Amamentação e Gripe Suína

A associação ILCA (International Lactation Consultant Association) insta as mães, trabalhadores da saúde e a comunidade em geral para promover, apoiar e incentivar a amamentação, que providencia aos bebés anticorpos humanos que podem ajudar a combater doenças.

A ILCA apoia as recomendações dos CDC (Centers for Disease Control and Prevention), “Interim Guidance – Pregnant Women and Swine Influenza: Considerations for Clinicians”, que aconselham as mães lactantes para continuar a amamentar enquanto estiverem a tomar medicações antivirais, quando houver essa indicação. O guia dos CDC, disponível em http://www.cdc.gov/swineflu/clinician_pregnant.htm, recomenda que as mães que amamentam, que venham a a contrair a gripe, tomem medidas para minimizar a exposição do lactente, incluindo a lavagem das mãos e eventualmente cubrindo a boca/nariz da mãe com uma máscara.

Os CDC reportam ainda que, ainda que se desconheça o risco de transmissão da gripe suína da mãe para o bebé através da amamentação, os relatos de transmissão da gripe sazonal são raros.

Fontes:

“BREASTFEEDING SHOULD CONTINUE DURING SWINE FLU OUTBREAK”, ILCA, 1/05/2009

“Recomendações da ILCA – International Lactation Consultant Association sobre Leite Materno e Humano e Gripe A”, Sociedade Portuguesa de Neonatologia

A importância da correcção da pega no processo da amamentação

Um estudo português sobre os benefícios de corrigir a forma como um bebé «pega» na mama da mãe quando está a ser amamentado acaba de ser distinguido em Espanha como o melhor sobre a temática do aleitamento materno, refere a Lusa.

[…] O estudo conclui que a correcção da pega do bebé à mama na primeira mamada aumenta significativamente a duração do aleitamento materno, disse a principal autora, Adriana Pereira.

[…] Esse êxito «é benéfico não só para a saúde da mãe e do bebé, como para a família, a sociedade e o meio ambiente, segundo atestam todos os estudos científicos até agora realizados», sublinhou.

Nesse sentido, a autora considera muito importante que as mães conheçam e saibam identificar os sinais de pega correcta para ajudarem os próprios bebés.

[…] Adriana Pereira explicou que «o bebé deve ficar com a boca bem aberta quando está a mamar, com o lábio inferior virado para fora e com o queixo a tocar na mama».

Além disso, a aréola (parte escura da mama) «deve ver-se mais acima da boca do que abaixo, e habitualmente as bochechas ficam arredondadas e não chupadas para dentro».

[…] O estudo, feito no âmbito do doutoramento de Adriana Pereira em Ciência Biomédicas pela Universidade do Porto, em 2005, está publicado num livro intitulado «Aleitamento materno – a importância da correcção da pega no processo da amamentação – resultados de um estudo experimental”, editado pela Lusociência em 2006.

Adriana Pereira é membro fundador do Comité Nacional para o Aleitamento Materno e formadora nesta área para a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a UNICEF.

Fonte: TVI, Amamentação: estudo português premiado, 22-03-2009

Hospital do Barlavento Algarvio certificado como "Amigos dos Bebés"

O Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão, recebeu ontem das mãos da ministra da Saúde, Ana Jorge, o certificado de “Hospital Amigos dos Bebés”, uma distinção da UNICEF já atribuída ao Hospital Garcia d´Orta e Maternidade Bissaya Barreto.

“Já temos três hospitais ‘Amigos dos Bebés’, mas precisamos continuar este trabalho de promoção do aleitamento materno em Portugal”, afirmou a ministra da Saúde na Conferência da UNICEF/Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés, que assinala a “Semana do Aleitamento Materno”, com o tema “Apoio às Mães no Sucesso da Amamentação”.

[…] O presidente da UNICEF Portugal, Manuel Pina, adiantou que a tarefa de certificar os hospitais Amigos dos Bebés está agora mais facilitada, porque já existe uma “carteira de avaliadores nacionais” e já não é preciso recorrer a especialistas internacionais.

“Até agora, ao segundo HAB [Maternidade Bissaya Barreto], nós tivemos de recorrer a uma técnica internacional de reconhecimento.

[…] A Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés quer estender a iniciativa “Amigos dos Bebés” aos centros de saúde e universidades.

[…] A enfermeira Teresa Félix, da Comissão Nacional, acrescentou que faz “todo o sentido” os centros de saúde e as universidades ligadas à saúde estarem envolvidos nesta dinâmica, como acontece noutros países, para um melhor apoio e acompanhamento das mulheres grávidas.

[…] A ARS/Norte também tem apostado na promoção do aleitamento materno, tendo desde Abril de 2007 iniciado a formação de profissionais nesta área, abrangendo já cerca de 250 especialistas, entre os quais médicos e enfermeiros, segundo a médica Maria Constantina Silva.

Para promover o aleitamento materno foi lançada uma campanha global destinada a informar e incentivar ao apoio da comunidade ao aleitamento materno.

Um site na Internet (www.cantinhodaamamentacao.com ) e um fórum de discussão são alguns dos suportes disponíveis para informar e criar “uma comunidade de verdadeiros apoiantes da amamentação”.

A enfermeira Marília Pereira, especialista em Saúde Materna e Obstetrícia e consultora de aleitamento materno, disse que “para que a amamentação seja bem sucedida e duradoura é necessário que a família, os profissionais de saúde e a comunidade apoiem a mãe que amamenta, protejam e promovam o aleitamento materno”.

“O aleitamento materno é o único alimento completo e ideal para o bebé até ao sexto mês de vida”, sublinhou a enfermeira.

Fonte: Jornal do Algarve, 7/10/2008

Taxas de aleitamento materno longe das recomendações da OMS

Segundo Adelaide Taborda, obstetra da Maternidade Bissaya Barreto (MBB), “nas últimas décadas as taxas de aleitamento materno desceram muito abaixo do desejado”.

«[…] Logo no primeiro mês, as dúvidas e a falta de apoio às mães fazem a taxa de aleitamento baixar, tornando importante, de acordo com Adelaide Taborda e Ana Paula Costa [enfermeira da MBB], uma continuidade de promoção nos centros de saúde. Depois, é ao quarto mês que a descida volta a acentuar-se, com o regresso das mães ao trabalho e aqui é fundamental a compreensão dos empregadores. “Uma solução é retirar o leite e congelá-lo, algumas mães já o fazem”, mas bom mesmo, para esta e para outras questões que têm a ver com a saúde do bebé, seria que a licença de maternidade efectiva fosse de seis meses, consideram. […]»

Fonte: Diário de Coimbra, 6/10/2008, “Taxas de aleitamento materno longe das recomendações da OMS”.

O apoio da Anita Maternity durante a gravidez e a amamentação

Anita Maternity

A gravidez é um período muito especial na sua vida – está a criar uma vida nova e vai viver um período impor. Todas as partes do seu corpo estão agora sujeitas a uma grande mudança, tais como peito, abdómen, pernas e ancas. Especialmente para estas necessidades AnitaMaternity oferece uma colecção moderna e funcional para apoiar as mamãs. Assim foi criada uma colecção de lingerie e fatos de banho confortáveis, bem elaborada e prática para o período mais íntimo a dois.

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Anita Maternity cria novidades para si atendendo às necessidades duma mãe moderna, não só em termos de função como de moda.

O objectivo da Anita Maternity é o de ajudar durante a gravidez e durante o período de amamentação e de oferecer um carinho muito especial.

Fonte: “Lingerie para futuras mamãs e mamãs que amamentam”, Anita Maternity, 2008