Viaje feliz, regresse em segurança

O mundo espera-vos! Pessoas para conhecer, lugares a visitar, aprender coisas novas! Viajar com o seu filho será sempre uma grande aventura, por isso, tenha em atenção alguns conselhos de segurança e, prepare-se para seguir viagem!

viajar Seja uma viagem curta ou de longa distância, passear com o seu filho de automóvel será para ambos um momento muito reconfortante. Para que o faça sem preocupações, terá que se certificar que a segurança é a sua prioridade máxima e que o seu filho esteja feliz e devidamente instalado.

Segurança em primeiro lugar

Escolha sempre uma cadeira-auto de qualidade, produzida por um fabricante credível. E nunca compre uma cadeira em segunda-mão, pois apesar de ter bom aspecto e parecer nova, a cadeira pode estar danificada e o seu uso pode implicar riscos. Para uma máxima segurança escolha uma cadeira-auto com o sistema de Protecção Lateral.

Certifique-se também de que a cadeira-auto que comprou corresponde ao grupo correcto para o seu filho e de que está devidamente instalada. Faça as suas compras nos pontos de venda da marca e peça conselhos ao lojista.

Torne as viagens divertidas

Em viagens de longa distância faça algumas paragens para relaxar, esticar as pernas e respirar ar fresco. Algumas cadeiras auto possuem uma posição de reclinação que permitirá que o seu filho faça algumas sestas.

Quando chegar ao seu destino…

Certifique-se de que leva roupas apropriadas para o seu filho de acordo com as condições climatéricas que irão encontrar. Se estiver quente, leve protecção solar, se estiver neve confirme se conseguirá circular com o seu carrinho de bebé.

Fonte: Bébé Confort

Voar alto – viajar de avião com crianças

Ir de férias é sempre excitante e divertido, especialmente se for a primeira viagem de avião do seu filho. Será uma grande aventura para ambos! E, para que seja uma experiência bem sucedida prepare com antecedência todos os pormenores da viagem.

Viajar de avião será uma experiência extraordinária para o seu filho, que se inicia desde o momento em que chegam ao movimentado aeroporto. Lembre-se que o deve manter sempre perto de si, mas acima de tudo esforce-se para aproveitarem ao máximo a viagem.

Voos amigos das crianças

É uma óptima ideia falar antecipadamente sobre a vossa viagem. O seu filho ficará excitado quando descobrir que vai viajar de avião. Poderá recorrer a livros ou imagens para apreender mais sobre viagens de avião e tornar, com isto, esta experiência mais divertida e educacional! Pode ainda comprar aviões de brincar não se esquecendo de indicar quais os aeroportos pelos quais irá passar.

Será também muito divertido se, antes de viajar, levar o seu filho a visitar um aeroporto. Ele irá ficar fascinado ao ver os aviões a levantarem voo e a aterrarem e habituar-se-á assim a toda a azáfama do aeroporto.

Prepare-se

Será uma óptima ideia se explicar ao seu filho o porquê da diferença de pressão que se sente nos ouvidos, no momento de levantar voo e de aterrar. Os tampões para os ouvidos podem aliviar a pressão e diminuir os casos mais dolorosos. Algumas companhias aéreas já possuem uns kits especiais para crianças. Confirme antecipadamente com a companhia aérea se esta possui estes kits.

Torne a viagem divertida

Em viagens longas certifique-se de que leva consigo alguns brinquedos e jogos para entreter o seu filho durante o voo. À medida que as horas vão passando, vá-lhe dando um brinquedo ou um livro para que tenha sempre algo diferente para fazer; exemplos: lápis de cor, cadernetas de autocolantes, uma boneca, um carro ou… um avião!

Quando se deve fazer a transição da cadeira auto do Grupo 1 para uma do Grupo 2/3?

pearl Para segurança do seu filho, recomendamos que utilize a cadeira auto do Grupo 1 durante o máximo de tempo possível. Espere que o seu filho atinja o peso máximo (18kg) ou que a cabeça dele ultrapasse a estrutura da cadeira auto. ferofix

Enquanto a cabeça do seu filho estivar protegida pela estrutura da cadeira, aconselhamos a que não efectue a transição para a cadeira auto do grupo seguinte, para que o seu filho tenha a melhor protecção possível.

Fonte: Bébé Confort

Quando se devem substituir as tetinas?

tetinas Uma tetina pode durar, em média, dois a três meses.

As principais causas de desgaste são:
• Quando o bebé começar a alimentar-se de forma mais vigorosa e com o nascimento dos seus primeiros dentes;
• As variações de temperatura;
• As esterilizações químicas;
• A utilização vigorosa do escovilhão para o biberão.
Para prolongar a vida das tetinas, pode:
• Usar um escovilhão apropriado para tetinas para uma limpeza suave, sem exercer muita força à volta das aberturas;
• Evite a exposição prolongada das tetinas ao ar e à luz solar;
• Guarde as tetinas numa gaveta ou numa caixa quando as mesmas estiverem completamente secas.

O Puerpério na MAC

A Maternidade Alfredo da Costa (MAC) produziu o vídeo "O Puerpério na MAC", no qual a Dr.ª Guida Gomes (Interna do Internato Complementar de Obstetrícia e Ginecologia da MAC), com a Interpretação em Língua Gestual Portuguesa por Andreia Vieira (Aluna Finalista da Licenciatura Língua Gestual Portuguesa), explica o que as grávidas:

  • Deverão levar nas suas malas para a MAC, para elas e para os seus bebés;

  • Quando deverão dirigir-se à Maternidade;

  • Que documentos são necessários apresentar;

  • O que acontece depois de o bebé nascer;

  • E que papel deverão desempenhar os acompanhantes e visitas.

 

Tchau chupeta

O seu filho tem três anos e não quer dizer adeus à chupeta?

Alguns conselhos:

Associe a chupeta apenas à hora de dormir

Distraia a criança quando esta quer a chupeta por estar aborrecida

Transmita gradualmente à criança que já não necessita da chucha

Elogie a criança sempre que esta não use a chupeta

Aponte exemplos de crianças que já deixaram a chupeta

…Quando tudo falhar, experimente a música “Tchau Chupeta” do projecto “pequeno cidadão”.

Tchau Chupeta

pequeno cidadão | MySpace Music Videos

Os pediatras e a utilização da chupeta

«[…] Grande parte dos médicos só as aconselha quando o bebé já mama bem, e sempre com moderação na hora de dormir. Entre os mais cépticos está Mário Cordeiro. A chupeta deve ser usada como “último recurso, em períodos em que o bebé tem necessidade de chuchar e apenas quando vai dormir”, diz o especialista.

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[…] O chefe de Serviço de Pediatria e responsável pela Unidade de Neonatologia do Centro Hospitalar de Cascais, Luís Pinheiro – que tem um site na Internet onde responde às dúvidas dos pais – vai logo advertindo que prefere que o bebé “mame na chupeta do que no dedo” que é um vício difícil de abandonar. Já a chucha só se transforma em vício “quando os pais a deixam usar a torto e a direito”. Defende por isso que a partir dos 18 meses o seu uso deve restringir-se à hora de dormir.

Também alguns estudos têm demonstrado que o uso de chupeta pode reduzir a incidência de síndroma da morte súbita do lactente.

[…] O ideal, defende Hercília Guimarães [directora do Serviço de Neonatologia do Hospital de S. João], é utiliza-la a partir do segundo mês de vida. Mas apenas para acalmar “o bebé que é muito exigente, que está sempre a chorar e procura mamar em tudo desde o dedo ao cobertor”. Muito importante é que a criança “nunca seja obrigada a usar chupeta”.

[…] Rosa Gouveia, da direcção da Secção de desenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP), refere que “só deve ser oferecida ao recém-nascido depois da amamentação estar bem estabelecida, de modo a não o confundir”, mas sem, contudo, apontar períodos de adaptação. “Não havendo esta aprendizagem, a maior parte dos bebés irá chuchar no dedo”, alerta.

[…] Pelo contrário, a Alta Comissária da Saúde, Maria do Céu Machado, defende que não existe qualquer incompatibilidade entre o uso da chucha e a amamentação.

Mesmo assim, a pediatra aconselha a usá-la “a partir da segunda semana para a mãe se habituar a acalmar o recém-nascido com a voz e não com a chupeta”. Mas, avisa, “sem exageros”. E com o tempo, só para adormecer.

Dos problemas que podem surgir com a chucha, dependendo do seu formato, é a deformação dentária. Segundo Mário Cordeiro, existem no mercado chupetas “ortodônticas, que são achatadas e interferem menos com a dentição, tendo também a vantagem de simular melhor o mamilo materno”.»

Pode ler o artigo completo em: Diário de Notícias, 18/10/2009 (artigo de Susana Pinheiro).

O que precisam saber as mulheres que amamentam acerca do novo vírus da gripe A (H1N1)v

A Direcção-Geral de Saúde publicou um conjunto de recomendações sobre o vírus da Gripe A (H1N1)v no Portal da Saúde. Transcrevemos abaixo as recomendações da DGS para mulheres que amamentam:

Considerações:

  • As mães não doentes com o vírus da gripe A(H1N1)v, deverão ser encorajadas a iniciar precocemente a amamentação e a amamentar com frequência os seus filhos.
  • Idealmente os bebés deverão receber sobretudo leite materno. Eliminar a desnecessária substituição com fórmulas para lactentes, ajudará os bebés a adquirir um maior número de anticorpos maternos (Anticorpos são proteínas fabricadas no corpo pelo sistema imunitário que ajudam a combater a infecção).
  • Os recém-nascidos têm um elevado risco de doença grave com este novo vírus da gripe A(H1N1)v e muito pouco se sabe, ainda, sobre a prevenção da gripe A. Se viável apenas os adultos saudáveis deverão cuidar dos recém-nascidos, inclusive para os alimentar.
  • O risco de transmissão através do leite é desconhecido. No entanto, os estudos efectuados sobre a presença de vírus no leite humano na gripe sazonal, sugerem que esse risco é raro, pelo que se supõe que a passagem deste vírus no leite seja também pouco provável.
  • As mulheres doentes com a infecção pelo vírus da gripe A(H1N1)v podem extrair o leite, para recipientes próprios, e solicitar a um membro da família que esteja saudável que o dê ao bebé.

1. O que posso fazer para proteger o meu bebé deste vírus?

  • Tenha um cuidado extra em lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, durante 15 a 20 segundos, ou com uma solução alcoólica.
  • Mantenha o bebé afastado de pessoas doentes.
  • Limite a permuta de brinquedos com outras crianças sobretudo se os levam à boca.
  • Lave frequentemente com água e sabão os objectos que o bebé ponha na boca.

2. Amamentar protege os bebés desta nova gripe?

  • Os bebés não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização, por doença respiratória grave, do que os amamentados.
  • Os recém-nascidos não amamentados têm menor capacidade de se defenderem da infecção pois não dispõem dos anticorpos protectores que passam no leite das mães.
  • Como se trata de um vírus novo não se conhece ainda a protecção específica para esta situação.

3. E se Eu estiver doente? Posso amamentar o meu bebé?

Sim. O aleitamento materno deve ser apoiado também perante esta doença, porque protege os bebés de infecções respiratórias.

  • A mãe doente com gripe A(H1N1)v deve ser encorajada a fazer a extracção do seu leite. Durante o período de contágio, o bebé deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa/familiar não doente.
  • A mãe doente com gripe A(H1N1)v, sem mais ninguém que possa cuidar ou alimentar o seu bebé, é importante reforçar os cuidados: 
    • Ter cautela em não tossir ou espirrar a menos de 1 metro do bebé ou para a sua face;
    • Proteger o nariz e a boca com um lenço quando tosse ou espirra;
    • Lavar as mãos depois de espirrar ou tossir;
    • Utilizar máscara quando cuida do bebé. (Substitua-a se a sentir húmida);
    • Retirar a máscara tocando apenas nos atilhos/elásticos e não na frente (se tocar na parte da frente da máscara deve lavar cuidadosamente as mãos antes de tocar no seu bebé).

4. Poderei continuar a amamentar se estiver a tomar medicamentos para prevenir ou tratar esta gripe?

Sim. O tratamento ou profilaxia com medicação antiviral não constitui contra-indicação para a amamentação.

5. Interrompo a amamentação se suspeitar que tive contacto com o vírus da gripe A(H1N1)v?

Não. As mães produzem anticorpos para combater as infecções com as quais entram em contacto e o seu leite fica adequado a debelar as mesmas infecções nos seus filhos. O aleitamento materno ajuda a desenvolver a capacidade do bebé para se defender das doenças infecciosas, deve no entanto utilizar as medidas preventivas anteriormente descritas.

6. E se o meu bebé ficar doente, posso amamentá-lo?

Sim. O melhor que pode fazer pelo seu bebé doente é manter o aleitamento. Ofereça-lhe a mama com maior frequência.

  • Os bebés que estão doentes têm maior necessidade de líquidos. O que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro, melhor que a água, o sumo ou soluções de reposição hidroelectrolítica, porque também ajuda a proteger o sistema imunitário do bebé.
  • Se o seu filho está tão doente que não consegue mamar, pode oferecer o seu leite por copo, biberão, seringa ou conta gotas.

Fonte: “Doença pelo novo vírus da gripe A (H1N1)v – Mulheres grávidas ou a amamentar“, Direcção-Geral da Saúde (Portal da Saúde).

O que as mulheres grávidas precisam de saber acerca do novo vírus da gripe A (H1N1)v

A Direcção-Geral de Saúde publicou um conjunto de recomendações sobre o vírus da Gripe A (H1N1)v no Portal da Saúde. Transcrevemos abaixo as recomendações da DGS para mulheres grávidas:

1. E se eu estiver grávida e contrair esta nova gripe?

As mulheres grávidas têm maior probabilidade de ter complicações graves com a nova gripe A(H1N1)v tal como acontece com a gripe sazonal, mas não há evidência que tenham maior probabilidade de contrair esta infecção.
Saiba que se ficar doente pode fazer o mesmo tratamento que o resto da população.

2. O que posso eu fazer para me proteger a mim, ao meu bebé e família?

Não existe actualmente vacina para esta infecção.
As medidas preventivas são muito importantes.
Siga estes passos para prevenir a propagação de vírus e proteger a sua saúde:

  • Cubra o nariz e a boca com um lenço de papel sempre que tosse, espirra ou alguém o faz perto de si. Deite o lenço no lixo após a utilização;
  • Lave frequentemente as mãos, com água quente e sabão, durante 15 a 20 segundos; especialmente depois de um espirro ou tosse. Se utilizar um gel de lavagem de mãos à base de álcool, não adicione água e espalhe o gel nas mãos até que evapore/seque;
  • Em ambientes muito movimentados, evite tocar nos olhos, nariz e boca, antes de lavar as mãos. O vírus também se propaga deste modo;
  • Se for indicada a sua utilização, use correctamente as máscaras faciais.
  • Evite o contacto com pessoas doentes.

3. Quais os sintomas de gripe A (H1N1)v?
Os sintomas são parecidos com os da gripe sazonal habitual e incluem o seguinte:

  • Febre
  • Tosse
  • Dores de garganta
  • Dores musculares
  • Dores de cabeça
  • Erupção cutânea
  • Arrepios e fadiga
  • Por vezes diarreia e vómitos

4. O que devo fazer se ficar doente?

  • Se teve contacto próximo com alguém infectado com a gripe A, ou que esteja a ser tratado por contacto com o vírus da gripe A(H1N1)v, contacte a Linha “Saúde 24” 808 24 24 24 e esclareça se precisa de tratamento.
  • Se houver casos de gripe A(H1N1)v na sua comunidade preste atenção especial ao seu corpo e ao que está a sentir.
  • Se sentir sintomas ligeiros de gripe, permaneça em casa, limite o contacto com outras pessoas e telefone para a Linha “Saúde 24” 808 24 24 24.

5. Como é tratada esta gripe?

  • Trate a febre. Manter a temperatura dentro dos seus valores habituais é muito importante para o seu bebé. O Paracetamol é o melhor tratamento para a febre durante a gravidez e pode ser tomado 1gr de 8/8horas. Se tiver dúvidas pode ligar para a Linha “Saúde 24” 808 24 24 24.
  • Beba água ou outros líquidos, em abundância para repor os que perdeu por estar com febre.
  • Os medicamentos antivirais como o Tamiflu® (oseltamivir) ou Relenza® (zanamivir) só devem ser utilizados sob prescrição médica. Não estão descritas complicações na grávida ou no feto com a utilização destes fármacos.

Fonte: “Doença pelo novo vírus da gripe A (H1N1)v – Mulheres grávidas ou a amamentar“, Direcção-Geral da Saúde (Portal da Saúde).