Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Para passar com serenidade da amamentação ao biberão

20 Maio 2008 Sem notas por parte dos leitores

biberon_im Comece pelo menos três semanas antes da data em que pretende deixar de dar de mamar ao seu bebé. Este processo faz-se em três etapas:
• Comece por substituir uma mamada por um biberão, de preferência ao fim da tarde quando tem menos leite. Mantenha este biberão durante 3 ou 4 dias até que o bebé se habitue.
• Substitua uma segunda mamada. Escolha de preferência uma mamada em alternância entre as mamadas e os biberões e depois no fim de 3 ou 4 dias, substitua uma terceira mamada, mantendo o princípio da alternância durante 3 ou 4 dias.
• Se desejar deixar de mamar ao seu bebé parcialmente, continue este ritmo, guardando as mamadas da manhã e da noite e depois só a mamada da manhã. Se desejar deixar de dar de mamar de vez, continue com este ritmo até a substituição de todas as mamadas.
Ainda mais conselhos…
• Quando começar a dar os primeiros biberões, nunca force o bebé! Seja paciente e tente novamente ao cabo de 10 minutos em caso de recusa. Se o bebé recusar outra vez, espere biberon ainda alguns minutos antes de dar de mamar.
• Se o bebé estiver habituado à chupeta, escolha uma tetina do mesmo material.
• Se possível, tire o seu leite e dê-lhe nos primeiros biberões. Já muda para o biberão, deixe-o habituar-se ao leite em pó!
• Não hesite em chamar o papá! Longe de si e do seu cheiro, o bebé aceitará mais facilmente o biberão.
• Não repita o mesmo ritual só durante o aleitamento: mude de cadeira e de hábitos para que o bebé não pense que lhe vai dar de mamar.
• Prefira o leite morno ao leite frio porque o bebé está habituado à temperatura do seu leite.

Fonte: Bébé Confort

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Aleitamento materno favorece o desenvolvimento da inteligência

7 Maio 2008 Sem notas por parte dos leitores

«O aleitamento materno prolongado auxilia o desenvolvimento cognitivo e a inteligência das crianças, revela um estudo canadiano. A investigação foi dirigida por Michael Kramer, da Universidade McGill de Montreal, que utilizou uma amostra de 14 mil crianças na Bielorrússia. Trata-se, por isso do maior estudo alguma vez realizado numa amostra aleatória.

A equipa de Kramer, professor de pediatria, epidemiologia e bioestatística na Faculdade de Medicina daquela universidade, concluiu que o aleitamento materno produz uma subida do quociente intelectual das crianças e uma melhoria do seu rendimento escolar.

Cerca de 14 mil crianças foram seguidas durante seis anos e meio em cerca de trinta hospitais e clínicas da Bielorrússia. Metade das mães foi exposta a um programa para encorajar o aleitamento materno, enquanto as outras continuaram a receber o habitual acompanhamento pós-natal.

As conclusões do estudo foram apresentadas na segunda-feira e estão publicadas no último número da revista norte-americana “Archives of General Psychiatry”.»

Fonte: Rádio Renascença

Para saber mais: v. http://www.mcgill.ca 

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Para amamentar o bebé com serenidade

12 Abril 2008 Sem notas por parte dos leitores

• Amamente o seu bebé o mais cedo possível após o nascimento, logo na primeira hora de preferência (o reflexo de sucção é máximo nas duas primeiras horas de vida).
• Encontre a posição que respeita o seu conforto e garante também uma boa posição para o bebé (o bebé virado para o seio materno, o corpo e a cabeça bem alinhados). Pode amamentar em posição deitada.
• Propicie um ambiente favorável à amamentação (calmo, num sofá, longe do barulho).
• Esteja convencida de que o seu leite convém perfeitamente ao seu bebé: não há leite mau. Todas as mulheres produzem um leite bom, adaptado às necessidades do bebé.
• Amamente o seu bebé sempre que quiser, consoante a sua fome. Quanto mais o bebé mamar, mais leite haverá: a secreção láctea produz-se se houver saída de leite.
• Verifique se o seu bebé agarra bem o seio, se a sucção é eficaz e se o bebé obtem o leite de que precisa.
• Para não prejudicar a lactação, evite saltar mamadas, dar a chupeta ou dar outro leite antes das quatro semanas ao seu bebé.
• Não se isole em caso de dúvida ou de dificuldade. Procure ajuda de familiares, amigos ou profissionais.
• Tome o seu tempo…amamentar um bebé é também ter o ritmo de uma vida nova. Deixe de lado as tarefas secundárias e tenha a ajuda de alguém para o essencial.
• Pense em si. Descanse e relaxe para recuperar o sono inevitavelmente perdido.
• A secagem do leite faz parte do processo de amamentação. Se for progressivo, irá correr bem (quer fisicamente quer psicologicamente).

Fonte: Bébé Confort 

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Uma estrela que amamenta – uma mãe

8 Abril 2008 Sem notas por parte dos leitores

Uma campanha de marketing social em Lancashire, no Reino Unido, pretende promover os benefícios da amamentação de um modo original. Na campanha “Be a Star” as mães jovens que amamentam são apresentadas como estrelas – supermodelos, actrizes, cantoras.

O texto que acompanha as imagens é escrito do ponto de vista de alguém que possa influenciar as vidas das jovens mães – os seus pais, os seus amigos, os seus companheiros, o seu bebé.

As imagens pretendem diferenciar-se das representações mais tradicionais da mãe a amamentar e distanciar-se de um enfoque exclusivo nas “técnicas” de amamentação. Os organizadores desta campanha identificaram barreiras que se colocam à amamentação devido a atitudes e percepções culturais. A campanha pretende induzir confiança e orgulho a quem opta por amamentar. As mamãs nas fotografias aparecem em vestidos de alta-costura e penteados elaborados, parecendo estrelas de Hollywood ou famosas cantoras de rock mas são “apenas” mães a amamentar.

Fontes: Guardian e Be a Star

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Mamilos gretados

13 Outubro 2007 1 leitor deixou uma nota

No início a aleitação materna pode causar sensação dolorosa, especialmente durante a primeira semana, com a chamada “subida do leite”. No entanto, esta dor não deve ser sustentada nem causar desconforto ou fissuras.

Se a zona do mamilo ou outras áreas do seio forem muito dolorosas deve consultar o médico.

Durante o banho os seios devem ser lavados apenas com água. Os cremes, loções ou a fricção vigorosa podem macerar os mamilos. Também se deve modificar a posição do bebé a cada mamada.

Os mamilos devem estar secos, (se possível expô-los ao ar) e os pensos do aleitamento não devem ser plastificados. Depois da mamada deve-se deixar secar um pouco de leite em cima do mamilo, pois este leite depois de seco forma uma camada protectora que favorece a cicatrização.

 

Se com estas medidas não resolver o problema, deve consultar o médico porque associadamente pode haver uma infecção fúngica ou bacteriana.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

Creme 100% lanolina pura (gordura natural), para tratamento e prevenção de mamilos sensíveis ou gretados.

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O leite materno

11 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

O leite materno pode ser extraído manualmente ou com bomba. A extracção manual pode ser rápida e eficaz mas requer aprendizagem e prática. A bomba é mais fácil de usar, devendo remover completamente o leite para não provocar retenção e, gradualmente, levar à menor produção.

Para a extracção manual deve-se, em primeiro lugar, estimular o seio, massajando-o suavemente com a palma das mãos; em seguida colocando o polegar acima da aréola e os outros dedos por baixo do seio, apertar a mão, suave mas firmemente, ao mesmo tempo que se comprime o seio contra a parede torácica. Não se deve deslizar os dedos para o mamilo porque pode provocar ulcerações.

As bombas manuais tradicionais consistem em dois cilindros sobrepostos ligados a um dispositivo rígido em forma de funil, que se adapta ao seio. Quando se move o cilindro externo forma-se uma pressão negativa na área do mamilo, fazendo sair o leite que é recolhido no recipiente. As bombas eléctricas são ainda mais eficazes embora mais dispendiosas.

O leite deve ser armazenado em recipientes preferivelmente de vidro ou plástico rígido (tipo biberão) ou em sacos de plástico especiais para este efeito.

Para um bebé saudável não é necessária a esterilização da bomba nem dos recipientes para o leite, devendo no entanto estarem escrupulosamente limpos.

Se o leite for utilizado dentro de 48 horas, deve ser guardado de imediato no frigorífico, bem fechado. Se não for usado neste período terá que ser rejeitado. O leite que esteja no frigorífico até 24 horas pode ainda ser congelado.

Se se prevê que o leite não seja usado dentro de dois dias, deverá ser congelado de imediato sendo conservado com segurança durante um mês (num bom congelador pode ser congelado por 3 a 6 meses). Devido à presença de gordura, o leite materno deverá ser utilizado logo que possível.

Os recipientes devem ter um rótulo com a data e a capacidade de 90-120 ml que é a quantidade média para uma refeição. Também se pode congelar porções mais pequenas de 30-60 ml, como complemento extra de uma refeição.

O leite congelado deve ser aquecido em banho-maria até à temperatura de 20-22º Celsius, rodando o recipiente frequentemente. Não se deve aquecer o leite no microondas porque há um sobreaquecimento no centro do recipiente, parecendo pouco quente à periferia – o que pode levar a queimaduras na boca do bebé. O aquecimento excessivo pode destruir algumas propriedades anti-infecciosas e protectoras do leite.

Se se notar no leite descongelado a gordura separada, basta agitar suavemente para homogeneizar. Este leite pode ser utilizado com segurança.

O leite descongelado deve ser usado dentro de 24 horas e nunca deve ser congelado de novo. Deve rejeitar-se o leite que sobejou da mamada.

Como nem todos os bebés reagem da mesma maneira ao biberão, este leite pode ser dado pela chávena, mesmo a prematuros.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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Mamadas - quantas vezes e quanto tempo

8 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Os bebés alimentados ao seio normalmente mamam mais vezes do que os alimentados com leite artificial. O número de mamadas pode variar de 8 a 12 em 24 horas. À medida que o bebé vai crescendo, a capacidade do estômago vai aumentando, as mães vão produzindo mais leite e alguns conseguem aumentar o tempo entre as mamadas enquanto outros continuam a preferir refeições mais pequenas e frequentes.

Não há esquemas padrão de amamentação. O bebé deverá mamar quando tiver fome. Ele mostra que tem fome quando: está alerta, põe as mãos na boca e faz movimentos de sucção, começa a choramingar e a flectir braços e pernas, tornando-se mais activo e a procurar o peito (consegue cheirar a sua localização mesmo através da roupa).

O choro é um sinal tardio de fome, devendo iniciar a mamada antes disso.

Se a mãe e a criança forem saudáveis, a alimentação ao peito é mais bem sucedida se se iniciar na primeira hora a seguir ao parto. Tanto quanto possível o bebé deverá ser mantido junto à mãe para que responda prontamente quando manifestar fome. Se a estadia no hospital demorar alguns dias e o bebé dormir no berçário, provavelmente o esquema das mamadas será determinado pelas regras da enfermaria.

Uma vez em casa, poderá levar alguns dias até surgir o horário interno. Entretanto dever-se-á tentar a aleitação cada 2 – 3 horas, mesmo que o bebé não manifeste fome. Quando os bebés dormem bastante, deverão ser acordados cada 3 – 4 horas nas primeiras semanas de vida, para que tenham um mínimo de 8 mamadas em 24 horas.

Deve-se deixar o bebé mamar no primeiro seio durante o tempo que quiser, retirando-o quando parar de mamar por um período um pouco mais prolongado.

Como o bebé mama mais eficazmente no primeiro seio, as mamadas devem ser iniciadas alternadamente.

Nas primeiras semanas o bebé mama a cada 2 horas, durante dia e noite. Cerca das seis ou sete semanas, muitos recém-nascidos fazem um período de sono de 4 a 5 horas.

Deve-se estabelecer o padrão de sono nocturno mantendo o quarto escuro, quente e tranquilo. Se estiver sujo ou molhado, a mudança da fralda deve ser rápida, sem fazer barulho e antes da mamada.

Pelos 4 meses muitos bebés, mas não todos, são capazes de dormir 6 ou mais horas no período da noite, sem acordar; contudo alguns podem continuar a acordar uma ou mais vezes, para mamar.

O bebé pode requerer mamadas mais demoradas em certas alturas do dia e ficar satisfeito mais rapidamente, noutras.

Cada bebé tem o seu estilo de mamar. Uns são muito vivos, agarram o peito e mamam energicamente em 10-20 minutos; outros, muito excitáveis, tornam-se frenéticos à vista do seio – agarram-no, perdem-no e começam a chorar. Estes bebés deverão ser acalmados várias vezes em cada mamada. A solução para este tipo de situação será alimentá-los logo que acordem, antes de manifestarem muita fome, fazendo ainda a compressão do seio para que o leite goteje e abrande o fluxo antes de iniciar a mamada.

Outros ficam aborrecidos enquanto o leite não aparece. A estes não se deve dar biberão ou mesmo água, porque podem passar a recusar o seio. Dever-se-á insistir em colocá-los ao seio regularmente, sempre que estejam acordados ou façam movimentos com a boca, segurando a cabeça do bebé e aguardando com paciência que sinta o leite e inicie a mamada.

Há ainda bebés que antes de iniciar a mamada brincam com o mamilo. Nesta situação dever-se-á ter tolerância e aguardar alguns minutos até que o bebé consiga agarrar bem o mamilo e aréola.

Há ainda aqueles que mamam alguns minutos, param alguns minutos e recomeçam a mamada. Alguns adormecem ao peito, dormem cerca de meia hora ou mais e então acordam para a “sobremesa”. A melhor solução para estes casos é arranjar tempo extra para as mamadas e manter-se tão flexível quanto possível.

Aprender o padrão da alimentação de cada bebé é o maior desafio da mãe nas primeiras semanas após o parto. Depois de compreender a maneira de ser do seu filho, será muito mais fácil perceber quando tem fome, quando está satisfeito, quantas vezes necessita de mamar e o tempo que é necessário em cada mamada.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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A primeira mamada

30 Setembro 2007 2 Respostas

Ao nascer os seios estão prontos a produzir leite. Este processo inicia-se quando o bebé agarra a aréola e começa a sugar; faz isto instintivamente, logo que sinta o peito junto da sua boca. Pode ser ajudado a iniciar a sucção segurando-o contra o peito e tocando com o mamilo o seu lábio inferior.

Quando o bebé agarra o peito a sua boca fecha-se à volta da aréola, a língua forma um cavado à volta do mamilo e com um movimento ondulante, comprime o reservatório do leite esvaziando os seus canalículos.

Se possível deve evitar-se dar biberão porque a sucção pelo peito é diferente da sucção pela tetina, sendo alguns bebés muito sensíveis a esta diferença.

Uma vez iniciada a sucção eficientemente, estes movimentos estimulam terminações nervosas do mamilo que por sua vez vão estimular a glândula pituitária no cérebro. Esta responde produzindo hormonas – prolactina e ocitocina. A prolactina estimula o seio a produzir mais leite e a ocitocina estimula os músculos dos canais do leite a ejectá-lo no reservatório sob a aréola. Esta hormona vai também fazer contrair os músculos do útero, de tal modo que nos primeiros dias ou semanas após o parto poderão sentir-se dores no útero quando se amamenta. Apesar de um pouco doloroso, este processo vai ajudar o útero a voltar mais rapidamente ao tamanho normal reduzindo, a perda de sangue pós-parto.

O ibuprofeno ajuda a aliviar estas dores.

Após um breve período de sucção dá-se o início da lactação – o leite começa a fluir (descida do leite).

Os sinais de que a descida do leite está a ocorrer variam de caso a caso e com o volume de leite requerido pelo bebé. Algumas mães têm uma sensação de formigueiro, enquanto outras têm um aumento de pressão e sensação de seio completamente cheio; estas sensações são rapidamente aliviadas logo que o leite começa a fluir. Há mães que nunca têm estas sensações, apesar de também amamentaram com sucesso. O fluxo de leite varia em forma de jacto, gotejamento ou em corrente. Algumas mulheres têm a sensação de esvaziamento de leite e outras não. Estas sensações podem ser diferentes de um peito para o outro.

O período pós-parto é uma fase de grande ansiedade e insegurança, particularmente para a mãe pela primeira vez. É importante que o pediatra tire dúvidas e preocupações às mães mais inexperientes e indecisas. Estas sessões de orientação devem incluir o pai, pois o conhecimento das personalidades e expectativas de ambos os pais é muito importante para ajudar a evitar problemas físicos e psicológicos centrados na alimentação.

Se o parto foi normal, a mãe e o bebé estiverem bem, se possível, amamentação deve ter início, se possível, na primeira hora a seguir ao parto.

A posição mais confortável será com a mãe deitada de lado e o bebé também deitado, voltado para a mãe, em frente do peito. Tocando com o mamilo o lábio inferior do bebé ele instintivamente abre a boca, agarra o seio e começa a mamar. Esta sucção teve já início dentro do útero, ao chupar nos dedos, nas mãos e até nos pés. Por vezes é necessário ajudar o bebé a iniciar a mamada – comprimindo o peito com a mão acima da aréola e introduzindo-o na boca do bebé, com o mamilo levemente dirigido para cima.

Deve-se deixar o bebé mamar o tempo que quiser no primeiro seio e só depois passar ao outro lado, se ainda estiver interessado em mamar.

No início, a descida do leite poderá demorar um a dois minutos após o início da sucção, passando a ser mais rápida após a primeira semana. A quantidade de leite também vai aumentar substancialmente após aquela data.

Quanto mais relaxada e confiante estiver a mãe, mais facilmente se dará a descida do leite.

Se mantiver uma dor sustentada no mamilo, na aréola ou no seio, deverá informar o médico ou enfermeira.

Uma vez em casa, as seguintes sugestões poderão ajudar o reflexo da descida do leite:

  • Aplicar compressas húmidas e mornas no peito alguns minutos antes da mamada

  • Sentar numa cadeira confortável com as costas e braços bem apoiados

  • Colocar o bebé bem posicionado com a face em frente do peito

  • Usar técnicas relaxantes como respirar fundo, ouvir música suave

  • Escolher um lugar tranquilo para amamentar

  • Não fumar nem tomar bebidas alcoólicas ou drogas

O primeiro leite é o chamado colostro – solução líquida e amarelada produzida nos primeiros dias após o parto. Contém mais proteínas, sais, anticorpos e outras substâncias protectoras. É menos gordo e menos calórico.

Do 3º ao 5º dia após o parto, os seios começam a produzir o chamado leite de transição. Este leite é mais cremoso e branco do que o colostro. Após o 10º / 14º dia o leite adquire mais gordura e torna-se ainda mais cremoso.

O aumento de volume dos seios pode ser muito desconfortável e doloroso. A melhor solução é amamentar o bebé sempre que esteja com fome e esvaziar os dois seios cada duas horas. Por vezes os seios estão tão cheios que o bebé não consegue agarrá-lo. Nesta situação deve-se aplicar compressas húmidas e mornas, fazer a expressão manual do seio, massajando desde a axila até ao mamilo ou retirar algum leite com a bomba antes da mamada.

O volume de leite produzido aumenta substancialmente após a primeira semana. Nos primeiros 2 dias pode produzir apenas 5 ml em cada mamada; pelo 4º ou 5º dia o volume aumenta a 30 ml e pelo final da 1ª semana, dependendo do apetite do bebé e da duração das mamadas, pode-se produzir 60 a 150 ml em cada mamada.

No final do primeiro mês o bebé deverá receber cerca de 720 ml de leite por dia.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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