Fraldas de pano Kushies

 

Porquê usar fraldas de pano?

São Ecológicas: Reduzem o lixo produzido, poupam as Florestas e são normalmente feitas com algodão orgânico não branqueado, evitando assim a utilização de químicos nocivos.

São Eficazes: Diminuem a frequência de dermatites (pois utilizam materiais naturais e respiráveis), evitam as fugas com conforto, são bonitas e de fácil utilização.

São Económicas: Custam cerca de um quarto do preço das fraldas descartáveis, no período de dois anos, e evitam as constantes idas às compras, reduzem substancialmente a necessidade de utilização de cremes e o investimento fica feito para os filhos seguintes.

 

Quantas Fraldas preciso?

De maneira a reduzir o numero de lavagens por semana, considera-se que o número de fraldas ideal varia entre as 15 e as 20 – dependendo do ritmo do bebé -, permitindo fazer apenas duas máquinas por semana com tempo para a secagem natural.

Bambo Nature – A fralda que cuida do ambiente

bambo nature 5_10 bambo nature 3_6 Agora pode optar por fraldas que oferecem o máximo conforto ao seu filho, sem comprometer a sua preocupação com o impacto ambiental de tais produtos.

As fraldas Bambo Nature utilizam sofisticadas matérias-primas ecologicamente sustentáveis, o que permite a produção de fraldas bambo nature 8_18 confortáveis sem que as suas características de absorção sejam comprometidas.

Fralda descartável ecológica Bambo NatureAs fraldas Bambo Nature têm o rótulo Swan. O processo de certificação exigido para obter este rótulo, implica que as fraldas cumpram uma série de condições estritas em termos de impacto ambiental do produto ao longo do seu ciclo vida.

Alguns destes requisitos são:

bambo nature 12_22 • Sem branqueadores ou perfumes;

• Tem de ser usado um nível mínimo de matérias-primas renováveis;

• É imposto um limite máximo para os resíduos de produção gerados pelo processo de fabrico;

• Não é permitido o uso de loções hidratantes.

bambo nature 15_25 A folha anterior é respirável permitindo a circulação de ar

Sofisticadas matérias-primas ecologicamente sustentáveis

Tão finos e confortáveis como as marcas comuns sem o mesmo tipo de considerações ecológicas

Fraldas descartáveis amigas do ambiente

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BAMBO NATURE – a fralda para pais que se preocupam com o ambiente.

image As fraldas Bambo Nature têm todas as características das principais fraldas descartáveis convencionais, mas são muito mais gentis com a pele do seu bebé e com o ambiente.
As fraldas Bambo Nature não contêm branqueadores, perfumes, loções ou cremes hidratantes, o que traduz num menor risco de reacções alérgicas e pruridos. As matérias-primas utilizadas para produzir as fraldas são certificadas como sendo livres de produtos químicos nocivos.
Bambo Nature detém o certificado ecológico Nordic Swan, a sua garantia de que este produto tem menos impacto no meio ambiente do que as fraldas convencionais. Todos os materiais utilizados são aprovados pela Agência de Protecção Ambiental  dinamarquesa. O processo de produção minimiza o consumo de energia e usa as técnicas mais recentes e inovadoras para economizar e reciclar matérias-primas sempre que possível. O núcleo absorvente usado nas fraldas Bambo Nature tem uma alta percentagem de amido – um absorvente natural que também é 100% biodegradável.

 

As fraldas descartáveis amigas do ambiente Bambo Nature estão disponíveis em 5 tamanhos:

fraldas_bambo_nature

MINI 3-6 kg / MIDI 5-10 kg / MAXI 8-18 kg / MAXI PLUS 12-22 kg / JUNIOR 15-25 kg´

(Também temos disponíveis as fraldas Bambo Prematuro 1 – 3kg)

Um imperador curioso e uma tempestade eléctrica fundamental

Por vezes o labor do crítico é conduzido com tal apuro que supera em grandeza o próprio objecto criticado. Não sabemos se é este o caso da crítica que abaixo transcrevemos (parcialmente), porque desconhecemos a obra que deu azo a este texto. O que podemos dizer, sem sombra de dúvida, é que estas palavras valem de per si, sintetizando com maestria, em poucos caracteres, descobertas com oito séculos que se reinventam todos os dias. Um mimo!…

«Há cerca de oitocentos anos, o Sacro Império Romano tinha à frente do seu destino o Imperador Frederico II, um homem curioso, com espírito científico e que emprestou o nome a uma Universidade de Nápoles. Se bem que muito ocupado com estratégias e lutas militares e ideológicas, ainda encontrou tempo para se dedicar à investigação científica. Curioso, quis saber que linguagem adquiriria o ser humano se nunca ouvisse falar. Os métodos da investigação foram simples e claros: retirou das famílias uns quantos recém-nascidos e recomendou que se deveria fornecer-lhes apenas o suporte básico da vida: comer, beber e cuidados mínimos de higiene. De resto nada de mais nada. Que aprendeu? Nada do que esperava: as crianças morreram todas. Um crítico da época concluiu que o trabalho do Imperador foi em vão pois ninguém sobrevive sem mimos.

[…] A interacção genes ambiente é dramática, para bem ou para mal. Tecidos e órgãos podem sofrer irremediáveis modificações (o conceito de plasticidade), conduzindo a morbilidade e mortalidade. O neurónio é particularmente plástico. Ao nascer há 100 mil milhões de neurónios e 50 milhões de milhões de sinapses. Depois o número de neurónios pouco aumenta, ao contrário das sinapses que no fim do primeiro mês aumentaram vinte vezes, sendo então mil milhões de milhões. Pura e simplesmente não há genes em número suficiente para controlar tanta evolução que fica, então, à mercê do ambiente que não pode ser tóxico, que deverá ter o melhor suporte energético (leite materno) e assegurar a estimulação mais adequada (o amor de quem é mais crescido). Sempre que se acaricia ou mima de outra qualquer forma um bebé, gera-se uma tempestade eléctrica potenciadora da mais perfeita evolução e aperfeiçoamento neuronais.
O amor é nuclear na relação pais e filhos e deve fluir livremente em ambas as direcções, sem condições nem limites. Da parte da criança é sempre assim, há garantia absoluta. Da parte dos pais nem sempre, ainda que muito raramente, pois aesmagadora maioria ama os filhos e envolve-os em carinho e ternura.»

Fonte: Crítica do pediatra José Manuel Tojal Monteiro ao livro “Seis meses para toda a vida”, de Elisabeth Fodor, María del Carmen García-Castellón e Montserrat Morán. In Acta Pediátrica Portuguesa 2008:39(3):137-8.

Nota: sublinhados nossos.