Entradas com o tema 'Amamentação'
“No âmbito da Semana Europeia do Aleitamento Materno, que decorre entre [segunda-feira, dia 5] e o próximo domingo, a Maternidade Dr. Daniel de Matos promove terça-feira um conjunto de iniciativas que pretende chamar a atenção para a importância de amamentar o bebé.
Às 9h30, na biblioteca da maternidade decorre uma sessão, com a presença do Conselho de Administração dos HUC e das direcções dos serviços de Obstetrícia e Neonatologia, que inclui a apresentação do logótipo do aleitamento materno nos Hospitais da Universidade de Coimbra, de autoria das enfermeiras Bárbara Morais de Sousa e Teresa Pacheco. A meio da manhã e até cerca das 2ohoo, no hall da maternidade, abre uma exposição de materiais e ajudas técnicas, seguindo-se, entre as 11h30 e as 14h30, uma sessão de educação para a saúde na sala de espera da consulta externa, com distribuição de panfletos e laço dourado.”
Fonte: Diário de Coimbra, 4 de Outubro de 2009
Temas: aleitamento · Bárbara Morais de Sousa · Daniel de Matos · HUC · maternidade · Teresa Pacheco
A Direcção-Geral de Saúde publicou um conjunto de recomendações sobre o vírus da Gripe A (H1N1)v no Portal da Saúde. Transcrevemos abaixo as recomendações da DGS para mulheres que amamentam:
Considerações:
- As mães não doentes com o vírus da gripe A(H1N1)v, deverão ser encorajadas a iniciar precocemente a amamentação e a amamentar com frequência os seus filhos.
- Idealmente os bebés deverão receber sobretudo leite materno. Eliminar a desnecessária substituição com fórmulas para lactentes, ajudará os bebés a adquirir um maior número de anticorpos maternos (Anticorpos são proteínas fabricadas no corpo pelo sistema imunitário que ajudam a combater a infecção).
- Os recém-nascidos têm um elevado risco de doença grave com este novo vírus da gripe A(H1N1)v e muito pouco se sabe, ainda, sobre a prevenção da gripe A. Se viável apenas os adultos saudáveis deverão cuidar dos recém-nascidos, inclusive para os alimentar.
- O risco de transmissão através do leite é desconhecido. No entanto, os estudos efectuados sobre a presença de vírus no leite humano na gripe sazonal, sugerem que esse risco é raro, pelo que se supõe que a passagem deste vírus no leite seja também pouco provável.
- As mulheres doentes com a infecção pelo vírus da gripe A(H1N1)v podem extrair o leite, para recipientes próprios, e solicitar a um membro da família que esteja saudável que o dê ao bebé.
1. O que posso fazer para proteger o meu bebé deste vírus?
- Tenha um cuidado extra em lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, durante 15 a 20 segundos, ou com uma solução alcoólica.
- Mantenha o bebé afastado de pessoas doentes.
- Limite a permuta de brinquedos com outras crianças sobretudo se os levam à boca.
- Lave frequentemente com água e sabão os objectos que o bebé ponha na boca.
2. Amamentar protege os bebés desta nova gripe?
- Os bebés não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização, por doença respiratória grave, do que os amamentados.
- Os recém-nascidos não amamentados têm menor capacidade de se defenderem da infecção pois não dispõem dos anticorpos protectores que passam no leite das mães.
- Como se trata de um vírus novo não se conhece ainda a protecção específica para esta situação.
3. E se Eu estiver doente? Posso amamentar o meu bebé?
Sim. O aleitamento materno deve ser apoiado também perante esta doença, porque protege os bebés de infecções respiratórias.
- A mãe doente com gripe A(H1N1)v deve ser encorajada a fazer a extracção do seu leite. Durante o período de contágio, o bebé deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa/familiar não doente.
- A mãe doente com gripe A(H1N1)v, sem mais ninguém que possa cuidar ou alimentar o seu bebé, é importante reforçar os cuidados:
- Ter cautela em não tossir ou espirrar a menos de 1 metro do bebé ou para a sua face;
- Proteger o nariz e a boca com um lenço quando tosse ou espirra;
- Lavar as mãos depois de espirrar ou tossir;
- Utilizar máscara quando cuida do bebé. (Substitua-a se a sentir húmida);
- Retirar a máscara tocando apenas nos atilhos/elásticos e não na frente (se tocar na parte da frente da máscara deve lavar cuidadosamente as mãos antes de tocar no seu bebé).
4. Poderei continuar a amamentar se estiver a tomar medicamentos para prevenir ou tratar esta gripe?
Sim. O tratamento ou profilaxia com medicação antiviral não constitui contra-indicação para a amamentação.
5. Interrompo a amamentação se suspeitar que tive contacto com o vírus da gripe A(H1N1)v?
Não. As mães produzem anticorpos para combater as infecções com as quais entram em contacto e o seu leite fica adequado a debelar as mesmas infecções nos seus filhos. O aleitamento materno ajuda a desenvolver a capacidade do bebé para se defender das doenças infecciosas, deve no entanto utilizar as medidas preventivas anteriormente descritas.
6. E se o meu bebé ficar doente, posso amamentá-lo?
Sim. O melhor que pode fazer pelo seu bebé doente é manter o aleitamento. Ofereça-lhe a mama com maior frequência.
- Os bebés que estão doentes têm maior necessidade de líquidos. O que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro, melhor que a água, o sumo ou soluções de reposição hidroelectrolítica, porque também ajuda a proteger o sistema imunitário do bebé.
- Se o seu filho está tão doente que não consegue mamar, pode oferecer o seu leite por copo, biberão, seringa ou conta gotas.
Fonte: “Doença pelo novo vírus da gripe A (H1N1)v – Mulheres grávidas ou a amamentar“, Direcção-Geral da Saúde (Portal da Saúde).
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Considerando que o Aleitamento Materno deve ser encarado como prática alimentar de excelência para os recém-nascidos e crianças mais pequenas – e por isso continua a ser necessário um esforço conjunto dos enfermeiros, para assim contribuir para a saúde e bem-estar da população – a Ordem dos Enfermeiros comemora, mais uma vez, o Dia Mundial do Aleitamento Materno, assinalado a 1 de Agosto.
[…] «Amamentação: uma resposta emergente e vital. Está preparado(a)?» foi o lema adaptado a partir da mensagem escolhida pela WABA (World Alliance for Breastfeeding Action). A Comissão de Especialidade em Enfermagem de Saúde Materna e Obstétrica da Ordem dos Enfermeiros escolheu esta temática tanto para as comemorações do Dia Mundial do Aleitamento Materno, como para a Semana Europeia do Aleitamento Materno, que, este ano, se assinala entre os dias 5 e 11 de Outubro. Para essa altura estão previstas mais actividades por parte da Ordem dos Enfermeiros, nomeadamente acções de educação para a saúde promotoras do aleitamento materno em escolas do 1º Ciclo de vários pontos do país.»
Fonte: Ordem dos Enfermeiros comemora Dia Mundial do Aleitamento Materno – 1 de Agosto de 2009.
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«[…] Ajudar as mães e promover a saúde física e emocional dos bebés. A tarefa, nobre, foi assumida com convicção e empenho num projecto com o qual o Centro de Saúde Norton de Matos, em Coimbra, pretende alargar a prática da amamentação materna junto da população que serve. O Cantinho da Amamentação, coordenado pela enfermeira Amélia Cunha, recebeu agora a Declaração de Selo de Qualidade, atribuído pela Direcção Geral de Saúde (DGS) e pela Associação Mama Mater.
[…] De acordo com Amélia Cunha, enfermeira especialista em Saúde Materna e Obstetrícia, o Cantinho da Amamentação do Centro de Saúde Norton de Matos foi um dos cinco primeiros a nível nacional a obter a declaração de qualidade pela DGS em parceria com a Associação Mama Mater, o que aconteceu no IV Encontro Nacional de Conselheiros, realizado no Estoril em Maio último.
É no Cantinho da Amamentação do Centro de Saúde Norton de Matos – o primeiro a ser criado em Coimbra e a integrar a rede nacional –, que Amélia Cunha se disponibiliza [de segunda a sexta-feira, num horário flexível] a ajudar mães e bebés a ultrapassarem as dificuldades que possam surgir no aleitamento. […]»
Fonte: As Beiras, 08-07-2009
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A associação ILCA (International Lactation Consultant Association) insta as mães, trabalhadores da saúde e a comunidade em geral para promover, apoiar e incentivar a amamentação, que providencia aos bebés anticorpos humanos que podem ajudar a combater doenças.
A ILCA apoia as recomendações dos CDC (Centers for Disease Control and Prevention), “Interim Guidance – Pregnant Women and Swine Influenza: Considerations for Clinicians”, que aconselham as mães lactantes para continuar a amamentar enquanto estiverem a tomar medicações antivirais, quando houver essa indicação. O guia dos CDC, disponível em http://www.cdc.gov/swineflu/clinician_pregnant.htm, recomenda que as mães que amamentam, que venham a a contrair a gripe, tomem medidas para minimizar a exposição do lactente, incluindo a lavagem das mãos e eventualmente cubrindo a boca/nariz da mãe com uma máscara.
Os CDC reportam ainda que, ainda que se desconheça o risco de transmissão da gripe suína da mãe para o bebé através da amamentação, os relatos de transmissão da gripe sazonal são raros.
Fontes:
“BREASTFEEDING SHOULD CONTINUE DURING SWINE FLU OUTBREAK”, ILCA, 1/05/2009
“Recomendações da ILCA – International Lactation Consultant Association sobre Leite Materno e Humano e Gripe A”, Sociedade Portuguesa de Neonatologia
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Um estudo português sobre os benefícios de corrigir a forma como um bebé «pega» na mama da mãe quando está a ser amamentado acaba de ser distinguido em Espanha como o melhor sobre a temática do aleitamento materno, refere a Lusa.
[…] O estudo conclui que a correcção da pega do bebé à mama na primeira mamada aumenta significativamente a duração do aleitamento materno, disse a principal autora, Adriana Pereira.
[…] Esse êxito «é benéfico não só para a saúde da mãe e do bebé, como para a família, a sociedade e o meio ambiente, segundo atestam todos os estudos científicos até agora realizados», sublinhou.
Nesse sentido, a autora considera muito importante que as mães conheçam e saibam identificar os sinais de pega correcta para ajudarem os próprios bebés.
[…] Adriana Pereira explicou que «o bebé deve ficar com a boca bem aberta quando está a mamar, com o lábio inferior virado para fora e com o queixo a tocar na mama».
Além disso, a aréola (parte escura da mama) «deve ver-se mais acima da boca do que abaixo, e habitualmente as bochechas ficam arredondadas e não chupadas para dentro».
[…] O estudo, feito no âmbito do doutoramento de Adriana Pereira em Ciência Biomédicas pela Universidade do Porto, em 2005, está publicado num livro intitulado «Aleitamento materno – a importância da correcção da pega no processo da amamentação – resultados de um estudo experimental”, editado pela Lusociência em 2006.
Adriana Pereira é membro fundador do Comité Nacional para o Aleitamento Materno e formadora nesta área para a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNICEF.
Fonte: TVI, Amamentação: estudo português premiado, 22-03-2009
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O Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão, recebeu ontem das mãos da ministra da Saúde, Ana Jorge, o certificado de “Hospital Amigos dos Bebés”, uma distinção da UNICEF já atribuída ao Hospital Garcia d´Orta e Maternidade Bissaya Barreto.
“Já temos três hospitais ‘Amigos dos Bebés’, mas precisamos continuar este trabalho de promoção do aleitamento materno em Portugal”, afirmou a ministra da Saúde na Conferência da UNICEF/Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés, que assinala a “Semana do Aleitamento Materno”, com o tema “Apoio às Mães no Sucesso da Amamentação”.
[...] O presidente da UNICEF Portugal, Manuel Pina, adiantou que a tarefa de certificar os hospitais Amigos dos Bebés está agora mais facilitada, porque já existe uma “carteira de avaliadores nacionais” e já não é preciso recorrer a especialistas internacionais.
“Até agora, ao segundo HAB [Maternidade Bissaya Barreto], nós tivemos de recorrer a uma técnica internacional de reconhecimento.
[...] A Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés quer estender a iniciativa “Amigos dos Bebés” aos centros de saúde e universidades.
[...] A enfermeira Teresa Félix, da Comissão Nacional, acrescentou que faz “todo o sentido” os centros de saúde e as universidades ligadas à saúde estarem envolvidos nesta dinâmica, como acontece noutros países, para um melhor apoio e acompanhamento das mulheres grávidas.
[...] A ARS/Norte também tem apostado na promoção do aleitamento materno, tendo desde Abril de 2007 iniciado a formação de profissionais nesta área, abrangendo já cerca de 250 especialistas, entre os quais médicos e enfermeiros, segundo a médica Maria Constantina Silva.
Para promover o aleitamento materno foi lançada uma campanha global destinada a informar e incentivar ao apoio da comunidade ao aleitamento materno.
Um site na Internet (www.cantinhodaamamentacao.com ) e um fórum de discussão são alguns dos suportes disponíveis para informar e criar “uma comunidade de verdadeiros apoiantes da amamentação”.
A enfermeira Marília Pereira, especialista em Saúde Materna e Obstetrícia e consultora de aleitamento materno, disse que “para que a amamentação seja bem sucedida e duradoura é necessário que a família, os profissionais de saúde e a comunidade apoiem a mãe que amamenta, protejam e promovam o aleitamento materno”.
“O aleitamento materno é o único alimento completo e ideal para o bebé até ao sexto mês de vida”, sublinhou a enfermeira.
Fonte: Jornal do Algarve, 7/10/2008
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Segundo Adelaide Taborda, obstetra da Maternidade Bissaya Barreto (MBB), “nas últimas décadas as taxas de aleitamento materno desceram muito abaixo do desejado”.
«[...] Logo no primeiro mês, as dúvidas e a falta de apoio às mães fazem a taxa de aleitamento baixar, tornando importante, de acordo com Adelaide Taborda e Ana Paula Costa [enfermeira da MBB], uma continuidade de promoção nos centros de saúde. Depois, é ao quarto mês que a descida volta a acentuar-se, com o regresso das mães ao trabalho e aqui é fundamental a compreensão dos empregadores. “Uma solução é retirar o leite e congelá-lo, algumas mães já o fazem”, mas bom mesmo, para esta e para outras questões que têm a ver com a saúde do bebé, seria que a licença de maternidade efectiva fosse de seis meses, consideram. [...]»
Fonte: Diário de Coimbra, 6/10/2008, “Taxas de aleitamento materno longe das recomendações da OMS”.
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A gravidez é um período muito especial na sua vida – está a criar uma vida nova e vai viver um período impor. Todas as partes do seu corpo estão agora sujeitas a uma grande mudança, tais como peito, abdómen, pernas e ancas. Especialmente para estas necessidades AnitaMaternity oferece uma colecção moderna e funcional para apoiar as mamãs. Assim foi criada uma colecção de lingerie e fatos de banho confortáveis, bem elaborada e prática para o período mais íntimo a dois.
Anita Maternity alia a experiência de mais de quarenta anos às necessidades de conforto e bem-estar. O mais alto padrão de qualidade em design, acabamento e escolha de materiais macios são factores indiscutíveis para Anita Maternity, como lider do mercado.
Anita Maternity cria novidades para si atendendo às necessidades duma mãe moderna, não só em termos de função como de moda.
O objectivo da Anita Maternity é o de ajudar durante a gravidez e durante o período de amamentação e de oferecer um carinho muito especial.
Fonte: “Lingerie para futuras mamãs e mamãs que amamentam”, Anita Maternity, 2008
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