31 de Maio Dia Mundial sem Tabaco

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“Não fume na presença de crianças e grávidas. Todos sabemos que fumar prejudica a saúde, mas com frequência esquecemos que ao fumar em locais fechados estamos a prejudicar a saúde dos outros.”

No âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia lançou uma campanha de sensibilização que tem por objectivo alertar para os malefícios do tabaco e da exposição ao fumo passivo.

«A Dra. Ivone Pascoal, Coordenadora da Comissão de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) explica que “a principal mensagem desta campanha vai para o tabagismo na gravidez e para o perigo do fumo passivo, uma vez que traz graves consequências de saúde para as crianças e grávidas. Infelizmente, em Portugal as mulheres em idade fértil fumam cada vez mais, o que faz com que nasçam bebés prematuros e com baixo peso.
”A intenção não é culpabilizar a grávida mas reforçar a importância de uma gravidez sem tabaco. A mulher deve ser ajudada a parar de fumar, idealmente antes de engravidar. A cessação tabágica deveria fazer parte da preparação para a gravidez e o tabagismo do pai também não deve ser esquecido”, comenta a especialista.»

Fonte: Sociedade Portuguesa de Tabacologia

Não haverá Cash nos Estados Unidos em 2012

Dois investigadores publicaram recentemente um artigo em que analisaram o que leva as preferências culturais a serem abandonadas, com recurso a uma análise dos nomes próprios adoptados em França e nos Estados Unidos durante cerca de um século.

O estudo incidiu sobre os nomes próprios dados a bebés, porque a escolha de um nome está menos sujeita à influência de factores externos, como sejam a tecnologia ou o marketing. Segundo os autores, a adopção de determinado nome depende em grande medida de factores internos, como a história da sua popularidade.

A investigação foi conduzida através de dois estudos complementares.

Por um lado analisaram a velocidade de adopção de nomes dados a bebés em França, entre 1900 e 2004 e a respectiva taxa de abandono. A principal conclusão a que chegaram foi que “os nomes que experimentam aumentos de popularidade mais bruscos tendem a desaparecer mais rapidamente”. Para além disso os resultados sugerem que os nomes de meninas tendem a variar mais e que a “idade” de um nome influencia a sua persistência, ou seja, há uma certa obsolescência dos nomes.

Por outro lado, a análise de um inquérito a futuros pais revelou que estes eram menos propensos a dar aos seus filhos nomes que tivessem tido recentes aumentos súbitos de popularidade. A explicação para este comportamento parece residir na percepção, por parte dos pais, de que nomes adoptados a grande velocidade serão provavelmente apenas uma moda passageira.

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Os autores, Jonah Berger e Gaël Le Mens, dão o exemplo da adopção dos nomes Charlene, Kristi e Tricia nos Estados Unidos (v. gráfico). Enquanto o nome Charlene foi sendo mais utilizado gradualmente (desde 1910 até um máximo de utilização em 1950) e também desapareceu paulatinamente, os nomes Kristi e Tricia, tal como se tornaram populares de um dia para o outro também se eclipsaram quase de imediato.

Este artigo tenta extrapolar estes resultados, obtidos a partir da análise de nomes, para outras áreas mais vastas. Os autores parecem sugerir que a velocidade de adopção de determinada preferência cultural com uma forte carga simbólica (um carro, uma roupa, um nome) influencia a sua persistência no tempo. Quanto mais rápida é a sua adopção mais depressa se abandona. Independentemente da audácia desta proposição, parece faltar a este estudo uma consideração de outros factores, como seja, por exemplo, a proximidade de alternativas para um nome em particular (poderá haver menos alternativas parecidas com Charlene do que com Kristi e Tricia).

Justin Wolfers, no popular blog Freakonomics, baseando-se nos resultados destes estudos, faz uma previsão ainda mais arrojada: “There will be no more Cash in the United States in 2012.” A explicação que avança é bastante simples: Como o nome Cash tem sido dado a cada vez mais crianças nos últimos anos (atingindo a 253.ª posição dos nomes mais populares nos EUA em 2008), caso Berger e Le Mens estejam certos, Cash irá desaparecer em breve. É caso para dizer que quanto mais depressa aparece o Cash mais fugaz ele é… (Curiosidade: Justin Wolfers também prevê o desaparecimento do Twitter em breve, vítima do seu próprio êxito sideral].

Uma coisa é certa, em Portugal não há Cash! Mas felizmente o Instituto dos Registos e Notariado aceita Milagres como segundo elemento do nome…

Em Portugal as estatísticas dos nomes atribuídos a bebés é muito mais difícil de obter. Enquanto a Segurança Social dos EUA disponibiliza estes dados online, a única coisa a que os futuros pais tem acesso em Portugal, tanto quanto é do nosso conhecimento, é à lista dos vocábulos admitidos, ou não, como nomes próprios. Não que daí venha algum mal ao mundo, mas estas análises de tendências em Portugal não são tão prosaícas.

Por isso perguntamos:

Quais são os nomes que vos parecem estar a ganhar uma grande popularidade recentemente e que poderão regressar à obscuridade em breve? Está aberta a discussão. Comentem!

Nota: na figura acima mostram-se as trajectórias de popularidade de três nomes próprios nos EUA. Estes exemplos pretendem ilustrar o facto de a maioria dos nomes próprios apresentar um período de aumento quase consistente de popularidade, seguido de um declínio que leva ao seu abandono; mas, como também se pode verificar neste gráfico, os nomes diferem quanto à rapidez com que a sua popularidade sobe ou diminui.

Fontes:

Jonah Berger e Gaël Le Mens, “How adoption speed affects the abandonment of cultural tastes”, PNAS 2009 106:8146-8150; 4 de Maio de 2009, doi:10.1073/pnas.0812647106

IRN, Vocábulos Admitidos ou Não Admitidos como Nomes Próprios

Justin Wolfers, “Forecast: There Will Be No More Cash in 2012”, Freakonomics, 19 de Maio de 2009

U. S. Social Security Online, Popular Baby Names

Alerta para os riscos do uso excessivo da televisão

«”A televisão funciona como uma babysitter. É ela que toma conta da criança e a entretém.” O alerta para os riscos do uso excessivo da televisão é da pediatra Fátima Pinto, autora de um estudo que analisou o comportamento televisivo de 106 crianças no Porto […] e conclui que estas vêem muita TV desde cedo, muitas antes dos dos 24 meses. Uma situação que leva a médica a avisar: ” É completamente contra-indicada a exposição televisiva antes dos dois anos.”

É que ver demasiada televisão compromete as capacidades de comunicação das crianças, de interacção e aumenta a tendência para a obesidade e para os comportamentos agressivos. Atendendo aos dados de medição de audiência da Marktest, as crianças portuguesas passam três horas por dia em frente ao ecrã. “Uma média de consumo televisivo alta e um pouco acima da média europeia”, alerta a socióloga Sara Pereira.

A neuropediatra Maria José Fonseca, por seu lado, lembra que “a Academia Americana de Pediatria não recomenda TV antes dos dois anos e depois dessa idade indica uma ou duas horas de exposição diária a programas de qualidade”.

Em Portugal, os médicos também não aconselham que antes dos dois anos as crianças vejam televisão. E se o fizerem, “nunca por períodos superiores a cerca de 20 minutos”, diz o pediatra Mário Cordeiro. Maria José Fonseca acrescenta que é essencial que “os pais tenham controlo sobre o tempo de exposição, o tipo de programas e sempre que possível vejam esses programas com os filhos”. […]»

Fonte: ANA BELA FERREIRA, “Televisão é perigosa para bebés com menos de dois anos”, DN, 24 de Maio de 2009

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O humor e a poesia das palavras das crianças

François de Rochebouët criou, no final de Abril, um site francês – Viedemome.fr – onde os jovens pais podem partilhar na internet as pérolas linguísticas dos seus filhos, ou, como as designa o Le Monde, o “humor e a poesia das palavras das crianças”.

Alguns exemplos extraídos do site Viedemome.fr:

Pai: “Quem é o chefe cá em casa?” Héloïse (7 anos): “É o papá! Mas a mamã é que decide.”

Stéfanie (4 anos) está aborrecida e diz à sua mãe grávida: “tu és má e ainda por cima comeste o bebé!”

Marion (2 anos): Regresso a casa depois de vários dias fora. O pai da Marion tinha-a prevenido que ela teria uma surpresa. A Marion recebeu-me, toda contente, e depois perguntou ao seu pai: “Papá, qual é a surpresa?” O pai respondeu, divertido, “a surpresa é a mamã!” Marion, a sorrir: “O que há lá dentro?”

Se tiver “pérolas” dos seus filhos partilhe-as connosco para que as possamos colocar aqui no blog, para que todo o mundo as “escute”.

Envie uma frase dita pelo seu filho que a tenha feito rir, que o tenha surpreendido, que vos tenha tocado, para blog@bebeconfortcoimbra.com. Indique, por favor, a idade com que o bebé/criança a disse e o contexto.

Fonte: Le Monde, 11.05.2009

Uso da chupeta não atrapalha a amamentação, afirma novo estudo

“As mães preocupadas, temerosas de que os seus bebés usem chucha e isso reduza as hipóteses de uma amamentação de sucesso, já podem relaxar, afirma um novo estudo. Num texto publicado na revista «The Archives of Pediatric & Adolescent Medicine», investigadores afirmam não ter encontrado evidências satisfatórias estabelecendo uma relação entre o uso de chupetas e a amamentação, avança o New York Times.
«Tradicionalmente, acredita-se que a chupeta interfira na amamentação ideal», escreveram os investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia. Na década de 1980, órgãos de saúde desencorajavam o seu uso. No entanto, nos últimos anos, vários estudos descobriram evidências de que os bebés que usam chucha ao dormir podem ser menos susceptíveis à síndrome infantil da morte súbita. A Academia Americana de Pediatria agora recomenda o seu uso, por essa razão.
Para os médicos, isso significa que há duas necessidades visivelmente opostas: motivar a amamentação, o que é mais saudável, mas também reduzir o risco da síndrome infantil da morte súbita.
Para o estudo – cuja principal autora é Nina R. O’Connor, no Chestnut Hill Family Practice Residency Program, na Filadélfia – os cientistas fizeram revisões de 29 pesquisas, de doze países, que abordavam o uso de chuchas e a amamentação. Os investigadores descobriram que as mulheres cujos bebés usavam chupeta aparentavam parar de mamar mais cedo. No entanto, não ficou claro se as chuchas eram a causa disso.
O autor mais experiente do estudo, Fern R. Hauck, recomendou que as chupetas sejam dadas aos bebés a partir da terceira ou quarta semana de vida.”

Para saber mais:

Pacifiers and Breastfeeding – A Systematic Review, Nina R. O’Connor, MD; Kawai O. Tanabe, MPH; Mir S. Siadaty, MD, MS; Fern R. Hauck, MD, MS, Arch Pediatr Adolesc Med. 2009;163(4):378-382.

Children: No Harm to Breast-Feeding From Pacifiers, NYT, 04/05/2009

Uso da chupeta não atrapalha a amamentação, afirma novo estudo, O Globo, 11/05/2009

Ordem dos Enfermeiros publica estudo sobre transporte rodoviário (in)seguro de crianças

«Um quinto das crianças avaliadas num estudo viaja sem sistema de retenção, algumas das quais “na bagageira” e “ao colo”. A estas, soma-se um terço que não utiliza correctamente o dispositivo, o que totaliza quase metade “transportadas em risco”.

[…] A acção foi desenvolvida pela Comissão de Especialidade de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica (CEESIP) da Ordem dos Enfermeiros e visou avaliar o transporte rodoviário seguro de crianças, contando para o efeito com dez Operações Stop, envolvendo 729 participantes.

Os autores do estudo verificaram que 79,8 por cento das crianças viajavam com Sistema de Retenção para Crianças (SRC). Das que não usavam sistema de retenção, a maioria viajava “à solta” no automóvel (74,6 por cento), “ao colo” (8,4 por cento), ou noutras situações de insegurança, como “na bagageira”, o que permite prever “o risco acrescido, perante uma travagem ou colisão”.

A investigação verificou que 71 por cento das crianças utilizava o SRC de “uma forma adequada”.

Entre os erros encontrados na utilização do sistema de retenção, a Ordem dos Enfermeiros destaca o “viajar à frente sem cinto” (20,9 por cento), “arnês mal colocado” (20,4 por cento), utilização do “SRC não adequado à idade” (19,1 por cento), utilização “incorrecta do cinto de segurança” (14,9 por cento), “indevidamente virado para a frente” (5,9 por cento), “cadeira mal colocada” (4,7 por cento) e “sem apoio de cabeça” (4,1 por cento).

Os autores do estudo identificaram que, por regiões, é em Vila Real que a utilização do SRC é mais adequado (93,8 por cento), seguido da cidade da Horta (92,3 por cento), Coimbra (87 por cento)*, Lisboa (76,9 por cento), Angra do Heroísmo (66,2 por cento), Funchal e Ponta Delgada (63 por cento) e no Porto e em Faro (61,5 por cento).»

*Ênfase nosso. Congratulamo-nos com a “boa classificação” de Coimbra! Estamos certos que demos o nosso contributo para este bom resultado. Estão também de parabéns todas as organizações (APSI, maternidades…) que têm dado o seu melhor para divulgar boas práticas na utilização de dispositivos de retenção infantil. Há que perseverar: 87 por cento é um bom resultado mas ainda há muitas crianças que viajam desprotegidas, ainda faltam 13% para atingir o pleno!

Fonte: Transportes: Crianças ainda viajam “na bagageira” e “ao colo”, revela estudo da Ordem dos Enfermeiros, Expresso, 11/05/2009

The Revolution Will Be Notarized – os nomes e as trivialidades que fazem o mundo

«Eleição de um Presidente negro, ameaça de falência da General Motors, crise financeira… Esqueçam, a grande revolução americana aconteceu nos notários. Ao fim de 12 anos no cimo da lista dos nomes mais escolhidos para rapariga, Emily foi destronado por Emma e também por Isabella. Já Jacob, entre os rapazes, permanece o nome mais querido pelo décimo ano consecutivo. Aliás, os cinco primeiros continuam na mesma posição, em 2007 e 2008: Jacob, Michael, Ethan, Joshua and Daniel, todos nomes bíblicos.

[…] Todos os anos, a coincidir com o fim-de-semana do Dia da Mãe, a Administração da Segurança Social americana fornece a lista do ano anterior, com todos os nomes dados aos bebés, do país e por cada estado. […] E as instituições não fornecem só dados (factos, factos, factos), elas também têm a noção publicitária de os revelar numa data (Dia da Mãe) que lhes dá mais força. E, sobretudo, têm a sensibilidade de reconhecer neles um assunto que é popular. Este fim-de-semana muito se falou nos Estados Unidos sobre a tendência de os nomes femininos começarem por vogal e acabarem em “a” – como se confirma na vitória das Emma e Isabella.

Trivialidades? Talvez, mas seguramente foi assunto, próprio ou de pessoas próximas, que já ocupou mais tempo, teve mais interesse e levou a mais polémicas, que magnas matérias que julgamos de interesse geral (Governo de Bloco Central ou minoritário?…) Se ouvíssemos com humildade essas conversas banais perceberíamos melhor o mundo.»

Fonte: Ferreira Fernandes, “Barack derrotado na América“, Diário de Notícias de 10 de Maio de 2009

Nota: para perceber porque é que Barack foi derrotado leia o artigo na íntegra na página do DN…

O cérebro do bebé: o mundo a seus pés

Como é que é ser-se um bebé? Durante séculos esta questão soaria absurda: atrás daquela adorável face estava simplesmente uma cabeça vazia. Um bebé, afinal, não tem a maioria das especificidades que definem a mente humana, tais como a linguagem e a capacidade de raciocínio. […] Pensar como um bebé é não pensar de todo.

A ciência moderna tem acompanhado genericamente esta visão, enumerando todas as coisas que os bebés não poderiam fazer porque os seus cérebros ainda não estavam suficientemente desenvolvidos.

Presentemente, contudo, os cientistas começaram a rever radicalmente a sua concepção da mente do bebé. Utilizando novas técnicas de investigação e novas ferramentas, revelaram que o cérebro de um bebé fervilha de actividade, é capaz de aprender quantidades impressionantes de informação num período relativamente curto. Ao contrário da mente de um adulto, que se restringe a uma pequena parcela da realidade, os bebés conseguem apreender um espectro muito maior de sensações – eles estão, em grande medida, mais despertos para o mundo do que nós estamos.

De acordo com Alison Gopnik, uma psicóloga da Universidade da Califórnia, Berkeley, e autora do livro no prelo “The Philosophical Baby”, “Nós tivemos esta visão muito enganadora dos bebés. O cérebro do bebé está perfeitamente desenhado para aquilo que necessita de fazer, que é aprender sobre o mundo que o rodei. Há momentos em que ter um cérebro completamente desenvolvido pode quase parecer um impedimento.”

Adaptado de: Jonah Lehrer, “Inside the baby mind”, THE BOSTON GLOBE, 26 de Abril de 2009

Portugal e a (in)segurança infantil

«Portugal é dos piores países europeus em segurança infantil e só em 2005 registaram-se 197 mortes acidentais no nosso País. Um relatório europeu que analisou 24 países e que foi ontem divulgado coloca os portugueses no penúltimo lugar, apenas à frente dos gregos.

Os pontos mais críticos do ponto de vista da prevenção são as quedas, afogamentos e queimaduras. Ainda assim, os acidentes rodoviários continuam a ser os responsáveis pelo maior número de mortes acidentais.

O ranking foi conhecido no dia em que arrancou o primeiro Plano de Acção para a Segurança Infantil (PASI) que estava previsto desde 2007, mas que só agora recebeu apoio estatal para avançar. O Alto Comissariado da Saúde assume assim a sua coordenação oficial.

Além de apontar os pontos fracos […] a Aliança Europeia de Segurança Infantil (AESI) dá sugestões. Uma delas é a publicação imediata do “novo Regime Geral para Edificações, que já prevê na sua versão final de Janeiro de 2007, a alteração das regras de construção de forma a reduzir o risco de queda de crianças de janelas, varandas e escadas”. Outra forma de evitar as quedas que em 2006 provocaram seis mortes acidentais é estabelecer regulamentos para a construção de barreiras para as escadas. […]»

Fonte: DN, 7/05/2009