A Maternidade Bissaya Barreto e a promoção do aleitamento materno

Maternidade Bissaya Barreto incentiva o aleitamento materno

«O aleitamento materno é uma das formas mais eficazes de assegurar a saúde e sobrevivência de uma criança.

[…] Neste contexto, a Maternidade Bissaya Barreto (MBB) tem programas de apoio à amamentação que envolvem todos os profissionais da instituição, com o objectivo último de reforçar o apoio prestado à mulher na prática do aleitamento materno, indo ao encontro do que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde. Um destes programas é a Semana do Aleitamento Materno, que [começou] dia 4 de Outubro e se prolonga até dia 9.

[…] Os profissionais da MBB preocupam-se em conhecer as expectativas da mulher/casal quanto à amamentação e estão dispostos a informar sobre as vantagens do aleitamento materno e as técnicas correctas de amamentação. Na Maternidade, os profissionais de saúde colocam o bebé “pele a pele” com a mãe após o nascimento e facilitam a mamada na primeira hora de vida, com melhorias efectivas na produção de leite e no estabelecimento do vínculo afectivo.

[…] Os profissionais da MBB reconhecem as dificuldades da amamentação sentidas pela família e, por isso, criaram o Serviço de Apoio à Amamentação, disponível 24 horas por dia, destinado às mulheres que tenham feito a vigilância pré-natal ou o parto nesta instituição. O serviço de internamento dá resposta a estas solicitações presencialmente ou por via telefónica.»

Pode ler o artigo na íntegra no site www.CienciaPT.net

Maternidades de Coimbra defendem a criação de um banco de leite materno na região

«Responsáveis das duas maternidades de Coimbra defendem as vantagens da criação de um banco de leite materno na região, que possibilite alimentar bebés prematuros. […]

A Maternidade Bissaya Barreto (MBB), em Coimbra, já planeou anteriormente um projecto do género, mas este não avançou. "Não foi obtido financiamento e, neste momento, dadas as carências financeiras da instituição e do país, nada está previsto nesse sentido", afirmou à Lusa Fátima Negrão, pediatra de Neonatologia da MBB.
[…] Também Rosa Ramalho, directora do serviço de obstetrícia da Maternidade Daniel de Matos (MDM), defende a criação de um banco de leite materno em Coimbra, alertando, no entanto, para a "logística pesada de funcionamento e até equipamento" que o serviço implicaria. Considera, no entanto, que o banco de leite materno deveria nascer a partir de um projecto nacional "em que se apurasse quantos bancos de leite materno seriam necessários e se avançasse por regiões, em vez de iniciativas isoladas", afirmou. […]»

Fonte: Público, 05-10-2010

A semana do aleitamento na Maternidade Bissaya Barreto

A Maternidade Bissaya Barreto (MBB), à semelhança de anos anteriores, vai realizar um programa de actividades da instituição integrado na Semana Mundial do Aleitamento Materno, a realizar entre os dias 4 a 9 de Outubro. O objectivo é reforçar o apoio prestado à mulher na prática do aleitamento materno, indo ao encontro do que é preconizado pela Organização Mundial de Saúde.

Do vasto programa da semana do aleitamento da MBB, destaca-se o primeiro dia da iniciativa, 4 de Outubro, que será dedicado à divulgação do aleitamento materno aos utentes da Maternidade, através de meios audiovisuais em vários locais da instituição.

O terceiro dia do programa, 7 de Outubro, estará aberto às grávidas, famílias, amigos e população em geral. A parte da manhã, a partir das 9 horas, será preenchida por sessões de aconselhamento em aleitamento materno a grávidas adolescentes, a cargo das enfermeiras Ana Luísa Barreto, Ana Seabra e Aura Lourenço. O início da tarde, pelas 15 horas, está reservado para uma exposição sobre o aleitamento materno, dedicada a grávidas e famílias. De seguida, enfermeiras, grávidas, família e amigos poderão conhecer a Maternidade, através de uma visita pelas instalações.

Região Centro tem a mais elevada taxa de prematuros

«[…] O Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade é hoje assinalado em países de todo o mundo, com o intuito de reflectir sobre as formas de reduzir a taxa de prematuridade e as sequelas nas crianças, bem como de minimizar os problemas das famílias. A Maternidade Bissaya Barreto (MBB), em Coimbra, é uma das instituições a marcar a data. De acordo com a pediatra Fátima Negrão, cerca de 10 por centos dos bebés ali nascidos são prematuros (100 a 120 por ano), mas a grande maioria tem mais do que 34 semanas de gestação.
A fatia dos cinco por cento que nascem com menos de 34 semanas é a que traz mais preocupações e inspira mais cuidados dos profissionais de saúde, «pela sua imaturidade, pelo baixo desenvolvimento dos órgãos, nomeadamente dos órgãos respiratórios, que obriga a apoio ventilatório». Ainda que a idade gestacional seja mais importante do que o peso, estes são também bebés muito pequeninos, com peso normalmente abaixo dos 1.500 gramas. A taxa de mortalidade destes bebés na MBB ronda os 12 por cento, à semelhança do que é conseguido em centros de referência internacionais.
Mas o importante não é só que os bebés sobrevivam. «Preocupa-nos a qualidade de vida que vão ter. Cerca de 20 por cento fica com sequelas, que podem ser doenças crónicas respiratórias, défices sensoriais (surdez, défice de visão, etc.) ou uma paralisia cerebral», explica Fátima Negrão, reparando que «num maior número de crianças que sobrevivem há uma maior taxa de sequelas». Um “pau de dois bicos” que os especialistas têm de ter em consideração na altura de definir «os limites da viabilidade terapêutica». Neste momento, de acordo com a pediatra, «o consenso internacional é de que se deve investir no tratamento de bebés com 24 semanas ou mais».

400 gramas de vida
Ainda assim, graças ao investimento na área da obstetrícia são cada vez mais os bebés prematuros que conseguem ter um desenvolvimento saudável. E isso mesmo prova a história de um bebé que nasceu com apenas 400 gramas na MBB e cuja foto figura, orgulhosamente, no álbum da Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN). Serve para mostrar às novas mães (e pais) de prematuros, dando-lhes mais confiança.
Para este tipo de resposta diferenciada, a MBB recebe grávidas de toda a região Centro e, sempre que possível, é feita a transferência “in utero”. «A mãe é a melhor incubadora que existe», sustenta Fátima Negrão. As mães – e também os pais – são preparados para receber o bebé prematuro, com uma visita à Unidade de Cuidados Intensivos, o folhear do álbum de fotos e tudo o que possa minimizar o impacto de não receber o filho nos braços após o nascimento e deste não ser (ainda) o bebé rechonchudo e rosado que imaginaram. 

Taxa elevada na região Centro
Segundo as estatísticas do Alto Comissariado para a Saúde, a região Centro tem a mais elevada taxa de prematuridade a nível nacional. Uma situação que os especialistas não conseguem explicar. No entanto, são conhecidos os factores que têm contribuído para uma maior taxa de prematuridade em Portugal e em outros países desenvolvidos, como o stress da grávida, infecções, a hipertensão, as gravidezes gemelares (relacionadas também com um aumento da procriação medicamente assistida) e a idade mais avançada das mães. Por outro lado, repara Fátima Negrão, «muitas mulheres com doenças crónicas (diabetes, lúpus, etc.) e outras, que não conseguiam engravidar, podem hoje concretizar esse sonho e levar quase até ao fim a gravidez».

Tive a sorte de a conhecer mais cedo
«As mães têm sempre um grande choque, porque o bebé está inacessível, rodeado por tubos, numa sala em que, por vezes tocam alarmes», explicam Helga Ribeiro e Cecília Parente, que deram ao Diário de Coimbra o testemunho de enfermeiras da UCIN e, simultaneamente, de mães de crianças prematuras. A primeira já com a serenidade que a distância trouxe, já que a filha tem hoje 11 anos e, apesar de ter sido sempre a mais pequenina da creche e do jardim-de-infância, teve um desenvolvimento perfeitamente normal. À filha costuma dizer, meio a brincar, que teve «a sorte de a conhecer mais cedo do que é costume». […]»

Fonte: Diário de Coimbra, 17.11.2009

SIMEG – Serviço de Informação sobre Medicamentos e Gravidez

“O SIMeG é um Serviço do Ministério da Saúde que tem como objectivo a disponibilização e divulgação de informação fidedigna quanto às questões específicas da utilização de medicamentos e meios de diagnóstico, em função da gravidez e aleitamento.”

A entidade responsável pelo SIMeG é a Maternidade Bissaya Barreto em Coimbra. O SIMeG é dirigido a profissionais de saúde que pretendam solicitar informação sobre a utilização de medicamentos e meios de diagnóstico na grávida e lactante.

Website: http://www.chc.min-saude.pt/simeg/

Greve de enfermeiros com adesão elevada nas Maternidades de Coimbra

«A greve dos enfermeiros registou, durante a madrugada, uma adesão de 100 por cento no Instituto Português de Oncologia de Coimbra, informou fonte do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).

No distrito de Coimbra, e segundo a mesma fonte, […] o Hospital Pediátrico de Coimbra registou uma adesão de 68 por cento, a Maternidade Bissaya Barreto 77 […]

Quanto aos Hospitais da Universidade de Coimbra, o SEP tem registo de adesões de 81 por cento no edifício central, de 86 por cento no edifício de Celas e 100 por cento na Maternidade Daniel de Matos. […]»

Fonte: Diário Digital, 20-02-2009

Bebé nasceu na ambulância à entrada de Coimbra

«O parto desencadeou-se de forma muito rápida, apesar de estar previsto para daqui a uns dias, uma vez que as 37 semanas apenas seriam completadas dentro de cinco dias. Todavia, o quarto filho de Carla, residente na Cova-Gala, freguesia de S. Pedro, teve pressa em nascer e resolveu fazê-lo durante a madrugada de ontem.
Segundo fonte dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz, o alerta foi dado à 1h50 e imediatamente seguiu para a residência da família uma ambulância, mas o rápido diagnóstico ditou logo que o «parto estava muito avançado», razão pela qual foi de imediato pedido o apoio de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital da Figueira da Foz.
Com a parturiente a bordo, acompanhada por uma médica e por Isabel Silva, dos Voluntários da Figueira, deu-se início à viagem rumo à Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra. «Faltavam praticamente cinco minutos» para chegar ao destino quando o bebé resolveu vir ao mundo. Seriam 2h55 e o nascimento verificou-se, sem problemas, ao quilómetro 194 do IC-2, imediatamente antes da via de acesso à Pedrulha, mesmo às portas de Coimbra. O parto decorreu de forma normal e pouco depois mãe e filho deram entrada nos serviços da Maternidade Bissaya Barreto.
Isabel Silva, que há três anos está ligada aos Voluntários da Figueira da Foz, teve a sua primeira experiência de um parto a bordo de uma ambulância. «Feliz pela mãe», limita-se a dizer que fez o seu trabalho. «Estamos cá para ajudar», disse ao Diário de Coimbra.»

Fonte: Diário de Coimbra, 31-01-2009

O segundo filho dentro de uma ambulância

«O quarto filho de uma mulher residente na Gala, Figueira da Foz, nasceu numa ambulância, a cinco minutos da Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, na madrugada de ontem. “A mãe teve duas contracções muito fortes que desencadearam o parto e só tivemos tempo de segurar o bebé”, contou a bombeira Isabel Silva, dos Voluntários da Figueira da Foz.

[…] Para além da bombeira Isabel Silva, uma médica do INEM – da viatura médica de emergência e reanimação do Hospital da Figueira da Foz – seguia na ambulância, já que a grávida, que ia na 36ª semana de gravidez, tem um historial de desencadear partos rápidos e outro dos seus filhos também nasceu numa ambulância.

[…] Os 55 quilómetros entre a Gala, onde a parturiente reside, e a Maternidade de Coimbra foram percorridos pela ambulância em marcha lenta, numa última tentativa de evitar a expulsão do bebé. Mas a bombeira depressa se apercebeu de que o parto estava iminente, pois “já se via a cabecita do bebé e a dilatação estava quase feita”.

O bebé e a mãe estão bem de saúde, encontrando-se internados na Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra.»

Fonte: Correio da Manhã, 30-01-2009

André Sardet foi pai de um menino – o Afonso

«O cantor André Sardet foi pai pela segunda vez. O pequeno Afonso nasceu às 18h52 de terça–feira, com 3,090 quilos e 50 centímetros, na Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra. “É óptimo ser pai outra vez.

O amor não se divide, dobra-se’, garantiu ontem André Sardet, revelando que o parto ‘correu bem, foi tranquilo e natural’. O bebé, que é ‘muito calminho’, é o segundo filho do cantor com a engenheira civil Catarina Dutra. Também a primeira filha do casal, Maria, de quatro anos, já conhece o mais novo elemento da família. ‘Ela ainda está na fase em que acha que o irmão é um ‘nenuco’’, contou Sardet.»

 Fonte: Correio da Manhã, 08/01/2009 

Cinco bebés deram boas-vindas ao novo ano em Coimbra

Nas primeiras horas de 2009, nasceram quatro bebés na Maternidade Bissaya Barreto.
Na Daniel de Matos,a madrugada foi mais calma: nasceu apenas a Maria Inês.

Maternidade Bissaya Barreto, 1h48 da madrugada. O pequeno André Filipe anunciava a sua chegada com o choro mais esperado. Depois de pouco mais de três horas de trabalho de parto, Elizabete Rodrigues respirou de alívio e deu as boas-vindas a 2009 da melhor forma, saudando os três quilos do seu bebé, que vem fazer companhia ao mano de cinco anos.
Aliás, nesta família de Ansião, os meninos reinam. Aos dois de Elizabete, há a acrescentar dois primos, um deles também ainda bebé, que quiseram ser os primeiros a ver o mais novo elemento do “clã”, que, é, nem mais nem menos, do que o primeiro bebé de 2009 a nascer no distrito de Coimbra. Antecipou-se em dois dias à data prevista, conta a mãe ao Diário de Coimbra, enquanto muda a fralda do primeiro “cocó” do recém-nascido.
Elizabete, operária fabril, e Joaquim, pedreiro, não podiam estar mais felizes com o bebé, mas, ao que parece, já não pensam em tentar a menina. Afinal, a crise toca a todos.
Mesmo na cama ao lado, vivia-se a alegria da maternidade pela primeira vez. Também de parto normal, às 5h45, nascia o Tomás, o segundo dos quatro bebés a nascer na Maternidade Bissaya Barreto nas primeiras horas do novo ano.
Com 3.260 gramas, Tomás é o primeiro filho de Fátima, técnica administrativa, e Nuno, operador de máquinas, residentes em S. Martinho do Bispo. Previsto para 12 de Janeiro, decidiu antecipar-se e, quando faltavam poucos minutos para a meia-noite, a mãe teve mesmo de dar entrada na urgência e despedir-se do ano de 2008 em trabalho de parto. Nada que tenha desgostado os pais: «É um dia bonito. É para começar bem o ano», adianta Nuno ao Diário de Coimbra, enquanto a enternecida avó recorda que no primeiro dia de Janeiro se celebra a Paz.

Só um bebé na Daniel de Matos
Se na Maternidade Bissaya Barreto, a madrugada foi agitada, o mesmo não se pode dizer na Maternidade Dr. Daniel de Matos. Ao longo da madrugada, a pequena Maria Inês foi a única que decidiu vir ao mundo. Com 2,790 gramas, é a segunda filha do casal de Oliveira do Hospital e revelou-se um verdadeiro “relógio”, já que no dia 31 de Dezembro, a mãe Célia, completava as 40 semanas de gestação.
Ontem, pouco depois da hora de almoço, já nem parecia que tinha passado por um trabalho de parto «complicado». Célia Pires, de 30 anos, deu entrada na maternidade ainda no dia 30, mas só no último dia de 2008 entrou em trabalho de parto.
Um processo completamente diferente do do seu primeiro filho, o Diogo de três anos, que nasceu de cesariana e sem que a mãe chegasse a sentir as dores das contracções. «Esta é como se fosse o primeiro», conta.
Distintos parecem também os feitios de Maria Inês e do mano Diogo. «Ele é muito traquinas», enquanto ela, pelo menos, no primeiro dia de vida, «é muito sossegadinha, só a vi chorar uma vez», acrescenta a mãe.
Célia sempre achou que o dia de Natal e do de Ano Novo não eram os ideais para ter filhos, «porque já são tantas festas», no entanto, a chegada da sua Maria Inês fê-la mudar de ideias. E quando se ouve em todo o lado que 2009 vai ser um ano difícil, ainda pior do que 2008, esta mãe só pensa positivo. «Comecei bem o ano», conclui orgulhosa, com a filha ao colo.»”

Fonte: Diário de Coimbra