«Impressionado e alarmado pelos avanços em inteligência artificial, um grupo de informáticos está a debater se deve haver limites à investigação que possa levar à perda de controle dos seres humanos sobre os sistemas baseados em computadores que são responsáveis por uma parte crescente das tarefas da sociedade, desde a guerra até conversar com os clientes ao telefone.
[…] Apesar das suas preocupações, o Dr. Horvitz [investigador da Microsoft e presidente da Association for the Advancement of Artificial Intelligence] disse que estava esperançoso de que a investigação em inteligência artificial iria beneficiar os seres humanos, e talvez até compensar as falhas humanas. O Dr. Horvitz demonstrou recentemente um sistema baseado na voz que projectou para questionar os pacientes sobre os seus sintomas e para lhes responder com empatia. Quando uma mãe disse que o seu filho estava com diarreia, o rosto no monitor disse, “Oh não, lamento ouvir isso.”
Um médico disse-lhe logo que era maravilhoso que o sistema respondesse à emoção humana. “Que grande ideia”, disse o médico ao Dr. Horvitz. “Não tenho tempo para isso.”»
Pode ver o vídeo da triagem efectuada pelo sistema computacional basaeado na voz aqui (site da Microsoft).
Fonte: “Scientists Worry Machines May Outsmart Man”, New York times, 25/07/2009
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«”A televisão funciona como uma babysitter. É ela que toma conta da criança e a entretém.” O alerta para os riscos do uso excessivo da televisão é da pediatra Fátima Pinto, autora de um estudo que analisou o comportamento televisivo de 106 crianças no Porto […] e conclui que estas vêem muita TV desde cedo, muitas antes dos dos 24 meses. Uma situação que leva a médica a avisar: ” É completamente contra-indicada a exposição televisiva antes dos dois anos.”
É que ver demasiada televisão compromete as capacidades de comunicação das crianças, de interacção e aumenta a tendência para a obesidade e para os comportamentos agressivos. Atendendo aos dados de medição de audiência da Marktest, as crianças portuguesas passam três horas por dia em frente ao ecrã. “Uma média de consumo televisivo alta e um pouco acima da média europeia”, alerta a socióloga Sara Pereira.
A neuropediatra Maria José Fonseca, por seu lado, lembra que “a Academia Americana de Pediatria não recomenda TV antes dos dois anos e depois dessa idade indica uma ou duas horas de exposição diária a programas de qualidade”.
Em Portugal, os médicos também não aconselham que antes dos dois anos as crianças vejam televisão. E se o fizerem, “nunca por períodos superiores a cerca de 20 minutos”, diz o pediatra Mário Cordeiro. Maria José Fonseca acrescenta que é essencial que “os pais tenham controlo sobre o tempo de exposição, o tipo de programas e sempre que possível vejam esses programas com os filhos”. […]»
Fonte: ANA BELA FERREIRA, “Televisão é perigosa para bebés com menos de dois anos”, DN, 24 de Maio de 2009
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« [...] Em entrevista à Agência Lusa, a propósito do primeiro aniversário como ministra da Saúde, Ana Jorge foi peremptória: “Prematuros no privado, não!”.
Para a ministra, pediatra de formação e que sempre exerceu em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “o prematuro é algo muito difícil que exige uma equipa muito bem preparada, com médicos e enfermeiros que saibam trabalhar com uma criança pré-termo”.
Por esta razão, defendeu, estes partos só devem realizar-se no serviço público.
“Os cuidados intensivos neonatais devem ser todos assumidos no sector público”, sustentou.
A ministra alertou ainda para a existência de “poucos neonatologistas” no país. “Para mantermos os bons resultados que nos honram e orgulham na área materno-infantil, precisamos de gente treinada para o fazer”.
Para Ana Jorge, os níveis de segurança só se alcançam em instituições com 70 a 80 partos de recém-nascidos pré-termo por ano e “uma unidade privada nunca vai ter” esses números. [...]»
Fonte: Público, 29-01-2009
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«[...] O ginecologista Flávio Garcia de Oliveira, autor do livro “Receitas para Grávidas”, ressalta a importância da alimentação nesse período. “Em cada fase da gestação, o que for ingerido pela grávida será fundamental para a formação do bebê. A mãe é a única fonte de nutrientes da criança nesse período”, afirma.
Para o ginecologista Eliezer Berenstein, além da alimentação balanceada, é importante distribuir as refeições durante o dia. “A gestante deve fazer várias refeições ao dia, diminuindo, assim, o aparecimento daquela incômoda azia e dos problemas digestivos tão conhecidos e indesejados dessa fase”, diz. Berenstein é um dos autores do livro “Gerar e Nascer – um canto de amor e aconchego”, ao lado do pediatra Yechiel Moises Chencinski.
Às mamães de primeira viagem, o pediatra Chencinski explica que o estresse também pode ser sentido pelo bebê. “O bebê ‘mora’ no útero de sua mamãe durante a gestação. Nesse período, portanto, ele está submetido aos mesmos fatores estressantes que podem agredir física ou psicologicamente essa gestante. As alterações físicas causadas pelo estresse, como aumento da pressão arterial, taquicardia, insônia e alterações digestivas, podem interferir de forma prejudicial no desenvolvimento do bebê”, afirma. [...]»
Fonte: Globo
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Siga os conselhos do seu pediatra. Em princípio, a diversificação alimentar pode ser iniciada a partir do 4º mês. Consiste em introduzir progressivamente e em pequenas doses alimentos de base na dieta láctea do bebé e fazer-lhe descobrir novos gostos.
Fonte: Bébé Confort
Temas: alimentos · diversificação alimentar · pediatra