Entradas com o tema 'Perguntas Frequentes'
[Esta é uma resposta à pergunta colocada no nosso blog por Sónia Caeiro. Por ser tão recorrente decidimos colocá-la aqui na página principal e não apenas como resposta ao comentário da Sónia.]
Transportar uma criança no banco da frente é possível:
“Se a criança tiver idade inferior a 3 anos e o transporte se fizer utilizando sistema de retenção virado para a retaguarda” (estando o airbag frontal desactivado no lugar do passageiro);
ou:
“Se a criança tiver idade igual ou superior a 3 anos e o automóvel não dispuser de cintos de segurança no banco da retaguarda, ou não dispuser deste banco.”
Estas são as condições estabelecidas pelo Artigo 55.o (Transporte de crianças em automóvel) do Decreto-Lei n.º 44/2005 de 23 de Fevereiro.
No entanto, as organizações que se dedicam ao estudo da segurança rodoviária recomendam que o transporte de crianças em automóvel se faça preferencialmente nos bancos da retaguarda.
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Temas: Artigo 55 · cintos de segurança · Código da Estrada · sistema de retenção virado para a retaguarda · Transportar uma criança no banco da frente
«Na primeira metade da década de 1990 nasciam por ano pouco mais de dois mil gémeos em Portugal, mas nos últimos cinco anos esse número tem quase chegado aos três mil, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE). A subida deve-se ao aumento dos tratamentos de infertilidade, explicam os especialistas.
Em fóruns de discussão na Internet diz-se que a probabilidade de um casal ter gémeos aumenta com a idade da mãe, quando a sua dieta é rica em leite, com a poluição, e a lista continua. “Tudo mitos”, resume Calhaz Jorge, responsável pela unidade de reprodução do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.
O único factor espontâneo associado ao nascimento de gémeos explica-se pela tendência biológica de uma mulher produzir mais do que um óvulo por mês (”o padrão da espécie é um óvulo mensal”). “Quando existem na família pares de gémeos não iguais isso pode querer dizer que existe esta tendência biológica.” Mas a taxa espontânea de gémeos não vai além de um a dois por cento, afirma o presidente da Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução (SPMR), Silva Carvalho.
Então, como se explica que em 1990 os gémeos representavam 1,7 por cento dos 116.321 nascimentos nesse ano e em 2007 já sejam 2,7 por cento dos 102.492 recém-nascidos? Para Silva Carvalho, a resposta é óbvia e deve-se ao aumento dos tratamentos de infertilidade.
Num estudo que fez em 2006, com Vladimiro Silva, o presidente da SPMR situa em 1987 - um ano após o começo dos tratamentos para a infertilidade no país - o início da subida dos partos gemelares, que até aí se tinham mantido estáveis. Essa subida é particularmente visível no caso dos trigémeos, por serem “os que menos ocorrem espontaneamente”, que cresceram 500 por cento de 1987 a 2002. Ainda assim, os números são baixos: os últimos dados do INE, referentes a 2005, dão conta de 38 partos de trigémeos (em três casos um dos fetos nasceu morto) e quatro partos gemelares superiores a três crianças nesse ano.
“Um quarto das crianças gémeas nascem de Procriação Medicamente Assistida [PMA]”, constata Silva Carvalho, o que inclui a fertilização in vitro e a injecção introcitoplasmática de espermatozóides. […] Silva Carvalho explica que estimativas internacionais apontam para 23,8 por cento de taxas de gémeos resultado de estimulação ovárica e 9,5 por cento de inseminação artificial. […]
Porque ter gémeos traz riscos, é visto como positivo o facto de o seu número parecer estar a estabilizar e até ter tendência para diminuir, concordam os dois especialistas. E isso tem uma explicação técnica: é que quanto mais embriões forem transferidos para o útero da mulher maior é a probabilidade de engravidar de gémeos, e esse número tem vindo sempre a cair na última década.
Há dez anos, a transferência de quatro embriões era prática corrente em Portugal; em 2000, em quase 60 por cento dos casos eram transferidos três embriões; e hoje a norma é um ou dois: em 2005 (último ano em que há dados de PMA), mais de 60 por cento dos tratamentos já se fizeram só com dois embriões. Há cerca de cinco anos descobriu-se que a partir de dois embriões a taxa de gravidez não diminuía mas reduziam-se as hipóteses de gravidez gemelar, diz Calhaz Jorge, mas “o ideal seria a transferência de apenas um”.
O problema é que os casais inférteis que recorrem a centros privados - alguns dos centros públicos têm listas de espera e impõem limites de idade mais estritos - são obrigados a gastar cerca de quatro mil euros (com medicação) por ciclo de tratamento e não querem arriscar diminuir a sua probabilidade de engravidar (as taxas de sucesso das PMA andam pelos 30 por cento), admite Silva Carvalho. […]
O coordenador do Programa Nacional de Saúde Reprodutiva, Jorge Branco, realça que “na PMA a gravidez gemelar é considerada uma complicação” e é, por isso, desejável que seja reduzida. Admite que “talvez haja algum exagero no privado no número de embriões transferidos” e espera que a comparticipação venha a diminuir o número de gémeos.»
Fonte: Jornal Público, 07-09-2008 (Catarina Gomes)
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Temas: Calhaz Jorge · embriões · gémeos · gravidez gemelar · Hospital de Santa Maria · inseminação artificial · Jorge Branco · óvulo · partos gemelares · probabilidades de engravidar · Procriação Medicamente Assistida · Programa Nacional de Saúde Reprodutiva · Silva Carvalho · Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução · tratamentos de infertilidade · trigémeos · Vladimiro Silva
«Segundo a Direcção-Geral de Viação, uma colisão a 50km/h equivale a uma queda do terceiro andar. Mesmo assim, ainda há crianças que viajam de pé, ajoelhadas no banco, viradas para trás, e a dizer adeus aos outros condutores com a cabeça fora da janela…
Há quem diga que é difícil fazer com que as crianças se habituem a andar de cadeirinha. Mentira: só é difícil se começar a habituá-las aos 3 anos… Se sempre tiverem andado protegidas, a cadeirinha para elas é tão natural que nem ligam.
Claro que há aqueles dias em que elas fazem birra por tudo e por nada: mas ir ou não na cadeirinha não é negociável. Afinal, elas também choram para levarem as vacinas, e não é por causa disso que deixam de ser vacinadas…»
Excerto do artigo “Já para a cadeirinha!”; (bem) escrito por Catarina Fonseca e publicado na revista Activa de Julho.
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Temas: Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária · cadeirinha · Direcção-Geral de Viação · revista Activa · vacinas
Um novo estudo da Universidade do Michigan vem reforçar a importância do uso do cinto de segurança durante a gravidez.
Segundo Mark D. Pearlman, do Departmento de Obstetrícia e Ginecologia (um dos autores do estudo), dos 370 fetos que morrem anualmente nos E.U.A. em consequência de acidentes de viação, cerca de 200 seriam salvos se as as mulheres usassem sempre cinto de segurança:
“Algumas mulheres têm muito receio porque julgam que o cinto magoará o seu bebé nascituro em caso de acidente. Este estudo mostra que o oposto é verdade, que os cintos de segurança protegem claramente o feto. É muito claro, com base neste estudo, que uma mulher grávida deve colocar o cinto de segurança sempre que está dentro de um automóvel.”
Embora sejam relativos aos E.U.A. este estudo apresenta alguns factos relevantes que devem merecer muita atenção:
- Cerca de 6 a 7% das mulheres grávidas estão envolvidas num acidente de viação durante o período de gravidez.
- Há mais mortes de fetos por acidentes rodoviários do que mortes de crianças durante o seu primeiro ano de vida devido a acidentes de viação.
- O uso adequado de cintos de segurança por todas as mulheres grávidas preveniria aproximadamente 84% de todas as consequências adversas para o feto devido a acidentes de automóvel.
Com base nestes dados, o medo de prejudicar o feto, o desconforto que o cinto provoca ou o puro e simples esquecimento não devem servir de desculpa para não usar o cinto de segurança durante a gravidez. Este deve ser usado do seguinte modo:
- Use o cinto de segurança na parte inferior do abdómen;
- Use a precinta diagonal posicionada lateralmente ao útero, entre os peitos.
Se não usava o cinto de segurança habitualmente, use-o pelo seu filho.
Fonte: Esta investigação foi publicada no American Journal of Obstetrics & Gynecology, Vol. 198, Issue 4, April 2008. “Fetal Outcome in Motor-Vehicle Crashes: Effects of Crash Characteristics and Maternal Restraint”

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Temas: acidentes de viação · cinto de segurança · cinto de segurança durante a gravidez · como usar o cinto de segurança durante a gravidez · feto · Michigan University · precinta abdominal
A Carta Europeia da Segurança Rodoviária faz parte do Programa de Acção para a Segurança Rodoviária, lançado pela Comissão Europeia há quatro anos com um objectivo ambicioso: o de reduzir para metade o número de mortes nas estradas europeias até 2010.
A Carta reúne empresas, organismos públicos e entidades da sociedade civil e constitui uma oportunidade única para agir de forma directa e decisiva para reduzir o número de vítimas de acidentes rodoviários, avaliar resultados e trocar ideias e medidas bem sucedidas. Até Junho de 2008, já mais de 1.000 entidades na Europa tinham aderido à Carta. Ao fazê-lo, comprometem-se a dar uma resposta concreta aos problemas de segurança nas estradas com que se confrontam no seu trabalho diário e nas suas vidas.
A Bébé Confort Coimbra é signatária da Carta Europeia de Segurança Rodoviária desde Abril de 2007.
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Temas: Carta Europeia da Segurança Rodoviária · Comissão Europeia · segurança rodoviária
Com efeito, as crianças pequenas podem às vezes libertar-se do arnês. Frequentemente, isto acontece porque o arnês da cadeira não está suficientemente tensionado. Constatamos que muitos pais consideram “desagradável” tensionar bem o arnês. Contudo, isto é de importância vital para a segurança do seu filho e para o funcionamento correcto da Maxi-Cosi Tobi. Tensione suficientemente o arnês, de forma a caberem, no máximo, 2 dedos entre o seu filho e o arnês. Verifique também, antes de partir, se o indicador está verde.
Atenção: este indicador serve apenas como um auxílio na instalação. Entre vermelho/verde ou prata/verde há apenas uma diferença de poucos milímetros. Assim, a cor pode alterar-se com o movimento do seu filho. O importante é que, no momento da partida, os cintos de segurança estejam bem tensionados e que o indicador esteja verde. O indicador existe para lhe recordar esse aspecto.
Fonte: Maxi-Cosi
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Temas: arnês da cadeira · cadeiras auto Maxi-Cosi · indicador · Tobi
Na parte traseira da cadeira está colocado um autocolante branco e cor de laranja. Este contém vários números. Na parte superior esquerda, na parte cor de laranja, aparece o número ECE. Nas versões mais antigas, este é determinado com base no número de autorização por baixo do pequeno círculo, onde aparece a letra E mais um algarismo. Este número de autorização começa com 03 ou 04, representando, respectivamente, ECE R44/03 e ECE R44/04.
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Temas: ECE R44/03 · ECE R44/04 · homologação
Uma alcofa ou uma “babycoque” para respeitar a evolução natural, a mobilidade e o ritmo do recém-nascido.
Durante os primeiros meses, os músculos do bebé ainda não estão suficientemente desenvolvidos para lhe permitir viajar sentado. Além disso, ainda dorme muito (mais de 70 % do tempo). Se dorme tanto, é para desenvolver o seu cérebro e o seu corpo.
Por conseguinte, deverá preservar o seu sono e deixá-lo encontrar o seu próprio ritmo. Ofereça-lhe um sono de qualidade instalando-o na posição deitado de costas: a ideal para o recém-nascido.
A alcofa está portanto naturalmente adaptada ao recém-nascido.
Permite deitá-lo confortavelmente de costas no sentido de preservar o seu sono. Prática, passa facilmente da casa para o carro sem acordar o bebé. Totalmente segura, permite-lhe viajar sem ser acordado num conforto absoluto. Autêntica pequena cama fofa e espaçosa, oferece ao bebé um bem-estar único e deixa-o livre para se movimentar à vontade.
Depois dos 3 meses, o bebé já cresceu e os seus músculos já estão mais fortes. Segura a cabeça direita, mas as costas ainda estão fracas. A babycoque é então ideal para favorecer o seu despertar.
A babycoque oferece uma posição semi-sentada bem como uma boa postura das costas para permitir ao bebé descobrir o mundo que o rodeia.
Tal como você, o bebé não deve ficar muito tempo imóvel. Quando faz uma viagem longa de carro, é aconselhado parar de 2 em 2 horas durante 15 minutos para andar e espreguiçar-se. Para o seu bebé, é igual. Ainda é mais importante para um bebé com menos de 6 meses porque ainda não está suficientemente desenvolvido.
Fonte: Bébé Confort
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Temas: alcofa · automóvel · babycoque · carro · postura · primeiros meses · recém-nascido
A norma Isofix está integrada no regulamento 44 desde o dia 26 de Fevereiro de 2004.
Especialmente pensado e concebido para as crianças, o sistema Isofix oferece uma segurança reforçada tanto na instalação da cadeira no automóvel como em caso de colisão.
Este sistema de fixação não precisa da utilização do cinto de segurança aquando da instalação da cadeira no carro. A cadeira fixa-se de forma simples ao banco de trás do automóvel. Os riscos de erro no momento da montagem são mínimos graças à presença dos indicadores visuais que confirmam se a cadeira está instalada correctamente.
Todas as vantagens deste sistema…
-Uma maior retenção em caso de colisão porque a cadeira está perfeitamente presa ao banco de trás do automóvel.
-Uma instalação simples e rápida.
-Os riscos de erro no momento da instalação são reduzidos, o que garante uma maior segurança.
O que devo fazer se o meu automóvel não estiver equipado com o sistema Isofix?
Verificar se a cadeira Isofix pode ser instalada com o cinto de segurança do automóvel.
Fonte: Bébé Confort
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Temas: instalação · Isofix · Regulamento 44 · retenção
• O ângulo do assento (nomeadamente nos grupos 0+ - destinados a crianças desde o nascimento até aos 12 meses aproximadamente):
não deve ser muito pronunciado. Quanto mais pequena for a criança, menos a sua musculatura está formada, menos poderá permanecer na posição sentada. Uma posição semi-deitada permite respeitar a morfologia da criança, participando ao mesmo tempo no seu despertar. Cuidado no entanto para não a deixar mais de 1h30 por dia nesta posição.
• A inclinação proposta pelas cadeiras (nomeadamente nos grupos 1 destinados a crianças entre 9 e 18 kg):
Nesta idade, as crianças já estão mais despertas e mais aptas a permanecerem sentadas. No entanto, as fases de sono, sobretudo durante viagens longas, ainda são muitas e a cadeira deverá oferecer uma posição muito confortável.
Depois, quanto mais crescida for a criança, mais difícil se torna oferecer uma posição inclinada, pura e simplesmente por razões de segurança ligadas ao habitáculo do automóvel. É por isso que os assentos elevatórios (cadeiras do grupo 2/3 destinado a crianças a partir dos 3 anos até aos 10 aproximadamente) têm um ângulo de inclinação reduzido comparando com as cadeiras do grupo 1. De facto estão limitados à inclinação do automóvel.
• O espaço reservado à criança:
Indispensável para garantir o conforto da criança.
Fonte: Bébé Confort
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Temas: ângulo do assento · conforto · crianças · Grupo 0+ · Grupo 1 · Grupo 2/3 · inclinação das cadeiras