Maxi-Cosi e Bébé Confort 2009

Só se vive uma vez e por isso, o conselho é desfrutar. Cada vez mais, mulheres e homens desejam explorar o mundo juntos com os seus filhos e sem stress e preocupações. Quer trabalhemos ou sejamos mães a tempo inteiro, o automóvel é um elemento imprescindível na nossa vida agitada.

As novas colecções da Maxi-Cosi e da Bébé Confort de 2009 oferecem uma gama de cadeiras auto e de carrinhos de bebé com desenhos e materiais novos. Acima de tudo, design funcional e bonito que torna o desfrutar muito mais divertido.

O peixe da discórdia

Enquanto o governo americano tenta persuadir as grávidas (e as mães a amamentar) a reduzir o consumo de peixe, alguns cientistas argumentam que esse consumo deveria ser acrescido.

A questão crucial em debate é o ponto de equilíbrio entre o perigo causado pelos potenciais níveis de mercúrio no peixe e os potenciais benefícios desta fonte de alimento.

Para saber mais:       

http://www.nytimes.com/2008/12/23/opinion/23tue3.html?partner=permalink&exprod=permalink

Adaptação parental ao nascimento de um filho

Mariana Moura-Ramos e Maria Cristina Canavarro realizaram um estudo sobre a adaptação ao nascimento de um filho identificando as diferenças respostas de pais e mães. Para esta investigação as autoras questionaram 214 mães e 193 pais na Maternidade Dr. Daniel de Matos. Aqui fica um resumo deste estudo:

O nascimento de um filho é, habitualmente, considerado como um dos acontecimentos mais importantes e marcantes na vida dos indivíduos e da família. No entanto, e apesar de considerado um acontecimento normativo no ciclo de vida de uma família […], pode ser uma fonte de stress pelas exigências de prestação de cuidados, pela reorganização individual, conjugal, familiar e profissional que exige […]; bem como pode ser também fonte de grande satisfação, pela realização pessoal que promove, pelo novo significado que atribui à vida dos pais e pela aproximação que pode causar nos membros do casal e da família em geral […].

[…] A necessidade de reorganização da vida dos indivíduos é geralmente elevada, podendo conduzir, nas mães e nos pais, a elevados níveis de perturbação emocional. Dado que esta reorganização pode ser distinta ao longo do tempo que se segue ao parto e em função do género do progenitor, pretende-se com este estudo conhecer as diferenças na adaptação materna e paterna ao nascimento de um filho, nomeadamente em dois momentos distintos: dois a cinco dias após o parto e oito meses após o parto.

A amostra, constituída por 214 mães e 193 pais, foi recolhida na Maternidade Dr. Daniel de Matos dos Hospitais da Universidade de Coimbra. […].

De forma geral, os resultados são indicadores da existência de uma boa adaptação em mães e pais, apesar de revelarem que, principalmente no primeiro momento de avaliação, as mães, quando comparadas com os pais, apresentam uma reacção emocional mais intensa.

Os resultados sugerem que o nascimento de um filho é um importante momento da vida das famílias, tanto para as mães como para os pais, significando geralmente um momento de grande felicidade para ambos. Porém, o presente estudo sugere uma adaptação mais exigente para a mãe, provavelmente devido à maior necessidade de reorganização implicada.”

Fonte: MOURA-RAMOS, Mariana y CANAVARRO, Maria Cristina. Adaptação parental ao nascimento de um filho: comparação da reactividade emocional e psicossintomatologia entre pais e mães nos primeiros dias após o parto e oito meses após o parto. Aná. Psicológica, 2007, vol.25, no.3, p.399-413. ISSN 0870-8231.