[…] “[A revista] VEJA conversou com especialistas em fertilidade e listou a solução para os principais problemas enfrentados por quem adia a gravidez para depois dos 35 anos.
Reprodução
O problema - A mulher já nasce com todos os óvulos. Aos 35 anos, eles já sofreram desgaste e têm qualidade inferior. Pode haver, por isso, dificuldade para obter a fecundação e maior risco de gerar bebês com problemas genéticos.
A solução - Se decidir esperar até os 35 anos para engravidar, tente os métodos naturais por seis meses. Se não conseguir, procure a ajuda de um especialista. Ele ainda terá uma boa gama de recursos para auxiliá-la.
Imagem física
O problema - Ao contrário das mulheres de 20, as de 30 têm mais dificuldade em perder peso — um problema que é agravado com a gravidez.
A solução - Comece a gestação mais leve. Faça dieta rica em proteínas, fibras e vegetais e pobre em açúcares e carboidratos e mantenha atividade física antes, durante e depois do parto.
Choque de gerações
O problema - Grande diferença de idade (e de valores) entre pais e filhos e dificuldade em acompanhar o ritmo cheio de energia das crianças pequenas.
A solução - Cultive hábitos saudáveis, para ter boa saúde, e aposte que a idade também traz maturidade, serenidade e paciência — armas fundamentais para conciliar diferenças.
Vida social
O problema - O risco de depressão pós-parto é maior em mulheres acima dos 35 anos que já tenham apresentado propensão para o problema. Refazer a relação com amigas que têm filhos mais velhos — ou que não têm filhos — também pode ser difícil.
A solução - Informe-se sobre a depressão pós-parto e avise o médico sobre qualquer possível sintoma: esse é um problema que tem tratamento. Em relação às amigas, a dica é esforçar-se para, depois do nascimento dos filhos, continuar a dividir com elas aquilo que era prazeroso antes da chegada deles.”
Fonte: Revista Veja, 11/11/2008
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Temas: 35 anos · depressão pós-parto · engravidar · fecundação · fertilidade · grvidez · métodos naturais · nascimento · óvulos · parto · Veja
Concepção, Gravidez e Parto
Miriam Stoppard
Segundo a conceituada autora Dr.a Miriam Stoppard, o objectivo deste livro é proporcionar um parto bem sucedido, nas circunstâncias pretendidas pelos pais, com a ajuda de pessoal médico que leva em conta as necessidades da mãe e as do bebé.
376 páginas | capa dura | 240 x 195 mm
Completo e actualizado, este guia da parturiente fornece conselhos práticos sobre cada aspecto dos cuidados pré-natais, bem como opções para o parto, e tem mais de 450 fotografias a cores, desenhos, ecografias e esquemas.
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Temas: Civilização Editora · concepção · DK · Dorling Kindersley · ecografias · gravidez · Gravidez e Parto · Livros à venda na Bébé Confort Coimbra · Miriam Stoppard · parto · parturiente
«As mulheres com endometriose apresentam um risco mais elevado de também sofrerem de síndrome de cólon irritável ou de doença inflamatória pélvica, segundo descobertas de um grande estudo conduzido no Reino Unido.
A Dra. Karen D. Ballard, da Universidade de Surrey, em Guildford, e colegas identificaram 5.540 mulheres, com idades entre os 15 e os 55 anos, que foram diagnosticadas com endometriose. Posteriormente, compararam estas pacientes a 21. 239 mulheres sem a doença para o controlo.
[…] Segundo os investigadores concluíram na edição de Outubro da “BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology”, se houver doença inflamatória pélvica coexistente, então é necessário tratamento rigoroso para reduzir o risco ainda maior de subfertilidade.
A endometriose
A endometriose é uma doença dolorosa que afecta as mulheres durante os anos reprodutivos e que provoca o crescimento das placas de tecido endometrial que, normalmente, só se encontra no revestimento interno uterino (endométrio), fora do útero. Contudo, as causas da endometriose ainda não são conhecidas.
Em geral, a endometriose costuma afectar só o revestimento da cavidade abdominal ou a superfície dos órgãos abdominais. O tecido endometrial que cresce fora do lugar muitas vezes desenvolve-se sobre os ovários e os ligamentos que sustêm o útero.
[…] A Síndrome do Cólon Irritável
A Síndrome do Cólon Irritável, ou Cólon Irritável, é uma das doenças mais frequentes do tubo digestivo, que atinge cerca de 15 a 25 por cento da população do mundo ocidental.
Esta doença é uma situação crónica e benigna, que se caracteriza por desconforto ou dor abdominal e alteração do hábito intestinal (com obstipação, diarreia ou as duas situações em alternância).
A doença inflamatória pélvica
A doença inflamatória pélvica (salpingite) é uma inflamação das trompas de Falópio, geralmente causada por uma infecção. A inflamação das trompas de Falópio acontece sobretudo em mulheres sexualmente activas, sendo que aquelas que utilizam dispositivos intra-uterinos (DIU) estão especialmente expostas.
Normalmente, a infecção obstrui as trompas de Falópio que, em consequência, incham devido ao líquido retido no seu interior. Isto pode provocar dor crónica, hemorragia menstrual irregular e infertilidade.
A inflamação é o resultado de uma infecção bacteriana, que costuma começar na vagina e que se propaga ao útero e às trompas. Estas infecções raramente aparecem antes da primeira menstruação, depois da menopausa ou durante a gravidez.
Em geral, contraem-se durante as relações sexuais mas, por vezes, são provocadas pela chegada de bactérias às trompas durante um parto normal ou por um aborto, quer seja espontâneo, quer induzido.»
Fonte: Farmacia.com.pt, 22/10/2008
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Temas: aborto · cólon irritável · diarreia · DIU · doença inflamatória pélvica · Endometriose · hemorragia menstrual · infecção bacteriana · obstipação · parto · relações sexuais · trompas de Falópio · tubo digestivo · útero

Hoje à noite às 21h no Teatro Gil Vicente em Coimbra
Resumo:
Durante a ocorrência de um eclipse total do sol pela lua, avistado em todo o mundo, o destino de várias personagens reais cruza-se num momento único e universal: o nascimento de um bebé. Esta é a emocionante e verdadeira história sobre o nosso primeiro grito da vida, aquele que emitimos quando nascemos e que anuncia a nossa chegada ao mundo. Das areias quentes do Sahara às planícies brancas da Sibéria, da beleza sagrada do Ganges ao Japão tradicional, este é um filme com imagens únicas, onde o cenário é a própria Terra. Um contraste de terras, de pessoas e de culturas, na mais bela e insólita das viagens. O nascimento no grande ecrã, visto à escala do planeta.

“Em poucas horas, a vida destas mulheres une-se pelo nascimento dos seus bebés. Mergulhamos no coração da sua intimidade com a modéstia e o respeito que o filme nos permite.”
Aline Paulhe, Première
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Temas: Festa do Cinema Francês · Gilles de Maistre · Le Premier Cri · nascimento de um bebé · nascimento no mundo · O Primeiro Choro · parto · Teatro Gil Vicente · Terra
A Comissão apresentou uma proposta que prevê o alargamento do período mínimo de maternidade de 14 para 18 semanas e recomenda a remuneração a 100% das mulheres nesse período.
Comunicado de imprensa (de 3/10/2008) da Comissão Europeia sobre este assunto:
«Nos termos das propostas apresentadas hoje pela Comissão Europeia, milhões de mulheres em toda a Europa terão direito a uma licença de maternidade mais longa e em condições mais favoráveis. Uma proposta separada prevê igualmente melhorar a situação das trabalhadoras independentes, ao garantir possibilidades equivalentes de acesso à licença de maternidade, numa base voluntária. As duas iniciativas integram um pacote de medidas para melhorar, na Europa, o equilíbrio entre vida profissional e privada dos homens e das mulheres. Visam ainda actualizar e aperfeiçoar a legislação comunitária vigente e vão ser agora enviadas ao Parlamento Europeu e aos governos nacionais para discussão. Paralelamente, os parceiros sociais europeus encetaram negociações para melhorar outros tipos de licenças relacionadas com a família, como a licença parental.
«A conjugação da vida profissional, privada e familiar constitui um enorme desafio para milhões de homens e mulheres na Europa», afirmou o Comissário para o emprego, os assuntos sociais e a igualdade de oportunidades, Vladimír Špidla. «No entanto, demasiadas vezes, o facto de ter filhos implica para as mulheres perda de rendimentos e de perspectivas de carreira. Apenas 65,5% das mulheres com filhos a cargo estão empregadas, comparativamente a 91,7% dos homens. As nossas propostas para melhorar a licença de maternidade vão ajudar as mulheres a conciliar o trabalho com a vida familiar, proporcionando-lhes, assim como às respectivas famílias, mais qualidade de vida. Também vão contribuir para uma maior participação das mulheres no mercado de trabalho e ajudar a responder aos desafios do envelhecimento demográfico: com efeito, os países onde mais mulheres trabalham têm também taxas de natalidade mais elevadas.»
Licença de maternidade melhorada
A proposta da Comissão relativa à licença de maternidade (que revê a Directiva 92/85/CEE de 1992), prevê que o período mínimo de licença de maternidade seja alargado de 14 para 18 semanas e recomenda que, durante esse período, as mulheres sejam remuneradas a 100% do seu salário, mas com a possibilidade de os Estados-Membros fixarem um limite correspondente ao subsídio de doença. Por outro lado, as mulheres teriam maior flexibilidade quanto ao momento de gozar o período não obrigatório da sua licença (antes ou depois do parto), deixando de estar obrigadas a tirar uma determinada parte da licença antes do parto, como é actualmente o caso em alguns Estados-Membros.
Previstos estão igualmente uma maior protecção contra despedimentos e um direito de regressar ao mesmo posto de trabalho ou equivalente após a licença de maternidade. Por último, será introduzido o direito de solicitar ao empregador regimes de trabalho flexíveis após o termo da licença de maternidade, ainda que o empregador possa recusar esse pedido.
Mais direitos para as trabalhadoras independentes
A proposta referente às trabalhadoras independentes garante-lhes um acesso à licença de maternidade equivalente ao garantido às trabalhadoras por conta de outrem, mas numa base voluntária (em substituição da Directiva 86/613/CEE). Ao mesmo tempo, os cônjuges e os parceiros de facto (reconhecidos como tal na legislação nacional) que trabalham numa base informal em pequenas empresas familiares, como as explorações agrícolas ou os consultórios médicos (os chamados «cônjuges colaboradores»), terão acesso, a seu pedido, a uma cobertura de segurança social pelo menos equivalente à que é garantida aos trabalhadores independentes.
Outras disposições para conciliar vida profissional e familiar
Enquanto parte do mesmo pacote, a Comissão apresentou também hoje um relatório sobre a provisão de serviços de acolhimento de crianças na União Europeia e os desempenhos de cada Estado-Membro em relação às metas acordadas pelos líderes europeus em Barcelona, em 2002 (ver IP/09/1449).
Em 17 de Setembro de 2008, os parceiros sociais europeus encetaram negociações sobre a licença parental, com vista à revisão da legislação comunitária vigente (Directiva 96/334/CE), já baseada num acordo-quadro celebrado pelos representantes dos empregadores e dos sindicatos europeus. O objectivo é concluir as negociações no prazo de nove meses.
A mais longo prazo, a Comissão também gostaria de melhorar outros tipos de licenças relacionadas com a família, como a licença de paternidade (um curto período de licença para os pais aquando do nascimento ou da adopção de um filho), a licença de adopção (licença idêntica à licença da maternidade aquando da adopção de um filho) e a licença filial (para cuidar de familiares dependentes).
Próximas etapas
As duas propostas serão discutidas no âmbito do processo de co-decisão pelo Parlamento Europeu e os Estados-Membros reunidos no Conselho (voto por maioria qualificada), esperando-se um acordo durante 2009. Os países da UE disporão então de dois anos para transpor a legislação comunitária para o direito nacional.»
Fonte: Comissão Europeia
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«[…] O objectivo estava traçado à partida: 19 horas na Maternidade Alfredo da Costa, a acompanhar a passo o que por lá se vive. Com entrada às 14h00 e saída às 09h00, assistimos a três mudanças de turno, a 15 nascimentos e à expulsão de um feto que não sobreviveu às 23 semanas de gestação. No maior ‘centro’ de nascimentos do País, nem só de vida se fazem os dias. Nem só as alegrias enchem os corredores. E ali, os opostos tocam-se e convivem lado a lado. Nem mesmo o cenário é estanque: num momento, o silêncio, logo a seguir o caos.»
«[…] Na memória da Domingo fica o rosto congestionado do Afonso. Nasceu às 06h00. Tinha três horas de vida quando abandonámos a MAC. Sónia Amaro, a mãe, sorria.»
Reportagem publicada na revista Domingo do Correio da Manhã de 28.09.2008.
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«Para os detractores, a gravidez da ministra da Justiça foi a melhor coisa que aconteceu a esta filha de imigrantes magrebinos que se tornara na estrela do Governo Sarkozy, mas enfrentou nos últimos meses uma vaga de contestação
[…] O novo perfil de “mãe coragem”, aos 42 anos, e os rumores sobre a paternidade e mesmo o sexo do bebé, silenciam por estes dias, na imprensa, a revolta dos magistrados contra as reformas na Justiça, e as críticas do seu próprio partido à sua “inexperiência” num cargo ambicionado há muito pelos “ilustres” da formação.
O anúncio da gravidez de Rachida Dati, controlado ao mínimo detalhe pelos assessores de comunicação, voltaria assim a editar a estratégia, utilizada por Nicolas Sarkozy no passado, que consiste em abrir as portas da vida privada, para ultrapassar os becos-sem-saída da vida política.
[…] Dati, já não é como no passado uma amiga próxima do casal presidencial, depois da saída de cena da antiga primeira dama Cecília Sarkozy, com a qual partilhava confidências e um vestiário privado na loja Dior.
A ministra já não beneficia assim do apoio incondicional do Presidente, que no passado lhe permitiu ultrapassar os escândalos ligados aos problemas judiciais de dois dos seus 12 irmãos, condenados por tráfico de droga, ou as críticas ao seu carácter inflamável que levou à saída de sete dos seus assessores.
Distante das recepções sumptuosas que quase esgotaram o orçamento do ministério da Justiça e que ensombraram o perfil de “filha dos subúrbios”, a ministra aposta agora na sobriedade do vestuário pré-mamã.
Há um ano atrás, a filha de um casal de humildes imigrantes argelinos e marroquinos era a estrela de um Governo dito de “diversidade” e de renovação, ao lado do também atípico Sarkozy.
Hoje, como mãe solteira e muçulmana praticante, resta-lhe a vitória no combate contra os preconceitos que continuam a agitar a sociedade francesa.
Mas, se há 20 anos conseguira obter o divórcio de um casamento organizado pelos pais, muçulmanos conservadores, hoje, como ministra e mãe solteira, não parece resistir aos conservadores do seu partido, que lhe recusaram o ambicionado cargo de presidente da federação de Paris do UMP.
[…] À beira de chumbar no teste de confiança política, o resultado de um teste de gravidez, para lá de uma vitória pessoal, pode garantir-lhe uma saída de cena, em beleza.
Resignada a abandonar os corredores do Eliseu, a lutadora Dati admite já uma candidatura à Câmara Municipal de Paris. Mas nas capas das revistas cor-de-rosa, que por estes dias assinalam o sobe e desce da popularidade dos políticos franceses, há um desafio ao novo protagonismo da ministra - o rumor de que Bruni poderá estar também grávida.
Dati já o sabia: a luta pelo poder nem sempre é um parto sem dor.»
Perfil da actual Ministra da Justiça de França, Rachida Dati, por José Miguel Sardo, Diário de Notícias, 13/09/2008
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O Guardian de hoje publica um artigo bastante interessante e controverso sobre a questão dos “partos naturais” versus partos através de cesariana.
Segundo o artigo, um novo estudo do serviço nacional de saúde inglês sobre os cuidados durante a maternidade revela divisões entre os enfermeiros de saúde materna e os obstetras. Uma das principais diferenças relaciona-se com o parto. O autor exemplifica com o seguinte paradoxo: enquanto os enfermeiros obstetras e o governo inglês promovem o parto vaginal ou parto natural, a verdade é que, segundo alguns estudos, muitas obstetras (mulheres) preferem recorrer a uma cesariana para terem os seus próprios filhos.
Será apenas uma diferença de perspectiva? Ou, como se diz no artigo, “será que elas sabem alguma coisa que desconhecemos?” Vale a pena ler o artigo “‘We know the reality of childbirth“.
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«Os primeiros cheques dentista já foram entregues. Uma ajuda de 120 euros para as grávidas e de 80 euros para os idosos. Quase metade dos médicos dentistas portugueses aderiram a este programa que vai custar ao Estado 15 milhões de euros. As regras do novo programa de saúde oral estabelecem que os doentes têm 60 dias após o parto para utilizar o cheque. Caberá também a esta grávida decidir a que médico dentista quer ir.
A partir de agora todos os Centros de Saúde estão em condições de emitir estes cheques dentistas. […]»
Fonte: TVI (02/06/2008)
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Será apresentado em Coimbra entre 22 e 25 de Maio o ciclo “Parto Orgásmico”, uma mostra de filmes sobre a experiência do parto integrada no festival Caminhos do Cinema Português.
«Esta mostra de filmes sobre a experiência do parto vai buscar o seu título a um dos filmes em exibição. Serão apresentados filmes dos Países Baixos, EUA, Rússia, Guatemala, México, Argentina, Brasil e Espanha. O que os une é a forma como nos apresentam partos naturais em que o poder é restituído à mulher, não sendo este seu ritual de passagem mediado por máquinas ou drogas. As únicas drogas presentes são as hormonas naturais. [“The same pleasurable stimuli triggered during sex, can also be released during birth.” Debra Pascali-Bonaro, em http://www.orgasmicbirth.com/].
Fica o convite para entrar nesta viagem pela intimidade de vários nascimentos e por diferentes modelos de cuidado perinatal, que seguramente o levará a reexaminar a forma como se vive o parto em Portugal. As sessões de filmes são seguidas de palestras sobre diversos temas à volta da questão do parto e debates.»*
*Fonte: Caminhos do Cinema Português
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