Bébé Confort: a qualidade ao mais alto nível

“Nunca descuramos a qualidade. Concepção, fabrico, comercialização, todas estas etapas estão certificados ISO 9001 versão 2000, uma norma de qualidade muito exigente. Antes da homologação, cada material novo é submetido a testes que vão bem além das normas internacionais. As nossas cadeiras auto são concebidas após 1500 crash-tests anuais, efectuados na nossa catapulta. Os nossos carrinhos são fechados e abertos 15000 vezes, sobem e descem 100000 escadas (60 vezes a escadaria da Torre Eiffel!). Temos testes para tudo: rolamento, fecho, suspensão, estabilidade… No decorrer da produção, os controlos qualidade são incessantes e são regularmente levantados produtos para serem submetidos a novas séries de testes.No início de cada concepção de produtos, são consultados especialistas na pequena infância, como por exemplo os pediatras do hospital Necker em Paris. A qualidade é para nós uma exigência quotidiana e disso depende a reputação da Bébé Confort. Uma prova desta exigência: a nossa babycoque Créatis.fix recebeu 4 estrelas aquando dos testes europeus de segurança levados a cabo em 2007.”Fonte: Catálogo Bébé Confort 2009

Revisão do Código do Trabalho – Parentalidade

[Subsecção IV (Parentalidade), do Decreto N.º 262/X (Revisão do Código do Trabalho)]

Artigo 33.º

Parentalidade

  1. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.

  2. Os trabalhadores têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação ao exercício da parentalidade.

Artigo 34.º

Articulação com regime de protecção social

  1. A protecção social nas situações previstas na presente subsecção, designadamente os regimes de concessão de prestações sociais para os diferentes períodos de licença por parentalidade, consta de legislação específica.

  2. Para efeitos do disposto na presente subsecção, consideram-se equivalentes a períodos de licença parental os períodos de concessão das prestações sociais correspondentes, atribuídas a um dos progenitores no âmbito do subsistema de solidariedade e do sistema previdencial da Segurança Social ou outro regime de protecção social de enquadramento obrigatório.

Artigo 35.º

Protecção na parentalidade

1- A protecção na parentalidade concretiza-se através da atribuição dos seguintes direitos:

a) Licença em situação de risco clínico durante a gravidez;

b) Licença por interrupção de gravidez;

c) Licença parental, em qualquer das modalidades;

d) Licença por adopção;

e) Licença parental complementar em qualquer das modalidades;

f) Dispensa da prestação de trabalho por parte de trabalhadora grávida, puérpera ou lactante, por motivo de protecção da sua segurança e saúde;

g) Dispensa para consulta pré-natal;

h) Dispensa para avaliação para adopção;

i) Dispensa para amamentação ou aleitação;

j) Faltas para assistência a filho;

l) Faltas para assistência a neto;

m) Licença para assistência a filho;

n) Licença para assistência a filho com deficiência ou doença crónica;

o) Trabalho a tempo parcial de trabalhador com responsabilidades familiares;

p) Horário flexível de trabalhador com responsabilidades familiares;

q) Dispensa de prestação de trabalho em regime de adaptabilidade;

r) Dispensa de prestação de trabalho suplementar;

s) Dispensa de prestação de trabalho no período nocturno.

2- Os direitos previstos no número anterior apenas se aplicam, após o nascimento do filho, a trabalhadores progenitores que não estejam impedidos ou inibidos totalmente do exercício do poder paternal, com excepção do direito de a mãe gozar 14 semanas de licença parental inicial e dos referentes a protecção durante a amamentação.

Fonte: Subsecção IV (Parentalidade), do Decreto N.º 262/X (Revisão do Código do Trabalho)

Uma Noite, Uma Voz por Darfur

Um grupo de cidadãos de Coimbra vai associar-se, na noite de 12 de Fevereiro, a uma acção, a decorrer a nível internacional, para apelar ao fim da violência sobre as mulheres no Darfur (Sudão). Será projectada, em estreia mundial, a curta-metragem Violence Against Women and the Darfur Genocide (Violência sobre as mulheres e o genocídio no Darfur), produzida pela Organização SAVE DARFUR. O curto documentário servirá de mote para um debate sobre a situação actual deste conflito, com a participação dos professores de Relações Internacionais, da Faculdade de Economia de Coimbra, Daniela Nascimento e José Manuel Pureza.

Teatro Académico de Gil Vicente,
Quinta-feira, 12 de Fevereiro, às 21.30h. Para mais informações: http://coimbradoc.blogspot.com