CESR Promove Segurança Rodoviária

Vai ser apresentada no Auditório da Representação da Comissão Europeia em Lisboa a Carta Europeia de Segurança Rodoviária (CESR). O Evento terá lugar amanhã, dia 20 de Junho e contará com a presença de Rui Pereira, ministro da Administração Interna. A Bébé Confort Coimbra também estará presente como um dos primeiros signatários Carta Europeia de Segurança Rodoviária, em Abril de 2007.

«A CESR é um fórum e uma plataforma promovida pela Comissão Europeia, no âmbito do Programa de Acção para a Segurança Rodoviária, que permite aos utilizadores a troca de experiências e de novas ideias sobre segurança rodoviária na Europa. A consciencialização dos cidadãos para a necessidade urgente de reduzir os acidentes rodoviários é o principal objectivo desta iniciativa.

Lançada há quatro anos, a CESR pretende reduzir para metade o número de mortes nas estradas europeias até 2010. Portugal encontra-se em quinto lugar entre os países comunitários que mais reduziram o número de mortes na estrada. De acordo com o comunicado do Ministério da Administração Interna, em 2006 assistiu-se a uma redução de 42 por cento do número de vítimas mortais em relação ao ano de 2001.»*

*Fonte: Portal do Cidadão

Prémio para Jardim de Infância

A iniciativa que a Bébé Confort Coimbra empreendeu no âmbito da Primeira Semana Mundial das Nações Unidas para a Segurança Rodoviária culminou esta Segunda-feira com a entrega do prémio ao melhor projecto.

Durante uma semana cerca de 150 crianças de vários jardins de infância de Coimbra tiveram sessões sobre prevenção rodoviária. Através da iniciativa “Alerta Global – Vídeos de Segurança Rodoviária de Todo o Mundo” foram mostrados diversos vídeos educativos e campanhas de segurança rodoviária.

As crianças que participaram dos jardins de infância “O Caracol”, “A Casa da Avó”, “O Ninho”, “Infantário da Maternidade Bissaya Barreto” e ”Centro da Sagrada Família”, expuseram os conhecimentos adquiridos, de modo criativo, através de desenhos alusivos ao tema “segurança rodoviária”. Cada jardim de infância elaborou um dossier com os trabalhos dos meninos e os principais conceitos tratados. Os desenhos revelam a atenção dos meninos e as suas principais preocupações: semáforos, passadeiras, cintos de segurança e cadeirinhas.

A Bébé Confort Coimbra premiou o trabalho realizado pela Sala dos 5 anos do Jardim de Infância “O Caracol”, da Casa do Pessoal dos HUC, com um cheque-prenda de € 250,00. Todos os meninos que participaram nesta iniciativa fizeram trabalhos excelentes mas os deste jardim de infância destacaram-se, beneficiando, sem dúvida, do facto de “O Caracol” ter escolhido a prevenção rodoviária como tema principal para este ano lectivo.

Uma semana em cheio com muitas crianças

Esta semana tem sido muito produtiva a nível de in/formação; os meninos foram muito receptivos, de tal modo que já tivemos o feedback positivo de muitos pais e familiares que entretanto foram passando pela loja.

O vídeo que mais os impressiona é o da Malásia – uma criança da idade deles  é transportada sem cadeira e sem cinto no banco de trás… O choque com o vidro frontal é apenas sugerido, mas é o suficiente para os tocar. É um filme da Kementeriuan Pengangkutan Malaysia.

Os meninos ficaram muito felizes com a visita à loja e com a sessão de educação rodoviária. Agora estamos a aguardar que nos enviem os seus desenhos, que serão expostos na loja.

O Primeiro Dia Europeu da Segurança Rodoviária

Filipe Teixeira e Miguel Pedro dão autógrafos aos meninos filipe-teixeira-e-miguel-pedro_2.jpg filipe-teixeira-e-miguel-pedro_3.jpg filipe-teixeira-e-miguel-pedro_4.jpg sic-miguel-pedro.jpg sic-miguel-pedro-1.jpg filipe-teixeira-e-miguel-pedro_5.jpg

Hoje foi um dia diferente de todos os outros. O infantário que tivemos hoje também chegou à loja à hora marcada e os meninos portaram-se espectacularmente bem! Colocaram questões muito diversificadas e reponderam a todas as perguntas postas pela Sandra.

Quando o primeiro vídeo de educação rodoviária terminou, queriam logo ver mais. Mas depois veio um momento de compensação. Os jogadores de futebol da Académica, Filipe Teixeira e Miguel Pedro, explicaram aos meninos que só deviam jogar à bola no recreio ou em espaços próprios e de seguida deram autógrafos e distribuíram prendas.

Tudo isto foi filmado pela SIC, que depois também entrevistou alguns meninos. Passa amanhã no Jornal da Noite da SIC. Os repórteres da SIC ainda se riram com as respostas de alguns miúdos. A certa altura a Sandra perguntou se todos colocavam o cinto quando andavam de carro. Vários começaram a dizer que sim e que até punham eles próprios o cinto, ao que um ergueu a voz e afirmou que ele punha o cinto sozinho mas o pai não! Foi uma risota geral.

Também esteve presente a Senhora Rosa Isabel Cruz em representação do Governo Civil de Coimbra. Elogiou-nos o trabalho efectuado e foi bastante simpática.

Até agora correu tudo muito bem, neste Primeiro Dia Europeu da Segurança Rodoviária.

Sarmento e Gyano em grande forma

Sarmento e Gyano dão presentes aos meninos  Visionamento de filme de educação rodoviária

Hoje a sessão foi muito engraçada e movimentada. Os meninos vinham muito animados porque o tema que estão a debater ao longo do ano é este mesmo – “segurança na estrada”.O alinhamento foi semelhante ao dos outros dias. Viram o filme educativo, responderam às perguntas, verificaram a grande distância que os separa do 1,50m (têm 5/6 anos), sentaram-se na cadeira de apoio e aprenderam a ajustar bem o cinto de segurança.

A diferença hoje foi mesmo a presença do Sarmento e do Gyano da Académica. O divertimento foi geral, as crianças participaram activamente e rejubilaram com as bolas de futebol assinadas pelos dois jogadores (e nossos clientes e amigos).

O Gyano e o Sarmento tiveram uma actuação em campo fantástica. Marcaram muitos pontos de simpatia bem visíveis nos rostos dos meninos. E claro, fomos aproveitando para lhes dizer que só se brinca com a bola em parques e recintos próprios e não na rua.

O momento mais divertido foi quando, logo após a apresentação do Gyano e do Sarmento, dois meninos de cinco anos se levantaram e disseram que também eles eram jogadores de futebol. Mas o momento alto foi, sem margem para dúvida, quando as crianças do infantário cantaram o seu tema sobre segurança na estrada. Foi excelente.

Uma das crianças que esteve de manhã, veio à loja com a mãe ao final do dia. A mãe disse que ela tinha gostado muito e não tinha parado de falar sobre o que vira, desde que a tinha ido recolher ao infantário. Tinha ficado muito impressionada com o spot da Malásia. É um pouco forte, é certo, mas sugere a violência do acidente sem o mostrar de facto. Aparentemente, é bastante eficaz.

Amanhã vai ser o grande dia – o Primeiro Dia Europeu da Segurança Rodoviária. Vamos ter mais um infantário, outros jogadores da Académica, um representante do Governo Civil e mais imprensa.

Estradas do mundo, de Portugal e da Região Centro

Segundo o relatório “Youth and Road Safety” da Organização Mundial de Saúde recentemente publicado, os acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte entre os jovens com menos de 25 anos, com mais de mil mortos por dia em todo o mundo. Foi este o motivo pelo qual as Nações Unidas decidiram dedicar a Primeira Semana Mundial de Segurança Rodoviária a este grupo etário.

Os acidentes rodoviários são a principal causa de morte entre os jovens de 15 a 19 anos e estão entre as primeiras causas de morte entre os menores de 25 anos. Apesar de representarem apenas cerca de 10% da população mundial, os jovens correspondem a 27% das vítimas fatais.

As crianças e os jovens adultos são de facto os utilizadores da estrada mais vulneráveis. Mas, tal como indica o slogan adoptado para esta primeira semana, “road safety is no accident” – a sinistralidade rodoviária pode ser evitada, está nas nossas mãos… ao volante!

Em Portugal, a sinistralidade rodoviária também é assaz elevada. Não temos a mesma proporção de mortos na estrada por cada milhão habitantes que tem a Rússia (241 em 2004) mas, ainda assim, é uma das mais elevadas da OCDE (com 124 mortos por cada milhão de habitantes em 2004). A Suécia, por exemplo, “apenas” teve 53 mortos.

Em Portugal, tal como no resto do mundo, os acidentes de viação também continuam a ser uma das principais causas de morte em crianças e jovens. Segundo o relatório “Sinistralidade Rodoviária 2006” do Observatório de Segurança Rodoviária, entre os passageiros, “o maior número de mortos verificou-se nos grupos situados entre os 15 e os 29 anos (41,4%), o de feridos graves entre os 15 e os 24 anos (35,2%) e entre os feridos ligeiros evidenciou-se o grupo das crianças com idade inferior ou igual a 14 anos (16,1%).”

Ao nível da Região Centro, apesar de se ter registado uma diminuição relativamente ao ano anterior, ao longo de 2006 os acidentes de viação causaram a morte a 266 pessoas e resultaram em 949 feridos graves.

No meio de toda esta tragédia ressalta um factor positivo: tem havido uma evolução apreciável no sentido da diminuição da sinistralidade. Comprova-se o slogan: “a segurança rodoviária não é acidental”.

Um dia com mais liberdade

Hoje tivemos meninos muito especiais de uma instituição da cidade. Foram poucos mas bons. Não quer dizer que os dos outros dias não fossem também bons e especiais. Mas os de hoje requerem mais atenção e dão também respostas diferentes. Todos iguais, todos diferentes.

Viram o filme com muita atenção e identificaram os perigos que podem resultar da utilização da estrada.

Como se trata de um evento a nível mundial, temos tido o cuidado de frisar que muitas crianças do mundo inteiro estão também neste momento a aprender coisas sobre segurança rodoviária. Os meninos de hoje eram especialmente atentos aos detalhes e foram os únicos que repararam nos posters das Nações Unidas e os interpretaram de modo correcto. Uma sagacidade apreciável atendendo a que vivem numa instituição.

Julgo que foi um bom de 25 de Abril para eles, um dia com mais liberdade.

Campanhas de prevenção rodoviária sem pára-choques?

A avaliação da eficácia das campanhas de prevenção na diminuição do número e gravidade de acidentes rodoviários é muito difícil de empreender. Mesmo que se comprove que as pessoas retiveram a mensagem tal não implica que os seus comportamentos na estrada se modifiquem em conformidade. Ter informação não é sinónimo de estar persuadido.

É certo que sem informação a sua conduta na estrada não poderia ser minimamente adequada. As crianças, por exemplo, têm de aprender o que significa um sinal vermelho. Mas quando se trata de campanhas televisivas ou de imprensa com o objectivo de induzir o público, em geral, a rever a sua atitude nas estradas a tarefa é mais vasta e árdua.

A maioria das campanhas de prevenção rodoviária recorrem ao medo e/ou à ameaça para transmitir a sua mensagem de modo mais premente. A própria informação dos meios de comunicação social sobre este tema foca essencialmente os acidentes mais aparatosos e dramáticos e a contabilização dos mortos (como na recente “Operação Páscoa”). Esta incidência no “factor medo” pode nem sempre ser a mais eficaz porque o condutor individualmente, ante a tragédia que lhe é comunicada, fica com a percepção que tem competências de condução acima da média e que está mais seguro do que os outros – aquilo que se poderia designar por síndrome “eu é que sou o melhor condutor do mundo”.

Apesar de toda a controvérsia as campanhas que recorrem ao medo são, em geral, consideradas as mais eficazes. No entanto, o nível de temor suscitado deve ser o adequado à mensagem transmitida e ao respectivo público-alvo.

A televisão é considerada o meio mais eficaz. Todavia, se não for acompanhada por acções noutros meios (principalmente, rádio e imprensa) e se não tiver a exposição e intensidade apropriadas, não terá a mesma eficácia

As campanhas dirigidas a grupos etários específicos (como sejam as crianças e o jovens) ou a grupos de risco particular (consumidores abusivos de álcool) exigem canais suplementares e mais directos para veicular a mensagem, como sejam a escola, a família ou o grupo de amigos no caso das crianças e jovens.

As crianças e jovens são, aliás, um alvo preferencial das mensagens de segurança rodoviária precisamente por que estão mais receptivos a alterar o seu comportamento. Estão nas antípodas dos utentes da estrada com mais idade para quem os alvos das campanhas são sempre os outros, nunca eles próprios. Contudo, o exemplo e o comportamento dos pais são determinantes na conduta adoptada pelos mais novos. Para além disso, a segurança de bebés e crianças no automóvel é da inteira responsabilidade dos condutores. As campanhas para sensibilizar os pais sobre a importância de transportarem as crianças adequadamente são, assim, de crucial importância.

Apesar de todas as incertezas quanto aos resultados obtidos com determinadas campanhas, a profusão das mensagens de prevenção rodoviária, a diferenciação dos canais utilizados para as difundir e a articulação com medidas repressivas, tem contribuído globalmente para alterar comportamentos e para melhorar as estatísticas da sinistralidade rodoviária.

A título de exemplo, as campanhas sobre a importância de uso de sistemas de retenção adequados para crianças, coadjuvadas pela alteração do Código da Estrada e pelas acções de associações como a APSI, a nível nacional, ou o Grupo de Alerta para a Segurança, em termos locais (Viseu), têm contribuído para reduzir o número de crianças transportadas sem recurso a qualquer protecção. Sendo certo que muitas cadeirinhas são mal instaladas e muitas vezes os cintos não estão bem ajustados às crianças, o progresso conseguido é um bom prenúncio e um incentivo para continuar o trabalho desenvolvido nesta área. 

Bibliografia:

Cameron, M., Delaney, A., Lough, B., Whelan, M. (2004). A review of mass media campaigns in road safety.

Henderson, Michael (1991). Education, Publicity and Training in Road Safety: A literature review.

Observatório de Segurança Rodoviária (2007). Sinistralidade Rodoviária 2006.

Simon Hayes (DSD), Susana Serrano (DSD), Laia Pagès Giralt (SCT), Pilar Zori (DGT), Yannis Handanos (Trademco), Dimitris Katsochis (Trademco), António Lemonde de Macedo (LNEC), João Lourenço Cardoso (LNEC), Sandra Vieira Gomes (LNEC) (2005). SUNFlower plus: a comparative study of the development of road safety in Greece, Portugal, Spain and Catalonia.

Uma manhã diferente

Os meninos do infantário de hoje (omitimos o nome por uma questão de privacidade) estavam muito contentes com a visita à Bébé Confort Coimbra. Visionaram o vídeo, muito quietinhos, demonstrando muito interesse com as regras de segurança. Foram respondendo a algumas perguntas e colocando, eles mesmos, certas questões sobre a circulação na estrada e os cuidados a ter.

Quando ganharam mais à-vontade começaram a relatar as “travessuras” dos pais na estrada. Os próprios meninos afirmaram que vão contar aos pais as novas regras que aprenderam e que lhes vão dizer que não as podem continuar a ignorar. É muito provável que os filhos sejam um bom modo de sensibilizar os pais para esta questão. Assim o esperamos.

Deliraram com as ofertas. Saíram com o saquito na mão e com os chapéus oferecidos pelo BPN na cabeça. Acenaram um longo adeus.

Mais uma manhã muitíssimo bem passada e completamente diferente do habitual.

O primeiro dia do evento “Alerta Global”

O primeiro dia da Primeira Semana das Nações Unidas para a Segurança Rodoviária e o primeiro infantário. Os meninos estiveram muito empolgados a ver o vídeo “As aventuras de Woosh” que a Renault Portuguesa nos facultou. O vídeo apresenta os diversos problemas que as crianças enfrentam no trânsito e os cuidados que devem ter, através de uma história com três personagens principais: o André, a Joana e o Woosh (um boneco de jogo de vídeo).

Ao longo do visionamento do vídeo a Sandra foi efectuando perguntas, às quais os meninos responderam muito bem. No final revelaram-se muito interessados e confidenciaram que muitas vezes os seus pais não cumprem as normas de segurança:

– “O meu pai acelera no amarelo”;

– “O meu pai às vezes não para no stop”;

– “A minha mãe, quando está com muita pressa, diz que não é preciso eu sentar-me na cadeira ou por os cintos”.

As crianças conseguem ser muito sinceras e verdadeiras…

Receberam as nossas ofertas e foram todos contentes em filinha, 2 a 2, para o autocarro, com a consciência que têm de cumprir as normas da segurança rodoviária.

Ficámos todos deveras surpreendidos com as respostas das crianças e o seu nível de conhecimento. Estávamos com algumas dúvidas quanto à adequação do vídeo à sua idade. Mas a meio da aventura do Woosh todas as nossas dúvidas se tinham dissipado.

Ao longo do dia fomos tendo várias crianças. Colocávamo-las na sentaditas na escadinha a ver vídeos próprios para crianças e elas deliravam. Aos pais fomos mostrando os crash test da ADAC. Especialmente importante foi o crash test onde se vêem os efeitos da abertura de um airbag sobre uma cadeirinha de bebé (grupo 0+). Tivemos três pais que utilizavam a cadeirinha com o bebé à frente num lugar com airbag ligado!!! Depois de verem aquele vídeo julgamos que o não voltam a fazer.

As imagens de alguns spots são particularmente agressivas e muitos pais reagem com alguma aversão. Quando explicamos o porquê de estarmos a passar os vídeos todos eles ficam sensibilizados e respondem positivamente à nossa iniciativa.