Tchau chupeta

O seu filho tem três anos e não quer dizer adeus à chupeta?

Alguns conselhos:

Associe a chupeta apenas à hora de dormir

Distraia a criança quando esta quer a chupeta por estar aborrecida

Transmita gradualmente à criança que já não necessita da chucha

Elogie a criança sempre que esta não use a chupeta

Aponte exemplos de crianças que já deixaram a chupeta

…Quando tudo falhar, experimente a música “Tchau Chupeta” do projecto “pequeno cidadão”.

Tchau Chupeta

pequeno cidadão | MySpace Music Videos

Qual é a naturalidade da criança?

“A naturalidade pode ser o lugar em que o nascimento ocorreu (por ex. a freguesia e concelho do estabelecimento hospitalar ou da maternidade), ou o lugar, em território português, da residência habitual da mãe da criança, à data do nascimento, cabendo a opção:
– aos pais;
– a qualquer pessoa por eles incumbida de prestar a declaração; ou
– a quem tenha a criança a seu cargo.

Na falta de acordo entre os pais, a naturalidade da criança será a do lugar do nascimento.

No caso de nascimento ocorrido em unidade de saúde no estrangeiro, ao abrigo de protocolo celebrado com o Estado Português, considera-se naturalidade o lugar, em território português, da residência habitual de um dos progenitores, à data do nascimento.”

Fonte: Instituto dos Registos e Notariado (Dezembro de 2008)

Comissário europeu quer aumentar licença de maternidade para 18 semanas

«O comissário europeu do Emprego e dos Assuntos Sociais, Vladimir Spidla, pretende aumentar a licença de maternidade de 14 para 18 semanas na União Europeia, devendo apresentar um projecto de directiva a 8 de Outubro.
Segundo noticia hoje o jornal alemão “Wirtshaftswoche”, o projecto prevê o pagamento da totalidade do salário durante toda a licença de maternidade.
Vlaidmir Splida, da República Checa, argumenta com a igualdade de oportunidades e a necessidade de melhorar a condição feminina, acrescenta o jornal. “Uma licença de maternidade mais longa terá um efeito positivo na relação com a criança e poderá ajudar as mulheres a tornarem-se mais activas” no mercado de emprego, segundo o projecto. […]»

Fonte: Público Online, 31-08-2008