«Cerca de 18.500 crianças com idades entre os 0 e os 14 anos morreram nas estradas da União Europeia (27), ao longo dos últimos dez anos. Em 2007 apenas, a vida de mais de 1200 famílias foram desfeitas com a perda de um filho morto no trânsito. Uma em cada dez mortes de crianças é resultado de um acidente rodoviário. Os acidentes rodoviários são também uma das principais causas de invalidez entre as crianças, que podem ter um impacto duradouro sobre o seu crescimento físico psicológico.No entanto, há motivo para ter esperança. O compromisso para evitar mortes nas estradas tem vindo progressivamente a aumentar, juntamente com a consciência da necessidade de reduzir outras causas de lesões nas crianças, e as iniciativas estão a começar a dar frutos. A segurança rodoviária das crianças melhorou consideravelmente em todos os 30 países abrangidos pelo PIN [Road Safety Performance Index] durante a década passada. Portugal conseguiu a melhor média anual de redução, de quase 15%, na mortalidade rodoviária entre as crianças, seguido pela França, Eslovénia e Suíça, com pouco mais de 10% e da Irlanda e da Bélgica, com pouco menos de 10%.»
Fonte: PIN FLASH 12, “Reducing Child Deaths on European Roads”Nota: ênfase nosso
Temas: acidente rodoviário · crianças · mortalidade rodoviária · PIN · Portugal · Road Safety Performance Index · segurança rodoviária das crianças · União Europeia
Portugal é um dos cinco países que mais notáveis progressos fez na redução da taxa de mortalidade desde 1970. No relatório de 2008 “Cuidados de Saúde Primários – Agora mais do que sempre”, da Organização Mundial de Saúde (OMS), salienta-se que “o desempenho de Portugal para reduzir a taxa de mortalidade em várias faixas etárias é dos mais consistentes e bem sucedidos nas últimas três décadas”.
Neste relatório da OMS pode constatar-se que, entre 1970 e 1980, em Portugal a mortalidade perinatal foi reduzida em 71%, a mortalidade infantil em 86%, a de crianças em 89% e a mortalidade maternal em 96%.
A mortalidade infantil (óbitos de crianças nascidas vivas que faleceram com menos de um ano) é sem dúvida um dos indicadores por excelência da qualidade do sistema de saúde e mesmo da qualidade de vida de um país. Apesar de todas as críticas que lhe são feitas, este progresso denota que o acesso aos cuidados de saúde em Portugal tem melhorado substancialmente nas últimas décadas.
Por mais surpreendente que possa parecer, a trajectória de Portugal é exactamente oposta à dos Estados Unidos (E.U.A.), por exemplo. Enquanto em 1960 os E.U.A. ocupavam a 12.ª posição no ranking mundial da mortalidade infantil, Portugal, nesse ano, estava num sombrio 35.º lugar. Segundo dados de 2004 do Centers for Disease Control and Prevention, Portugal passou a ocupar o 10.º lugar nesse ranking e os E.U.A. o 29.º.
Este percurso inverso ainda se torna mais parodoxal quando se consideram as despesas com saúde per capita em Portugal - 1.897$ – e nos E.U.A. – 6.096$.
Segundo a OMS, o progresso registado em Portugal ficou a dever-se à aludida melhoria “no acesso às redes de saúde, que foram expandidas”, a “um compromisso político sustentável” e a “um crescimento económico que permitiu continuar a investir no sector de saúde”.
Nos E.U.A o debate sobre as causas do seu mau desempenho distribui-se por vários temas, desde a obesidade ao consumo de drogas, a falhas generalizadas no sistema de saúde e a um aumento dos partos prematuros (1), muitos dos quais por cesariana (2).

1) De 9% de todos os partos em 2000, para 12,7% em 2005;
2) Possivelmente 92% destes partos prematuros adicionais.
Fonte: New York Times, 15/10/2008; Editorial do New York Times, 19/10/2008, Diário As Beiras, 15/10/2008.
Temas: 1960 · 1970 · 2000 · 2004 · 2005 · 2008 · cesariana · Cuidados de Saúde Primários - Agora mais do que sempre · E.U.A. · Estados Unidos da América · indicadores · mortalidade infantil · mortalidade maternal · OMS · Organização Mundial de Saúde · Portugal · qualidade de vida · ranking · sistema nacional de saúde
Um estudo realizado pela Eurosondagem para a SIC, Expresso e Rádio Renascença inquiriu os portugueses sobre aquelas que julgam ser as principais causas da baixa natalidade em Portugal:
«A maioria dos portugueses considera que a situação económica é a culpada da mais baixa taxa de nascimentos de sempre em Portugal.
[...] A segunda causa mais apontada para o facto de pela primeira vez em Portugal, desde 1918, os nascimentos terem sido menos do que as mortes é a instabilidade do mercado de trabalho.
São muito menos aqueles que consideram que a descida da taxa de natalidade é uma consequência do actual ritmo de vida.
A obsessão dos pais pelo bem estar material e pela educação dos filhos é uma das causas menos referidas pelos inquiridos da Eurosondagem, bem como o egoísmo e a ausência de uma política de habitação.
Para a maioria dos inquiridos, a melhor forma de inverter o envelhecimento da população passa por mais medidas de apoio directo à maternidade e à paternidade. [...]»
Fonte: Sic Online
Temas: envelhecimento · Eurosondagem · Expresso · maternidade · natalidade · paternidade · Portugal · Rádio Renascença · Sic · sondagem
«A tendência não é animadora: o ano de 2007 foi o primeiro em que Portugal registou mais mortes (103 727) do que nascimentos (102 213), se excluirmos o fatídico ano da pneumónica, 1918. Em relação a 2006, a taxa de natalidade sofreu uma redução de cerca de 3000 nascimentos. Cada mulher portuguesa tem hoje uma média de 1,3 filhos – número que não assegura a substituição de gerações. Estima-se que, em 2060, o número de pessoas com mais de 80 anos vai triplicar e que nem os imigrantes, que têm conseguido dar fôlego às sociedades modernas envelhecidas, vão salvar as estatísticas. Noutro pólo, os números da infertilidade não param de aumentar – estima-se que um em cada seis casais tem problemas de fertilidade, o que representa 10 a 15% da população. Consequência disso, nascem todos os anos em Portugal entre 700 a 900 bebés fruto das novas técnicas de reprodução assistida»
Fonte: Correio da Manhã, 28.09.2009
Temas: envelhecimento · fertilidade · gerações · imigrantes · infertilidade · Irmãos Coen · nascimentos · natalidade · No Country for Old Men · Portugal · reprodução assistida
«76% dos votantes de um programa televisivo espanhol responderam ao desafio de escolher uma selecção que não fosse a de Espanha. Um programa do canal “LaSexta” está desiludido com a selecção daquele país e a escolha alternativa recaíu sobre…Portugal.*»
Aqui na Bébé Confort Coimbra concordamos em absoluto com a escolha do LaSexta e vamos também apoiar a Selecção Portuguesa, os 23 de Scolari. Por isso mesmo, hoje, a loja encerra às 20h00 em ponto para que todos possamos ver a Selecção Nacional no seu primeiro jogo do EURO 2008, frente à Turquia.
Já agora… aproveitamos para avisar os fanáticos que durante todo o Euro 2008 exibiremos aqui na loja os jogos transmitidos pela TVI.
*Fonte: RTP
Temas: Euro 2008 · Futebol · Portugal · Scolari
LOJAS BÉBÉ CONFORT EM PORTUGAL
Para alem do seu concessionário Bébé Confort em Coimbra existem as seguintes “Lojas Bébé Confort” em Portugal:
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Nota: lista actualizada em 12 de Maio de 2008
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