Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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A criatividade na atribuição de nomes próprios e as suas implicações

16 Dezembro 2008 Sem notas por parte dos leitores

«Ao responder ao padre, atribuindo um nome à criança, os pais ou padrinhos estão a realizar um acto constitutivo com um elevado teor de criatividade. […] Criativo porque as opções de escolha são sempre muito elevadas. Mesmo em Portugal, onde a série dos nomes próprios mais usados é relativamente pequena face a outros contextos lusófonos, a liberdade de escolha continua a ser considerável. O aspecto principal de criatividade, porém, é o facto de a escolha transportar sempre implicações semânticas – não só na etimologia do nome, na referência hagiográfica ou histórica ou na referência às modas vigentes mas, e sobretudo, pelo facto de a escolha de um nome criar serialidades (intergeracionais, no caso português em que as pessoas recebem o nome dos avós, dos padrinhos ou dos actores da moda; intrageracionais, no caso brasileiro em que os nomes de uma série de irmãos ou primos partilham todos de um elemento comum).»

In João de Pina Cabral, “Outros nomes, histórias cruzadas: apresentando o debate; etnográfica, maio de 2008, 12 (1): 5-16

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45 horas para escolher um nome de bebé

9 Maio 2008 Sem notas por parte dos leitores

Fraldas com nome de menino   Fraldas com nome de menina

Um estudo patrocinado pelo banco Abbey (do Grupo Santander) indica que a maioria dos pais ingleses (70%) crêem que a escolha de um nome adequado para os seus filhos poderá ajudá-los no futuro. Um factor decisivo na escolha, para 32% dos inquiridos, é o sentimento de confiança que o nome poderá representar para os seus filhos. 

A importância atribuída à escolha do nome “certo” poderá explicar o facto de os pais ingleses passarem em média 45 horas para escolher o nome dos seus filhos.

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