«Cavaco Silva pediu mais políticas de incentivo à natalidade. E Sócrates respondeu há um ano com novos apoios. No primeiro semestre de 2008 as beneficiárias do subsídio por maternidade aumentaram 12% em relação a igual período de 2007. […]
A estatística, publicada na página da internet da Segurança Social, revela também uma diminuição acentuada - e constante desde 2001 - nos pedidos de subsídio por maternidade nas mulheres até aos 29 anos. E uma incidência maior no processamento do apoio nas mulheres entre os 30 e os 49 anos. […]
“As pessoas têm filhos cada vez mais tarde. E poucos arriscam ter mais do que um filho”, assegura Octávio Cunha, director da unidade de cuidados intensivos neonatais e pediátricos do Hospital de Santo António, no Porto. “A maternidade tardia resulta de uma mudança social - a mulher já não é a fada do lar; tem a sua carreira; da terrível pressão que os empregadores exercem sobre quem engravida; do facto de as mulheres continuarem a ter salários mais baixos do que homens em funções idênticas; e da crise económica, que inibe a procriação. Ter um filho implica custos durante quase 30 anos”.
O pediatra não acredita no efeito positivo dos subsídios como incentivo à natalidade. “As famílias estão sobreendividadas e usam esse dinheiro para pagar os empréstimos da casa ou do carro”.»*
*Fonte: Jornal de Notícias, “Subsídios de maternidade aumentam 12% num ano“
Partilhar esta Entrada
Temas: · Cavaco Silva · cuidados intensivos neonatais e pediátricos · estatística · Hospital de Santo António · José Sócrates · maternidade · maternidade tardia · Octávio Cunha · políticas de incentivo à natalidade · procriação · Segurança Social · sobreendividamento das famílias · subsídio por maternidade
O que se segue é um pequeno contributo do blog da Bébé Confort Coimbra para aquilo que se convencionou chamar no mundo editorial a “silly season” - uma época estival caracterizada por notícias que não aquecem nem arrefecem.
Segundo Homer Adkins “a investigação fundamental é como disparar uma seta para o ar e, onde esta aterrar, pintar um alvo…” Decidimos também nós fazer uma investigação profunda da relação entre os nomes dos atletas portugueses e a capacidade de alcançarem as tão desejadas medalhas olímpicas. Em resumo poder-se-ia dizer que esta análise rigorosa é um cruzamento ousado entre a antroponímia, a medalhística e o olimpismo…
A questão essencial a responder é a de saber qual será o nome mais medalhável. Munidos dos nomes dos atletas portugueses que já ganharam medalhas olímpicas fazemos uma projecção para o futuro e ajudamos os pais a escolher nomes para bebé que já tiveram medalhas. O fundamento da projecção é a hipótese do aforismo “a história repete-se” se repetir de facto.
Assim sendo, constatamos que os dois nomes com mais hipóteses de ganhar medalhas são José e Luís (três medalhas olímpicas cada um). A seguir, com duas medalhas cada, temos Nuno, António, Francisco, Fernando e Mário. Curiosamente nem João, nem Carlos conseguiram ter mais do que uma medalha olímpica, embora que a do Carlos fosse de ouro!
Se se tratar de uma menina as opções são mais restritas - Rosa, Fernanda ou Vanessa. Mas as probabilidade de ganhar uma medalha de ouro (Rosa e Fernanda) ou de prata (Vanessa) são maiores. Aparentemente para as mulheres portuguesas - bronze só na praia.
Portanto, se o seu alvo é ter um filho com uma medalha olímpica daqui a vinte, vinte e quatro ou vinte e oito anos, baptize-o José ou Luís. Se se tratar de uma menina, o nosso estudo indica duas opções a tomar: ou a baptiza Rosa, Fernanda ou Vanessa, ou então escolhe um outro nome, pois até ao momento nenhum nome se repetiu.
Quanto às modalidades que o seu filho deverá praticar não há muitas dúvidas: ponha o seu filho a correr o mais cedo possível! O atletismo já trouxe oito medalhas para Portugal. Se viver na costa a vela também é uma boa hipótese (quatro medalhas), ou não fosse Portugal um país de navegadores. A equitação leva o bronze com apenas três medalhas. Outras modalidades como o tiro, por exemplo, só tiveram uma medalha.
Depois de termos pintado o alvo e termos atirado as setas para o ar, só nos resta desejar-vos boa sorte!
Partilhar esta Entrada
Temas: atletas olímpicos · atletas portugueses · atletismo · baptismo · Carlos Lopes · equitação · estatística · Fernanda Ribeiro · Homer Adkins · investigação fundamental · Jogos olímpicos de Pequim · medalhas olímpicas · mulheres portuguesas · nomes de meninas · nomes de meninos · probabilidade · Rosa Mota · Vanessa Fernandes · vela