Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Colecção Cuidados Diários - Amamentação

15 Novembro 2008 Sem notas por parte dos leitores

Amamentacao Colecção Cuidados Diários - Amamentação

Joana Moorheas

Repleta de informações práticas, conselhos úteis e experiência valiosa, a colecção Cuidados Diários da JOHNSON’S é uma referência essencial para os pais.

64 páginas | capa mole | 235 x 183 mm

Concebido para responder às principais dúvidas dos pais relativamente à amamentação. Inclui as últimas informações e orientações médicas sobre como amamentar o seu bebé. Abrange desde os recém-nascidos até ao desmame.

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Amamentar gémeos ou triplos

17 Junho 2008 Sem notas por parte dos leitores

É possível amamentar gémeos ou triplos. A chave para amamentar bebés gémeos ou triplos com sucesso é a mesma que para a mãe que amamenta um bebé: Você necessita compreender os princípios básicos da amamentação, por exemplo os fenómenos da oferta e da procura e da importância de posicionar correctamente o bebé na mama e no mamilo.

O problema mais comum com múltiplos é a quantidade insuficiente de leite. Deve aprender a alimentar ao mesmo tempo os seus bebés. Alimentando os bebés em simultâneo o tempo de amamentação é mais reduzido e eficaz. Peça ajuda e aprenda as posições diferentes que permitem a alimentação de mais do que um bebé.

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Uma estrela que amamenta – uma mãe

8 Abril 2008 Sem notas por parte dos leitores

Uma campanha de marketing social em Lancashire, no Reino Unido, pretende promover os benefícios da amamentação de um modo original. Na campanha “Be a Star” as mães jovens que amamentam são apresentadas como estrelas – supermodelos, actrizes, cantoras.

O texto que acompanha as imagens é escrito do ponto de vista de alguém que possa influenciar as vidas das jovens mães – os seus pais, os seus amigos, os seus companheiros, o seu bebé.

As imagens pretendem diferenciar-se das representações mais tradicionais da mãe a amamentar e distanciar-se de um enfoque exclusivo nas “técnicas” de amamentação. Os organizadores desta campanha identificaram barreiras que se colocam à amamentação devido a atitudes e percepções culturais. A campanha pretende induzir confiança e orgulho a quem opta por amamentar. As mamãs nas fotografias aparecem em vestidos de alta-costura e penteados elaborados, parecendo estrelas de Hollywood ou famosas cantoras de rock mas são “apenas” mães a amamentar.

Fontes: Guardian e Be a Star

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Amamentar ao peito

13 Janeiro 2008 Sem notas por parte dos leitores

O leite materno contém tudo o que o bebé necessita para o seu desenvolvimento: água (o prin­cipal componente do leite), pro­teína, gordura, hidratos de car­bono, minerais, vitaminas e ferro; encontra-se sempre à tempera­tura adequada, seja qual for o local onde se encontre; além do mais, é estéril e económico.

O leite materno oferece outros benefícios e por isso é superior a qualquer outra fórmula de leite; proporciona ao bebé a imuni­dade e os anticorpos que foram formados no corpo da mãe na luta contra os germes e micró­bios patogénicos. Este tipo de protecção é importante para o bebé, uma vez que o seu sistema imunológico ainda se encontra em desenvolvimento.

O primeiro leite (colostro) contém parti­cularmente muitas imunoglobu­linas, que possuem vários efeitos, inclusivamente o efeito anti -séptico.

O leite materno tem-se tornado cada vez mais importante no que diz respeito à prevenção de alergias, dado que a intolerância e alergia alimentares têm vindo a aumentar. Muitos recém-nascidos não conseguem tolerar a proteína do leite de vaca. Por isso, o aleitamento materno durante um período de seis me­ses é uma excelente prevenção contra alergias.

No caso de algum membro da família sofrer de alergia, con­tacte um especialista em aleita­mento IBCLC (Especialista em Aleitamento reconhecido pelo Comité Internacional), a sua parteira ou o pediatra, se possível durante a gravidez, para se aconselhar sobre as medidas preventivas.

É sabido que o aleitamento materno traz muitos benefícios para o bebé. São igualmente muitos os benefícios para a mãe. Quando o bebé mama é segre­gada a oxitocina, uma hormona que estimula a contracção dos músculos ajudando o útero a regressar ao seu tamanho normal. O risco de hemorragias pós-parto é igualmente reduzido.

Fonte: Medela: “Amamentar ao peito”.

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A refeição do bebé

20 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

O crescimento e o desenvolvimento tão acelerados no lactente exigem um aporte energético muito maior do que em idades posteriores. No entanto, a labilidade metabólica e a imaturidade dos fermentos digestivos do lactente levam a que se inicie a alimentação diversificada nunca antes dos quatro meses e, se possível, depois dos cinco seis meses, principalmente se estiver a ser alimentado ao seio materno.

A introdução de novos alimentos deve ser gradual e suave, respeitando o comportamento do bebé e nunca o forçando a comer.

O regime deve ser equilibrado quanto ao valor calórico e aos nutrientes essenciais: água, proteínas, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas, minerais e fibras alimentares.

Deve ter-se sempre presente a eventual capacidade alergizante de cada alimento; nunca introduzir dois ou mais alimentos simultaneamente e espaçando de três, quatro dias, cada novo alimento.

A iniciação de alimentos com sabores e consistências novas, sem o estímulo do seio ou da tetina, pode desencadear reacções de recusa, não se devendo forçar mas insistir com energia carinhosa.

Deve estabelecer-se um horário adequado com três a quatro horas de intervalo. O calendário da introdução de novos alimentos é apenas um quadro de referência, podendo haver variações apreciáveis, dependentes da realidade sociocultural do meio e dos hábitos alimentares da família.

Assim dever-se-á iniciar pela papa de cereais sem glúten aos quatro meses; papa de fruta aos cinco meses; creme de legumes que inclua cenoura, abóbora, batata, beterraba, espargos, hortaliças, de uma forma gradual, cozidas em água e um pouco de azeite aos seis meses; puré de legumes com carne branca aos sete meses; gema de ovo aos nove meses; peixe e iogurte, de preferência natural, aos dez meses; as leguminosas depois de bem demolhadas serão introduzidas depois dos onze meses assim como o arroz e a massa.

É importante que o bebé adquira o hábito da refeição: deve estar sentado tomando pequenas quantidades de alimento pela colher e esperando entre as colheradas. Esta experiência, iniciada precocemente, ajudará à criação de um bom hábito alimentar para toda a vida.

Deverá falar-se com o bebé enquanto come.

No início e, se o bebé estiver muito esfomeado, poderá iniciar-se a refeição com um pouco de leite (seio ou artificial) e só depois introduzir o alimento sólido com a colher, o que vai prevenir a frustração quando está esfomeado e associar a satisfação da amamentação com a nova experiência da alimentação com a colher.

A colher e o alimento espesso são uma das etapas da integração da criança nos hábitos alimentares da família e da sociedade.

Por volta dos oito, nove meses, quando a capacidade de o bebé usar as suas mãos melhorou podemos dar-lhe uma colher para a sua própria mão para se treinar a alimentar sozinho. Devemos deixá-lo brincar com a colher enquanto lhe vamos dando a refeição. No início a quase totalidade do alimento irá cair ao chão; devemos resistir à tentação de lhe retirar a colher.

Normalmente só por volta de um ano de idade irá conseguir levar a colher à boca com alguma eficácia.

A refeição do bebe deverá ser dada previamente e só depois poderá sentar-se à mesa com o resto da família, dando-lhe para a mão pequenas quantidades de alimento como tosta ou biscoito.

Depois de suficientemente treinado a alimentar-se sozinho, deverá começar a beber pelo copo. Inicialmente o copo deverá ser inquebrável, com duas asas para poder agarrar com as duas mãos, com tampa ajustável e com bico.

Há vantagens em beber pelo copo: melhora a coordenação do movimento mão / boca e inicia o processo do desmame.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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A chupeta

16 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Há pais com grandes rejeições ao uso da chupeta; uns, porque se ofendem com a noção de acalmar o bebé com um objecto; outros, porque acreditam, embora incorrectamente, que a chupeta pode prejudicar.

O uso da chupeta não causa nenhum problema médico ou psicológico.

A chupeta é uma maneira de satisfazer as necessidades de sucção para além da amamentação. Não é para substituir ou atrasar as refeições.

Chupar no dedo ou usar a chupeta são padrões saudáveis de auto-controlo. O feto já chupa no polegar e o recém-nascido já tem o reflexo de mão/boca. Quando está perturbado ou a tentar sossegar, procura fazer isto como uma maneira de se controlar a si próprio. Este padrão parece ser inato e os bebés que o utilizam parecem ter uma convivência mais fácil.

No entanto, nas primeiras semanas de vida e, até que a amamentação ao peito esteja bem estabelecida, deve-se evitar dar biberão ou chupeta porque há bebés muito sensíveis à diferença da sucção pelo mamilo e pela tetina ou chupeta. Estes bebés podem simplesmente morder ou mastigar o mamilo em vez de usar a língua. Se neste período de tempo o bebé parecer necessitar de mais sucção, deve oferecer-se novamente o peito ou então auxiliá-lo a encontrar as suas próprias mãos.

Devemo-nos lembrar que a chupeta é para benefício do bebé e não para nossa conveniência; por isso devemos deixar o bebé decidir se e quando deve usá-la.

Nas crianças carentes e que estão quase sempre a sugar, a chupeta poderá prejudicar a dentição deformando a arcada dentária; o mesmo irá acontecer se chupar no dedo insistentemente depois dos 5 - 6 anos de idade.

Sabe-se no entanto que é a pressão da língua que deforma os dentes superiores, daí que a razão mais importante para a necessidade de endireitar os dentes seja, provavelmente, uma tendência genética.

Desde muito cedo as crianças começam a viver num mundo de tensões e é natural que procurem algum tipo de auto conforto como uma maneira de vencer essas tensões.

Nas viagens de avião, principalmente na subida e na aterragem, o desconforto e a dor causados no ouvido médio pelas diferenças de pressão, podem ser aliviadas pela sucção, pelo biberão ou chupeta.

Até aos 6 meses e devido à imaturidade do sistema imunológico, deve-se esterilizar com frequência as chupetas para não aumentar o risco de infecção por esta via. Depois desta idade a probabilidade de contrair infecção por este meio é muito pequena, bastando lavar a chupeta com detergente e passá-la por água corrente.

Há essencialmente dois tamanhos – um até aos 6 meses e outro a partir desta idade. Há várias formas de tetina desde a anatómica - ortodôntica até à arredondada.

Depois de escolher a forma de chupeta que o bebé prefere, deve-se comprar várias pelo risco de se sujarem e se perderem com facilidade.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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Mastite

11 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

A mastite é uma infecção bacteriana do tecido mamário que causa febre, arrepios, dores de cabeça, náuseas e falta de forças. O seio fica vermelho, inchado, quente e doloroso. Quando isto acontece deverá ser observada pelo médico podendo, no entanto, continuar a amamentar o bebé.

A infecção é tratada pela remoção do leite (com bomba ou dando de mamar) com repouso, ingerindo líquidos e tomando antibióticos adequados à amamentação. Não se deve deixar de amamentar, pois o leite não está infectado e estes antibióticos não causam alterações na composição do leite. A mastite pode ser um sinal de diminuição das defesas do organismo, devendo a mãe descansar, dormir e diminuir a actividade física, o que vai ajudar à recuperação.

Se a amamentação do seio com mastite causar dor intensa, deverá iniciar a mamada no seio saudável, ao mesmo tempo que deixa sair o leite do seio doente; esta atitude faz diminuir a pressão, permitindo completar a mamada neste seio, agora com menos desconforto.

Contudo, algumas mães sentem menos dor se o leite for retirado com a bomba e posteriormente utilizado.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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A preparação para a amamentação

28 Setembro 2007 Sem notas por parte dos leitores

A boa saúde materna, o equilíbrio entre o repouso e o exercício, a ausência de preocupações, o tratamento precoce e adequado de qualquer doença intercorrente e uma alimentação bem balanceada são factores que induzem o sucesso da boa amamentação.

Logo desde o início da gravidez o corpo inicia a preparação para a produção de leite – a área que circunda o mamilo torna-se mais escura (aréola), os seios aumentam de tamanho, multiplicam-se as células produtoras de leite e desenvolvem-se os canais de transporte de leite para o mamilo.

Por outro lado o corpo vai armazenar gordura em determinadas áreas para providenciar energia extra, necessária para a gravidez e lactação.Cerca das 16 semanas de gestação os seios estão prontos para produzir leite logo que o bebé nasça.

Não se deve estirar, puxar ou rodar os mamilos no final da gravidez, pois algumas destas manobras podem prejudicar as delicadas glândulas da aréola, que segregam um líquido que lubrifica o mamilo como preparação para a amamentação.  O banho normal e a secagem delicada são a melhor maneira de cuidar dos seios durante a gravidez.Mamilos retraídos ou invertidos não são uma contra indicação para a amamentação. Diz-se que são retraídos quando, ao comprimir a aréola entre dois dedos, o mamilo em vez de se tornar mais saliente fica mais aplanado. Esta situação é uma variante do normal.À medida que a gravidez progride normalmente estes mamilos começam a exteriorizar-se; se no entanto se mantiverem retraídos na altura do parto, deverá colocar esta questão ao pediatra ou parteira para a colocação de ventosas.

A tonicidade dos seios será preservada pelo uso de soutien adequadamente ajustado ao tamanho do peito, sem aros nem varetas, principalmente antes do parto e durante todo o período de amamentação.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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Amamentar - o bom exemplo de Catarina Furtado

10 Setembro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Catarina Furtado Grávida

      Na Saber Viver de Julho de 2007, Luís Magão (pediatra e presidente da Comissão Nacional da Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés) afirmava que “é extraordinária a projecção que tem o bom exemplo das figuras mediáticas.” Esta declaração vinha a propósito da repercussão positiva que o exemplo de Catarina Furtado terá tido, ao fazer algo tão simples e tão benéfico como amamentar a sua filha.   Catarina Furtado está de novo em destaque e aparece na capa da revista Caras, grávida de sete meses, de um rapaz. E se as figuras mediáticas têm essa capacidade de influenciar, é bom que o façam positivamente, como faz Catarina Furtado ao afirmar:

   “A prioridade é a saúde do bebé, mas isso não significa que descuide a minha imagem e o meu bem-estar. É muito bom estar grávida.”

   Palavras simples que transparecem nas fotografias da revista, uma das quais tem a seguinte legenda: “Por ser essencial para o bebé, [Catarina Furtado] tenciona amamentar.” Um bom exemplo a continuar a seguir.

Para ler mais: Caras, 8 de Setembro de 2007.

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Vantagens da amamentação

2 Setembro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Pela sua composição nutricional o leite humano é o alimento ideal do recém-nascido. Está sempre disponível, à temperatura certa e não requer preparação. É mais económico.

É sempre fresco e isento de contaminação bacteriana, reduzindo assim as possibilidades de perturbações gastrointestinais.

Os principais ingredientes do leite materno são: açúcar (lactose), proteínas de fácil digestão (lactoalbumina e caseína) e gorduras (ácidos gordos de excelente digestão). Para além disso contém biofactores – substancias que promovem o desenvolvimento harmonioso dos sistemas biológicos do lactente, nomeadamente ao nível do sistema nervoso central, desenvolvimento visual e cognitivo, sistema imunológico, aparelho gastrointestinal. Assim, com a amamentação materna há uma menor incidência de alergias e intolerâncias ao leite de vaca, que inclui diarreias, cólicas intestinais, sangue oculto nas fezes e eczema atópico (reacção alérgica da pele), bem como uma menor incidência de alergias na vida adulta.

O leite materno contém anticorpos bacterianos e víricos que proporcionam imunidade gastrointestinal local contra micro organismos que entram no corpo por esta via. Isto traduz-se, pelo menos em parte, pela menor incidência de diarreia, otite média (infecção do ouvido médio), pneumonias e meningites durante o primeiro ano de vida.Certas substâncias do leite materno como enzimas e o pH mais baixo das fezes destes lactentes, contribuem para uma flora intestinal mais favorável, contendo mais bifidobactérias e lactobacilos que ajudam a proteger contra infecções.

Sabe-se também que o leite materno tem um papel importante na prevenção da obesidade e da diabetes de aparecimento quer na criança quer na idade adulta.Há também vantagens psicológicas – a mãe fica pessoalmente envolvida em criar o seu próprio filho, resultando num sentimento de bem-estar e sensação de dever cumprido, enquanto o filho é agraciado com uma íntima e confortável relação física com a sua mãe.

As mesmas hormonas que estimulam a produção e libertação do leite também promovem sensações que realçam a maternidade. Quase todas as mães que amamentam sentem que esta experiência as torna mais ligadas e protectoras para com os seus filhos e mais confiantes nas suas capacidades maternais.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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