Purificador de ar Baby Air Airfree

airfree_purificador_ar Eficiente – Testado e aprovado em ambientes reais (sem simulações) nos melhores institutos do mundo. Airfree® destrói qualquer microorganismo que passe pelo seu conjunto cerâmico esterilizador, independentemente da sua periculosidade ou tamanho. Além de eficaz, Airfree® possui design premiado e luz relaxante ajustável, ideal para o quarto de bebés.

Silencioso – Absolutamente sem ruído.

Exclusivo – Tecnologia patenteada internacionalmente e, exclusiva dos produtos Airfree®, a única que também reduz a concentração de ozono.

Económico – Não há custos com troca de peças ou altos gastos de energia, pois o consumo mensal de um Airfree® é de aproximadamente 48W.

Prático – Ligue e esqueça, não há preocupação com manutenção ou limpeza.

APLICAÇÕES do baby_air_airfree

Profilaxia Ambiental: Baby Air proporciona ambientes mais saudáveis na medida em que reduz a quantidade de microorganismos e alérgenos* do ar, reduzindo consequentemente os riscos de contaminação e crises alérgicas.

Controle de Alergias: Segundo especialistas, a melhor forma de controlar as alergias é reduzir a exposição do alérgico aos alérgenos. Baby Air é comprovadamente um aliado no controle das alergias respiratórias uma vez que actua na profilaxia ambiental reduzindo a presença de alérgenos e microorganismos no ambiente.

Bebés e Grávidas: Por reduzir a quantidade de germes no ar, Baby Air é utilizado em residências como uma das medidas de prevenção e cuidado com a saúde do bebé e da grávida. Diversos estudos comprovam que reduzir a exposição de bebés aos alérgenos, pode prevenir o desenvolvimento de doenças ligadas à alergia.

Prevenção do Mofo (colónias de fungos): Por combater os esporos de fungos (responsáveis pela disseminação das colónias de mofo) do ar, Baby Air evita o aparecimento e crescimento de novas colónias nas superfícies ou em objectos.

Combate a odores: Foi constatado empiricamente que o Baby Air combate alguns odores como: “cheiro de mofo” e cheiro residual de cigarro.

purificador_babyairCARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Modelo Baby Air
Capacidade 80 metros cúbicos
Temperatura máxima externa 75°C
Voltagem 110 ~ 240V
Vazão mínima 16,000 litros/hora
Dimensões 26,5 cm altura e 21,5 cm de diâmetro
Ruído Totalmente Silencioso
Peso 1,20Kg

*Alérgenos: substâncias que, introduzidas num organismo, produzem alergia.
A imagem do produto é meramente ilustrativa.

Epidural e o parto sem dor

Andreia Pereira publicou no notícias magazine do Diário de Notícias de 13 de Setembro um artigo interessante sobre o uso da analgesia epidural durante o parto. Não só traça uma evolução do seu uso em Portugal, como analisa as posturas actuais da comunidade médica sobre o tema.

Alguns excertos do referido artigo:

“Um estudo publicado no British Journal of Anaesthesia apresenta informações animadoras para quem está em vias de dar à luz: a analgesia epidural é praticamente isenta de riscos, quando aplicada correctamente. Segundo os dados revelados, apenas uma em cada oitenta mil grávidas a quem foi administrada a epidural poderá apresentar complicações durante ou após o parto. Com base nestes números, estima-se que, num total de cem mil partos que se realizam anualmente em Portugal, se todas as parturientes recebessem analgesia epidural, ocorreriam 1,2 casos/ano com alguma complicação derivada da técnica.
«A analgesia epidural deve ser estimulada, porque nenhuma mulher merece ter dores durante o trabalho de parto», defende Luís Mendes da Graça, director do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

[…] No nosso país, esta técnica foi implementada nos hospitais públicos no início da década de 1990. […] Só no Hospital de Santa Maria, oitenta por cento dos partos que se realizam anualmente «são analgesiados».

[…] Para Luís Mendes da Graça, a ideia «romântica» do parto sofrido tem de passar à história: «Estamos no século XXI e não podemos aceitar que os procedimentos médicos sejam comparáveis a países de Terceiro Mundo.»

[…] «A epidural bem feita retira a sensação dolorosa, permitindo, simultaneamente, que a mulher mantenha sensibilidade e os reflexos automáticos de expulsão», reitera Costa Martins, director do Serviço de Anestesiologia da Maternidade Alfredo da Costa (MAC).

[…] Antes de receber epidural, as mulheres são consultadas. «Nada é feito contra a vontade da parturiente», indica o obstetra [Luís Mendes da Graça]. Por se tratar de uma técnica invasiva, a aplicação da analgesia obriga que, após esclarecimento, seja assinado pela parturiente um termo de consentimento informado. Logo que haja uma autorização expressa, a epidural «é administrada a partir do momento em que a intensidade das contracções é suficientemente forte para provocar dores e desconforto».”

Leia o artigo completo em: “Dar à luz sem sofrimento”, por Andreia Pereira, Diário de Notícias, 13/09/2009