Alimentação em Tempos de Gripe

Manual inclui sugestões sobre aprovisionamento alimentar

«Alimentação em Tempos de Gripe» é o primeiro livro electrónico da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto (FCNAUP) desenvolvido com o objectivo de disponibilizar à comunidade ferramentas para planear a sua alimentação de forma a fazer face a uma eventual “situação de mudança de rotinas sem alarmismos”. A obra da autoria de docentes da FCNAUP (Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto) foi lançada no dia 17 de Julho e destina-se à população em geral.

    O livro pode ser lido aqui!Algumas dicas:

  • Uma  pessoa bem nutrida estará mais apta, à partida, para aguentar melhor qualquer doença;
  • Como se trata de uma infecção, a alimentação só por si não previne o aparecimento da doença;
  • Consuma alimentos que reforcem as suas defesas: vitaminas e minerais. Ou seja, muita fruta e hortícolas.
  • Mantenha o corpo bem hidratado: água, sumos, chá, tisanas, leite e iogurtes.
  • Se adoecer com gripe e lhe faltar o apetite: coma pouco de cada vez, mas coma mais vezes ao longo do dia;
  • Cuidados a ter: As bebidas e comidas muito quentes fazem com que o doente transpire ainda mais e desidrate mais facilmente.

Fontes:

“Boa alimentação ajuda a curar gripe A”, Diário de Notícias, 01/08/2009

“«Alimentação em Tempos de Gripe”, o 1.º E-Book da FCNAUP»”, Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, 17 de Julho de 2009

Maridos de grávidas também ganham peso (e bebem mais cerveja)

«Uma pesquisa britânica sugere que homens ganham em média 6,3 kg quando suas parceiras ficam grávidas.

O estudo, realizado pela empresa de marketing britânica Onepoll, descobriu que os homens que ganharam peso durante a gravidez das parceiras geralmente tiveram um aumento de cerca de 5 centímetros em suas cinturas.
Cerca de 25% dos 5 mil entrevistados também afirmaram ter comprado novas roupas, devido ao ganho de peso causado pela paternidade.
Um quinto dos pais pesquisados afirmou que só percebeu que tinha ganhado peso quando suas roupas não serviram mais.

Mas 19% deles afirmaram que seus amigos alertaram que eles estavam mais gordos que antes, geralmente com piadas.

[…] Entre os lanches prediletos dos pesquisados durante a gestação das parceiras estavam pizza, chocolate, batata frita e cerveja.

A pesquisa também concluiu que 25% dos homens consomem mais comida para fazer com que as parceiras grávidas se sintam melhores a respeito do próprio ganho de peso durante a gestação.

“A mulher normal ganha quase 13 kg durante a gravidez, e não é totalmente incomum para ela ter desejos por comidas mais gordurosas. Elas precisam de lanches mais regulares”, afirmou um porta-voz da Onepoll.

“As mulheres são estimuladas a consumir 300 calorias a mais por dia, comendo lanches saudáveis, para garantir que as necessidades nutricionais do bebê sejam atendidas.”

“Então, se os armários da cozinha, de repente, estão cheios de lanches e comida, não é de se admirar que os homens fiquem tentados a comer também”, afirmou o porta-voz.

“O único problema parece ser que os homens estão escolhendo lanches como doces e bolos, e não acho que as mulheres possam ser responsabilizadas pelo fato de os maridos beberem mais cerveja.” […]»

Fonte: BBC, 22/05/2009

Primeiro banco de leite materno em Portugal abre em breve em Lisboa

«Ainda não há data certa para arrancar – provavelmente no próximo mês -, mas já há mães interessadas em doar leite ao primeiro banco de leite humano em Portugal, que abre em breve na Maternidade Alfredo da Costa.

Os equipamentos necessários para a recolha, análise e conservação do leite estão já instalados e, ontem, arrancou a formação do pessoal médico que vai trabalhar neste projecto: nutricionistas, médicos de pediatria, enfermeiros de pediatria e do espaço amamentação. Jorge Branco, director da Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, explicou que o banco de leite humano vai começar a funcionar assim que tenham a certeza de que está tudo em condições. E acredita que não vão faltar dadoras visto que, assim que o projecto começou a ser divulgado, começaram a receber telefonemas de mães interessadas em doar o seu leite.

[…] Para que uma mãe possa ser aceite num banco de leite tem de reunir várias condições. Desde logo, estar a amamentar, não ser fumadora, consumidora de bebidas alcoólicas ou de quaisquer produtos estupefacientes.»

Fonte: Jornal de Notícias

O peixe da discórdia

Enquanto o governo americano tenta persuadir as grávidas (e as mães a amamentar) a reduzir o consumo de peixe, alguns cientistas argumentam que esse consumo deveria ser acrescido.

A questão crucial em debate é o ponto de equilíbrio entre o perigo causado pelos potenciais níveis de mercúrio no peixe e os potenciais benefícios desta fonte de alimento.

Para saber mais:       

http://www.nytimes.com/2008/12/23/opinion/23tue3.html?partner=permalink&exprod=permalink

Gravidez exige cuidados com stress, alimentação e vacinas

«[…] O ginecologista Flávio Garcia de Oliveira, autor do livro “Receitas para Grávidas”, ressalta a importância da alimentação nesse período. “Em cada fase da gestação, o que for ingerido pela grávida será fundamental para a formação do bebê. A mãe é a única fonte de nutrientes da criança nesse período”, afirma.

Para o ginecologista Eliezer Berenstein, além da alimentação balanceada, é importante distribuir as refeições durante o dia. “A gestante deve fazer várias refeições ao dia, diminuindo, assim, o aparecimento daquela incômoda azia e dos problemas digestivos tão conhecidos e indesejados dessa fase”, diz. Berenstein é um dos autores do livro “Gerar e Nascer – um canto de amor e aconchego”, ao lado do pediatra Yechiel Moises Chencinski.

Às mamães de primeira viagem, o pediatra Chencinski explica que o estresse também pode ser sentido pelo bebê. “O bebê ‘mora’ no útero de sua mamãe durante a gestação. Nesse período, portanto, ele está submetido aos mesmos fatores estressantes que podem agredir física ou psicologicamente essa gestante. As alterações físicas causadas pelo estresse, como aumento da pressão arterial, taquicardia, insônia e alterações digestivas, podem interferir de forma prejudicial no desenvolvimento do bebê”, afirma. […]»

Fonte: Globo