31 de Maio Dia Mundial sem Tabaco

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“Não fume na presença de crianças e grávidas. Todos sabemos que fumar prejudica a saúde, mas com frequência esquecemos que ao fumar em locais fechados estamos a prejudicar a saúde dos outros.”

No âmbito do Dia Mundial Sem Tabaco, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia lançou uma campanha de sensibilização que tem por objectivo alertar para os malefícios do tabaco e da exposição ao fumo passivo.

«A Dra. Ivone Pascoal, Coordenadora da Comissão de Tabagismo da Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) explica que “a principal mensagem desta campanha vai para o tabagismo na gravidez e para o perigo do fumo passivo, uma vez que traz graves consequências de saúde para as crianças e grávidas. Infelizmente, em Portugal as mulheres em idade fértil fumam cada vez mais, o que faz com que nasçam bebés prematuros e com baixo peso.
”A intenção não é culpabilizar a grávida mas reforçar a importância de uma gravidez sem tabaco. A mulher deve ser ajudada a parar de fumar, idealmente antes de engravidar. A cessação tabágica deveria fazer parte da preparação para a gravidez e o tabagismo do pai também não deve ser esquecido”, comenta a especialista.»

Fonte: Sociedade Portuguesa de Tabacologia

Concepção e Gravidez Depois dos 35

concepcao_gravidez_depois_35 Concepção e Gravidez Depois dos 35

Laura Goetzl

Explicações aprofundadas sobre a fertilidade e como aumentar as suas hipóteses de engravidar dando acompanhamento ao longo de cada trimestre, com especial atenção a temas como testes pré-natais e como lidar com o parto.

160 páginas | capa Mole | 235 x 180 mm

Conselhos sobre como lidar com as necessidades emocionais, desde gerir as relações familiares até combinar a maternidade com o emprego.

Soluções para problemas decorrentes de uma gravidez tardia

[…] “[A revista] VEJA conversou com especialistas em fertilidade e listou a solução para os principais problemas enfrentados por quem adia a gravidez para depois dos 35 anos.

Reprodução
O problema – A mulher já nasce com todos os óvulos. Aos 35 anos, eles já sofreram desgaste e têm qualidade inferior. Pode haver, por isso, dificuldade para obter a fecundação e maior risco de gerar bebês com problemas genéticos.
A solução – Se decidir esperar até os 35 anos para engravidar, tente os métodos naturais por seis meses. Se não conseguir, procure a ajuda de um especialista. Ele ainda terá uma boa gama de recursos para auxiliá-la.

Imagem física
O problema – Ao contrário das mulheres de 20, as de 30 têm mais dificuldade em perder peso — um problema que é agravado com a gravidez.
A solução – Comece a gestação mais leve. Faça dieta rica em proteínas, fibras e vegetais e pobre em açúcares e carboidratos e mantenha atividade física antes, durante e depois do parto.

Choque de gerações
O problema – Grande diferença de idade (e de valores) entre pais e filhos e dificuldade em acompanhar o ritmo cheio de energia das crianças pequenas.
A solução – Cultive hábitos saudáveis, para ter boa saúde, e aposte que a idade também traz maturidade, serenidade e paciência — armas fundamentais para conciliar diferenças.

Vida social
O problema – O risco de depressão pós-parto é maior em mulheres acima dos 35 anos que já tenham apresentado propensão para o problema. Refazer a relação com amigas que têm filhos mais velhos — ou que não têm filhos — também pode ser difícil.
A solução – Informe-se sobre a depressão pós-parto e avise o médico sobre qualquer possível sintoma: esse é um problema que tem tratamento. Em relação às amigas, a dica é esforçar-se para, depois do nascimento dos filhos, continuar a dividir com elas aquilo que era prazeroso antes da chegada deles.”

Fonte: Revista Veja, 11/11/2008

A luta para ter um filho

Rute Araújo publicou um excelente artigo no Correio da Manhã (15/11/2008) sobre a procriação medicamente assistida (PMA):

“[…] para 500 mil casais no País, desejar não chega. Engravidar é uma batalha. Gasta-lhes as energias, o dinheiro, o tempo e os sonhos. […] Torna-se a medida de todas as coisas. […]

Portugal faz tratamentos de PMA desde o final dos anos 80, durante décadas sem que uma lei lhes desse forma e limites. Até 2006. Mas o País não parou à espera de ter uma lei. Houve novas descobertas e criaram-se centros de PMA. Nasceram “seguramente mais de 20 mil crianças”, segundo as contas de Mário Sousa, geneticista e um dos precursores do País. Sete dos actuais centros são públicos. Se no privado um tratamento chega facilmente aos 5 mil euros, aqui só se pagam taxas moderadoras. Poupa-se dinheiro, mas gasta-se tempo.

[…] A partir dos 38 anos a taxa de sucesso desce e uma mulher deixa de ser aceite num centro público. Com a demora para cada consulta, cada exame e cada tratamento, aos 35 já começa a fazer contas de cabeça.

No ano passado, o Governo assumiu pela primeira vez que o que existe não chega. E anunciou um aumento dos apoios, prometendo mais 18 milhões de euros para financiar tratamentos no privado. Como as medidas do Governo também têm listas de espera, um ano passou e os casais continuam a aguardar que esses milhões lhes cheguem.

[…] Quando tudo estiver criado, haverá mais quatro centros – em Coimbra, Cova da Beira (Covilhã), Garcia de Orta (Almada) e Faro. E mais seis consultas especializadas nos hospitais. Todos juntos, os 11 centros de PMA públicos terão de atender pelo menos 50% dos casais. Os outros serão encaminhados para o privado, com o Estado a pagar uma parte dos tratamentos.

PERGUNTAS E RESPOSTAS

– Quais os tratamentos de procriação medicamente assistida?

– Os nomes são complicados, mas bem conhecidos dos casais. Fecundação in Vitro (FIV), Inseminação Intra-Uterina (IIU) ou Microinjecção Intracitoplasmática (ICSI) são alguns deles. Mas a lista é extensa e depende da causa da infertilidade.

– O que é a infertilidade e como um casal a pode detectar?

– A infertilidade resulta de uma disfunção nos órgãos reprodutores, masculinos, femininos ou de ambos. Um casal é infértil quando não alcança a gravidez desejada ao fim de um ano de vida sexual contínua sem métodos contraceptivos.

– Pode prevenir-se a infertilidade no homem e na mulher?

– O geneticista Mário Sousa diz que quase metade dos casos podem ser prevenidos. O que passa por evitar o consumo de tabaco, álcool e drogas, reduzir o número de parceiros e aumentando a idade da primeira relação sexual.

– O que é um banco de gâmetas? Existe algum no País?

– É um banco onde se armazena espermatozóides e ovócitos para tratamento. Mário de Sousa, um dos melhores especialistas, tinha um projecto, mas o ex-ministro Correia de Campos inviabilizou a ideia. A DGS está a “consultar” especialistas.

– Os 26 centros existentes têm todos as mesmas condições?

– Só este ano foram criados requisitos de qualidade. O Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida ainda está a licenciar os centros. O presidente, Eurico Reis, diz ter recebido apenas três pedidos, todos do sector privado.

[…] CENTROS DE REPRODUÇÃO

– Hospital Senhora da Oliveira, Guimarães

– Hospital de São João, Porto

– Hospital de Santo António, Porto

– Maternidade Júlio Dinis, Porto

– Maternidade Bissaya Barreto, Coimbra

– Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa

– Clínica Obstétrica e Ginecológica de Espinho – COGE Rua da Idanha, Espinho

– Clínica de Genética Prof. Doutor Alberto Barros, Av. do Bessa, Porto

– Centro de Estudos e Tratamento da Infertilidade – CETI, Av. da Boavista, Porto

– Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia, Gaia

– Hospitais da Universidade de Coimbra, Coimbra

– Hospital de Santa Maria, Lisboa

– Centro de Medicina de Reprodução – FERTICARE, Av. da Liberdade, Braga

– Centro de Estudos de Infertilidade e Esterilidade, R. Dom Manuel II, Porto.

– Espaço Fertilidade, Rua do Brasil, Coimbra

– AVA CLINIC, Praça D. Pedro IV, Lisboa

– Centro CLIFER, Rua Padre Américo, Lisboa

– IMOCLINICA, Campo Grande, Lisboa

– Clínica Bom Jesus, Av. Príncipe Alberto do Monáco, Ponta Delgada

– Clínica CLINDIGO, Rua Luciano Cordeiro, Lisboa

– Centro CEMEARE, Av. das Forças Armadas, Lisboa

– British Hospital XXI, Rua Tomás da Fonseca, Torres de Lisboa.

– Centro de Medicina da Reprodução de Cascais, Al. Combatentes da Grande Guerra, Cascais

– IVI Lisboa, Av. Infante D. Henrique, Lisboa

– CLINIMER R. Dr. Manuel Campos Pinheiro, S. Martinho do Bispo

PREÇOS

MEDICAMENTOS

Comparticipados a 37%, os medicamentos chegam a custar mil euros por cada ciclo (injecções que estimulam a produção de óvulos, por exemplo).

TRATAMENTOS

No privado podem custar mais de cinco mil euros, como a Microfertilização (ICSI) com doação de ovócitos, ou quase quatro mil euros, como a Fertilização in Vitro (IVF). Muitas vezes, é necessário mais do que uma tentativa. […]”

Fonte: Correio da Manhã, 15/11/2008

"Brad Pitt despertou a maternidade de Angelina Jolie"

«Angelina Jolie confessou, em entrevista à revista W, que mudou de opinião em relação a várias coisas, depois de conhecer o companheiro, Brad Pitt, nomeadamente no que toca à «vontade de engravidar».

A actriz, que tem seis filhos com Brad Pitt, três adoptivos e três biológicos, dois deles gémeos, revelou que o marido a despertou para a maternidade, assumindo um papel fundamental na sua decisão de ser mãe.

A capa da publicação deste mês mostra a protagonista de «O Procurado» a amamentar um dos gémeos, Vivienne ou Knox, que nasceram há cerca de três meses. A fotografia foi tirada pelo próprio Brad Pitt, que terá feito uma sessão caseira com a musa. […]»

Fonte: Diário Digital