Bébé Confort e Maxi-Cosi parceiros do projecto Bebés, Crianças e Jovens em Segurança

O projecto “Bebés, Crianças e Jovens em Segurança”, um conjunto de acções de formação dirigidas a profissionais de saúde, é uma iniciativa levada a cabo pela Direcção-geral de Saúde (DGS), Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), Mapfre e DOREL (Bébé Confort e Maxi-Cosi).

“A operacionalização de um projecto desta dimensão implica trabalhar em simultâneo várias áreas, nomeadamente: formação dos profissionais de saúde, produção e/ou divulgação de informação sobre segurança rodoviária infantil, normalização de procedimentos de actuação, instalação de simuladores de banco de automóvel nas Maternidades e ACES e, cedência de SRC (sistemas de retenção para crianças)”, acrescenta a Dr.ª Gregória Von Amann, Chefe do Serviço de Saúde Pública da Divisão de Saúde no Ciclo de Vida da DGS, uma das participantes na Acção de Formação “Bebés, Crianças e Jovens em Segurança”.

Profissionais de saúde recebem formação sobre transporte de crianças (vídeo RTP)

Segundo a DGS, “o Projeto Bebés, Crianças e Jovens em Segurança, alavancado pela Década de Ação pela Segurança no Trânsito, 2011-2020 e integrado no Programa Nacional de Prevenção de Acidentes teve a sua primeira ação no dia 21 de Novembro. Estamos a começar com a formação dos profissionais de saúde dos Agrupamentos de Centros de Saúde e dos Centros Hospitalares com Maternidade de todo o país. O objetivo é capacita-los para a promoção da segurança e a prevenção dos acidentes na infância tendo em conta o potencial de intervenção do Serviço Nacional de Saúde junto da população. 

As parcerias são decisivas para a implementação do Projeto. Por isso, estamos a trabalhar com a Fundação MAPFRE que assumiu o financiamento da formação dos profissionais de saúde de todas as ARS, a produção de vários Folhetos e outro material pedagógico de apoio; com a DOREL Portugal [Bébé Confort e Maxi-Cosi] que vai instalar nos Centros Hospitalares com Maternidade e nos Agrupamentos de Centros de Saúde simuladores de banco de automóvel e cadeirinhas para ensinos aos pais e, com a APSI, que está a transmitir a sua experiencia e conhecimento nesta área.”

Ministra da Saúde quer limitar aos hospitais públicos a realização de partos de bebés prematuros

« […] Em entrevista à Agência Lusa, a propósito do primeiro aniversário como ministra da Saúde, Ana Jorge foi peremptória: “Prematuros no privado, não!”.
Para a ministra, pediatra de formação e que sempre exerceu em instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “o prematuro é algo muito difícil que exige uma equipa muito bem preparada, com médicos e enfermeiros que saibam trabalhar com uma criança pré-termo”.
Por esta razão, defendeu, estes partos só devem realizar-se no serviço público.
“Os cuidados intensivos neonatais devem ser todos assumidos no sector público”, sustentou.
A ministra alertou ainda para a existência de “poucos neonatologistas” no país. “Para mantermos os bons resultados que nos honram e orgulham na área materno-infantil, precisamos de gente treinada para o fazer”.
Para Ana Jorge, os níveis de segurança só se alcançam em instituições com 70 a 80 partos de recém-nascidos pré-termo por ano e “uma unidade privada nunca vai ter” esses números. […]»

Fonte: Público, 29-01-2009

Cheques-dentista ainda são pouco utilizados

“Em cinco meses, os centros de saúde emitiram cerca de 18 mil cheques-dentista para grávidas e idosos. Bem menos do que os que poderiam ser atribuídos se todos os beneficiários – 155 mil – a eles recorressem.

Numa altura em que se prepara o alargamento do Programa de Saúde Oral a 190 mil crianças, as contas apontam um uso ainda pequeno dos cheques-dentista. Em vigor desde Junho, estes vales dão a certos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) o acesso a cuidados de saúde oral em consultórios privados, que são depois ressarcidos pelo Estado. Cada cheque-dentista vale 40 euros, tendo as grávidas acompanhadas no SNS direito a três por cada gravidez, enquanto os idosos beneficiários do complemento solidário podem receber dois por ano.

[…] De acordo com os números da OMD, até 27 de Outubro foram emitidos 18.033 cheques-dentista. Desses, 15.586 foram atribuídos a grávidas, contra 2447 a idosos. Ora, quando foi lançado, o programa foi pensado para abranger os 90 mil idosos com complemento solidário e as 65 mil grávidas seguidas todos os anos no SNS.

[…] Já no que toca às grávidas, a utilização de cheques parece mais rápida: foram usados 13.880 (7286 primeiros, 4179 segundos e 2415 terceiros). Analisando estes números, Orlando Monteiro da Silva conclui que muito pouco do bolo de 21 milhões de euros alocados ao programa foram efectivamente gastos. […]”

Fonte: Jornal de Notícias, 13/11/2008