Os primeiros bebés de 2009

«A nível nacional, o título de “bebé do ano” foi repartido por várias crianças que, pelas notícias da Agência Lusa, nasceram nos primeiros segundos do ano.
Com efeito, segundo informações de fontes hospitalares à Agência Lusa, pelo menos três meninas nasceram ontem às 00h00: duas na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa e outra na Maternidade Júlio Dinis, no Porto.
Em Lisboa, nasceram em simultâneo uma menina com 2.285 gramas, cuja mãe, Susana, tem 38 anos e de 2.975 gramas, e a mãe, Carla, tem 25 anos, disse uma responsável da Maternidade Alfredo da Costa.
Na Maternidade Júlio Dinis, no Porto, nasceu às 00:00 uma menina com 3.920 gramas, filha de Ana Raquel, de 21 anos.
Mais tarde, às 00:44, nascia a primeira criança deste ano no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, um rapaz com 1.920 gramas, cuja mãe, Cláudia, tem 25 anos.
À 01h08, em Almada, nascia no Hospital Garcia de Orta um rapaz com 2.630 gramas, filho de Tânia, de 33 anos.
No Hospital de São João, no Porto, o primeiro bebé a nascer em 2009 foi um rapaz com 3.912 gramas, à 01h50, filho de Cláudia, de 25 anos.»

Fonte: Jornal da Madeira

"Bebés nascem mais seguros em Coimbra"

«A utilização de pulseiras electrónicas nos bebés nascidos em maternidades e hospitais nacionais, bem como a instalação de sistemas de videovigilância com monitorização contínua e gravação de imagem em alta definição são medidas previstas num despacho da ministra da Saúde, Ana Jorge, e que serão obrigatórias já a partir de 2009. A Maternidade Bissaya Barreto (MBB) dispõe de um sistema de protecção por intermédio de pulseiras electrónicas desde Julho do ano passado e, há pouco mais de um mês, reforçou a segurança com um sistema de videovigilância.

[…] Sónia Marques desconhecia que a MBB já usava as pulseiras electrónicas há cerca de um ano. E também, confessa, nunca ficou muito amedrontada com as notícias de raptos das maternidades que surgem na comunicação social. Ainda assim, os poucos dias que ali passou foram «mais descansados».
Na altura em que falou com o Diário de Coimbra, esta mãe esperava já que a enfermeira viesse retirar a pulseira do seu pequeno António Rafael. Chegara o dia de ir para casa, na Marinha Grande. O filhote iria “emagrecer” as 20 gramas que pesa a pulseira e o respectivo dispositivo, colocados no pé do bebé minutos depois de nascer. […]

A enfermeira Eduarda Coto explica que o mecanismo colocado no pé do recém-nascido é composto por uma pulseira que tem encaixado um pequeno dispositivo electrónico. Este fornece informação sobre a localização do bebé e, à aproximação dos sensores instalados nas saídas das enfermarias, faz soar um alarme. Da mesma forma, é dado um sinal de alerta quando a pulseira é retirada do bebé. […]

Sílvia Lapa, de Cernache do Bonjardim, conhece bem as diferenças. Há quatro anos quando teve a sua primeira filha ainda não existiam estas medidas adicionais de segurança. Era sempre a medo e com pressa que ia à casa de banho, principalmente quando não tinha outras mães no quarto, conta. Com o Guilherme a usar a pulseira já toma um banho mais descansado.
Para os profissionais também existem vantagens. «Há turnos com mais trabalho, que não nos permitem estar tão atentos às movimentações e controlar as pessoas. Nas horas das visitas, a tranquilidade também é maior, sabendo que existem os alarmes das pulseiras», diz a enfermeira Cristina Pita. […]

Com os devidos procedimentos, o pequeno António Rafael lá foi “libertado” da sua pulseira electrónica. A pulseira propriamente dita foi oferecida como recordação, enquanto o dispositivo ficará, para proteger outro menino. E são muitos os que por ali passam. A Maternidade Bissaya Barreto faz cerca de 3.100 partos por ano e é, em algumas áreas de actuação, uma unidade de referência a nível nacional.
[…]

Os bebés do Hospital de São João, no Porto, ou de São Teotónio, em Viseu, usam pulseiras electrónicas desde 2006 e, entretanto, outros hospitais e maternidades, como é o caso da Maternidade Bissaya Barreto em Coimbra, adoptaram a medida que passará a ser obrigatória a partir do próximo ano.
O processo é simples e pretende uniformizar os procedimentos de segurança ao nível do SNS. A referida pulseira, que é pequena, leve, sem fios, será colocada no tornozelo do bebé ainda na sala de partos. Caso o recém-nascido se aproxime de uma zona não autorizada ou a pulseira seja danificada, o sistema produz um alarme e bloqueia de forma automática a porta de saída.
[…]
A Maternidade Daniel de Matos dispõe, há alguns anos, de sistema de videovigilância nos vários pisos e nos acessos, bem como realiza um controlo rigoroso das entradas e saídas de pessoas. Ainda não tem as pulseiras electrónicas para os recém-nascidos. Agostinho Almeida Santos, director do Departamento de Medicina Materno-Fetal Genética e Reprodução Humana dos Hospitais da Universidade de Coimbra, onde se insere a maternidade, esclarece que «a instituição tem tentado obter este equipamento, mas a restrição económica a que está sujeita não o tem permitido».
Um recente despacho da ministra da Saúde, Ana Jorge, prevê que, nos próximos cinco meses, todos os hospitais e maternidades se equipem com câmaras de videovigilância e utilizem as pulseiras electrónicas nos recém-nascidos. Os custos deverão ser suportados pelas próprias unidades de saúde.
Agostinho Almeida Santos está de acordo com esta medida adicional de segurança, mas considera que «quem fez esta determinação deverá agora dotar os hospitais e maternidades de verba» para instalação destes sistemas. «Com o nosso normal orçamento não podemos cumprir essa obrigação», frisa, lembrando ser cada vez mais difícil assumir despesas além das correntes. «Estamos disponíveis para executar, assim nos dêem meios para isso», remata.»

Fonte: Diário de Coimbra

Pulseiras Electrónicas para Bebés Obrigatórias nos Hospitais

«A partir de 2009, bebés nascidos nas maternidades e hospitais do Serviço Nacional de Saúde terão obrigatoriamente de usar pulseiras electrónicas e essas unidades vão ter sistemas de videovigilância com gravação de imagem para aumentar a segurança dos recém-nascidos.

Os bebés do Hospital de São João, no Porto, ou de São Teotónio, em Viseu, usam pulseiras electrónicas desde 2006 e, entretanto, outros hospitais e maternidades adoptaram a medida que passará a ser obrigatória a partir do próximo ano.

O processo é simples e pretende uniformizar os procedimentos de segurança ao nível do Serviço Nacional de Saúde. A referida pulseira, que é pequena, leve, sem fios, será colocada no tornozelo do bebé ainda na sala de partos e permite detectar de forma automática durante todos os movimentos do bebé. Caso o recém-nascido se aproxime de uma zona não autorizada ou a pulseira seja danificada, o sistema produz um alarme e bloqueia de forma automática a porta de saída.

Outra medida prevista pelo Ministério da Saúde é a instalação de sistemas de videovigilância com monitorização contínua e gravação de imagem em alta definição nos acessos dos hospitais.»

Fonte: Portal do Cidadão