Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Como lavar bem um biberão

27 Maio 2008 Sem notas por parte dos leitores

• Comece por passar o biberão por água quente (o ideal seria logo após o aleitamento antes do leite estar seco).
• Esvazie e esfregue com o escovilhão e água e sabão. Se houver restos no fundo do biberão, deixe-o de molho em água quente e sabão e utilize um escovilhão com a ponta em esponja. A esponja retira os restos mais facilmente.
• Enxagúe bem os biberões e coloque-os de cabeça para baixo para secarem.
• Antes dos 3 meses, prefira a lavagem manual à máquina de lavar.

Fonte: Bébé Confort

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Para preparar bem os biberões

23 Maio 2008 Sem notas por parte dos leitores

tetee_acc_im Conselhos de compra

A forma do biberão deve permitir uma lavagem fácil com o escovilhão. Além disso, deve adaptar-se ao seu modo de esterilização (tamanho e altura), e deve ser compatível com o seu modo de aquecimento (aquece biberão, microondas…).

Conselhos de segurança

Depois de aquecer o biberão, controle sempre a sua temperatura: deite algumas gotas do conteúdo na parte interior do pulso (zona onde a pele é muito sensível contrariamente à parte de cima da mão).
O leite a ferver queima não só a boca como também a garganta e até o esófago.
egoute_bib É por isso que a utilização do microondas não é aconselhada porque o biberão pode estar morno, mas o líquido no seu interior pode estar a ferver!
É desaconselhado dar um biberão ao bebé após 45 minutos do tempo da sua preparação (risco de desenvolvimento de bactérias). Assim, para os passeios, transporte o biberão com água morna e a dose de leite necessária à parte. Fará então a sua preparação no momento desejado!

Fonte: Bébé Confort

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Para passar com serenidade da amamentação ao biberão

20 Maio 2008 Sem notas por parte dos leitores

biberon_im Comece pelo menos três semanas antes da data em que pretende deixar de dar de mamar ao seu bebé. Este processo faz-se em três etapas:
• Comece por substituir uma mamada por um biberão, de preferência ao fim da tarde quando tem menos leite. Mantenha este biberão durante 3 ou 4 dias até que o bebé se habitue.
• Substitua uma segunda mamada. Escolha de preferência uma mamada em alternância entre as mamadas e os biberões e depois no fim de 3 ou 4 dias, substitua uma terceira mamada, mantendo o princípio da alternância durante 3 ou 4 dias.
• Se desejar deixar de mamar ao seu bebé parcialmente, continue este ritmo, guardando as mamadas da manhã e da noite e depois só a mamada da manhã. Se desejar deixar de dar de mamar de vez, continue com este ritmo até a substituição de todas as mamadas.
Ainda mais conselhos…
• Quando começar a dar os primeiros biberões, nunca force o bebé! Seja paciente e tente novamente ao cabo de 10 minutos em caso de recusa. Se o bebé recusar outra vez, espere biberon ainda alguns minutos antes de dar de mamar.
• Se o bebé estiver habituado à chupeta, escolha uma tetina do mesmo material.
• Se possível, tire o seu leite e dê-lhe nos primeiros biberões. Já muda para o biberão, deixe-o habituar-se ao leite em pó!
• Não hesite em chamar o papá! Longe de si e do seu cheiro, o bebé aceitará mais facilmente o biberão.
• Não repita o mesmo ritual só durante o aleitamento: mude de cadeira e de hábitos para que o bebé não pense que lhe vai dar de mamar.
• Prefira o leite morno ao leite frio porque o bebé está habituado à temperatura do seu leite.

Fonte: Bébé Confort

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A chupeta - conselhos

18 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

  •     A chupeta deve ser formada por uma peça única com tetina suave, resistente à máquina de lavar louça e à fervura em água;
  •    A distância entre a extremidade da tetina e o anel, deve ser superior a 3,8 cm, para que o bebé não consiga introduzir a totalidade da chupeta na boca;
  • Não se deve usar a tetina do biberão como chupeta;
  • O anel deve ser de plástico firme com buracos de arejamento;
  • Não pendurar a chupeta ao pescoço pelo risco de estrangulamento;
  • Inspeccionar periodicamente o estado da chupeta: se a borracha começar a ficar mole ou descorada deverá ser substituída.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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A chupeta

16 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Há pais com grandes rejeições ao uso da chupeta; uns, porque se ofendem com a noção de acalmar o bebé com um objecto; outros, porque acreditam, embora incorrectamente, que a chupeta pode prejudicar.

O uso da chupeta não causa nenhum problema médico ou psicológico.

A chupeta é uma maneira de satisfazer as necessidades de sucção para além da amamentação. Não é para substituir ou atrasar as refeições.

Chupar no dedo ou usar a chupeta são padrões saudáveis de auto-controlo. O feto já chupa no polegar e o recém-nascido já tem o reflexo de mão/boca. Quando está perturbado ou a tentar sossegar, procura fazer isto como uma maneira de se controlar a si próprio. Este padrão parece ser inato e os bebés que o utilizam parecem ter uma convivência mais fácil.

No entanto, nas primeiras semanas de vida e, até que a amamentação ao peito esteja bem estabelecida, deve-se evitar dar biberão ou chupeta porque há bebés muito sensíveis à diferença da sucção pelo mamilo e pela tetina ou chupeta. Estes bebés podem simplesmente morder ou mastigar o mamilo em vez de usar a língua. Se neste período de tempo o bebé parecer necessitar de mais sucção, deve oferecer-se novamente o peito ou então auxiliá-lo a encontrar as suas próprias mãos.

Devemo-nos lembrar que a chupeta é para benefício do bebé e não para nossa conveniência; por isso devemos deixar o bebé decidir se e quando deve usá-la.

Nas crianças carentes e que estão quase sempre a sugar, a chupeta poderá prejudicar a dentição deformando a arcada dentária; o mesmo irá acontecer se chupar no dedo insistentemente depois dos 5 - 6 anos de idade.

Sabe-se no entanto que é a pressão da língua que deforma os dentes superiores, daí que a razão mais importante para a necessidade de endireitar os dentes seja, provavelmente, uma tendência genética.

Desde muito cedo as crianças começam a viver num mundo de tensões e é natural que procurem algum tipo de auto conforto como uma maneira de vencer essas tensões.

Nas viagens de avião, principalmente na subida e na aterragem, o desconforto e a dor causados no ouvido médio pelas diferenças de pressão, podem ser aliviadas pela sucção, pelo biberão ou chupeta.

Até aos 6 meses e devido à imaturidade do sistema imunológico, deve-se esterilizar com frequência as chupetas para não aumentar o risco de infecção por esta via. Depois desta idade a probabilidade de contrair infecção por este meio é muito pequena, bastando lavar a chupeta com detergente e passá-la por água corrente.

Há essencialmente dois tamanhos – um até aos 6 meses e outro a partir desta idade. Há várias formas de tetina desde a anatómica - ortodôntica até à arredondada.

Depois de escolher a forma de chupeta que o bebé prefere, deve-se comprar várias pelo risco de se sujarem e se perderem com facilidade.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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O leite materno

11 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

O leite materno pode ser extraído manualmente ou com bomba. A extracção manual pode ser rápida e eficaz mas requer aprendizagem e prática. A bomba é mais fácil de usar, devendo remover completamente o leite para não provocar retenção e, gradualmente, levar à menor produção.

Para a extracção manual deve-se, em primeiro lugar, estimular o seio, massajando-o suavemente com a palma das mãos; em seguida colocando o polegar acima da aréola e os outros dedos por baixo do seio, apertar a mão, suave mas firmemente, ao mesmo tempo que se comprime o seio contra a parede torácica. Não se deve deslizar os dedos para o mamilo porque pode provocar ulcerações.

As bombas manuais tradicionais consistem em dois cilindros sobrepostos ligados a um dispositivo rígido em forma de funil, que se adapta ao seio. Quando se move o cilindro externo forma-se uma pressão negativa na área do mamilo, fazendo sair o leite que é recolhido no recipiente. As bombas eléctricas são ainda mais eficazes embora mais dispendiosas.

O leite deve ser armazenado em recipientes preferivelmente de vidro ou plástico rígido (tipo biberão) ou em sacos de plástico especiais para este efeito.

Para um bebé saudável não é necessária a esterilização da bomba nem dos recipientes para o leite, devendo no entanto estarem escrupulosamente limpos.

Se o leite for utilizado dentro de 48 horas, deve ser guardado de imediato no frigorífico, bem fechado. Se não for usado neste período terá que ser rejeitado. O leite que esteja no frigorífico até 24 horas pode ainda ser congelado.

Se se prevê que o leite não seja usado dentro de dois dias, deverá ser congelado de imediato sendo conservado com segurança durante um mês (num bom congelador pode ser congelado por 3 a 6 meses). Devido à presença de gordura, o leite materno deverá ser utilizado logo que possível.

Os recipientes devem ter um rótulo com a data e a capacidade de 90-120 ml que é a quantidade média para uma refeição. Também se pode congelar porções mais pequenas de 30-60 ml, como complemento extra de uma refeição.

O leite congelado deve ser aquecido em banho-maria até à temperatura de 20-22º Celsius, rodando o recipiente frequentemente. Não se deve aquecer o leite no microondas porque há um sobreaquecimento no centro do recipiente, parecendo pouco quente à periferia – o que pode levar a queimaduras na boca do bebé. O aquecimento excessivo pode destruir algumas propriedades anti-infecciosas e protectoras do leite.

Se se notar no leite descongelado a gordura separada, basta agitar suavemente para homogeneizar. Este leite pode ser utilizado com segurança.

O leite descongelado deve ser usado dentro de 24 horas e nunca deve ser congelado de novo. Deve rejeitar-se o leite que sobejou da mamada.

Como nem todos os bebés reagem da mesma maneira ao biberão, este leite pode ser dado pela chávena, mesmo a prematuros.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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Mamadas - quantas vezes e quanto tempo

8 Outubro 2007 Sem notas por parte dos leitores

Os bebés alimentados ao seio normalmente mamam mais vezes do que os alimentados com leite artificial. O número de mamadas pode variar de 8 a 12 em 24 horas. À medida que o bebé vai crescendo, a capacidade do estômago vai aumentando, as mães vão produzindo mais leite e alguns conseguem aumentar o tempo entre as mamadas enquanto outros continuam a preferir refeições mais pequenas e frequentes.

Não há esquemas padrão de amamentação. O bebé deverá mamar quando tiver fome. Ele mostra que tem fome quando: está alerta, põe as mãos na boca e faz movimentos de sucção, começa a choramingar e a flectir braços e pernas, tornando-se mais activo e a procurar o peito (consegue cheirar a sua localização mesmo através da roupa).

O choro é um sinal tardio de fome, devendo iniciar a mamada antes disso.

Se a mãe e a criança forem saudáveis, a alimentação ao peito é mais bem sucedida se se iniciar na primeira hora a seguir ao parto. Tanto quanto possível o bebé deverá ser mantido junto à mãe para que responda prontamente quando manifestar fome. Se a estadia no hospital demorar alguns dias e o bebé dormir no berçário, provavelmente o esquema das mamadas será determinado pelas regras da enfermaria.

Uma vez em casa, poderá levar alguns dias até surgir o horário interno. Entretanto dever-se-á tentar a aleitação cada 2 – 3 horas, mesmo que o bebé não manifeste fome. Quando os bebés dormem bastante, deverão ser acordados cada 3 – 4 horas nas primeiras semanas de vida, para que tenham um mínimo de 8 mamadas em 24 horas.

Deve-se deixar o bebé mamar no primeiro seio durante o tempo que quiser, retirando-o quando parar de mamar por um período um pouco mais prolongado.

Como o bebé mama mais eficazmente no primeiro seio, as mamadas devem ser iniciadas alternadamente.

Nas primeiras semanas o bebé mama a cada 2 horas, durante dia e noite. Cerca das seis ou sete semanas, muitos recém-nascidos fazem um período de sono de 4 a 5 horas.

Deve-se estabelecer o padrão de sono nocturno mantendo o quarto escuro, quente e tranquilo. Se estiver sujo ou molhado, a mudança da fralda deve ser rápida, sem fazer barulho e antes da mamada.

Pelos 4 meses muitos bebés, mas não todos, são capazes de dormir 6 ou mais horas no período da noite, sem acordar; contudo alguns podem continuar a acordar uma ou mais vezes, para mamar.

O bebé pode requerer mamadas mais demoradas em certas alturas do dia e ficar satisfeito mais rapidamente, noutras.

Cada bebé tem o seu estilo de mamar. Uns são muito vivos, agarram o peito e mamam energicamente em 10-20 minutos; outros, muito excitáveis, tornam-se frenéticos à vista do seio – agarram-no, perdem-no e começam a chorar. Estes bebés deverão ser acalmados várias vezes em cada mamada. A solução para este tipo de situação será alimentá-los logo que acordem, antes de manifestarem muita fome, fazendo ainda a compressão do seio para que o leite goteje e abrande o fluxo antes de iniciar a mamada.

Outros ficam aborrecidos enquanto o leite não aparece. A estes não se deve dar biberão ou mesmo água, porque podem passar a recusar o seio. Dever-se-á insistir em colocá-los ao seio regularmente, sempre que estejam acordados ou façam movimentos com a boca, segurando a cabeça do bebé e aguardando com paciência que sinta o leite e inicie a mamada.

Há ainda bebés que antes de iniciar a mamada brincam com o mamilo. Nesta situação dever-se-á ter tolerância e aguardar alguns minutos até que o bebé consiga agarrar bem o mamilo e aréola.

Há ainda aqueles que mamam alguns minutos, param alguns minutos e recomeçam a mamada. Alguns adormecem ao peito, dormem cerca de meia hora ou mais e então acordam para a “sobremesa”. A melhor solução para estes casos é arranjar tempo extra para as mamadas e manter-se tão flexível quanto possível.

Aprender o padrão da alimentação de cada bebé é o maior desafio da mãe nas primeiras semanas após o parto. Depois de compreender a maneira de ser do seu filho, será muito mais fácil perceber quando tem fome, quando está satisfeito, quantas vezes necessita de mamar e o tempo que é necessário em cada mamada.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

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Ciência da Amamentação

23 Julho 2007 Sem notas por parte dos leitores

Joana Andrade escreveu um artigo sobre amamentação que foca dados essenciais para demonstrar os benefícios do leite materno.

Segundo a Unicef, a protecção concedida pelo leite materno é muito ampla, abrangendo, entre outras doenças, as infecções respiratórias, as gastroenterites, a asma, a leucemia infantil, as otites, a obesidade e a síndrome de morte súbita. Nunca é demais frisar que o leite materno protege a criança, prevenindo doenças e reduzindo a mortalidade. O artigo destaca estes aspectos positivos da amamentação de um modo sucinto. 

A rematar o texto está uma chamada de atenção para uma perspectiva “economicista” da questão que, não podendo ser o motivo fulcral para amamentar, não deixa de ser curiosa. Passamos a citar:

“Amamentar não custa dinheiro nenhum e, por isso, «constitui uma enorme poupança», realça ainda Luís Magão [pediatra e presidente da Comissão Nacional da Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés]. É que utilizar leite artificial tem os seus custos: conte com cerca de 100 euros de equipamento e adicione-lhes 402 euros para leite «normal» e 594 euros para bebés com perfil alérgico. Quando o bebé alcançar seis meses, você já lavou, esterilizou, preparou, aqueceu e deu cerca de 1.134 biberões…”

 

in  Saber Viver n.º 85, Julho 2007, pp. 104-105.

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