Aleitamento Materno – Do que se diz ao que se sabe…

Bárbara Sousa e Teresa Pacheco, enfermeiras, a trabalhar há 8 anos na área de Saúde Materna e Obstétrica e conselheiras em Aleitamento Materno, são as autoras do livro “Aleitamento Materno – Do que se diz ao que se sabe…”, publicado recentemente pelas Edições MinervaCoimbra.

Como o próprio título indica, as autoras pretendem esclarecer dúvidas, desfazer mitos e elucidar as mães (e os pais) para que o aleitamento seja feito de um modo mais informado. Como as próprias autoras esclarecem, “não desvalorizamos o que se diz, mas com fundamentação concluímos que nem sempre se vai ao encontro do que se sabe”.

O livro está dividido em quatro partes. Em primeiro lugar, Bárbara Sousa e Teresa Pacheco abordam os anseios e as expectativas que as mamãs têm antes da amamentação. A segunda parte, porventura a mais importante e aquela a que as autoras dedicam atenção no livro, trata das vivências da amamentação. É uma secção que será muito útil para quem esteja a amamentar, porque permite um rápido esclarecimento de uma série de dúvidas ou receios que possam surgir. Na terceira parte, oferece-se uma súmula dos benefícios do leite materno. Por último, as autoras não quiseram deixar de lado as partes legais e práticas do “regresso ao trabalho”.

Ao longo do livro, as enfermeiras Bárbara Sousa e Teresa Pacheco, enumeram e analisam uma série de crenças que, no seu entender, poderão constituir eventuais obstáculos para o êxito do aleitamento materno. A cada uma das questões enunciadas as autoras respondem de um modo simples. Para a maioria delas, a resposta é directa: “sim” ou “não”. Para outras a resposta é um mais cinzento “nem sempre”, ou um “bingo” que não deixa margens para dúvidas.

Com este livro aprende-se, entre muitas outras coisas, que não é por a mamã ter mamilos curtos ou rasos que o bebé vai deixar de mamar; que não se devem lavar os mamilos antes e depois de amamentar; que beber cerveja preta para aumentar a produção de leite é um mito; que o leite pode ser conservado numa arca congeladora durante três meses.

O objectivo das autoras, de informar para facilitar a opção das famílias pela amamentação, foi conseguido com este pequeno livro, que será uma ajuda preciosa para tornar a amamentação cada vez mais uma realidade.

 

Sousa, Bárbara e Pacheco, Teresa (2010). Aleitamento Materno – Do que se diz ao que se sabe… Coimbra: MinervaCoimbra

Apresentação do livro “Aleitamento Materno” de Bárbara Sousa e Teresa Pacheco

As Edições MinervaCoimbra e as autoras Bárbara Sousa e Teresa Pacheco, assinalando a "Semana Mundial do Aleitamento Materno", vão proceder ao lançamento do livro

“ALEITAMENTO MATERNO, do que se diz ao que se sabe…” (com ilustrações de Luísa Alte da Veiga)

A apresentação será feita pelo Dr. Mário Branco (pediatra).

Haverá também uma actuação do coro infantil CHERUBINNI dirigido pela maestrina Isilda Margarida.

A sessão realiza-se hoje, dia 4 de Outubro, pelas 21H00, na Livraria Minerva, Rua de Macau, 52 (Bº Norton de Matos) em Coimbra.

As autoras, enfermeiras, a trabalhar há 8 anos na Área de Saúde Materna e Obstétrica e Conselheiras em Aleitamento Materno, partilham os seus conhecimentos, baseados na investigação e prática diária (com mães, bebés e familiares), oferecendo conselhos práticos e úteis a quem vivencia a amamentação.

Uma consulta com um Hal simpático e um médico sem tempo para empatia

«Impressionado e alarmado pelos avanços em inteligência artificial, um grupo de informáticos está a debater se deve haver limites à investigação que possa levar à perda de controle dos seres humanos sobre os sistemas baseados em computadores que são responsáveis por uma parte crescente das tarefas da sociedade, desde a guerra até conversar com os clientes ao telefone.

[…] Apesar das suas preocupações, o Dr. Horvitz [investigador da Microsoft e presidente da Association for the Advancement of Artificial Intelligence] disse que estava esperançoso de que a investigação em inteligência artificial iria beneficiar os seres humanos, e talvez até compensar as falhas humanas. O Dr. Horvitz demonstrou recentemente um sistema baseado na voz que projectou para questionar os pacientes sobre os seus sintomas e para lhes responder com empatia. Quando uma mãe disse que o seu filho estava com diarreia, o rosto no monitor disse, “Oh não, lamento ouvir isso.”
Um médico disse-lhe logo que era maravilhoso que o sistema respondesse à emoção humana. “Que grande ideia”, disse o médico ao Dr. Horvitz. “Não tenho tempo para isso.”»

Pode ver o vídeo da triagem efectuada pelo sistema computacional basaeado na voz aqui (site da Microsoft).

Fonte: “Scientists Worry Machines May Outsmart Man”, New York times, 25/07/2009

Alerta para os riscos do uso excessivo da televisão

«”A televisão funciona como uma babysitter. É ela que toma conta da criança e a entretém.” O alerta para os riscos do uso excessivo da televisão é da pediatra Fátima Pinto, autora de um estudo que analisou o comportamento televisivo de 106 crianças no Porto […] e conclui que estas vêem muita TV desde cedo, muitas antes dos dos 24 meses. Uma situação que leva a médica a avisar: ” É completamente contra-indicada a exposição televisiva antes dos dois anos.”

É que ver demasiada televisão compromete as capacidades de comunicação das crianças, de interacção e aumenta a tendência para a obesidade e para os comportamentos agressivos. Atendendo aos dados de medição de audiência da Marktest, as crianças portuguesas passam três horas por dia em frente ao ecrã. “Uma média de consumo televisivo alta e um pouco acima da média europeia”, alerta a socióloga Sara Pereira.

A neuropediatra Maria José Fonseca, por seu lado, lembra que “a Academia Americana de Pediatria não recomenda TV antes dos dois anos e depois dessa idade indica uma ou duas horas de exposição diária a programas de qualidade”.

Em Portugal, os médicos também não aconselham que antes dos dois anos as crianças vejam televisão. E se o fizerem, “nunca por períodos superiores a cerca de 20 minutos”, diz o pediatra Mário Cordeiro. Maria José Fonseca acrescenta que é essencial que “os pais tenham controlo sobre o tempo de exposição, o tipo de programas e sempre que possível vejam esses programas com os filhos”. […]»

Fonte: ANA BELA FERREIRA, “Televisão é perigosa para bebés com menos de dois anos”, DN, 24 de Maio de 2009

Ministra da Saúde quer limitar aos hospitais públicos a realização de partos de bebés prematuros

« […] Em entrevista à Agência Lusa, a propósito do primeiro aniversário como ministra da Saúde, Ana Jorge foi peremptória: “Prematuros no privado, não!”.
Para a ministra, pediatra de formação e que sempre exerceu em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “o prematuro é algo muito difícil que exige uma equipa muito bem preparada, com médicos e enfermeiros que saibam trabalhar com uma criança pré-termo”.
Por esta razão, defendeu, estes partos só devem realizar-se no serviço público.
“Os cuidados intensivos neonatais devem ser todos assumidos no sector público”, sustentou.
A ministra alertou ainda para a existência de “poucos neonatologistas” no país. “Para mantermos os bons resultados que nos honram e orgulham na área materno-infantil, precisamos de gente treinada para o fazer”.
Para Ana Jorge, os níveis de segurança só se alcançam em instituições com 70 a 80 partos de recém-nascidos pré-termo por ano e “uma unidade privada nunca vai ter” esses números. […]»

Fonte: Público, 29-01-2009

Gravidez exige cuidados com stress, alimentação e vacinas

«[…] O ginecologista Flávio Garcia de Oliveira, autor do livro “Receitas para Grávidas”, ressalta a importância da alimentação nesse período. “Em cada fase da gestação, o que for ingerido pela grávida será fundamental para a formação do bebê. A mãe é a única fonte de nutrientes da criança nesse período”, afirma.

Para o ginecologista Eliezer Berenstein, além da alimentação balanceada, é importante distribuir as refeições durante o dia. “A gestante deve fazer várias refeições ao dia, diminuindo, assim, o aparecimento daquela incômoda azia e dos problemas digestivos tão conhecidos e indesejados dessa fase”, diz. Berenstein é um dos autores do livro “Gerar e Nascer – um canto de amor e aconchego”, ao lado do pediatra Yechiel Moises Chencinski.

Às mamães de primeira viagem, o pediatra Chencinski explica que o estresse também pode ser sentido pelo bebê. “O bebê ‘mora’ no útero de sua mamãe durante a gestação. Nesse período, portanto, ele está submetido aos mesmos fatores estressantes que podem agredir física ou psicologicamente essa gestante. As alterações físicas causadas pelo estresse, como aumento da pressão arterial, taquicardia, insônia e alterações digestivas, podem interferir de forma prejudicial no desenvolvimento do bebê”, afirma. […]»

Fonte: Globo

Para começar a diversificação alimentar

Siga os conselhos do seu pediatra. Em princípio, a diversificação alimentar pode ser iniciada a partir do 4º mês. Consiste em introduzir progressivamente e em pequenas doses alimentos de base na dieta láctea do bebé e fazer-lhe descobrir novos gostos.

Fonte: Bébé Confort