Evolutiva: a base FamilyFix utiliza-se primeiro com a Grupo 0+ Pebble, enquanto o bebé é pequeno (0-13kg) e depois com a Grupo 1 Pearl (9-18kg).
Ultra prática: um clique chega para fixar as cadeiras na base.
Uma base Isofix para garantir o mais alto nível de segurança.
Os dois pontos âncora, associados ao pé de apoio frontal, asseguram uma estabilidade total na base e na cadeira, que ficam perfeitamente fixas ao banco.
Um indicador duplo luminoso e sonoro permite a boa instalação.
Um sistema de inclinação único.
Inclináveis até 5 posições com a base Familyfix, as cadeiras Pebble e Pearl oferecem um conforto considerável. A base FamilyFix permite uma utilização mais longa no Grupo 0+, de costas para a estrada.
Com o seu design elegante e o seu interior macio, a nova cadeira auto Pebble é um exemplo de tecnologia de ponta, no sentido de oferecer aos pais e aos filhos uma sensação única de conforto, de simplicidade de utilização e de segurança.
A Pebble Fixa-se com um só clique na base Isofix FamilyFix !
Segurança e simplicidade de utilização a toda a prova:
• A segurança optimizada de uma fixação Isofix, aliada a um indicador luminoso e sonoro para controlar a boa instalação na base.
• A simplicidade de utilização numa base: um clique chega para instalar a cadeira!
• O sistema de inclinação da base oferece uma posição bem elevada que permite uma utilização mais longa na posição de costas para a estrada (a criança tem mais espaço para colocar as pernas).
Baby Art é o líder mundial na distribuição de produtos originais e únicos para bebés. Estes produtos permitir-lhe-ão ter a impressão da mão e/ou pé do seu bebé em poucos minutos. Os pais poderão criar, de forma fácil e 100% segura, as suas próprias obras de arte.
Baby Art apresenta um conjunto de ideias originais para oferecer a si ou aos seus amigos! O seu bebé poderá ter as suas impressões gravadas para sempre. Uma recordação que ficará para sempre na sua memória como um momento único.
«[…] O Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade é hoje assinalado em países de todo o mundo, com o intuito de reflectir sobre as formas de reduzir a taxa de prematuridade e as sequelas nas crianças, bem como de minimizar os problemas das famílias. A Maternidade Bissaya Barreto (MBB), em Coimbra, é uma das instituições a marcar a data. De acordo com a pediatra Fátima Negrão, cerca de 10 por centos dos bebés ali nascidos são prematuros (100 a 120 por ano), mas a grande maioria tem mais do que 34 semanas de gestação. A fatia dos cinco por cento que nascem com menos de 34 semanas é a que traz mais preocupações e inspira mais cuidados dos profissionais de saúde, «pela sua imaturidade, pelo baixo desenvolvimento dos órgãos, nomeadamente dos órgãos respiratórios, que obriga a apoio ventilatório». Ainda que a idade gestacional seja mais importante do que o peso, estes são também bebés muito pequeninos, com peso normalmente abaixo dos 1.500 gramas. A taxa de mortalidade destes bebés na MBB ronda os 12 por cento, à semelhança do que é conseguido em centros de referência internacionais. Mas o importante não é só que os bebés sobrevivam. «Preocupa-nos a qualidade de vida que vão ter. Cerca de 20 por cento fica com sequelas, que podem ser doenças crónicas respiratórias, défices sensoriais (surdez, défice de visão, etc.) ou uma paralisia cerebral», explica Fátima Negrão, reparando que «num maior número de crianças que sobrevivem há uma maior taxa de sequelas». Um “pau de dois bicos” que os especialistas têm de ter em consideração na altura de definir «os limites da viabilidade terapêutica». Neste momento, de acordo com a pediatra, «o consenso internacional é de que se deve investir no tratamento de bebés com 24 semanas ou mais».
400 gramas de vida Ainda assim, graças ao investimento na área da obstetrícia são cada vez mais os bebés prematuros que conseguem ter um desenvolvimento saudável. E isso mesmo prova a história de um bebé que nasceu com apenas 400 gramas na MBB e cuja foto figura, orgulhosamente, no álbum da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN). Serve para mostrar às novas mães (e pais) de prematuros, dando-lhes mais confiança. Para este tipo de resposta diferenciada, a MBB recebe grávidas de toda a região Centro e, sempre que possível, é feita a transferência “in utero”. «A mãe é a melhor incubadora que existe», sustenta Fátima Negrão. As mães – e também os pais – são preparados para receber o bebé prematuro, com uma visita à Unidade de Cuidados Intensivos, o folhear do álbum de fotos e tudo o que possa minimizar o impacto de não receber o filho nos braços após o nascimento e deste não ser (ainda) o bebé rechonchudo e rosado que imaginaram.
Taxa elevada na região Centro Segundo as estatísticas do Alto Comissariado para a Saúde, a região Centro tem a mais elevada taxa de prematuridade a nível nacional. Uma situação que os especialistas não conseguem explicar. No entanto, são conhecidos os factores que têm contribuído para uma maior taxa de prematuridade em Portugal e em outros países desenvolvidos, como o stress da grávida, infecções, a hipertensão, as gravidezes gemelares (relacionadas também com um aumento da procriação medicamente assistida) e a idade mais avançada das mães. Por outro lado, repara Fátima Negrão, «muitas mulheres com doenças crónicas (diabetes, lúpus, etc.) e outras, que não conseguiam engravidar, podem hoje concretizar esse sonho e levar quase até ao fim a gravidez».
“Tive a sorte de a conhecer mais cedo” «As mães têm sempre um grande choque, porque o bebé está inacessível, rodeado por tubos, numa sala em que, por vezes tocam alarmes», explicam Helga Ribeiro e Cecília Parente, que deram ao Diário de Coimbra o testemunho de enfermeiras da UCIN e, simultaneamente, de mães de crianças prematuras. A primeira já com a serenidade que a distância trouxe, já que a filha tem hoje 11 anos e, apesar de ter sido sempre a mais pequenina da creche e do jardim-de-infância, teve um desenvolvimento perfeitamente normal. À filha costuma dizer, meio a brincar, que teve «a sorte de a conhecer mais cedo do que é costume». […]»
Colchão de espuma durável forrada com a mais avançada tecnologia de regulação de calor, que equilibrará a temperatura do corpo do seu bebé para que este tenha um sono profundo e confortável.
Tamanho: 140 x 70 x 10cm
Woven Outlast® Ticking – regula a temperatura do corpo do seu bebé
Grau elevado de espuma ortopédica – assegura o equilíbrio entre o suporte e conforto da coluna vertebral
Permex Plus – é um PVC hipoalergénico com revestimento à prova de água que manterá o seu bebé fresco e seco.
KUB ECOFAIR COLCHÃO DE MOLAS
O algodão Ecofair do revestimento do colchão é amigo do ambiente pois assegura um excelente suporte e conforto da coluna vertebral do seu bebé.
Tamanho: 140 x 70 x 10cm
Ecofair’” Woven Ticking – camada superior altamente respirável e suave ao toque
Grau elevado de espuma ortopédica – assegura o equilíbrio perfeito entre o suporte da coluna vertebral e o conforto
Premium quality felt – assegura a distribuição do peso e actua como uma camada protectora entre as molas e a camada superior
Duplo cone de molas ortopédicas – que assegura o suporte ideal para a coluna vertebral
Permex Plus – é um PVC hipoalergénico com revestimento à prova de água que manterá o seu bebé fresco e seco.
KUB VENTIFLOW COLCHÃO DE MOLAS ENSACADAS
Este colchão completamente reversível oferece a escolha de duas superfícies para satisfazer as necessidades do bebé, de acordo com a sua idade, etapa de desenvolvimento, e temperatura sazonal. Molas ensacadas individualmente adaptadas ao peso e forma do seu bebé, assegurando um excelente suporte para as costas, pescoço e cabeça.
Tamanho: 140 x 70 x 10cm
Ventiflow airflow cover – ajuda a prevenir a transpiração, A forra pode ser removida e lavável a 60° C
Tecnologia Kidtex – melhora a respirabilidade e circulação do ar e mantém o colchão interior fresco e limpo
Grau elevado de espuma ortopédica – assegura o equilíbrio perfeito entre o suporte da coluna vertebral e o conforto
Molas ensacadas – adaptam-se ao corpo do seu filho permitindo-Ihe uma boa noite de sono
Permex Plus – é um PVC hipoalergénico com revestimento à prova de água que manterá o seu bebé fresco e seco.
Por favor tenha em consideração que as fotografias são apenas ilustrativas. Qualquer característica dos produtos poderá ser modificada a qualquer momento e poderá não corresponder às imagens publicadas. Orion, Ecofair e Ventilflow são marcas registadas da Kit for Kids ltd. Outlast é uma marca registada da Outlast Technologies, Inc. Todos os direitos reservados.
Eficiente – Testado e aprovado em ambientes reais (sem simulações) nos melhores institutos do mundo. Airfree® destrói qualquer microorganismo que passe pelo seu conjunto cerâmico esterilizador, independentemente da sua periculosidade ou tamanho. Além de eficaz, Airfree® possui design premiado e luz relaxante ajustável, ideal para o quarto de bebés.
Silencioso – Absolutamente sem ruído.
Exclusivo – Tecnologia patenteada internacionalmente e, exclusiva dos produtos Airfree®, a única que também reduz a concentração de ozono.
Económico – Não há custos com troca de peças ou altos gastos de energia, pois o consumo mensal de um Airfree® é de aproximadamente 48W.
Prático – Ligue e esqueça, não há preocupação com manutenção ou limpeza.
APLICAÇÕES do
Profilaxia Ambiental: Baby Air proporciona ambientes mais saudáveis na medida em que reduz a quantidade de microorganismos e alérgenos* do ar, reduzindo consequentemente os riscos de contaminação e crises alérgicas.
Controle de Alergias: Segundo especialistas, a melhor forma de controlar as alergias é reduzir a exposição do alérgico aos alérgenos. Baby Air é comprovadamente um aliado no controle das alergias respiratórias uma vez que actua na profilaxia ambiental reduzindo a presença de alérgenos e microorganismos no ambiente.
Bebés e Grávidas: Por reduzir a quantidade de germes no ar, Baby Air é utilizado em residências como uma das medidas de prevenção e cuidado com a saúde do bebé e da grávida. Diversos estudos comprovam que reduzir a exposição de bebés aos alérgenos, pode prevenir o desenvolvimento de doenças ligadas à alergia.
Prevenção do Mofo (colónias de fungos): Por combater os esporos de fungos (responsáveis pela disseminação das colónias de mofo) do ar, Baby Air evita o aparecimento e crescimento de novas colónias nas superfícies ou em objectos.
Combate a odores: Foi constatado empiricamente que o Baby Air combate alguns odores como: “cheiro de mofo” e cheiro residual de cigarro.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Modelo
Baby Air
Capacidade
80 metros cúbicos
Temperatura máxima externa
75°C
Voltagem
110 ~ 240V
Vazão mínima
16,000 litros/hora
Dimensões
26,5 cm altura e 21,5 cm de diâmetro
Ruído
Totalmente Silencioso
Peso
1,20Kg
Preço com portes para Portugal: € 159,00.
Como comprar: Pode utilizar o Paypal (v. link supra), ou pode fazer a encomenda através do email blog @ bebeconfortcoimbra . com.
*Alérgenos: substâncias que, introduzidas num organismo, produzem alergia.
A imagem do produto é meramente ilustrativa.
A Direcção-Geral de Saúde publicou um conjunto de recomendações sobre o vírus da Gripe A (H1N1)v no Portal da Saúde. Transcrevemos abaixo as recomendações da DGS para mulheres que amamentam:
Considerações:
As mães não doentes com o vírus da gripe A(H1N1)v, deverão ser encorajadas a iniciar precocemente a amamentação e a amamentar com frequência os seus filhos.
Idealmente os bebés deverão receber sobretudo leite materno. Eliminar a desnecessária substituição com fórmulas para lactentes, ajudará os bebés a adquirir um maior número de anticorpos maternos (Anticorpos são proteínas fabricadas no corpo pelo sistema imunitário que ajudam a combater a infecção).
Os recém-nascidos têm um elevado risco de doença grave com este novo vírus da gripe A(H1N1)v e muito pouco se sabe, ainda, sobre a prevenção da gripe A. Se viável apenas os adultos saudáveis deverão cuidar dos recém-nascidos, inclusive para os alimentar.
O risco de transmissão através do leite é desconhecido. No entanto, os estudos efectuados sobre a presença de vírus no leite humano na gripe sazonal, sugerem que esse risco é raro, pelo que se supõe que a passagem deste vírus no leite seja também pouco provável.
As mulheres doentes com a infecção pelo vírus da gripe A(H1N1)v podem extrair o leite, para recipientes próprios, e solicitar a um membro da família que esteja saudável que o dê ao bebé.
1. O que posso fazer para proteger o meu bebé deste vírus?
Tenha um cuidado extra em lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, durante 15 a 20 segundos, ou com uma solução alcoólica.
Mantenha o bebé afastado de pessoas doentes.
Limite a permuta de brinquedos com outras crianças sobretudo se os levam à boca.
Lave frequentemente com água e sabão os objectos que o bebé ponha na boca.
2. Amamentar protege os bebés desta nova gripe?
Os bebés não amamentados estão mais vulneráveis à infecção e à hospitalização, por doença respiratória grave, do que os amamentados.
Os recém-nascidos não amamentados têm menor capacidade de se defenderem da infecção pois não dispõem dos anticorpos protectores que passam no leite das mães.
Como se trata de um vírus novo não se conhece ainda a protecção específica para esta situação.
3. E se Eu estiver doente? Posso amamentar o meu bebé?
Sim. O aleitamento materno deve ser apoiado também perante esta doença, porque protege os bebés de infecções respiratórias.
A mãe doente com gripe A(H1N1)v deve ser encorajada a fazer a extracção do seu leite. Durante o período de contágio, o bebé deverá receber o leite que a mãe extraiu, dado por uma pessoa/familiar não doente.
A mãe doente com gripe A(H1N1)v, sem mais ninguém que possa cuidar ou alimentar o seu bebé, é importante reforçar os cuidados:
Ter cautela em não tossir ou espirrar a menos de 1 metro do bebé ou para a sua face;
Proteger o nariz e a boca com um lenço quando tosse ou espirra;
Lavar as mãos depois de espirrar ou tossir;
Utilizar máscara quando cuida do bebé. (Substitua-a se a sentir húmida);
Retirar a máscara tocando apenas nos atilhos/elásticos e não na frente (se tocar na parte da frente da máscara deve lavar cuidadosamente as mãos antes de tocar no seu bebé).
4. Poderei continuar a amamentar se estiver a tomar medicamentos para prevenir ou tratar esta gripe?
Sim. O tratamento ou profilaxia com medicação antiviral não constitui contra-indicação para a amamentação.
5. Interrompo a amamentação se suspeitar que tive contacto com o vírus da gripe A(H1N1)v?
Não. As mães produzem anticorpos para combater as infecções com as quais entram em contacto e o seu leite fica adequado a debelar as mesmas infecções nos seus filhos. O aleitamento materno ajuda a desenvolver a capacidade do bebé para se defender das doenças infecciosas, deve no entanto utilizar as medidas preventivas anteriormente descritas.
6. E se o meu bebé ficar doente, posso amamentá-lo?
Sim. O melhor que pode fazer pelo seu bebé doente é manter o aleitamento. Ofereça-lhe a mama com maior frequência.
Os bebés que estão doentes têm maior necessidade de líquidos. O que obtêm quando mamam é superior a qualquer outro, melhor que a água, o sumo ou soluções de reposição hidroelectrolítica, porque também ajuda a proteger o sistema imunitário do bebé.
Se o seu filho está tão doente que não consegue mamar, pode oferecer o seu leite por copo, biberão, seringa ou conta gotas.
A Direcção-Geral de Saúde publicou um conjunto de recomendações sobre o vírus da Gripe A (H1N1)v no Portal da Saúde. Transcrevemos abaixo as recomendações da DGS para mulheres grávidas:
1. E se eu estiver grávida e contrair esta nova gripe?
As mulheres grávidas têm maior probabilidade de ter complicações graves com a nova gripe A(H1N1)v tal como acontece com a gripe sazonal, mas não há evidência que tenham maior probabilidade de contrair esta infecção.
Saiba que se ficar doente pode fazer o mesmo tratamento que o resto da população.
2. O que posso eu fazer para me proteger a mim, ao meu bebé e família?
Não existe actualmente vacina para esta infecção.
As medidas preventivas são muito importantes.
Siga estes passos para prevenir a propagação de vírus e proteger a sua saúde:
Cubra o nariz e a boca com um lenço de papel sempre que tosse, espirra ou alguém o faz perto de si. Deite o lenço no lixo após a utilização;
Lave frequentemente as mãos, com água quente e sabão, durante 15 a 20 segundos; especialmente depois de um espirro ou tosse. Se utilizar um gel de lavagem de mãos à base de álcool, não adicione água e espalhe o gel nas mãos até que evapore/seque;
Em ambientes muito movimentados, evite tocar nos olhos, nariz e boca, antes de lavar as mãos. O vírus também se propaga deste modo;
Se for indicada a sua utilização, use correctamente as máscaras faciais.
Evite o contacto com pessoas doentes.
3. Quais os sintomas de gripe A (H1N1)v?
Os sintomas são parecidos com os da gripe sazonal habitual e incluem o seguinte:
Febre
Tosse
Dores de garganta
Dores musculares
Dores de cabeça
Erupção cutânea
Arrepios e fadiga
Por vezes diarreia e vómitos
4. O que devo fazer se ficar doente?
Se teve contacto próximo com alguém infectado com a gripe A, ou que esteja a ser tratado por contacto com o vírus da gripe A(H1N1)v, contacte a Linha “Saúde 24” 808 24 24 24 e esclareça se precisa de tratamento.
Se houver casos de gripe A(H1N1)v na sua comunidade preste atenção especial ao seu corpo e ao que está a sentir.
Se sentir sintomas ligeiros de gripe, permaneça em casa, limite o contacto com outras pessoas e telefone para a Linha “Saúde 24” 808 24 24 24.
5. Como é tratada esta gripe?
Trate a febre. Manter a temperatura dentro dos seus valores habituais é muito importante para o seu bebé. O Paracetamol é o melhor tratamento para a febre durante a gravidez e pode ser tomado 1gr de 8/8horas. Se tiver dúvidas pode ligar para a Linha “Saúde 24” 808 24 24 24.
Beba água ou outros líquidos, em abundância para repor os que perdeu por estar com febre.
Os medicamentos antivirais como o Tamiflu® (oseltamivir) ou Relenza® (zanamivir) só devem ser utilizados sob prescrição médica. Não estão descritas complicações na grávida ou no feto com a utilização destes fármacos.
Alison Gopnik* publicou recentemente um artigo deveras interessante sobre as capacidades de aprendizagem dos bebés e o modo como eles aprendem.
Se ao longo de muito tempo os psicólogos e filósofos consideraram que os bebés e as crianças de tenra idade eram basicamente adultos inacabados, os estudos mais recentes indicam que os bebés são mais inteligentes do que alguma vez se pensou.
Uma dessas experiências foi a formulada por Fei Xu e Vashti Garcia, na Universidade da Colômbia Britânica, destinada a provar que os bebés conseguiam compreender as probabilidades – “Mostraram a bebés de oito meses uma caixa cheia de bolas de ping pong: a maioria eram brancas mas havia também algumas vermelhas. Os bebés ficaram mais surpresos e olharam mais tempo e com mais atenção para a pessoa que realizava a experiência quando quatro bolas vermelhas e uma branca eram retiradas da caixa – um resultado possível mas improvável – do que quando quatro bolas brancas e uma vermelha eram recolhidas.”
Vários pesquisas deste género têm confirmado as capacidades surpreendentes dos bebés. Mas os estudos também têm indicado que a inteligência dos bebés é bastante diferente da dos adultos.
O cérebro jovem é assaz plástico e flexível e tem mais ligações neuronais do que o cérebro de um adulto, apesar de ser muito menos eficiente. Os bebés e crianças pequenas são terríveis a planear e a concentrar-se apenas numa situação. Tal constatação levou a que, durante muito tempo, se subestimassem as suas capacidades. Como afirma Gopnik: “Computer scientists talk about the difference between exploring and exploiting — a system will learn more if it explores many possibilities, but it will be more effective if it simply acts on the most likely one. Babies explore; adults exploit.”
É por isto que, segundo Gopnik, a educação de um bebé não pode seguir os mesmos parâmetros da educação escolar. É um erro querer transformar um jardim-de-infância numa escola apostada em ensinar os bebés e as criancinhas de um modo muito planeado e focado em competências muito específicas, como se faz para crianças a partir dos 5/6 anos.
A mensagem de Alison Gopnik, autora de livros como “The Scientist in the Crib”, parece ser, sucintamente: “deixem as crianças explorar naturalmente o mundo que as rodeia”.
Gopnik conclui o seu artigo declarando que não há brinquedos prefeitos nem fórmulas mágicas. Mas uma coisa dá como certa e segura: “aquilo que as crianças observam mais atentamente, exploram mais obsessivamente e imaginam de modo mais vívido, são as pessoas à sua volta.”
*Alison Gopnik é professora de psicologia e filosofia na Universidade da Califórnia em Berkeley.