Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Amamentação e Gripe Suína

16 Junho 2009 Sem notas por parte dos leitores

A associação ILCA (International Lactation Consultant Association) insta as mães, trabalhadores da saúde e a comunidade em geral para promover, apoiar e incentivar a amamentação, que providencia aos bebés anticorpos humanos que podem ajudar a combater doenças.

A ILCA apoia as recomendações dos CDC (Centers for Disease Control and Prevention), “Interim Guidance – Pregnant Women and Swine Influenza: Considerations for Clinicians”, que aconselham as mães lactantes para continuar a amamentar enquanto estiverem a tomar medicações antivirais, quando houver essa indicação. O guia dos CDC, disponível em http://www.cdc.gov/swineflu/clinician_pregnant.htm, recomenda que as mães que amamentam, que venham a a contrair a gripe, tomem medidas para minimizar a exposição do lactente, incluindo a lavagem das mãos e eventualmente cubrindo a boca/nariz da mãe com uma máscara.

Os CDC reportam ainda que, ainda que se desconheça o risco de transmissão da gripe suína da mãe para o bebé através da amamentação, os relatos de transmissão da gripe sazonal são raros.

Fontes:

“BREASTFEEDING SHOULD CONTINUE DURING SWINE FLU OUTBREAK”, ILCA, 1/05/2009

“Recomendações da ILCA – International Lactation Consultant Association sobre Leite Materno e Humano e Gripe A”, Sociedade Portuguesa de Neonatologia

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Uso da chupeta não atrapalha a amamentação, afirma novo estudo

12 Maio 2009 Sem notas por parte dos leitores

“As mães preocupadas, temerosas de que os seus bebés usem chucha e isso reduza as hipóteses de uma amamentação de sucesso, já podem relaxar, afirma um novo estudo. Num texto publicado na revista «The Archives of Pediatric & Adolescent Medicine», investigadores afirmam não ter encontrado evidências satisfatórias estabelecendo uma relação entre o uso de chupetas e a amamentação, avança o New York Times.
«Tradicionalmente, acredita-se que a chupeta interfira na amamentação ideal», escreveram os investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Virgínia. Na década de 1980, órgãos de saúde desencorajavam o seu uso. No entanto, nos últimos anos, vários estudos descobriram evidências de que os bebés que usam chucha ao dormir podem ser menos susceptíveis à síndrome infantil da morte súbita. A Academia Americana de Pediatria agora recomenda o seu uso, por essa razão.
Para os médicos, isso significa que há duas necessidades visivelmente opostas: motivar a amamentação, o que é mais saudável, mas também reduzir o risco da síndrome infantil da morte súbita.
Para o estudo – cuja principal autora é Nina R. O’Connor, no Chestnut Hill Family Practice Residency Program, na Filadélfia – os cientistas fizeram revisões de 29 pesquisas, de doze países, que abordavam o uso de chuchas e a amamentação. Os investigadores descobriram que as mulheres cujos bebés usavam chupeta aparentavam parar de mamar mais cedo. No entanto, não ficou claro se as chuchas eram a causa disso.
O autor mais experiente do estudo, Fern R. Hauck, recomendou que as chupetas sejam dadas aos bebés a partir da terceira ou quarta semana de vida.”

Para saber mais:

Pacifiers and Breastfeeding – A Systematic Review, Nina R. O’Connor, MD; Kawai O. Tanabe, MPH; Mir S. Siadaty, MD, MS; Fern R. Hauck, MD, MS, Arch Pediatr Adolesc Med. 2009;163(4):378-382.

Children: No Harm to Breast-Feeding From Pacifiers, NYT, 04/05/2009

Uso da chupeta não atrapalha a amamentação, afirma novo estudo, O Globo, 11/05/2009

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O peixe da discórdia

23 Dezembro 2008 Sem notas por parte dos leitores

Enquanto o governo americano tenta persuadir as grávidas (e as mães a amamentar) a reduzir o consumo de peixe, alguns cientistas argumentam que esse consumo deveria ser acrescido.

A questão crucial em debate é o ponto de equilíbrio entre o perigo causado pelos potenciais níveis de mercúrio no peixe e os potenciais benefícios desta fonte de alimento.

Para saber mais:       

http://www.nytimes.com/2008/12/23/opinion/23tue3.html?partner=permalink&exprod=permalink

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Colecção Cuidados Diários – Amamentação

15 Novembro 2008 Sem notas por parte dos leitores

Amamentacao Colecção Cuidados Diários – Amamentação

Joana Moorheas

Repleta de informações práticas, conselhos úteis e experiência valiosa, a colecção Cuidados Diários da JOHNSON’S é uma referência essencial para os pais.

64 páginas | capa mole | 235 x 183 mm

Concebido para responder às principais dúvidas dos pais relativamente à amamentação. Inclui as últimas informações e orientações médicas sobre como amamentar o seu bebé. Abrange desde os recém-nascidos até ao desmame.

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Amamentar gémeos ou triplos

17 Junho 2008 Sem notas por parte dos leitores

É possível amamentar gémeos ou triplos. A chave para amamentar bebés gémeos ou triplos com sucesso é a mesma que para a mãe que amamenta um bebé: Você necessita compreender os princípios básicos da amamentação, por exemplo os fenómenos da oferta e da procura e da importância de posicionar correctamente o bebé na mama e no mamilo.

O problema mais comum com múltiplos é a quantidade insuficiente de leite. Deve aprender a alimentar ao mesmo tempo os seus bebés. Alimentando os bebés em simultâneo o tempo de amamentação é mais reduzido e eficaz. Peça ajuda e aprenda as posições diferentes que permitem a alimentação de mais do que um bebé.

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Uma estrela que amamenta – uma mãe

8 Abril 2008 Sem notas por parte dos leitores

Uma campanha de marketing social em Lancashire, no Reino Unido, pretende promover os benefícios da amamentação de um modo original. Na campanha “Be a Star” as mães jovens que amamentam são apresentadas como estrelas – supermodelos, actrizes, cantoras.

O texto que acompanha as imagens é escrito do ponto de vista de alguém que possa influenciar as vidas das jovens mães – os seus pais, os seus amigos, os seus companheiros, o seu bebé.

As imagens pretendem diferenciar-se das representações mais tradicionais da mãe a amamentar e distanciar-se de um enfoque exclusivo nas “técnicas” de amamentação. Os organizadores desta campanha identificaram barreiras que se colocam à amamentação devido a atitudes e percepções culturais. A campanha pretende induzir confiança e orgulho a quem opta por amamentar. As mamãs nas fotografias aparecem em vestidos de alta-costura e penteados elaborados, parecendo estrelas de Hollywood ou famosas cantoras de rock mas são “apenas” mães a amamentar.

Fontes: Guardian e Be a Star

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Amamentar ao peito

13 Janeiro 2008 Sem notas por parte dos leitores

O leite materno contém tudo o que o bebé necessita para o seu desenvolvimento: água (o prin­cipal componente do leite), pro­teína, gordura, hidratos de car­bono, minerais, vitaminas e ferro; encontra-se sempre à tempera­tura adequada, seja qual for o local onde se encontre; além do mais, é estéril e económico.

O leite materno oferece outros benefícios e por isso é superior a qualquer outra fórmula de leite; proporciona ao bebé a imuni­dade e os anticorpos que foram formados no corpo da mãe na luta contra os germes e micró­bios patogénicos. Este tipo de protecção é importante para o bebé, uma vez que o seu sistema imunológico ainda se encontra em desenvolvimento.

O primeiro leite (colostro) contém parti­cularmente muitas imunoglobu­linas, que possuem vários efeitos, inclusivamente o efeito anti -séptico.

O leite materno tem-se tornado cada vez mais importante no que diz respeito à prevenção de alergias, dado que a intolerância e alergia alimentares têm vindo a aumentar. Muitos recém-nascidos não conseguem tolerar a proteína do leite de vaca. Por isso, o aleitamento materno durante um período de seis me­ses é uma excelente prevenção contra alergias.

No caso de algum membro da família sofrer de alergia, con­tacte um especialista em aleita­mento IBCLC (Especialista em Aleitamento reconhecido pelo Comité Internacional), a sua parteira ou o pediatra, se possível durante a gravidez, para se aconselhar sobre as medidas preventivas.

É sabido que o aleitamento materno traz muitos benefícios para o bebé. São igualmente muitos os benefícios para a mãe. Quando o bebé mama é segre­gada a oxitocina, uma hormona que estimula a contracção dos músculos ajudando o útero a regressar ao seu tamanho normal. O risco de hemorragias pós-parto é igualmente reduzido.

Fonte: Medela: “Amamentar ao peito”.

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A refeição do bebé

20 Outubro 2007 1 leitor deixou uma nota

O crescimento e o desenvolvimento tão acelerados no lactente exigem um aporte energético muito maior do que em idades posteriores. No entanto, a labilidade metabólica e a imaturidade dos fermentos digestivos do lactente levam a que se inicie a alimentação diversificada nunca antes dos quatro meses e, se possível, depois dos cinco seis meses, principalmente se estiver a ser alimentado ao seio materno.

A introdução de novos alimentos deve ser gradual e suave, respeitando o comportamento do bebé e nunca o forçando a comer.

O regime deve ser equilibrado quanto ao valor calórico e aos nutrientes essenciais: água, proteínas, gorduras, hidratos de carbono, vitaminas, minerais e fibras alimentares.

Deve ter-se sempre presente a eventual capacidade alergizante de cada alimento; nunca introduzir dois ou mais alimentos simultaneamente e espaçando de três, quatro dias, cada novo alimento.

A iniciação de alimentos com sabores e consistências novas, sem o estímulo do seio ou da tetina, pode desencadear reacções de recusa, não se devendo forçar mas insistir com energia carinhosa.

Deve estabelecer-se um horário adequado com três a quatro horas de intervalo. O calendário da introdução de novos alimentos é apenas um quadro de referência, podendo haver variações apreciáveis, dependentes da realidade sociocultural do meio e dos hábitos alimentares da família.

Assim dever-se-á iniciar pela papa de cereais sem glúten aos quatro meses; papa de fruta aos cinco meses; creme de legumes que inclua cenoura, abóbora, batata, beterraba, espargos, hortaliças, de uma forma gradual, cozidas em água e um pouco de azeite aos seis meses; puré de legumes com carne branca aos sete meses; gema de ovo aos nove meses; peixe e iogurte, de preferência natural, aos dez meses; as leguminosas depois de bem demolhadas serão introduzidas depois dos onze meses assim como o arroz e a massa.

É importante que o bebé adquira o hábito da refeição: deve estar sentado tomando pequenas quantidades de alimento pela colher e esperando entre as colheradas. Esta experiência, iniciada precocemente, ajudará à criação de um bom hábito alimentar para toda a vida.

Deverá falar-se com o bebé enquanto come.

No início e, se o bebé estiver muito esfomeado, poderá iniciar-se a refeição com um pouco de leite (seio ou artificial) e só depois introduzir o alimento sólido com a colher, o que vai prevenir a frustração quando está esfomeado e associar a satisfação da amamentação com a nova experiência da alimentação com a colher.

A colher e o alimento espesso são uma das etapas da integração da criança nos hábitos alimentares da família e da sociedade.

Por volta dos oito, nove meses, quando a capacidade de o bebé usar as suas mãos melhorou podemos dar-lhe uma colher para a sua própria mão para se treinar a alimentar sozinho. Devemos deixá-lo brincar com a colher enquanto lhe vamos dando a refeição. No início a quase totalidade do alimento irá cair ao chão; devemos resistir à tentação de lhe retirar a colher.

Normalmente só por volta de um ano de idade irá conseguir levar a colher à boca com alguma eficácia.

A refeição do bebe deverá ser dada previamente e só depois poderá sentar-se à mesa com o resto da família, dando-lhe para a mão pequenas quantidades de alimento como tosta ou biscoito.

Depois de suficientemente treinado a alimentar-se sozinho, deverá começar a beber pelo copo. Inicialmente o copo deverá ser inquebrável, com duas asas para poder agarrar com as duas mãos, com tampa ajustável e com bico.

Há vantagens em beber pelo copo: melhora a coordenação do movimento mão / boca e inicia o processo do desmame.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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A chupeta

16 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Há pais com grandes rejeições ao uso da chupeta; uns, porque se ofendem com a noção de acalmar o bebé com um objecto; outros, porque acreditam, embora incorrectamente, que a chupeta pode prejudicar.

O uso da chupeta não causa nenhum problema médico ou psicológico.

A chupeta é uma maneira de satisfazer as necessidades de sucção para além da amamentação. Não é para substituir ou atrasar as refeições.

Chupar no dedo ou usar a chupeta são padrões saudáveis de auto-controlo. O feto já chupa no polegar e o recém-nascido já tem o reflexo de mão/boca. Quando está perturbado ou a tentar sossegar, procura fazer isto como uma maneira de se controlar a si próprio. Este padrão parece ser inato e os bebés que o utilizam parecem ter uma convivência mais fácil.

No entanto, nas primeiras semanas de vida e, até que a amamentação ao peito esteja bem estabelecida, deve-se evitar dar biberão ou chupeta porque há bebés muito sensíveis à diferença da sucção pelo mamilo e pela tetina ou chupeta. Estes bebés podem simplesmente morder ou mastigar o mamilo em vez de usar a língua. Se neste período de tempo o bebé parecer necessitar de mais sucção, deve oferecer-se novamente o peito ou então auxiliá-lo a encontrar as suas próprias mãos.

Devemo-nos lembrar que a chupeta é para benefício do bebé e não para nossa conveniência; por isso devemos deixar o bebé decidir se e quando deve usá-la.

Nas crianças carentes e que estão quase sempre a sugar, a chupeta poderá prejudicar a dentição deformando a arcada dentária; o mesmo irá acontecer se chupar no dedo insistentemente depois dos 5 – 6 anos de idade.

Sabe-se no entanto que é a pressão da língua que deforma os dentes superiores, daí que a razão mais importante para a necessidade de endireitar os dentes seja, provavelmente, uma tendência genética.

Desde muito cedo as crianças começam a viver num mundo de tensões e é natural que procurem algum tipo de auto conforto como uma maneira de vencer essas tensões.

Nas viagens de avião, principalmente na subida e na aterragem, o desconforto e a dor causados no ouvido médio pelas diferenças de pressão, podem ser aliviadas pela sucção, pelo biberão ou chupeta.

Até aos 6 meses e devido à imaturidade do sistema imunológico, deve-se esterilizar com frequência as chupetas para não aumentar o risco de infecção por esta via. Depois desta idade a probabilidade de contrair infecção por este meio é muito pequena, bastando lavar a chupeta com detergente e passá-la por água corrente.

Há essencialmente dois tamanhos – um até aos 6 meses e outro a partir desta idade. Há várias formas de tetina desde a anatómica – ortodôntica até à arredondada.

Depois de escolher a forma de chupeta que o bebé prefere, deve-se comprar várias pelo risco de se sujarem e se perderem com facilidade.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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Mastite

11 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

A mastite é uma infecção bacteriana do tecido mamário que causa febre, arrepios, dores de cabeça, náuseas e falta de forças. O seio fica vermelho, inchado, quente e doloroso. Quando isto acontece deverá ser observada pelo médico podendo, no entanto, continuar a amamentar o bebé.

A infecção é tratada pela remoção do leite (com bomba ou dando de mamar) com repouso, ingerindo líquidos e tomando antibióticos adequados à amamentação. Não se deve deixar de amamentar, pois o leite não está infectado e estes antibióticos não causam alterações na composição do leite. A mastite pode ser um sinal de diminuição das defesas do organismo, devendo a mãe descansar, dormir e diminuir a actividade física, o que vai ajudar à recuperação.

Se a amamentação do seio com mastite causar dor intensa, deverá iniciar a mamada no seio saudável, ao mesmo tempo que deixa sair o leite do seio doente; esta atitude faz diminuir a pressão, permitindo completar a mamada neste seio, agora com menos desconforto.

Contudo, algumas mães sentem menos dor se o leite for retirado com a bomba e posteriormente utilizado.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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