Amamentação e Gripe Suína

A associação ILCA (International Lactation Consultant Association) insta as mães, trabalhadores da saúde e a comunidade em geral para promover, apoiar e incentivar a amamentação, que providencia aos bebés anticorpos humanos que podem ajudar a combater doenças.

A ILCA apoia as recomendações dos CDC (Centers for Disease Control and Prevention), “Interim Guidance – Pregnant Women and Swine Influenza: Considerations for Clinicians”, que aconselham as mães lactantes para continuar a amamentar enquanto estiverem a tomar medicações antivirais, quando houver essa indicação. O guia dos CDC, disponível em http://www.cdc.gov/swineflu/clinician_pregnant.htm, recomenda que as mães que amamentam, que venham a a contrair a gripe, tomem medidas para minimizar a exposição do lactente, incluindo a lavagem das mãos e eventualmente cubrindo a boca/nariz da mãe com uma máscara.

Os CDC reportam ainda que, ainda que se desconheça o risco de transmissão da gripe suína da mãe para o bebé através da amamentação, os relatos de transmissão da gripe sazonal são raros.

Fontes:

“BREASTFEEDING SHOULD CONTINUE DURING SWINE FLU OUTBREAK”, ILCA, 1/05/2009

“Recomendações da ILCA – International Lactation Consultant Association sobre Leite Materno e Humano e Gripe A”, Sociedade Portuguesa de Neonatologia

Música pode ajudar desenvolvimento de bebés prematuros

“Os hospitais que empregam a política de passar música para bebés prematuros pode contribuir para o desenvolvimento destas crianças e ajudar os pais, segundo um estudo canadiano da Universidade de Alberta.

[…] «Há provas preliminares que sugerem que a música pode ter outros efeitos benéficos em termos de parâmetros fisiológicos, estados de comportamento e redução da dor durante procedimentos médicos dolorosos», disse o investigador Manoj Kumar. Por outro lado, «estes benefícios precisam de ser confirmados em testes de alta qualidade», lembrou. […]”

Fonte: Diário Digital, 28/05/2009

Maridos de grávidas também ganham peso (e bebem mais cerveja)

«Uma pesquisa britânica sugere que homens ganham em média 6,3 kg quando suas parceiras ficam grávidas.

O estudo, realizado pela empresa de marketing britânica Onepoll, descobriu que os homens que ganharam peso durante a gravidez das parceiras geralmente tiveram um aumento de cerca de 5 centímetros em suas cinturas.
Cerca de 25% dos 5 mil entrevistados também afirmaram ter comprado novas roupas, devido ao ganho de peso causado pela paternidade.
Um quinto dos pais pesquisados afirmou que só percebeu que tinha ganhado peso quando suas roupas não serviram mais.

Mas 19% deles afirmaram que seus amigos alertaram que eles estavam mais gordos que antes, geralmente com piadas.

[…] Entre os lanches prediletos dos pesquisados durante a gestação das parceiras estavam pizza, chocolate, batata frita e cerveja.

A pesquisa também concluiu que 25% dos homens consomem mais comida para fazer com que as parceiras grávidas se sintam melhores a respeito do próprio ganho de peso durante a gestação.

“A mulher normal ganha quase 13 kg durante a gravidez, e não é totalmente incomum para ela ter desejos por comidas mais gordurosas. Elas precisam de lanches mais regulares”, afirmou um porta-voz da Onepoll.

“As mulheres são estimuladas a consumir 300 calorias a mais por dia, comendo lanches saudáveis, para garantir que as necessidades nutricionais do bebê sejam atendidas.”

“Então, se os armários da cozinha, de repente, estão cheios de lanches e comida, não é de se admirar que os homens fiquem tentados a comer também”, afirmou o porta-voz.

“O único problema parece ser que os homens estão escolhendo lanches como doces e bolos, e não acho que as mulheres possam ser responsabilizadas pelo fato de os maridos beberem mais cerveja.” […]»

Fonte: BBC, 22/05/2009

Fármaco para náuseas e o risco (ou ausência dele) para feto

«Um estudo israelita concluiu que o fármaco metoclopramida para as náuseas e vómitos, que é utilizado generalizadamente, mas pouco testado em relação à segurança nas mulheres grávidas, não provoca danos evidentes no feto.
Os investigadores, num estudo com milhares de utilizadoras, não descobriram qualquer aumento na morte ou malformações entre os bebés das mulheres que tomaram metoclopramida durante o primeiro trimestre da gravidez.
Este fármaco é utilizado amplamente em Israel e em alguns países da Europa, mas nos Estados Unidos e no Canadá só é administrado para contrariar os casos mais graves de enjoos matinais.
Até 80 por cento das mulheres grávidas sofrem, pelo menos, um episódio de naúseas e vómitos durante os primeiros três meses de gravidez. […]»

Fonte: Farmacia.com.pt

Consulte aqui a informação no Prontuário Terapêutico (Infarmed) sobre a metoclopramida.