Revistas difundiram novos hábitos no cuidado com bebés e crianças

«A maternidade como é exercida hoje não tem nada de “natural” ou “intuitiva”. Hábitos simples e corriqueiros – como o uso de termómetro, berço individual, quarto arejado, a prática de ferver chupetas e bicos e de dar banhos diários nas crianças – surgiram a partir de 1920. É a chamada maternidade científica, fruto de uma aliança entre mulheres e médicos, forjada nas páginas das revistas ilustradas que proliferavam na época.
[…] Em artigos muitas vezes assinados pelos médicos, as mães eram orientadas a deixar para trás antigas crenças e hábitos – como chazinhos, simpatias e amas de leite. “Antes, as mães sabiam que os filhos cresciam porque a roupa apertava. A febre era verificada com a mão. Tudo isso foi desqualificado e ferramentas científicas passam a ser usadas, como a balança e o termómetro.” »
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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