia, considera que o prémio da Sociedade Europeia de Anestesia Regional «representa um reconhecimento do meticuloso e exigente trabalho de investigação do nosso serviço. Aumenta a nossa responsabilidade perante a comunidade médica internacional e perante os doentes que nos procuram e que em nós confiam»”

Fonte: Diário de Coimbra (escrito por Patrícia Isabel Silva)

Assento Loola 2009 – Ficha Técnica

imagePeso: 3 kg
Largura do assento: 30 cm
Profundidade do assento: 22 cm
Comprimento do assento em posição deitada: 72 cm

Conforto
Assento com capa amovível e lavável.
Assento reversível (virado para os pais/virado para a frente) com um gesto simples (Modulo Clip® System) PATENTE BEBE CONFORT.
Assento inclinável e que se deita ao mesmo tempo (4 posições).

Disponível em 12 padrões

Fonte: www.bebeconfort.com

A primeira regra de trânsito em Portugal

«Imagine-se Lisboa seiscentista, com um emaranhado de ruas, ruelas e vielas tortuosas, poeirentas, de terra batida cheias de covas por onde circulavam pessoas e se passeavam matilhas de cães vadios, varas de porcos, rebanhos de cabras e carneiros, patos, galinhas e outros animais, coabitando com carros de bois, carroças, burros e cavalos que traziam os mantimentos para dentro dos portos da cidade. Lisboa era uma cidade movimentada e colorida, repleta de comércios tradicionais de novos produtos permitidos pelas Descobertas e pelo Comércio com as Índias e de onde emanavam odores de especiarias e se ouviam pregões populares.

[…] As liteiras, seges e coches, cuja utilização vinha a crescer desde o século XVI, invadiam, agora, as ruas que, pela sua estreiteza, não comportavam tal diversidade de utilizadores, criando situações de grande desordem e fontes de conflito.

O trânsito começava a ser caótico! Havia que intervir!

Surge assim uma primeira intervenção Real. Por Carta Régia de 30 de Abril de 1625, o rei D. Filipe III mandou preparar uma Lei “…proibindo que pessoa alguma possa andar em Lisboa em macho ou mulla de sella ou liteira, salvo indo de caminho, e que se defenda de todos os coches de mullas e machos, nem os possa haver de cavallos, sem licença minha…”»

Fonte: “A circulação na Lisboa seiscentista”, de Fátima Fradique