Sem cinto?… Sinto muito.

O blog da BEBE CONFORT COIMBRA

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Alguns números da Maternidade de Castelo Branco

2 Março 2009 Sem notas por parte dos leitores

«[…] A Maternidade [de Castelo Branco] tem […] mantido um bom desempenho em todos os parâmetros, nalguns casos superior à média nacional. É o caso da taxa de mortalidade e morbidade. “Somos dos hospitais que apesar de todas as condicionantes, regista menos taxa de cesariana, que rondou no ano passado os 26,09 por cento”, completa Gil Ferreira, taxa esta, que segundo o director do Serviço [de Obstetrícia], é mesmo inferior à média da Zona Centro. “Somos também dos hospitais que menos grávidas transferiu para os hospitais centrais”, acrescenta o responsável.

[…] No ano de 2008, o HAL registou 480 partos, número que se tem mantido nos últimos anos, inferior àquele que registava há 10 anos atrás, que chegou registar mais de 700 partos por ano. “Não se pode dizer que esta diminuição se deve só ao facto de a Maternidade de Castelo Branco ser menos procurada. Temos de analisar que o número de partos se tem mantido o mesmo em quase todos os hospitais do País. As famílias optam por ter menos filhos”, analisa Gil Ferreira. […]»

Pode ler o resto da notícia na Gazeta do Interior, 25-02-2009 | Edição: 1054

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Ministra da Saúde quer limitar aos hospitais públicos a realização de partos de bebés prematuros

30 Janeiro 2009 Sem notas por parte dos leitores

« [...] Em entrevista à Agência Lusa, a propósito do primeiro aniversário como ministra da Saúde, Ana Jorge foi peremptória: “Prematuros no privado, não!”.
Para a ministra, pediatra de formação e que sempre exerceu em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “o prematuro é algo muito difícil que exige uma equipa muito bem preparada, com médicos e enfermeiros que saibam trabalhar com uma criança pré-termo”.
Por esta razão, defendeu, estes partos só devem realizar-se no serviço público.
“Os cuidados intensivos neonatais devem ser todos assumidos no sector público”, sustentou.
A ministra alertou ainda para a existência de “poucos neonatologistas” no país. “Para mantermos os bons resultados que nos honram e orgulham na área materno-infantil, precisamos de gente treinada para o fazer”.
Para Ana Jorge, os níveis de segurança só se alcançam em instituições com 70 a 80 partos de recém-nascidos pré-termo por ano e “uma unidade privada nunca vai ter” esses números. [...]»

Fonte: Público, 29-01-2009

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As grávidas francesas e a simpatia dos obstetras

9 Outubro 2008 2 Respostas

O sistema de saúde francês costuma ser referenciado como um exemplo de boas práticas. Tal como em Portugal, tem-se assistido ao longo dos últimos anos a uma concentração dos partos nos grandes centros hospitalares franceses.

Esta centralização não parece ter influenciado os sentimentos das grávidas francesas. Segundo um inquérito recente mais de 95% das grávidas declaram-se satisfeitas com o acompanhamento da sua gravidez e parto. Mais de 95% é um valor deveras surpreendente! Seria curioso saber os dados relativos a Portugal.

Um outro dado interessante que este mesmo estudo indica é que as grávidas francesas dão mais relevo às qualidades humanas dos profissionais de saúde do que às suas prestações técnicas. Paradoxalmente gostariam de estar melhor informadas sobre os actos médicos praticados durante o parto.

Fonte: Le Monde, 01-10-2008

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Partos fora do hospital na Figueira da Foz

15 Setembro 2008 Sem notas por parte dos leitores

«Os bombeiros da Figueira da Foz tiveram que fazer, mais uma vez, de parteiros, e ajudaram a nascer uma menina, o terceiro filho de um casal residente em Santa Luzia de Lavos. Foi o quinto nascimento registado no concelho fora do hospital – três foram na A14 e um numa garagem – desde que a maternidade da cidade fechou, em Novembro de 2006.»

Fonte: Correio da Manhã, 14-09-2008

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