Questões Frequentes sobre o Bisfenol A

O que é preciso saber sobre o Bisfenol A?

O Bisfenol A é um composto químico do policarbonato. É utilizado já há muitos anos no fabrico de objectos de plástico tais como garrafas, latas (revestimento interior), biberões… O policarbonato sempre foi um material escolhido para os biberões pela sua transparência e grande resistência (contrariamente ao vidro).

O que dizem as autoridades acerca do Bisfenol A nos biberões em policarbonato?

  • Em Julho e depois em Outubro de 2008, a EFSA* confirmou de novo a sua posição sobre o BPA. Concluiu que o corpo do ser humano, incluindo o dos recém-nascidos, é capaz de eliminar o BPA do seu sistema e confirma portanto as doses diárias aceitáveis a partir das quais são baseadas as normas (dose que não apresenta risco para a saúde).
  • Além disso, a norma relativa aos biberões europeus (NF EN 14350) ainda é mais restrita no que diz respeito à migração do BPA do que para qualquer outro produto que contém alimentos (latas, garrafas de água, etc.). Os limites de aceitação são de facto 20 vezes mais fracos, o que aumenta a margem de segurança para os recém-nascidos.
  • Em Outubro de 2008, segundo a AFSSA*, os biberões em policarbonato podem ser aquecidos no microondas sem riscos de acentuar a migração do BPA para os alimentos. De facto, os estudos mostram que em condições realistas de aquecimento, a migração do BPA é muito inferior às doses diárias aceitáveis.

O Canadá optou por proibir em 2009 a venda dos biberões em policarbonato contendo Bisfenol A no seu território, por precaução. As autoridades canadianas admitem no entanto que não está provado que os níveis de exposição ao Bisfenol A nos recém-nascidos e bebés tenham efeitos nocivos na sua saúde. É preciso salientar que o Canadá não dispõe, ao contrário da Europa, de normas sobre os biberões, incluindo a dosagem do Bisfenol A. Além disso, os estudos que põem em causa as conclusões sobre o BPA foram levados a cabo sobre roedores, mas na Europa e nos Estados Unidos, os estudos científicos realizados por especialistas salientaram o carácter não transponível ao corpo humano.

Será que podemos utilizar com confiança os biberões em policarbonato da Bébé Confort?

Na Bébé Confort, fazemos questão de seguir à risca as regulamentações em vigor e estamos sempre em contacto com os institutos de segurança para garantir a conformidade dos nossos produtos e sobretudo a saúde dos bebés.
Todos os nossos biberões em policarbonato respondem às exigências em vigor, são testados e aprovados por laboratórios independentes. A Bébé Confort oferece mesmo produtos que vão bem além das normas porque todos os resultados das análises de migração do BPA efectuadas nos nossos biberões são inferiores ao limite de detecção do sistema de análise.

Que escolha tenho para o meu bebé?

Para as mães que hesitam quanto à posição das autoridades de segurança e que desejam escolher outro material para o seu bebé, a Bébé Confort propõe uma gama de biberões de vidro, anéis de dentição e acessórios para as refeições sem Bisfenol A.
Desde sempre, a Bébé Confort concebe biberões e equipamentos de puericultura seguros, práticos e actuais para permitir aos pais e ao bebé saborear plenamente a felicidade de estarem juntos.

*EFSA : Agência europeia de segurança alimentar
*AFSSA : Agência francesa de segurança sanitária dos alimentos

Fonte: Bébé Confort

Ministra da Saúde quer limitar aos hospitais públicos a realização de partos de bebés prematuros

« […] Em entrevista à Agência Lusa, a propósito do primeiro aniversário como ministra da Saúde, Ana Jorge foi peremptória: “Prematuros no privado, não!”.
Para a ministra, pediatra de formação e que sempre exerceu em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “o prematuro é algo muito difícil que exige uma equipa muito bem preparada, com médicos e enfermeiros que saibam trabalhar com uma criança pré-termo”.
Por esta razão, defendeu, estes partos só devem realizar-se no serviço público.
“Os cuidados intensivos neonatais devem ser todos assumidos no sector público”, sustentou.
A ministra alertou ainda para a existência de “poucos neonatologistas” no país. “Para mantermos os bons resultados que nos honram e orgulham na área materno-infantil, precisamos de gente treinada para o fazer”.
Para Ana Jorge, os níveis de segurança só se alcançam em instituições com 70 a 80 partos de recém-nascidos pré-termo por ano e “uma unidade privada nunca vai ter” esses números. […]»

Fonte: Público, 29-01-2009

‘Nascer Cidadão’ em Torres Vedras

«O Centro Hospitalar de Torres Vedras implementou, no início do mês de Dezembro de 2008, o projecto “Nascer Cidadão”, que permite o registo de recém-nascidos nas unidades hospitalares sem necessidade de deslocação às conservatórias. Desde essa data já foram registados 50 recém-nascidos no Centro Hospitalar de Torres Vedras. O projecto “Nascer Cidadão” teve início em Março de 2007 e é tutelado pelos Ministérios da Justiça, da Saúde e do Trabalho e Solidariedade Social.»

Data: 29-12-2008

Fonte: Portal do Cidadão com Portal da Saúde

Os riscos da gravidez em zonas poluídas

«Os níveis da poluição atmosférica são responsáveis por alterações pulmonares nos feto, conclui um estudo suíço apresentado esta semana em Berlim, citado pela agência Efe.

[…] Também um cientista da Universidade de Berna, na Suíça, investigou a relação entre a poluição atmosférica e os problemas pulmonares no caso de 241 recém-nascidos.

Philipp Latzin chegou à conclusão de que os filhos daquelas mães que tinham respirado ar com elevadas concentrações de partículas em suspensão mostravam alterações respiratórias. Os filhos de mulheres que vivem junto a estradas com muito tráfego respirariam mais rapidamente – 48 vezes por minuto. Este estudo conclui assim que os bebés cujas mães respiraram ar muito poluido no último trimestre da gravidez sofriam mais infecções nas vias respiratórias do que os outros.»

Fonte: Diário IOL, 11/10/2008

Pulseiras Electrónicas para Bebés Obrigatórias nos Hospitais

«A partir de 2009, bebés nascidos nas maternidades e hospitais do Serviço Nacional de Saúde terão obrigatoriamente de usar pulseiras electrónicas e essas unidades vão ter sistemas de videovigilância com gravação de imagem para aumentar a segurança dos recém-nascidos.

Os bebés do Hospital de São João, no Porto, ou de São Teotónio, em Viseu, usam pulseiras electrónicas desde 2006 e, entretanto, outros hospitais e maternidades adoptaram a medida que passará a ser obrigatória a partir do próximo ano.

O processo é simples e pretende uniformizar os procedimentos de segurança ao nível do Serviço Nacional de Saúde. A referida pulseira, que é pequena, leve, sem fios, será colocada no tornozelo do bebé ainda na sala de partos e permite detectar de forma automática durante todos os movimentos do bebé. Caso o recém-nascido se aproxime de uma zona não autorizada ou a pulseira seja danificada, o sistema produz um alarme e bloqueia de forma automática a porta de saída.

Outra medida prevista pelo Ministério da Saúde é a instalação de sistemas de videovigilância com monitorização contínua e gravação de imagem em alta definição nos acessos dos hospitais.»

Fonte: Portal do Cidadão