Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Fraldas de pano Kushies

13 Maio 2010 Sem notas por parte dos leitores

Fraldas de Pano 

Porquê usar fraldas de pano?

São Ecológicas: Reduzem o lixo produzido, poupam as Florestas e são normalmente feitas com algodão orgânico não branqueado, evitando assim a utilização de químicos nocivos.Fraldas de Pano

São Eficazes: Diminuem a frequência de dermatites (pois utilizam materiais naturais e respiráveis), evitam as fugas com conforto, são bonitas e de fácil utilização.

São Económicas: Custam cerca de um quarto do preço das fraldas descartáveis, no período de dois anos, e evitam as constantes idas às compras, reduzem substancialmente a necessidade de utilização de cremes e o investimento fica feito para os filhos seguintes.

 

Quantas Fraldas preciso?Fraldas de Pano

De maneira a reduzir o numero de lavagens por semana, considera-se que o número de fraldas ideal varia entre as 15 e as 20 – dependendo do ritmo do bebé -, permitindo fazer apenas duas máquinas por semana com tempo para a secagem natural.

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Bambo Nature – A fralda que cuida do ambiente

26 Março 2010 4 Respostas

Fraldas Bambo Nature Midi 5-10 kgFraldas Bambo Nature Mini 3-6 kg Agora pode optar por fraldas que oferecem o máximo conforto ao seu filho, sem comprometer a sua preocupação com o impacto ambiental de tais produtos.

As fraldas Bambo Nature utilizam sofisticadas matérias-primas ecologicamente sustentáveis, o que permite a produção de fraldas Fraldas Bambo Nature Maxi 8-18 kgconfortáveis sem que as suas características de absorção sejam comprometidas.

imageAs fraldas Bambo Nature têm o rótulo Swan, o que significa que cumprem uma série de condições estritas em termos de impacto ambiental do produto ao longo do seu ciclo vida.

Alguns destes requisitos são:

Fraldas Bambo Nature Maxi Plus 12-22 kg• Sem branqueadores ou perfumes;

• Tem de ser usado um nível mínimo de matérias-primas renováveis;

• É imposto um limite máximo para os resíduos de produção gerados pelo processo de fabrico;

• Não é permitido o uso de loções hidratantes.

Fraldas Bambo Nature Junior 15-25 kgA folha anterior é respirável permitindo a circulação de ar

Sofisticadas matérias-primas ecologicamente sustentáveis

Tão finos e confortáveis como as marcas comuns sem o mesmo tipo de considerações ecológicas

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Fraldas descartáveis amigas do ambiente

11 Janeiro 2010 5 Respostas

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BAMBO NATURE – a fralda para pais que se preocupam com o ambiente.

image As fraldas Bambo Nature têm todas as características das principais fraldas descartáveis convencionais, mas são muito mais gentis com a pele do seu bebé e com o ambiente.
As fraldas Bambo Nature não contêm branqueadores, perfumes, loções ou cremes hidratantes, o que traduz num menor risco de reacções alérgicas e pruridos. As matérias-primas utilizadas para produzir as fraldas são certificadas como sendo livres de produtos químicos nocivos.
Bambo Nature detém o certificado ecológico Nordic Swan, a sua garantia de que este produto tem menos impacto no meio ambiente do que as fraldas convencionais. Todos os materiais utilizados são aprovados pela Agência de Protecção Ambiental  dinamarquesa. O processo de produção minimiza o consumo de energia e usa as técnicas mais recentes e inovadoras para economizar e reciclar matérias-primas sempre que possível. O núcleo absorvente usado nas fraldas Bambo Nature tem uma alta percentagem de amido – um absorvente natural que também é 100% biodegradável.

 

As fraldas descartáveis amigas do ambiente Bambo Nature estão disponíveis em 5 tamanhos:

fraldas_bambo_nature

MINI 3-6 kg / MIDI 5-10 kg / MAXI 8-18 kg / MAXI PLUS 12-22 kg / JUNIOR 15-25 kg´

(Também temos disponíveis as fraldas Bambo Prematuro 1 – 3kg)

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Um imperador curioso e uma tempestade eléctrica fundamental

7 Fevereiro 2009 Sem notas por parte dos leitores

Por vezes o labor do crítico é conduzido com tal apuro que supera em grandeza o próprio objecto criticado. Não sabemos se é este o caso da crítica que abaixo transcrevemos (parcialmente), porque desconhecemos a obra que deu azo a este texto. O que podemos dizer, sem sombra de dúvida, é que estas palavras valem de per si, sintetizando com maestria, em poucos caracteres, descobertas com oito séculos que se reinventam todos os dias. Um mimo!…

«Há cerca de oitocentos anos, o Sacro Império Romano tinha à frente do seu destino o Imperador Frederico II, um homem curioso, com espírito científico e que emprestou o nome a uma Universidade de Nápoles. Se bem que muito ocupado com estratégias e lutas militares e ideológicas, ainda encontrou tempo para se dedicar à investigação científica. Curioso, quis saber que linguagem adquiriria o ser humano se nunca ouvisse falar. Os métodos da investigação foram simples e claros: retirou das famílias uns quantos recém-nascidos e recomendou que se deveria fornecer-lhes apenas o suporte básico da vida: comer, beber e cuidados mínimos de higiene. De resto nada de mais nada. Que aprendeu? Nada do que esperava: as crianças morreram todas. Um crítico da época concluiu que o trabalho do Imperador foi em vão pois ninguém sobrevive sem mimos.

[…] A interacção genes ambiente é dramática, para bem ou para mal. Tecidos e órgãos podem sofrer irremediáveis modificações (o conceito de plasticidade), conduzindo a morbilidade e mortalidade. O neurónio é particularmente plástico. Ao nascer há 100 mil milhões de neurónios e 50 milhões de milhões de sinapses. Depois o número de neurónios pouco aumenta, ao contrário das sinapses que no fim do primeiro mês aumentaram vinte vezes, sendo então mil milhões de milhões. Pura e simplesmente não há genes em número suficiente para controlar tanta evolução que fica, então, à mercê do ambiente que não pode ser tóxico, que deverá ter o melhor suporte energético (leite materno) e assegurar a estimulação mais adequada (o amor de quem é mais crescido). Sempre que se acaricia ou mima de outra qualquer forma um bebé, gera-se uma tempestade eléctrica potenciadora da mais perfeita evolução e aperfeiçoamento neuronais.
O amor é nuclear na relação pais e filhos e deve fluir livremente em ambas as direcções, sem condições nem limites. Da parte da criança é sempre assim, há garantia absoluta. Da parte dos pais nem sempre, ainda que muito raramente, pois aesmagadora maioria ama os filhos e envolve-os em carinho e ternura.»

Fonte: Crítica do pediatra José Manuel Tojal Monteiro ao livro “Seis meses para toda a vida”, de Elisabeth Fodor, María del Carmen García-Castellón e Montserrat Morán. In Acta Pediátrica Portuguesa 2008:39(3):137-8.

Nota: sublinhados nossos.

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