Como saber se o leite é suficiente

  • Durante o primeiro mês e após ter aumentado a produção de leite, o bebé deverá ter 6 ou mais micções e 3, 4 ou mais dejecções por dia – normalmente uma pequena dejecção após cada mamada. Mais tarde poderá ter menos dejecções, podendo mesmo haver intervalos de mais de 24 horas. Será normal se as fezes forem moles e o bebé estiver a progredir bem.

  • Ouvir o bebé a deglutir o leite após uma série de sucções.

  • Sentir o bebé satisfeito durante pelo menos 2 horas após a mamada.

  • Se nos primeiros dias de vida o bebé dormir mais de 4 horas e parecer demasiado sossegado, deverá consultar o pediatra.

  • Pesar o bebé por volta dos 10 dias de vida. Durante a primeira semana o bebé pode perder 7 a 10 % do peso ao nascer, recuperando rapidamente este peso no final da 2ª semana. A partir desta altura deverá ganhar 18 a 28 gramas por dia nos primeiros 3 meses e cerca de metade nos 3 meses seguintes.

 

A aleitação materna deve ser exclusiva nos primeiros 6 meses de vida e, só então, iniciar gradualmente alimentos sólidos. Poderá manter-se até ao 1º aniversário e posteriormente enquanto a mãe e o bebé o desejarem.

Fonte: Fichas Bebé Confort.

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

Mamadas – quantas vezes e quanto tempo

Os bebés alimentados ao seio normalmente mamam mais vezes do que os alimentados com leite artificial. O número de mamadas pode variar de 8 a 12 em 24 horas. À medida que o bebé vai crescendo, a capacidade do estômago vai aumentando, as mães vão produzindo mais leite e alguns conseguem aumentar o tempo entre as mamadas enquanto outros continuam a preferir refeições mais pequenas e frequentes.

Não há esquemas padrão de amamentação. O bebé deverá mamar quando tiver fome. Ele mostra que tem fome quando: está alerta, põe as mãos na boca e faz movimentos de sucção, começa a choramingar e a flectir braços e pernas, tornando-se mais activo e a procurar o peito (consegue cheirar a sua localização mesmo através da roupa).

O choro é um sinal tardio de fome, devendo iniciar a mamada antes disso.

Se a mãe e a criança forem saudáveis, a alimentação ao peito é mais bem sucedida se se iniciar na primeira hora a seguir ao parto. Tanto quanto possível o bebé deverá ser mantido junto à mãe para que responda prontamente quando manifestar fome. Se a estadia no hospital demorar alguns dias e o bebé dormir no berçário, provavelmente o esquema das mamadas será determinado pelas regras da enfermaria.

Uma vez em casa, poderá levar alguns dias até surgir o horário interno. Entretanto dever-se-á tentar a aleitação cada 2 – 3 horas, mesmo que o bebé não manifeste fome. Quando os bebés dormem bastante, deverão ser acordados cada 3 – 4 horas nas primeiras semanas de vida, para que tenham um mínimo de 8 mamadas em 24 horas.

Deve-se deixar o bebé mamar no primeiro seio durante o tempo que quiser, retirando-o quando parar de mamar por um período um pouco mais prolongado.

Como o bebé mama mais eficazmente no primeiro seio, as mamadas devem ser iniciadas alternadamente.

Nas primeiras semanas o bebé mama a cada 2 horas, durante dia e noite. Cerca das seis ou sete semanas, muitos recém-nascidos fazem um período de sono de 4 a 5 horas.

Deve-se estabelecer o padrão de sono nocturno mantendo o quarto escuro, quente e tranquilo. Se estiver sujo ou molhado, a mudança da fralda deve ser rápida, sem fazer barulho e antes da mamada.

Pelos 4 meses muitos bebés, mas não todos, são capazes de dormir 6 ou mais horas no período da noite, sem acordar; contudo alguns podem continuar a acordar uma ou mais vezes, para mamar.

O bebé pode requerer mamadas mais demoradas em certas alturas do dia e ficar satisfeito mais rapidamente, noutras.

Cada bebé tem o seu estilo de mamar. Uns são muito vivos, agarram o peito e mamam energicamente em 10-20 minutos; outros, muito excitáveis, tornam-se frenéticos à vista do seio – agarram-no, perdem-no e começam a chorar. Estes bebés deverão ser acalmados várias vezes em cada mamada. A solução para este tipo de situação será alimentá-los logo que acordem, antes de manifestarem muita fome, fazendo ainda a compressão do seio para que o leite goteje e abrande o fluxo antes de iniciar a mamada.

Outros ficam aborrecidos enquanto o leite não aparece. A estes não se deve dar biberão ou mesmo água, porque podem passar a recusar o seio. Dever-se-á insistir em colocá-los ao seio regularmente, sempre que estejam acordados ou façam movimentos com a boca, segurando a cabeça do bebé e aguardando com paciência que sinta o leite e inicie a mamada.

Há ainda bebés que antes de iniciar a mamada brincam com o mamilo. Nesta situação dever-se-á ter tolerância e aguardar alguns minutos até que o bebé consiga agarrar bem o mamilo e aréola.

Há ainda aqueles que mamam alguns minutos, param alguns minutos e recomeçam a mamada. Alguns adormecem ao peito, dormem cerca de meia hora ou mais e então acordam para a “sobremesa”. A melhor solução para estes casos é arranjar tempo extra para as mamadas e manter-se tão flexível quanto possível.

Aprender o padrão da alimentação de cada bebé é o maior desafio da mãe nas primeiras semanas após o parto. Depois de compreender a maneira de ser do seu filho, será muito mais fácil perceber quando tem fome, quando está satisfeito, quantas vezes necessita de mamar e o tempo que é necessário em cada mamada.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

A primeira mamada

Ao nascer os seios estão prontos a produzir leite. Este processo inicia-se quando o bebé agarra a aréola e começa a sugar; faz isto instintivamente, logo que sinta o peito junto da sua boca. Pode ser ajudado a iniciar a sucção segurando-o contra o peito e tocando com o mamilo o seu lábio inferior.

Quando o bebé agarra o peito a sua boca fecha-se à volta da aréola, a língua forma um cavado à volta do mamilo e com um movimento ondulante, comprime o reservatório do leite esvaziando os seus canalículos.

Se possível deve evitar-se dar biberão porque a sucção pelo peito é diferente da sucção pela tetina, sendo alguns bebés muito sensíveis a esta diferença.

Uma vez iniciada a sucção eficientemente, estes movimentos estimulam terminações nervosas do mamilo que por sua vez vão estimular a glândula pituitária no cérebro. Esta responde produzindo hormonas – prolactina e ocitocina. A prolactina estimula o seio a produzir mais leite e a ocitocina estimula os músculos dos canais do leite a ejectá-lo no reservatório sob a aréola. Esta hormona vai também fazer contrair os músculos do útero, de tal modo que nos primeiros dias ou semanas após o parto poderão sentir-se dores no útero quando se amamenta. Apesar de um pouco doloroso, este processo vai ajudar o útero a voltar mais rapidamente ao tamanho normal reduzindo, a perda de sangue pós-parto.

O ibuprofeno ajuda a aliviar estas dores.

Após um breve período de sucção dá-se o início da lactação – o leite começa a fluir (descida do leite).

Os sinais de que a descida do leite está a ocorrer variam de caso a caso e com o volume de leite requerido pelo bebé. Algumas mães têm uma sensação de formigueiro, enquanto outras têm um aumento de pressão e sensação de seio completamente cheio; estas sensações são rapidamente aliviadas logo que o leite começa a fluir. Há mães que nunca têm estas sensações, apesar de também amamentaram com sucesso. O fluxo de leite varia em forma de jacto, gotejamento ou em corrente. Algumas mulheres têm a sensação de esvaziamento de leite e outras não. Estas sensações podem ser diferentes de um peito para o outro.

O período pós-parto é uma fase de grande ansiedade e insegurança, particularmente para a mãe pela primeira vez. É importante que o pediatra tire dúvidas e preocupações às mães mais inexperientes e indecisas. Estas sessões de orientação devem incluir o pai, pois o conhecimento das personalidades e expectativas de ambos os pais é muito importante para ajudar a evitar problemas físicos e psicológicos centrados na alimentação.

Se o parto foi normal, a mãe e o bebé estiverem bem, se possível, amamentação deve ter início, se possível, na primeira hora a seguir ao parto.

A posição mais confortável será com a mãe deitada de lado e o bebé também deitado, voltado para a mãe, em frente do peito. Tocando com o mamilo o lábio inferior do bebé ele instintivamente abre a boca, agarra o seio e começa a mamar. Esta sucção teve já início dentro do útero, ao chupar nos dedos, nas mãos e até nos pés. Por vezes é necessário ajudar o bebé a iniciar a mamada – comprimindo o peito com a mão acima da aréola e introduzindo-o na boca do bebé, com o mamilo levemente dirigido para cima.

Deve-se deixar o bebé mamar o tempo que quiser no primeiro seio e só depois passar ao outro lado, se ainda estiver interessado em mamar.

No início, a descida do leite poderá demorar um a dois minutos após o início da sucção, passando a ser mais rápida após a primeira semana. A quantidade de leite também vai aumentar substancialmente após aquela data.

Quanto mais relaxada e confiante estiver a mãe, mais facilmente se dará a descida do leite.

Se mantiver uma dor sustentada no mamilo, na aréola ou no seio, deverá informar o médico ou enfermeira.

Uma vez em casa, as seguintes sugestões poderão ajudar o reflexo da descida do leite:

  • Aplicar compressas húmidas e mornas no peito alguns minutos antes da mamada

  • Sentar numa cadeira confortável com as costas e braços bem apoiados

  • Colocar o bebé bem posicionado com a face em frente do peito

  • Usar técnicas relaxantes como respirar fundo, ouvir música suave

  • Escolher um lugar tranquilo para amamentar

  • Não fumar nem tomar bebidas alcoólicas ou drogas

O primeiro leite é o chamado colostro – solução líquida e amarelada produzida nos primeiros dias após o parto. Contém mais proteínas, sais, anticorpos e outras substâncias protectoras. É menos gordo e menos calórico.

Do 3º ao 5º dia após o parto, os seios começam a produzir o chamado leite de transição. Este leite é mais cremoso e branco do que o colostro. Após o 10º / 14º dia o leite adquire mais gordura e torna-se ainda mais cremoso.

O aumento de volume dos seios pode ser muito desconfortável e doloroso. A melhor solução é amamentar o bebé sempre que esteja com fome e esvaziar os dois seios cada duas horas. Por vezes os seios estão tão cheios que o bebé não consegue agarrá-lo. Nesta situação deve-se aplicar compressas húmidas e mornas, fazer a expressão manual do seio, massajando desde a axila até ao mamilo ou retirar algum leite com a bomba antes da mamada.

O volume de leite produzido aumenta substancialmente após a primeira semana. Nos primeiros 2 dias pode produzir apenas 5 ml em cada mamada; pelo 4º ou 5º dia o volume aumenta a 30 ml e pelo final da 1ª semana, dependendo do apetite do bebé e da duração das mamadas, pode-se produzir 60 a 150 ml em cada mamada.

No final do primeiro mês o bebé deverá receber cerca de 720 ml de leite por dia.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

A preparação para a amamentação

A boa saúde materna, o equilíbrio entre o repouso e o exercício, a ausência de preocupações, o tratamento precoce e adequado de qualquer doença intercorrente e uma alimentação bem balanceada são factores que induzem o sucesso da boa amamentação.

Logo desde o início da gravidez o corpo inicia a preparação para a produção de leite – a área que circunda o mamilo torna-se mais escura (aréola), os seios aumentam de tamanho, multiplicam-se as células produtoras de leite e desenvolvem-se os canais de transporte de leite para o mamilo.

Por outro lado o corpo vai armazenar gordura em determinadas áreas para providenciar energia extra, necessária para a gravidez e lactação.Cerca das 16 semanas de gestação os seios estão prontos para produzir leite logo que o bebé nasça.

Não se deve estirar, puxar ou rodar os mamilos no final da gravidez, pois algumas destas manobras podem prejudicar as delicadas glândulas da aréola, que segregam um líquido que lubrifica o mamilo como preparação para a amamentação.  O banho normal e a secagem delicada são a melhor maneira de cuidar dos seios durante a gravidez.Mamilos retraídos ou invertidos não são uma contra indicação para a amamentação. Diz-se que são retraídos quando, ao comprimir a aréola entre dois dedos, o mamilo em vez de se tornar mais saliente fica mais aplanado. Esta situação é uma variante do normal.À medida que a gravidez progride normalmente estes mamilos começam a exteriorizar-se; se no entanto se mantiverem retraídos na altura do parto, deverá colocar esta questão ao pediatra ou parteira para a colocação de ventosas.

A tonicidade dos seios será preservada pelo uso de soutien adequadamente ajustado ao tamanho do peito, sem aros nem varetas, principalmente antes do parto e durante todo o período de amamentação.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

Amamentar – o bom exemplo de Catarina Furtado

Catarina Furtado Grávida

      Na Saber Viver de Julho de 2007, Luís Magão (pediatra e presidente da Comissão Nacional da Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés) afirmava que “é extraordinária a projecção que tem o bom exemplo das figuras mediáticas.” Esta declaração vinha a propósito da repercussão positiva que o exemplo de Catarina Furtado terá tido, ao fazer algo tão simples e tão benéfico como amamentar a sua filha.   Catarina Furtado está de novo em destaque e aparece na capa da revista Caras, grávida de sete meses, de um rapaz. E se as figuras mediáticas têm essa capacidade de influenciar, é bom que o façam positivamente, como faz Catarina Furtado ao afirmar:

   “A prioridade é a saúde do bebé, mas isso não significa que descuide a minha imagem e o meu bem-estar. É muito bom estar grávida.”

   Palavras simples que transparecem nas fotografias da revista, uma das quais tem a seguinte legenda: “Por ser essencial para o bebé, [Catarina Furtado] tenciona amamentar.” Um bom exemplo a continuar a seguir.

Para ler mais: Caras, 8 de Setembro de 2007.

Vantagens da amamentação

Pela sua composição nutricional o leite humano é o alimento ideal do recém-nascido. Está sempre disponível, à temperatura certa e não requer preparação. É mais económico.

É sempre fresco e isento de contaminação bacteriana, reduzindo assim as possibilidades de perturbações gastrointestinais.

Os principais ingredientes do leite materno são: açúcar (lactose), proteínas de fácil digestão (lactoalbumina e caseína) e gorduras (ácidos gordos de excelente digestão). Para além disso contém biofactores – substancias que promovem o desenvolvimento harmonioso dos sistemas biológicos do lactente, nomeadamente ao nível do sistema nervoso central, desenvolvimento visual e cognitivo, sistema imunológico, aparelho gastrointestinal. Assim, com a amamentação materna há uma menor incidência de alergias e intolerâncias ao leite de vaca, que inclui diarreias, cólicas intestinais, sangue oculto nas fezes e eczema atópico (reacção alérgica da pele), bem como uma menor incidência de alergias na vida adulta.

O leite materno contém anticorpos bacterianos e víricos que proporcionam imunidade gastrointestinal local contra micro organismos que entram no corpo por esta via. Isto traduz-se, pelo menos em parte, pela menor incidência de diarreia, otite média (infecção do ouvido médio), pneumonias e meningites durante o primeiro ano de vida.Certas substâncias do leite materno como enzimas e o pH mais baixo das fezes destes lactentes, contribuem para uma flora intestinal mais favorável, contendo mais bifidobactérias e lactobacilos que ajudam a proteger contra infecções.

Sabe-se também que o leite materno tem um papel importante na prevenção da obesidade e da diabetes de aparecimento quer na criança quer na idade adulta.Há também vantagens psicológicas – a mãe fica pessoalmente envolvida em criar o seu próprio filho, resultando num sentimento de bem-estar e sensação de dever cumprido, enquanto o filho é agraciado com uma íntima e confortável relação física com a sua mãe.

As mesmas hormonas que estimulam a produção e libertação do leite também promovem sensações que realçam a maternidade. Quase todas as mães que amamentam sentem que esta experiência as torna mais ligadas e protectoras para com os seus filhos e mais confiantes nas suas capacidades maternais.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

Amamentação

As necessidades nutricionais do lactente durante o período de rápido crescimento da infância são maiores do que em qualquer outra fase da sua vida, pois aproximadamente ao ano de idade o bebé triplica o peso do nascimento.

Amamentar o seu bebé é dar-lhe muito mais do que uma correcta nutrição, porque ao mesmo tempo que o alimenta está a segurá-lo junto a si, a abraçá-lo e a olhá-lo directamente nos olhos. Estes são momentos relaxantes e agradáveis que fortalecem emocionalmente a proximidade de ambos.

Fonte: Fichas Bebé Confort

Com a colaboração de Laurentina Cavadas (Médica Pediatra)

Ciência da Amamentação

Joana Andrade escreveu um artigo sobre amamentação que foca dados essenciais para demonstrar os benefícios do leite materno.

Segundo a Unicef, a protecção concedida pelo leite materno é muito ampla, abrangendo, entre outras doenças, as infecções respiratórias, as gastroenterites, a asma, a leucemia infantil, as otites, a obesidade e a síndrome de morte súbita. Nunca é demais frisar que o leite materno protege a criança, prevenindo doenças e reduzindo a mortalidade. O artigo destaca estes aspectos positivos da amamentação de um modo sucinto. 

A rematar o texto está uma chamada de atenção para uma perspectiva “economicista” da questão que, não podendo ser o motivo fulcral para amamentar, não deixa de ser curiosa. Passamos a citar:

“Amamentar não custa dinheiro nenhum e, por isso, «constitui uma enorme poupança», realça ainda Luís Magão [pediatra e presidente da Comissão Nacional da Iniciativa Hospitais Amigos dos Bebés]. É que utilizar leite artificial tem os seus custos: conte com cerca de 100 euros de equipamento e adicione-lhes 402 euros para leite «normal» e 594 euros para bebés com perfil alérgico. Quando o bebé alcançar seis meses, você já lavou, esterilizou, preparou, aqueceu e deu cerca de 1.134 biberões…”

 

in  Saber Viver n.º 85, Julho 2007, pp. 104-105.

Dar de Mamar – Uma Opção Inteligente

O Diário As Beiras publica hoje um artigo sobre a importância da amamentação. O texto, da enfermeira Andreia Rocha, do Centro de Saúde de Eiras, tem o sugestivo título “Dar de mamar: uma opção inteligente”.

A enfermeira Andreia Rocha enumera as vantagens da amamentação para o bebé, para a mãe e, inclusive, para o ambiente. Pode ler o artigo no link abaixo:

Dar de Mamar - Uma Opção Inteligente